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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Astrofísica: A Lua está encolhendo e sofrendo abalos sísmicos, revela Nasa

Mosaico composto de muitas imagens obtidas pelo Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) da Nasa, mostra novas características da superfície (delineadas) da Lua, descobertas em uma região chamada Mare Frigoris (NASA/AFP)

O satélite natural encolhe e sua superfície ganha elevações e escarpas; descoberta contraria análise de que corpo celeste estava inativo

Um estudo divulgado pela Nasa nesta segunda-feira, 13, revelou que a Lua está encolhendo devido ao resfriamento do seu interior.


Um estudo divulgado pela Nasa nesta segunda-feira, 13, revelou que a Lua está encolhendo devido ao resfriamento do seu interior. De acordo com o cientista Thomas Watters, do Centro de Estudos da Terra e Planetas do Museu Nacional do Ar e do Espaço dos Estados Unidos, o encolhimento faz com que a superfície da Lua ganhe elevações e escarpas. O efeito também tem causado abalos sísmicos. Tal como uma uva “se enruga” ao se tornar uma uva-passa, escarpas se formam na Lua conforme o satélite natural da Terra diminui, explicou a Nasa em uma nota divulgada. Mas, ao contrário da casca da uva, que é flexível, a crosta da Lua é rígida e se quebra quando seu tamanho diminui, formando falhas onde um segmento é empurrado para cima de outro.

“Nossa análise revela as primeiras provas de que essas falhas permanecem ativas e provavelmente produzem abalos sísmicos ainda hoje, enquanto a Lua continua esfriando e diminuindo”, afirmou Watters.

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You've heard of earthquakes. But what about moonquakes? Like a wrinkled grape drying out to a raisin, the Moon is shrinking as its interior cools causing wrinkles or faults to form on its brittle surface. When enough stress builds, it releases the quakes: https://go.nasa.gov/2Q4lP0X 


As escarpas, similares às falhas geológicas provocadas pelos movimentos tectônicos na Terra, se apresentam como cordilheiras escalonadas de várias dezenas de metros de altura e se estendem por vários quilômetros.
De acordo com a Nasa, os astronautas Eugene Cernan e Harrison Smith tiveram que ziguezaguear com o seu veículo lunar para atravessar a falha Lee Lincoln durante a missão Apolo 17 em 1972.

Visão do vale Taurus-Littrow, explorado em 1972 pelos astronautas da missão Apollo 17 (Nasa/AFP)

Watters é o autor principal de um estudo que analisou os dados fornecidos por quatro sismógrafos colocados na Lua pelos astronautas durante as missões Apolo 11, 12, 14, 15 e 16, usando um algoritmo desenvolvido para identificar os lugares de tremores detectados por uma rede de sensores. Entre 1969 e 1977, os sismógrafos registraram 28 sismos superficiais com magnitudes entre 2 e 5 na escala Richter. A equipe determinou que oito dos 28 movimentos ocorreram dentro de aproximadamente 30 quilômetros de distância de falhas visíveis nas imagens lunares.

Esta escarpa é uma das muitas descobertas pelas imagens capturadas pelo Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) da Nasa (GSFC/Arizona State University/Smithsonian/Nasa)


A Lua não é o único corpo no sistema solar que diminui com a idade. Segundo a Nasa, Mercúrio tem “enormes falhas” de até 1.000 quilômetros de comprimento e 3 quilômetros de altura, “significativamente maiores, em relação ao tamanho do planeta, do que as da Lua”. O satélite natural tem um raio que corresponde a pouco mais de um quarto do raio da Terra. Seu tamanho diminuto levou os cientistas a acreditarem que todo o seu calor interno havia escapado para o espaço há muito tempo. Como resultado, toda a sua atividade geológica teria se desligado. As novas evidências, contudo, sugerem o contrário. Segundo Watters, a descoberta “se afasta do conhecimento convencional sobre como os corpos rochosos se resfriam” e sugere que a Lua ainda está “tectonicamente ativa”.

Alzheimer: cérebro começa a mudar 30 anos antes do diagnóstico

Uma das alterações acontece nos níveis da proteína Tau, conhecido como um dos principais indicadores da doença. (Thinkstock/VEJA/VEJA)

A descoberta pode ajudar no desenvolvimento de exames de diagnóstico, garantindo tratamento precoce e maior qualidade de vida ao paciente


O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que afeta milhões de pessoas em todo mundo. Apesar dos esforços da comunidade médica, ainda não foi possível encontrar uma cura para o problema. Diversas pesquisas têm sido realizadas para encontrar formas de detectar a doença cada vez mais cedo, o que ajudaria a minimizar o impacto dos sintomas. Agora, um novo estudo descobriu que algumas mudanças químicas e na anatomia no cérebro ocorrem décadas antes do surgimento dos primeiros sintomas do Alzheimer. Isso significa que, se reconhecidos precocemente, esses sinais poderiam facilitar o início das intervenções terapêuticas e proporcionar maior qualidade de vida ao paciente. A  pesquisa, publicada no periódico Frontiers in Aging Neuroscience, descobriu que uma das alterações se dá nos níveis da proteína Tau, que começam a elevar 34 anos antes do diagnóstico. Essa proteína é conhecida como um dos principais indicadores da doença. Outras mudanças acontecem no lobo temporal, parte do cérebro responsável pela memória e pelo comportamento emocional. Nesta região, as modificações podem ser vistas até nove anos antes dos sintomas se manifestarem.

Segundo os pesquisadores, as alterações acontecem ao longo dos anos e podem ser identificadas através de exames médicos periódicos. “Nosso estudo sugere que pode ser possível usar imagens do cérebro e análise do fluido espinhal para avaliar o risco de Alzheimer dez anos ou mais antes que ocorram os sintomas mais comuns, como declínio cognitivo leve”, disse Laurent Younes, principal autora do estudo, em  nota

Alterações cerebrais
A equipe da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, revisou registros médicos de 290 pessoas com idade média de 40 anos. A maioria dos participantes tinha pelo menos um parente de primeiro grau diagnosticado com Alzheimer – o que aumenta o risco de desenvolver a condição.

Para a análise, foram verificadas amostras de líquido cefalorraquidiano (fluído corporal produzido pelo cérebro e coletado na espinha, onde ele também está presente). Também foram investigados resultados de ressonância magnética do cérebro. Estes exames foram realizados a cada dois anos entre 1995 e 2013. Ainda foram feitos testes padrões anualmente para examinar a memória, aprendizagem, leitura e atenção dos participantes.
 Declínio cognitivo 
No início do estudo, os participantes foram considerados “cognitivamente normais”, ou seja, sem a presença do Alzheimer; no entanto, ao fim da pesquisa, 81 pessoas haviam desenvolvido a doença. Nestes indivíduos, os cientistas notaram sinais de comprometimento cognitivo de 11 a 15 anos antes do início de qualquer sintoma. Eles foram percebidos a partir de pequenas mudanças na pontuação dos testes cognitivos – embora os participantes tenham se mantido assintomáticos.
 Presença da Tau 
 Os exames analisados também revelaram que níveis mais altos da proteína Tau foram detectados 34 anos antes da aparição dos sintomas. Além disso, as concentrações da tau fosforilada (p-tau) – uma versão modificada da Tau – aumentaram 13 anos antes que o comprometimento cognitivo fosse perceptível.

Lobo temporal 
 A equipe ainda rastreou mudanças cerebrais que aconteciam ao longo do tempo e descobriram que a taxa de mudança na superfície medial do lobo temporal era diferente entre os participantes com e sem Alzheimer – essas alterações ocorreram de três a nove anos antes.
 O que isso significa? 
Os pesquisadores ressaltaram que as alterações cerebrais variam consideravelmente entre os indivíduos, portanto, é necessário encontrar um mínimo de marcadores alterados para verificar o risco para o Alzheimer. “Várias medidas bioquímicas e anatômicas podem ser vistas mudando até uma década ou mais antes do início dos sintomas clínicos. O objetivo é encontrar a combinação certa de marcadores que indiquem risco aumentado de comprometimento cognitivo e usar essa ferramenta para orientar eventuais intervenções para evitar isso”, comentou Michael I. Miller, co-autor do estudo, em comunicado. Apesar disso, os pesquisadores acreditam que os resultados possam levar a criação de melhores exames para diagnosticar a doença precocemente. Isso ajuda a garantir que o paciente conheça todas as opções de tratamento e desfrute de maior qualidade de vida.

Alzheimer 
O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa que provoca a diminuição das funções cognitivas, uma vez que as células cerebrais degeneram e morrem, causando declínio constante na função mental. Os principais sintomas da doença são: dificuldade de memória (especialmente de acontecimentos recentes), discurso vago durante as conversações, demora em atividades rotineiras, esquecimento de pessoas e lugares conhecidos, deterioração de competências sociais e imprevisibilidade emocional. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), essa doença é responsável por 60% a 70% dos casos de demência – grupo de distúrbios cerebrais que causam a perda de habilidades intelectuais e sociais. Estima-se que 44 milhões de pessoas sofram de demência no mundo – mais de um milhão delas está no Brasil, de acordo com Alzheimer’s Association. Além disso, 10 milhões de novos casos surgem anualmente – número que deve triplicar até 2050, segundo a OMS. Essa condição, que devasta a vida de pacientes e familiares, também apresenta altos custos econômicos, com a previsão de gasto de 2 trilhões de dólares por ano até 2030.

Fonte/Veja

domingo, 21 de abril de 2019

Astrofísica: Vida em Marte? Pesquisador diz ter encontrado 'cara alienígena' no Planeta Vermelho (FOTO)

O famoso caçador de extraterrestres Scott C. Waring acredita ter encontrado provas de uma nova espécie alienígena em Marte.

Segundo o diário Express, Waring fez essa declaração depois de analisar uma foto tirada pela sonda da NASA Mars Curiosity em 2014. De acordo com a NASA, a imagem em questão mostra camadas de arenito marciano no solo do Planeta Vermelho. Entretanto, Waring acredita que a foto poderia conter um tesouro de informações relacionadas a OVNIs. "Encontrei essa antiga cara alienígena de uma nova espécie que eu nunca vi antes. Quero dizer, tenho encontrado milhares de caras extraterrestres em fotos, mas esta é bem única", explicou Waring, sublinhando que essa "cara" "não tem a zona do nariz e sua cara é plana, mas você pode ver o queixo, a boca, um nariz pequeno, olhos, testa e cabelo entrançado". Vale ressaltar que esta não é a primeira vez que Waring anuncia ter encontrado vestígios de extraterrestres em fotos da NASA. Por exemplo, anteriormente ele declarou ter encontrado um "sarcófago alienígena" em uma das fotos da NASA tiradas na cratera Bonneville, em Marte.

New post (Life on Mars? 'Alien face' in NASA rover photo is 100 percent PROOF of UFO activity) has been published on Newslanes -

Astrofísica: Colisão de estrelas produz raio que atravessa o espaço a velocidade enorme



Astrofísicos usaram os radiotelescópios mais potentes do mundo para "observar" um feixe de matéria que apareceu após a colisão de duas estrelas de nêutrons. Sua velocidade era quase equivalente à da luz. Os cientistas começaram a monitorar os restos das estrelas de nêutrons após cerca de sete meses desde a colisão. Para cumprir sua tarefa eles usaram uma rede formada por 32 radiotelescópios. As observações mostraram que a fonte de ondas de rádio é extremamente pequena, o que significa uma ejeção de matéria muito rápida e limitada, segundo explicam os autores do estudo. Especialistas tentam explicar possibilidade de extraterrestres estarem entre nós Foi em agosto de 2017 que as ondas gravitacionais causadas pela fusão das estrelas atingiram os observatórios LIGO (EUA) e Virgo (Europa). Foi a primeira vez que os cientistas detectaram uma colisão de duas estrelas de nêutrons. A equipe de pesquisadores, liderada por Giancarlo Ghirlanda e seus colegas do Instituto Nacional de Astrofísica (INAF) na Itália, demonstrou a existência de um raio que emite tanta energia como toda a produzida por todas as estrelas da nossa galáxia durante um ano inteiro. Ao analisar todos os dados disponíveis, os especialistas chegaram à conclusão que, se houvesse algum planeta habitado em torno da área do fenômeno, ele seria perigoso para a vida. Assim, os astrônomos concluíram que a fusão de duas estrelas de nêutrons é capaz de produzir um jato de matéria e energia. "É muito provável que isto tenha surjido a partir do buraco negro formado pela fusão das duas estrelas de nêutrons. Este jato tem energia suficiente para penetrar através de material espalhado pelas duas estrelas de nêutrons durante a dança que as levou à fusão", acrescentou Giancarlo Ghirlanda. Estudos anteriores faziam supor que o fenômeno espacial produzia uma espécie de bolha que se expandia em todas as direções, ou um jato relativista que se expandia a uma velocidade enorme. A recente observação esclareceu o problema e demonstrou a veracidade da segunda hipótese.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Astrofísica: Imagem de buraco negro é prova da precisão de estudos, avalia astrofísico

Ilustração de buraco negro é semelhante a realidade registrada por rede de telescópios (M. Kornmesser/ESO/ESA Hubble/Reprodução)

Professor da UFRJ comemora 'o grande avanço tecnológico' simbolizado pelas fotos: "É como capturar uma moeda na superfície da Lua"


A primeira foto de um buraco negro, publicada nesta quarta-feira, 10, é uma conquista importante para a credibilidade das pesquisas e estimativas sobre o assunto, afirma Thiago Gonçalves, professor de astrofísica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). As imagens divulgadas na manhã de quarta têm uma grande semelhança com as ilustrações projetadas por cientistas ao longo dos últimos anos, a única representação anterior destes corpos celestes. Para o professor, o grau de precisão entre as expectativas astrofísicas e a realidade mostra que as teorias dos pesquisadores, mesmo que criadas “às cegas”, possuem um embasamento concreto. Gonçalves ainda afirma que as imagens, registradas por uma rede global de telescópios, são a materialização de um “grande avanço técnico e tecnológico”, já que é como se a astronomia tivesse sido capaz de captar “uma moeda na superfície da Lua.” “As fotos são importantes para entender o que é um buraco negro, estudar melhor como ele funciona e como produz um jato aparente de luz. Mas, além disso, elas se parecem muito com desenhos projetados pela astronomia em seus estudos anteriores.”

Semelhança entre a foto divulgada nesta quarta, 10, e as ilustrações de pesquisadores da área é um ganho para a credibilidade dos estudos destes corpos celestes - 10/04/2019 (Event Horizon Telescope Collaboration/Divulgação)


Em um dos episódios mais recentes, em março de 2018, um telescópio a bordo da Estação Espacial Internacional captou sinais de um buraco negro “devorando” uma estrela. O fenômeno foi representado em ilustrações, que ficaram prontas apenas em janeiro deste ano, e que foram produzidas pela análise de um imenso jato de luz de raios-x detectado pelos equipamentos da Estação, que chamou a atenção dos cientistas. Batizado de MAXI J1820+070, este corpo celeste ficava relativamente perto da Terra, a cerca de 10 mil anos-luz. Já o primeiro buraco negro fotografado está localizado no centro da Messier 87, uma enorme galáxia no aglomerado próximo ao de Virgem, a cerca de 54 milhões de anos-luz da Terra, o que torna o feito desta quarta ainda mais significativo. A emissão dos raios-x permite que os pesquisadores estimem a taxa de rotação do buraco negro, assim como sua massa e sua distância em relação ao planeta Terra. “Até mesmo a massa estimada do buraco negro é muito semelhante às expectativas, o que mostra que a ciência segue os caminhos certos”, disse Gonçalves.

Os buracos negros têm campos gravitacionais tão fortes que nem a matéria nem a luz conseguem escapar de sua atração. Sua parte visível na foto desta quarta é o que os astrônomos chamam de “horizonte de eventos”, um halo de poeira e gás no contorno desse buraco. O disco captado na foto contém matéria que é acelerada a altas velocidades pela força gravitacional e que terminará por ser engolida ou ejetada para longe, escapando da voracidade do corpo celeste. O halo tem a forma de um crescente porque as partículas voltadas para a Terra aparentam estar mais rápidas – e brilhantes – do que as que estão do outro lado. No centro da imagem, está o que os cientistas chamaram de “sombra do buraco negro”, a região onde o buraco propriamente dito está localizado e que, por não emitir luz, não pode ser observada. Físicos estimam que o corpo celeste seja 2,5 vezes menor do que sua sombra. O buraco no centro da Messier 87 tem uma massa 6,5 bilhões de vezes maior que a do nosso Sol.

Foto panorâmica 

O trabalho foi conduzido pelo projeto Telescópio de Horizonte de Eventos (EHT, em inglês), uma colaboração internacional iniciada em 2012, que envolve cerca de duzentos cientistas. Em 2017, oito telescópios, em diferentes partes do mundo, foram apontados para o buraco negro em Messier 87, As imagens captadas por cada um deles foram reunidas na panorâmica divulgada, após dois anos do processamento de milhares de dados. Daniel Marrone, professor de astronomia da Universidade do Arizona que participou do projeto, explica que todos os equipamentos foram acionados simultaneamente, usando relógios atômicos extremamente precisos, para obter uma sequência de planos do buraco negro. “Foi uma dança coordenada na qual simultaneamente apontamos nossos telescópios em uma sequência cuidadosamente planejada”, afirmou à emissora americana CNN. O anúncio foi feito em entrevistas coletivas simultâneas em Washington, Bruxelas, Santiago, Xangai, Taipé e Tóquio. Em geral, os buracos negros são formados quando uma grande estrela (maior do que o nosso Sol) colapsa no final do seu ciclo de vida. Há, contudo, um outro tipo de buraco negro que atrai a atenção dos cientistas. São os chamados buracos negros supermassivos, de extensão muito maior – caso do fenômeno observado na foto histórica. Eles podem ser o resultado de centenas ou milhares de buracos negros menores que se fundem, da implosão de grandes nuvens de gás ou do colapso de um aglomerado estelar. A existência do fenômeno tem sido discutida há mais de 200 anos – por muito tempo, apenas no plano teórico. Hoje existem evidências de que a maioria, se não todas as galáxias (a Via Láctea, inclusive), têm buracos negros. (com AFP)

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

ASTROFÍSICA: Aquele invulgar brilho no céu era um buraco negro a nascer?


Da observação de um “brilho espectacularmente fora do normal” ao devorador de estrelas, passando por ecos de luz e buracos negros supermaciços. Quatro histórias sobre estrelas que entraram em colapso e várias questões que diferentes equipas de cientistas têm tentado responder nos últimos tempos.

16 de Junho de 2018. Os telescópios gémeos ATLAS – no Havai – encontraram na constelação de Hércules “um brilho espectacularmente fora do normal” a 200 milhões de anos-luz. De imediato, foi enviado um telegrama astronómico e atribuído o nome de AT2018cow. Esta observação captou logo a atenção de dezenas de equipas de cientistas. Agora, num artigo científico na revista The Astrophysical Journal, uma equipa liderada por Raffaella Margutti – astrofísica da Universidade do Noroeste, nos EUA – apresenta as suas análises ao AT2018cow e especula: esta é a primeira vez que se viu o nascimento de um buraco negro ou de uma estrela de neutrões. Tudo aconteceu numa galáxia anã relativamente próxima da Terra chamada “CGCG 137-068”: viu-se que o AT2018cow era entre dez a 100 vezes mais brilhante do que uma típica supernova (estrela que morre e provoca uma explosão brilhante) e que surgiu e desapareceu mais depressa do que outras explosões estelares. Em apenas 16 dias, este objecto transiente já tinha emitido a maior parte da sua energia. “Soubemos logo que essa fonte [de luz] passou de inactiva para o seu pico de luminosidade máxima em poucos dias. Foi o suficiente para todos ficarmos muito entusiasmados porque era algo fora do normal e que aconteceu muito perto de nós”, salienta a astrofísica.



Raffaella Margutti acompanha a descoberta do AT2018cow – que tem a alcunha de The Cow (em português significa vaca) por coincidência tendo em conta a sequência aleatória de letras atribuída para nomear o objecto – desde o primeiro dia. Afinal, também recebeu o telegrama: “Pensámos que deveria ser uma supernova, mas o que observámos desafiava as nossas noções de morte estelar”, indica a astrofísica. Depois dos ATLAS, a equipa de Raffaella Margutti usou observações de outros telescópios e examinou o AT2018cow com raios X dez vezes mais fortes do que os normais. O que se concluiu? Que se captou o exacto momento em que uma estrela entrou em colapso para se transformar num buraco negro ou numa estrela de neutrões. “Os detritos estelares, que se aproximaram e giraram à volta do ponto de não-retorno do objecto, causaram o brilho extremamente luminoso”, lê-se num comunicado sobre o trabalho. Para a equipa, o AT2018cow pode ajudar a desvendar os primeiros momentos do surgimento de um buraco negro ou de uma estrela de neutrões. “Através da teoria, sabemos que os buracos negros e as estrelas de neutrões se formam quando as estrelas morrem, mas nunca o tínhamos visto depois do seu nascimento”, diz Raffaella Margutti. Tanto um buraco negro como uma estrela de neutrões resultam de uma supernova. Uma estrela em contracção com o dobro da massa do Sol torna-se numa supernova e depois numa estrela de neutrões. Já uma estrela ainda mais maciça (com mais de três massas solares), depois da fase de supernova, transforma-se num buraco negro.



Outra equipa liderada por Anna Ho – do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos EUA – também refere num artigo já aceite para publicação na The Astrophysical Journal que o AT2018cow “é provavelmente algum tipo de explosão estelar”, como a própria disse ao PÚBLICO. “Pela observação dos dados dos telescópios de raio X, concluímos que não foi apenas uma libertação de energia vinda de uma explosão – deverá ser algum tipo de produção contínua de energia, um ‘motor’ que funciona continuamente”, explica. “Até agora, este é o objecto transiente deste tipo mais próximo que encontrámos”, frisa por sua vez Raffaella Margutti. E refere que foi encontrado sobretudo por duas razões: devido aos levantamentos frequentes dos ATLAS e porque tinha muito pouca massa à sua volta. “Teria sido difícil vê-lo numa explosão estelar normal, mas o The Cow tinha muito pouca massa à sua volta, o que nos permitiu ver o motor central da radiação directamente.”

No futuro, a equipa de Raffaella Margutti quer estudar a população de estrelas onde o AT2018cow surgiu. “Queremos perceber como se produziu o The Cow.” Quanto à questão se é mais provável que seja um buraco negro ou uma estrela de neutrões, a astrofísica responde: “Haverá ainda outras oportunidades para responder a essa questão e saber o que realmente é.”

Ecos de luz

Mas há mais revelações sobre buracos negros por estes dias. A equipa de Erin Kara (da Universidade de Maryland, nos EUA) apresentou os resultados do seu estudo sobre a evolução da emissão de raios X dos buracos negros na revista Nature. A 11 de Março de 2018, um instrumento a bordo da Estação Espacial Internacional detectou uma explosão de raios X do buraco negro MAXI J1820+070 (ou apenas J1820) a dez mil anos-luz. “O [instrumento] NICER permitiu-nos medir os ecos da luz [de raio X] mais perto da massa estelar de um buraco negro do que alguma vez se tinha conseguido”, refere Erin Kara, acrescentando que antes estes “ecos” só tinham sido observados em buracos negros supermaciços.

Relativamente pequeno (tem dez vezes a massa do nosso Sol), o J1820 é um buraco negro estelar. Estes buracos negros resultam da morte de uma estrela gigante, em que a matéria cede à gravidade e entra em colapso sobre si própria. Desta forma, surgem objectos densos em que nem a luz consegue escapar. Já os buracos negros supermaciços são mais densos e podem ter surgido do colapso de nuvens de gás gigantes ou de aglomerados de estrelas, quando o Universo era muito mais jovem. “Buracos negros como o J1820 têm massas muito mais baixas e evoluem muito mais depressa, por isso podemos ver as suas mudanças em escalas de tempo humanas”, refere Erin Kara. Desta vez, através do J1820, ficámos com uma imagem mais clara da evolução da emissão de raios X de buracos negros.

Através do NICER, a equipa conseguiu recolher dados muito precisos do J1820: “A equipa apanhou os 'ecos' entre os fotões de baixa energia (que devem ter sido inicialmente emitidos pelo disco de acreção, estrutura de materiais difusos ao redor do buraco negro) e dos fotões de alta energia (raios X que provavelmente interagiram com os electrões da corona, região de partículas subatómicas aquecidas por cima ou por baixo desse disco)”, lê-se num comunicado do Instituto de Tecnologia do Massachusetts (MIT). Durante um mês, observou-se que o intervalo entre esses ecos diminuiu significativamente, indicando que a distância entre a corona e o disco encolheu. Portanto, quem controla a evolução da explosão de raios X?

A equipa verificou que a corona se contraiu verticalmente de cerca de 100 quilómetros para dez quilómetros. Ou seja, viu-se que a evolução de raios X é controlada pela contracção da corona e não por mudanças de tamanho do disco de acreção.“É a primeira vez que provamos que a corona encolhe durante esta fase da evolução da explosão”, refere Jack Steiner, do MIT e outro dos autores do artigo, que foi capa da Nature.

Devorar uma estrela

Já o buraco negro estudado pela equipa de Dheeraj Pasham (do MIT) é supermaciço, encontra-se no centro de uma galáxia a cerca de 300 milhões de anos-luz de nós e foi observado em 2014 a “devorar” uma estrela. Quando a estrela é destruída, acontece uma explosão em que há a libertação de energia (nomeadamente emissão de raios X), chamada “efeito de maré​”. “Observou-se uma explosão de raios X surpreendentemente forte, estável e periódica que parecia vir de muito perto da borda do buraco negro. Durante 450 dias, o sinal pulsou a cada 131 segundos e era extremamente intenso – cerca de 40% acima da média do brilho dos raios X de um buraco negro”, refere-se num outro comunicado também do MIT. Desde então, recolheram-se dados de vários telescópios. O que se descobriu agora? “Descobriu-se que há uma modulação regular na radiação de raios X do buraco negro supermaciço depois de ter destruído uma estrela, o que fornece informação sobre quão rápido o buraco negro gira”, indica Dheeraj Pasham, um dos autores do trabalho publicado na revista Science. A equipa estima que este buraco negro gire pelo menos a 50% da velocidade da luz (150 mil quilómetros por segundo). “Até não é muito rápido – há outros buracos negros que giram a cerca de 99% da velocidade da luz. Mas é a primeira vez que somos capazes de usar o efeito de maré para delimitar a rotação de um buraco negro supermaciço”, refere o cientista. Descobriu-se que há uma modulação regular na radiação de raios X do buraco negro supermaciço depois de ter destruído uma estrela Dheeraj Pasham, cientista do MIT Através desta metodologia, Dheeraj Pasham espera que se consiga construir uma função de distribuição da rotação dos buracos negros supermaciços, para que se compreenda toda a sua evolução. Para isso, terão de ser detectados mais buracos negros a devorar estrelas.

Esta semana na Nature, outra equipa de cientistas apresentou novos resultados sobre a formação de buracos negros supermaciços. Resumindo, concluiu-se que os buracos negros supermaciços se formam em regiões sem estrelas que estão em rápido crescimento. “[E​stes buracos negros] dependem de nuvens de gás que levam à criação de galáxias”, disse à CNN John Wise, do Instituto de Tecnologia da Geórgia e um dos autores do trabalho. Antes, pensava-se que isto apenas acontecia em regiões bombardeadas pela radiação de galáxias. Além disso, também se percebeu que os buracos negros supermaciços são mais comuns no Universo do que se pensava. Nos últimos tempos, temos tido várias novidades sobre buracos negros e mais se seguirão. Afinal, como escrevia o astrónomo Carl Sagan no seu livro Cosmos (Gradiva, 2012) “um buraco negro é uma espécie de poço sem fundo”.

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domingo, 27 de janeiro de 2019

Astrofísica: Localizada em Marte cratera enorme causada por meteorito (FOTO)



As imagens da cratera foram captadas pela HiRISE, a mais poderosa câmera de alta resolução enviada para outro planeta que fornece material com grande riqueza de detalhes.
Cientistas descobriram uma nova cratera na camada de gelo de Marte. Aparentemente, o grande buraco foi causado pelo impacto de um meteorito que caiu no polo sul do Planeta Vermelho, informou na quinta-feira (24) o Laboratório Lunar e Planetário da Universidade do Arizona (EUA).
Cratera causada pelo impacto de um meteorito na superfície de Marte 

Com base nos dados das fotografias, determinou-se que o impacto aconteceu entre julho e setembro do ano passado.
O padrão dos tons de cor revelaria características da força do choque do meteorito, que perfurou a camada de gelo, escavou a areia escura inferior e a lançou na superfície marciana em todas as direções.
Em virtude do material fornecido pela HiRISE, a NASA colabora com missões espaciais para estabelecer o melhor local de pouso, entre outras descobertas importantes, como a confirmação de grandes reservas de água congelada sob a superfície marciana ou a contemplação de avalanches em movimento.
Fonte:/br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/ 

Astrofísica: Rocha mais antiga da Terra teria sido encontrada na Lua


Presume-se que a rocha seja a mais antiga conhecida e se tenha formado na mesma época em que nosso planeta se formou, de acordo com uma análise da revista acadêmica Earth and Planetary Science Letters.


Até esta  descoberta, as rochas mais antigas conhecidas tinham cerca de 2 bilhões de anos. Esta rocha se formou entre 4 e 4,1 bilhões de anos atrás quase 20 quilômetros abaixo da crosta terrestre, mas o mais curioso é que ela foi encontrada muito longe da superfície do nosso planeta – na Lua. A rocha estava entre as amostras trazidas pela tripulação da Apollo 14, e os cientistas as têm analisado metodicamente desde então. Esta rocha em particular estava no final da lista, mas pareceu ser a mais interessante.

Fragmento de uma pedra encontrada provavelmente na Lua


O Centro de Ciência e Exploração Lunar da NASA (CLSE) identificou essa pequena amostra como sendo de origem terrestre por ela conter vários minerais, como quartzo e feldspato, que são comuns na Terra, mas raros na Lua. Foi possível determinar a que profundidade estava a rocha debaixo da superfície terrestre através de análise molecular. Existe a possibilidade de que esta possa ter se formado na Lua, mas é muito remota. A rocha, ao contrário das outras amostras de rochas da Lua, é feita de uma quantidade extremamente alta de minerais da Terra e uma quantidade extremamente baixa de minerais comumente encontrados no satélite natural do nosso planeta. Além disso, teria que ter sido formada no núcleo da Lua e, de algum modo, surgir na superfície. Evidentemente, é intrigante a questão de como essa rocha poderia ter surgido na Lua. Para começar, a própria Lua já foi um pedaço da Terra, separado por uma colisão com um asteroide particularmente grande no início da história do nosso planeta. É possível que nos primeiros anos do nosso Sistema Solar, quando havia grandes asteroides por toda parte, um deles tenha atingido a Terra e lançado detritos para o espaço, e uma dessas rochas pousou na superfície do nosso satélite. Antes da descoberta, havia apenas suposições sobre como seriam as primeiras rochas da Terra, mas agora os cientistas têm algo com que trabalhar. E há uma chance considerável de que esta não seja a única parte da nossa Terra na superfície da Lua. David Kring, pesquisador principal do CLSE e um dos principais autores do artigo publicado recentemente, disse que o próximo passo é procurar assinaturas minerais semelhantes em amostras lunares para encontrar mais relíquias da Terra jovem. "É uma descoberta extraordinária que ajuda a pintar uma imagem melhor da Terra primitiva e o bombardeio que modificou o nosso planeta no amanhecer da vida", disse Kring.

Fonte:br.sputniknews.com/ciencia_tecnologia/ 

Estudos dos mistérios: Eles vão digitalizar a maior biblioteca de magia e ocultismo



A Biblioteca Ritman, localizada em Amsterdã, na Holanda, é um dos maiores arquivos do mundo de livros de ocultismo, magia e feitiçaria. Com mais de 20 mil volumes a seu crédito, o site é, sem dúvida, um paraíso para os amantes das ciências da escuridão. Lá você pode encontrar verdadeiras jóias de sigilo, como a primeira versão impressa do 10 sefirot , ou árvore de Kabbalah de vida 1516 , a primeira tradução Inglês de obras de Jacob Boehme uma Corpus Hermeticum fabricados em 1472 ou uma cópia do famoso Spaccio da besta trionfante de Giordano Bruno impresso em 1584. Agora, graças a uma generosa doação do autor do best-seller de Dan Brown, famoso por seu livro "O Código Da Vinci", uma seleção de textos disponíveis no site será digitalizado e enviado para o internet , pronto para ser consultada livremente visitantes de todo o mundo. Fonte:pijamasurf.com

Astrofísica: Descoberta uma estrela que não deveria existir

Recriação artística da estrela recém-descoberta 

Astro com mais que o dobro da idade do Sol é achado no halo da galáxia e ajuda a reconstruir a história do cosmo


No halo da nossa galáxia, essa espécie de esfera gigantesca governada pela matéria escura que rodeia o disco luminoso onde fica a Terra, encontram-se algumas das estrelas mais antigas que se conhece. Com mais do dobro da idade do Sol (surgiram apenas 500.000 anos depois do Big Bang), essas estrelas existem praticamente desde o nascimento do universo. Como os fósseis que ajudam a reconstruir a história da vida no nosso planeta, nelas podem ser encontradas muitas das chaves sobre a evolução do cosmo. Uma equipe do Instituto Astrofísico das Canarias (IAC), na Espanha, publicou na revista The Astrophysical Journal Letters a descoberta de um desses astros. Batizado como J0023+0307, encontra-se a 9.450 anos-luz de distância e pertence a uma segunda geração de estrelas do universo. A primeira, surgida do acúmulo das massas de hidrogênio no início da história cósmica, foi formada por estrelas gigantescas e de vida muito curta. Seria desse tipo a estrela nascida 180 milhões de anos depois da grande explosão que pôs fim à Idade Escura do universo.


Acredita-se que nenhum daqueles objetos sobreviveu até nossos dias. Afundados sob o peso de sua própria gravidade e pelo veloz esgotamento do seu combustível, explodiram na forma de supernovas. Mas aquilo, como sabemos, foi só o começo. Nessas explosões, os átomos leves se fundiram para formar outros mais pesados, e assim foram ejetados para o meio interestelar e viraram os tijolos que formaram novas estrelas. Dessa nova geração é a J0023+0307. Os cientistas do IAC procuram “estrelas pobres em metais, porque são as mais antigas da Via Láctea e contêm informação sobre como era o universo no princípio”, explica David Aguado, líder do projeto. Essas estrelas já têm massas menores, similares à do Sol, e contam com mais elementos pesados, como o carbono, que normalmente serve como aglutinante estelar. Neste caso, os autores do estudo foram surpreendidos pela escassa quantidade desse elemento encontrada na estrela recém-descoberta. “Por isso dizemos que esta estrela não deveria existir”, aponta Carlos Allende Prieto, coautor do trabalho. Mas o fato é que ela existe, e isso demonstra que os modelos que reconstroem a evolução do universo são passíveis de melhora.


Aguado considera improvável que haja planetas orbitando ao redor dessa estrela estranha e antiquíssima. Os materiais pesados como o ferro ou os elementos radioativos que podemos encontrar no nosso sistema solar, necessários para formar planetas rochosos como a Terra, só são gerados por sucessivas explosões de supernovas, para que os elementos mais leves se fundam. A J0023+0307 tem, além disso, outras diferenças em relação a estrelas mais jovens, como o Sol. Conforme explica Aguado, formaram-se fora de uma galáxia, solitárias, mas depois começaram a se relacionar com outros astros em aglomerados globulares. Depois, muitos desses aglomerados formaram protogaláxias e galáxias, às quais essas estrelas se integraram.

A equipe do IAC quer agora continuar sua pesquisa sobre essas estrelas do halo galáctico para reconstruir a história cósmica. Em breve, pretendem iniciar um projeto com o Very Large Telescope (“telescópio muito grande”, ou VLT, na sigla em inglês) mantido pelo Observatório Europeu Austral (ESO) no deserto do Atacama, no Chile Ali contarão com um telescópio do tamanho adequado e com as ferramentas necessárias para analisar os elementos químicos que compõem a estrela. “O Grande Telescópio das Canarias tem o tamanho adequado, mas ainda não tem um espectrógrafo de alta resolução, embora em breve irá tê-lo”, diz Aguado. “Por isso, para não perder a corrida científica, vamos fazer essa pesquisa no ESO, do qual a Espanha participa”, acrescenta. Como os buscadores de fósseis, os astrônomos continuam preenchendo espaços vazios da genealogia cósmica, que é, como a antropológica, uma maneira de saber um pouco mais sobre quem somos. E, no horizonte, há a esperança de encontrar uma daquelas estrelas primitivas, que nos levem um pouco mais perto do conhecimento de tudo e que, como a J0023+0307, não deveriam existir.

Fonte: El País/DANIEL MEDIAVILLA

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Previsão: Amor, saúde, sorte e dinheiro - para todos os signos em 2019



Seu signo, seu anjo, seu orixá, seu odú, seu Salmo e suas dicas para ano 2019! Acesse aqui e veja para cada signo no blogue...

Previsões do Astro-Ifá: O que revelam os odus para o Brasil e os brasileiros



OS ODUS QUE REGEM O ANO 2019


Os odus que regem o ano 2019 são: OGUNDAMEJI - RESPONSÁVEL PELA PARTE MATERIAL, OS CAMINHOS DOS GOVERNANTES, EXECUTIVOS, EMPREENDEDORES E ECONOMIA. 

IWORIMEJI - Responsável pela agricultura, pela força do povo, pelo lado social, pelas famílias e pelo meio ambiente

Ogbeyeku - RESPONSÁVEL PELO TRABALHO, SAÚDE, EDUCAÇÃO E PELO SISTEMA PÚBLICO.

IROSSUWONRI - RESPONSÁVEL PELA SEGURANÇA, SEXO, COMBATE A VIOLÊNCIA E COISAS DO SUBMUNDO.

IWORIYEKU - RESPONSÁVEL PELA ESPIRITUALIDADE NO ANO, RELIGIOSIDADE E FORÇA QUE PROTEGE A NAÇÃO E O POVO.

Continue lendo o artigo completo aqui ou no link abaixo: 

O que revelam os odus para o Brasil e os brasileiros

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Saúde e bem estar: Veja cinco motivos para tomar água com limão



O detox virou moda! Tomar um copo de água com meio limão espremido todo dia de manhã, ainda em jejum, é o mais fácil deles. A nutricionista Thaianna Velasco indica cinco motivos para aderir este hábito.

1) Desintoxica o fígado
A principal função desta mistura é atuar sobre este órgão, tão sobrecarregado pelas toxinas que adquirimos diariamente. Essas substâncias vêm dos alimentos, remédios, adoçantes, poluição, tabagismo e alguns cosméticos.

2) Melhora da imunidade
O limão é altamente ácido. Ao entrar no organismo ele torna o sangue mais alcalino e por isso mais resistente à doenças. O açúcar tem o efeito oposto. Por isso, não é recomendado adoçar esta mistura.

3) Ajuda na digestão
O limão limpa o intestino e aumenta os movimentos do órgão, ajudando no processo de desintoxicação e digestão. Caso você tenha problemas digestivos, queimação quando come, dificuldades de digestão e sono após comer, o limão ajudará o seu organismo a se equilibrar e você verá que após alguns dias terá uma baixa nestes sintomas de má digestão.

4) Esta mistura é adstringente
Isso significa que ele ajuda a eliminar gorduras. Não quer dizer que emagreça, mas que ajuda a desintoxicar o sangue do excesso de gordura.

5) Controla a pressão
O limão funciona como um diurético natural, que ajuda na redução da pressão arterial. Hidrate-se!

Atenção:
Pessoas com problemas de gastrite, acidez e irritação de mucosa não devem aderir ao hábito. O limão é muito ácido e vai piorar os sintomas



Luiza Toschi, da Agência O Globo
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