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segunda-feira, 30 de dezembro de 2019

FOTO da NASA revela figura com linhas retas na superfície de Marte



Durante a missão do rover da NASA Mars Curiosity, o aparelho espacial fotografou figura com linhas retas no solo marciano gerando rumores de vida alienígena no planeta entre conspiracionistas.

Enquanto a NASA e outras organizações espaciais buscam sinais de vida no espaço, a foto feita pelo rover NASA Mars Curiosity se tornou, para os adeptos das teorias de conspiração, uma prova de que o planeta vermelho já foi um dia habitado.
A razão disso seria uma figura com linhas retas e algo semelhante a um triangulo ter sido fotografada no vale de Mawrth Vallis em Marte.
"Tem seguramente, 100%, alguma coisa enterrada lá [...] Tem um objeto triangular com alguma coisa enterrada em seu centro", publicou o portal Express as palavras do autoproclamado especialista em vida alienígena Scott Waring.
Ainda segundo a mídia, Waring encontrou a foto, logo abaixo, dentre as muitas imagens tiradas pelo rover.

© FOTO / NASA
Figura com linhas retas na superfície de Marte

Mineração extraterrestre?

Também conforme Waring, dentre as fotos da NASA é possível ver um grande campo que, segundo ele, parece ter sido aberto por atividade mineradora.
Além disso, comentando outra imagem com uma figura semelhante à letra B, o conspiracionista afirma que isso seria uma "prova absoluta de que alienígenas inteligentes viveram, prosperaram e morreram em Marte".
Waring acredita que a figura seria um desenho feito por algum líder extraterrestre que teria vivido no local.

domingo, 15 de dezembro de 2019

NASA teria usado tecnologia inovadora para rastrear poeira de asteroide



Dados fornecidos por equipamento da NASA permitiram com que os cientistas determinassem que a trilha de poeira do asteroide recém-descoberto está a aproximadamente 22 milhões de quilômetros.
Utilizando uma câmera designada pelo Laboratório de Pesquisa Naval (NRL) dos Estados Unidos, a sonda Parker da NASA finalmente identificou o rastro de poeira deixado pelo asteroide 3200 Phaeton, informa o phys.org.
Segundo o cientista Karl Battams, a trilha de poeira é melhor vista perto do Sol, que faz com que o instrumento de imagens da sonda Parker, o WISPR, se torne uma ferramenta útil para observá-la.
"É por isso que os sensores heliosféricos do NRL são considerados inovadores [...] Eles permitem a observação dos fluxos próximos ao Sol, massivamente mais fracos que o próprio Sol, que poderia cegar nossas câmeras. E, nesse caso, é possível observar objetos do Sistema Solar muito próximo do Sol", afirma Battams.
Os dados da sonda permitiram aos pesquisadores determinar que a trilha de poeira do asteroide corresponda a 22 milhões de quilômetros de comprimento, possuindo bilhões de toneladas.

© NASA . LABORATÓRIO DE FÍSICA APLICADA DA UNIVERSIDADE JOHNS HOPKINS
Sonda Parker Solar Probe aproximando-se do Sol
"Algo desastroso aconteceu com o Phaethon há anos, criando a chuva de meteoros [...] Não há como o asteroide produzir a massa de poeira que estamos observando, por isso, acreditamos que o WISPR está observando parte do fluxo de meteoros", ressaltou.
Espera-se que a sonda Parker continue orbitando o Sol nos próximos cinco anos.

sábado, 14 de dezembro de 2019

NASA revela em belíssima FOTO como continente americano fica iluminado à noite



NASA publicou foto espetacular na qual cidades do continente americano se tornam pontos de luz pela noite.

A foto foi feita com o intuito de mostrar a evolução do uso da eletricidade na Terra desde que a primeira lâmpada elétrica foi feita há 140 anos.
Conforme publicou a agência, a imagem mostra o contraste entre a luz e a escuridão durante a noite, fruto do progresso da humanidade, enquanto as principais cidades do continente americano, vistas do espaço, se tornam pontos brilhantes.

© FOTO / NASA
Imagem da NASA mostra continente americano à noite
Além disso, resultado da compilação de diferentes imagens feitas pelo satélite meteorológico Suomi NPP, a fotografia faz parte de um trabalho de observações da evolução do uso da eletricidade no planeta, que se estendeu pelas últimas décadas.
A NASA publicou ainda dois mapas-mundo nos quais são reveladas diferentes fontes de iluminação e evolução do planeta.
No mapa feito em 1980, os pontos amarelos mostram incêndios em poços de petróleo. Os pontos vermelhos são fruto das queimadas em florestas, principalmente observadas na América do Sul e África. Por sua vez, as manchas azuis são as cidades.

© FOTO / NASA
Imagens da NASA mostram como planeta Terra evoluiu entre os anos 80 e 2016
Já o mapa que data de 2016 mostra eventos semelhantes mais recentes.

Ponto mais profundo da Terra é descoberto por baixo do gelo da Antártica (VÍDEO)



Uma equipe de glaciologistas, liderada pela Universidade da Califórnia em Irvine, divulgou o mapa topográfico mais pormenorizado da Antártica apresentado até agora, que mostra o ponto mais profundo da Terra não coberto por água.

estudo de cartografia, denominado Projeto BedMachine Antártica, elaborou um mapa preciso do continente congelado, descobrindo um desfiladeiro da geleira Denman que se encontra a 3,5 quilômetros abaixo do nível do mar, o que faz dele o ponto terrestre mais profundo do planeta.
"Este é sem dúvida o retrato mais exato até agora daquilo que se encontra por baixo da calota polar da Antártica", ressaltaram os pesquisadores ao apresentarem o estudo na União Geofísica Americana.
"Temos muitas surpresas em todo o continente, especialmente nas regiões que não tinham sido mapeadas previamente em pormenor por radar" explicou Mathieu Morlighem líder do estudo e professor da Universidade da Califórnia.
O objetivo do projeto BedMachine Antartica é elaborar um mapa pormenorizado da rocha-mãe do continente, que permita compreender melhor como fluem as correntes de gelo a partir das terras mais altas até ao mar que rodeia a Antártica.
Esta informação tem importância fundamental porque a orografia da Antártica pode fazer com que o aquecimento global venha a causar mais danos do que previsto em algumas regiões, mas também poderia ajudar a conservar outras, sendo que no continente existem espaços e lugares muito mais profundos do que se pensava.

Sonda espacial da NASA descobre novo ciclone em Júpiter do tamanho do Texas (FOTO)



Um novo e inesperado ciclone massivo foi registrado no polo sul de Júpiter durante o mais recente sobrevoo do planeta gigante pela sonda espacial Juno da NASA.

Quando a sonda espacial se aproximou de Júpiter pela primeira vez em julho de 2016, suas câmeras infravermelhas e de luz visível descobriram enormes tempestades em torno dos polos do gigante gasoso, nove no polo norte e seis no sul.
Com cada passagem da sonda por Júpiter, os dados obtidos reforçavam a ideia de que cinco tempestades de vento se enrolavam em um padrão pentagonal à volta de uma tormenta central no polo sul e que o sistema parecia estar estável. Nenhuma das seis tempestades mostrava sinais de abrandamento do ritmo para permitir que outros ciclones se unissem.
"Quase parecia que os ciclones polares faziam parte de um clube privado que parecia resistir a receber novos membros", disse Scott Bolton, pesquisador principal da missão Juno no Southwest Research Institute, escreve portal cnet.com
No entanto, durante o 22º sobrevoo da sonda espacial, um novo ciclone um pouco mais pequeno ganhou vida e se uniu "na briga".
A new, smaller cyclone can be seen at the lower right of this infrared image of Jupiter's south pole taken on Nov. 4, 2019, during the 23rd science pass of the planet by NASA's Juno spacecraft.
Credits: NASA/JPL-Caltech/SwRI/ASI/INAF/JIRAMhttps://www.nasa.gov/feature/jpl/nasas-juno-navigators-enable-jupiter-cyclone-discovery 

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Um novo ciclone menor pode ser observado em baixo à direita nesta imagem infravermelha do polo sul de Júpiter tirada no dia 4 de novembro de 2019, durante a 23ª passagem de pesquisa da sonda espacial Juno da NASA.
"Os dados do instrumento JIRAM, Mapeador Auroral Infravermelho Joviano, indicam que passamos de um pentágono de ciclones que giram em torno de um no centro para uma figura hexagonal", disse Alessandro Mura, copesquisador de Juno no Instituto Nacional de Astrofísica de Roma.
"Esta nova incorporação é menor em tamanho do que as outras tempestades, é aproximadamente do tamanho do Texas. Talvez dados do JIRAM de futuros sobrevoos mostrem que o ciclone adquiriu o mesmo tamanho que seus vizinhos."
Ao sondar a camada meteorológica até 50 a 70 quilômetros debaixo das nuvens de Júpiter, JIRAM captura a luz infravermelha que emerge das profundidades de Júpiter. Os dados indicam que a velocidade do vento no ciclone recém-formado é em média de 362 km/h.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Nem tudo que reluz é ouro: paládio está destronando ouro como metal mais caro



Subida de preços na última década e fechamento de minas sul-africanas fizeram metais preciosos bater recordes de preços.

preço do paládio aumentou pelo 15º dia consecutivo, excedendo o preço mais alto de sempre do ouro, relata a agência Bloomberg.
Na quinta-feira (12), o metal branco raro foi negociado por um valor recorde de US$ 1.940,34 (R$ 7.919), o que aumentou os ganhos acumulados para o paládio neste ano para 54%.
O índice de quinta-feira (12) do paládio impulsionou-o para além do valor recorde da onça de ouro, que foi de 1.921,17 dólares em 2011.
Estas mudanças vêm depois que as minas sul-africanas foram fechadas por 24 horas devido à falta de eletricidade. A África do Sul está classificada como o segundo maior produtor mundial de paládio, enquanto a Rússia é atualmente apontada como a líder na produção do metal.

Perspetivas atuais

O analista Daniel Briesemann do Commerzbank sugeriu que agora "nada pode parar o paládio", reportou a Bloomberg.
"Mesmo que consideremos o aumento acentuado do preço como exagerado, não há fim à vista para o crescimento", acrescentou ele.
Briesemann foi ecoado por Jonathan Butler, estrategista de metais preciosos da Mitsubishi, que não descartou a possibilidade de o paládio atingir o limiar de 2.020 dólares a onça antes do final do ano.
"As preocupações com o fornecimento de eletricidade na África do Sul ajudaram o paládio esta semana, juntamente com a demanda física ainda forte", segundo citado pela agência dos EUA.
metal precioso de cor branca prateada tem desfrutado de uma subida constante do valor ao longo da última década, tendo começado com um mínimo de apenas 235 dólares por onça em novembro de 2008, em contraste com o ouro, prata e platina.
O paládio é usado em dispositivos de controle de poluição, eletrônica, joias, equipamentos de tratamento de águas subterrâneas, aplicações químicas e odontologia.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

NASA rastreia asteroide que passará perto da Terra nesta sexta-feira 13



A NASA vem monitorando uma rocha espacial que mantém uma trajetória em torno de vários corpos no Sistema Solar e passa sistematicamente através da órbita da Terra com o Sol.

Segundo estimativas, espera-se que 13 Objetos Próximos à Terra (NEO, na sigla em inglês) voem sobre nosso planeta até o fim deste ano.
A Terra está pronta para ter um encontro próximo com o asteroide 2019 XO1 de 33 a 74 metros diâmetro.
O corpo celeste deverá voar perto de nós por volta das 10h25 desta sexta-feira, que coincidentemente cai no dia 13, a uma velocidade de mais de 28.000 km/h, de acordo com a agência espacial norte-americana.
A rocha espacial tem uma órbita que voará perpendicularmente à Terra a uma aproximação de 0,03033 unidade astronômica, que equivale a aproximadamente 3 milhões de quilômetros de distância, explica o Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra (CNEOS, na sigla em inglês) da NASA.

© AP PHOTO / WILLIAM K. HARTMANN/UCLA/NASA, LABORATÓRIO DE PROPULSÃO A JATO
Nave espacial Dawn da NASA em frente ao planeta Ceres e ao asteroide Vesta
O 2019 XO1 se aproximou da Terra pela primeira vez em 17 de novembro de 2013. Após essa passagem, o asteroide não será visto novamente no Sistema Solar até 22 de dezembro de 2022, onde se aproximará novamente a mais de 14 milhões de quilômetros de distância.

Cientistas revelam o que atmosfera dos exoplanetas esconde



Um equipe de astrofísicos da Universidade de Cambridge descobriu que a atmosfera dos exoplanetas possui menos água do que se imaginava.

Os resultados do estudo, publicado na revista Astrophysical Journal Letters, podem ter repercussão na busca de água no Sistema Solar e mais além no espaço.
Os pesquisadores britânicos analisaram informações atmosféricas de 19 exoplanetas com o objetivo de obter dados detalhados sobre suas propriedades químicas e térmicas. Entre os objetos espaciais estavam os chamados mini-Netunos, com cerca de 10 vezes mais massa que a Terra e os super-Júpiter, que são 600 vezes mais pesados que nosso planeta.

© FOTO / NASA/JPL/SISTEMAS DE CIÊNCIA ESPACIAL MALIN
L 98-59b, o menor exoplaneta já descoberto pelo satélite TESS da NASA
Apesar de o vapor d’água estar presente na atmosfera de muitos exoplanetas, seus volumes são menores do que se esperava, embora a consistência de outros elementos tenha coincidido com as expectativas.
Hoje, o elemento químico mais abundante é o oxigênio, depois do hidrogênio e do hélio, o que significa que haverá abundância de água, considerada como o principal portador de oxigênio.
Foi descoberto que 14 dos 19 exoplanetas possuem o líquido azul em abundância, entretanto, apenas seis corpos espaciais contam com reservas suficientes de sódio e potássio.
"Medir a abundância destes elementos químicos na atmosfera dos exoplanetas é algo extraordinário, levando em conta que nem sempre podemos fazer o mesmo com os planetas gigantes de nosso Sistema Solar, incluindo Júpiter", explicou Luis Welbanks do Instituto de Astronomia, e autor do estudo.
Estas informações podem ajudar e compreender como estes exoplanetas poderiam ter sido formados sem a quantidade necessária de gelo. Além disso, mostram que não é possível pensar que os diferentes elementos químicos são igualmente abundantes nas atmosferas planetárias.

NASA explode o maior tanque de combustível para foguetes do mundo (VÍDEO)



O tanque de combustível do Sistema de Lançamento Espacial (SLS, na sigla em inglês) enfrentou um teste torturante enquanto a NASA se prepara para a missão lunar do programa Artemis.

Às vezes, fracasso significa êxito. Foi exatamente isso que aconteceu na semana passada, quando a agência espacial norte-americana pôs em prática um teste no maior tanque de combustível para foguetes do mundo. Felizmente ou não, a instalação acabou não suportando o teste e arrebentou.
O teste deixou os engenheiros da NASA muito satisfeitos, e nós podemos apreciar imagens espetaculares da explosão, escreve portal cnet.
Success! Engineers @NASA_Marshall tested the @NASA_SLS liquid hydrogen test article tank to failure – the tank withstood more than 260% of expected flight loads before buckling and rupturing! MORE: https://go.nasa.gov/2OV8BEX 

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Sucesso! Os engenheiros do Centro de Voos Espaciais George C. Marshall da NASA testaram tanque de hidrogênio líquido até explodi-lo – o tanque aguentou mais de 260% da carga prevista até curvar e romper!
O vídeo é fantástico, dá para ver como o metal não aguenta e arrebenta como se fosse um balão cheio de água.
Segundo a agência espacial, o tanque tem cerca de 40 metros de comprimento e mais de 8 metros de diâmetro. Além da capacidade que corresponde a 2,034 milhões de litros de "hidrogênio líquido super-resfriado".
O teste teve lugar no Centro de Voos Espaciais George C. Marshall no estado do Alabama, no âmbito do programa Artemis que visa levar humanos à Lua em 2024.
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