Total de visualizações de página

domingo, 10 de novembro de 2019

Sondas da NASA que saíram da heliosfera detectam várias anomalias



As sondas espaciais norte-americanas Voyager 1 e 2, lançadas no espaço em 1977, registraram condições diferentes quando atravessaram a heliopausa.

As observações realizadas pelas sondas Voyager da NASA mostraram vários fenômenos inusitados ligados à heliosfera – uma bolha magnética dentro da qual o vento solar circula a velocidades supersônicas, segundo o diretor do projeto da NASA, Edward Stone.
O especialista explicou que as sondas espaciais lançadas em 1977, ao ultrapassarem a heliopausa, que é o limite da heliosfera, registraram condições diferentes em 2012 e 2018, sendo que a Voyager 2 voou através desta camada externa muito mais rápido do que a Voyager 1, detectando uma estrutura diferente da que fora captada pela primeira sonda, destaca Reuters.

© FOTO/ NASA/JPL-CALTECH
Representação das sondas Voyager 1 (em cima), Voyager 2, o Sol, a heliosfera e a heliopausa, agosto de 2017
"Vamos supor que esse limite não é fixo, mas se movimenta para a frente e para trás de acordo com o ciclo da atividade solar" o que indicaria que o "Sistema Solar 'respira'". Isso é algo que "complica dramaticamente a imagem", explicou Stone. Para ele a diferença poderia ser parcialmente explicada pelo fato de que as duas sondas atravessaram a heliopausa em regiões diferentes da heliosfera.
Outro cientista, Stamatios Krimigis, considerou "muito estranho" que, em ambas as vezes, a heliopausa estivesse a uma distância similar do Sol, cerca de 18 bilhões de quilômetros, embora "uma sonda a tenha cruzado durante a atividade solar máxima e a segunda durante a mínima".
A agência espacial norte-americana descobriu que o campo magnético do espaço interestelar é mais estável do que se pensava antes, sendo que as sondas não detectaram alterações na sua direção, embora a Voyager 2 tenha revelado que a radiação do espaço aberto é cerca de três ou quatro vezes mais intensa do que na heliosfera, o que significa que os voos interstelares exigem medidas de proteção mais eficazes.
Apesar destes progressos, as sondas Voyager estão muito longe de sair do Sistema Solar. Para realizar este objetivo teriam que ultrapassar a nuvem de Oort – uma série de objetos espaciais que está sob a influência gravitacional do Sol. A NASA estima que seria necessário aguardar por volta de 300 anos para entrar na nuvem e cerca de 30 mil anos para viajar mais além.

'Berçário de estrelas' é flagrado no céu de Brasília (FOTOS)



O fotógrafo Ronald Piacenti, de 56 anos, fotografou ao menos cinco nebulosas, um verdadeiro “berçário de estrelas”, a partir da região de Santa Maria.

As imagens divulgadas possuem tons de roxo, que se misturam com a escuridão do universo, onde os pontos de luz representam a energia emitida por alguns astros há milhões de anos, além de dois "sóis".
"Cada estrela é um indivíduo e cada uma tem o seu próprio tempo para nascer e morrer, apenas os processos delas são semelhantes", afirmou.
Nas imagens, é possível observar a nebulosa M16, na constelação da Serpente e a nebulosa da Hélice, na constelação de Aquário. Esta última é um "cemitério estelar", onde ocorre a morte de estrelas. Além disso, há a C 434, na constelação de Orion, a M20 e a M8 na constelação de Sagitário e a Nebulosa da Rosa, na constelação Monoceros, segundo o portal G1.
O fotógrafo, que possui conhecimentos em astronomia e carrega dois telescópios com ângulos de visão diferentes e uma câmera especial para astrofotografia, precisou de três noites de exposição, já que depende das condições atmosféricas para captar o momento.
As nebulosas são formações no espaço com grande quantidade de poeira, compostas por hidrogênio e hélio, que em processo de condensação, originam novas estrelas.

NASA mostra céu incrível do hemisfério sul da Via Láctea (VÍDEO, FOTOS)



As imagens captadas durante o primeiro ano de operação do telescópio espacial TESS da NASA compõem um mosaico incrível.

O TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) registrou um vasto conjunto de imagens do céu do hemisfério sul da Via Láctea, sendo que 208 dessas fotos foram utilizadas para formar o mosaico divulgado pela agência espacial.
© FOTO/ NASA/MIT/TESS E ETHAN KRUSE (USRA)
Mosaico do hemisfério sul da Via Láctea



TESS registra céu do hemisfério sul da Via Láctea em busca de mundos além do nosso Sistema Solar
Durante a missão, o céu meridional foi dividido em 13 setores, tendo cada um deles sido fotografado por quase um mês pelo telescópio em órbita.
"A análise de dados do TESS se concentra em estrelas e planetas individuais, uma de cada vez", afirmou Ethan Kruse, pesquisador de pós-doutorado no Goddard Space Flight Center da Nasa.
"Mas eu queria dar um passo atrás e destacar tudo de uma só vez, enfatizando realmente a vista espetacular que o TESS nos dá de todo o céu", ressaltou.
As imagens revelaram 29 exoplanetas (mundos fora do nosso Sistema Solar) e mais de mil candidatos a planetas.
Agora, as câmeras do TESS estão voltadas para o norte, para iniciar um estudo de um ano do céu setentrional.

NASA abre 1ª amostra lunar selada há 47 anos em meio a preparações para missões (FOTOS)



Pela primeira vez em 40 anos, uma amostra de rocha lunar pura foi aberta por cientistas da NASA para testar novas ferramentas antes das próximas missões Artemis.

A abertura das amostragens faz parte da iniciativa Análise de Amostras de Última Geração da Apollo (ANGSA), a qual tem como objetivo estudar todos os objetos colhidos pelas missões Apollo e preparar uma nova geração de missões para a Lua a partir de 2020.
O material foi coletado há 47 anos durante a missão tripulada final à Lua, mas com a NASA planejando retornar ao único satélite natural da Terra nos próximos anos é necessário aprimorar a perícia dos cientistas em examinar os materiais da Lua com novos métodos.
Os astronautas da Apollo 17, Gene Cernan e Jack Schmitt, recolheram o material introduzindo um tubo na Lua rochosa há quase cinco décadas.

© NASA. NASA HANDOUT
Radiografia do fundo da amostra 73002, realizada com tecnologia de radiografia em 1974 pela NASA
Ele será agora submetido a uma bateria de testes em laboratório usando ferramentas que não estavam disponíveis quando as amostras originalmente chegaram do espaço.

© NASA. JAMES BLAIR
Processadores da amostra da Apollo abrem a amostra lunar 73002 no Centro Espacial Johnson da NASA em Houston, EUA
"A análise destas amostras vai maximizar o retorno científico da Apollo, bem como permitir que uma nova geração de cientistas e curadores refinem suas técnicas e ajudar a preparar futuros exploradores para missões lunares previstas para a década de 2020 e além disso", disse Dra. Sarah Noble, cientista do programa ANGSA na sede da NASA em Washington.

Novas descobertas sobre a Lua

A amostra aberta, 73002, junto com a amostra 73001 (que será aberta em janeiro), continha poeira e rocha coletadas em um tubo de 4 centímetros de largura e 2 pés de comprimento. Chamado de "regolito", a amostra veio da borda da cratera Lara, observou Space.com.
"A abertura dessas amostras agora permitirá novas descobertas científicas sobre a Lua e permitirá que uma nova geração de cientistas refine suas técnicas para estudar melhor as futuras amostras devolvidas pelos astronautas da Artemis", afirmou Francis McCubbin, curador de astromateriais da NASA no Centro Espacial Johnson, onde a maioria das amostras lunares são armazenadas.
Em março, a NASA anunciou seu prazo de 2024 para a nova missão lunar. O programa de missão à Lua, apelidado de Artemis, irá transportar astronautas na nave espacial Orion.

Inteligência artificial resolveria problema de Isaac Newton do século XVII



Um algoritmo astronômico descoberto por pesquisadores no Reino Unido resolveu um dos problemas que ninguém conseguiu solucionar desde Newton.

A inteligência artificial (IA) poderia permitir que cientistas britânicos encontrassem uma solução em menos de um segundo para o problema do cálculo do movimento de três corpos celestes com interação gravitacional, formulado por Isaac Newton no século XVII e que ainda ninguém resolveu.
"Esta rede neural, se fizer um bom trabalho, deve ser capaz de fornecer soluções em um tempo sem precedentes", explicou Chris Foley, bioestatístico da Universidade de Cambridge, Reino Unido, e coautor da pesquisa.
O novo algoritmo fornece à rede neural 9.900 cenários sobre a interação de três corpos gerados por Brutus. Com os primeiros 5.000, a inteligência artificial tomou uma média de uma fração de segundo e deu resultados quase idênticos aos obtidos por Brutus após dois minutos. Os resultados para resolver o problema são até 100 milhões de vezes mais rápidos do que programas avançados como o software Brutus.
A diferença de velocidade reside no fato de que os sistemas anteriores analisam cada etapa das trajetórias dos corpos celestes, enquanto que a rede neural observa os movimentos produzidos pelos cálculos e estabelece um padrão para prever cenários futuros.

Algumas dificuldades

O problema desta nova metodologia é que, quando se quer "treinar" a inteligência artificial para situações mais complexas, o Brutus vai ser necessário para gerar os dados e, se o processo é muito lento, pode causar um entrave.
Foley acredita que essa dificuldade seria evitada com uma quantidade de dados que usaria a rede neural: "Toda vez que Brutus fica preso, você usa a rede neural e a avança."
Outra complicação de usar IA é que ela só funciona por certo período de tempo e não deixa saber com antecedência quanto tempo levará para completar uma tarefa, então pode parar de trabalhar antes de completar sua missão.

VÍDEO mostra vista espantosa de tempestade ciclônica em Júpiter captada por sonda da NASA



A formação, de aproximadamente 2.000 quilômetros de largura, tinha sido registrada pela sonda Juno da NASA, graças a qual se tornou possível processar a imagem divulgada pela agência espacial.



NASA divulgou nesta quinta-feira (7) uma imagem incrivelmente detalhada que mostra um vórtice captado durante uma tempestade ciclônica na atmosfera do gigante gasoso.
De acordo com o comunicado, esta formação gigantesca foi registrada no dia 3 de novembro pela sonda espacial Juno na região da "faixa temperada norte norte norte norte" (NNNNTB, na sigla em inglês).
NASA’s Juno captured this stunningly detailed look at a cyclonic storm in Jupiter’s atmosphere during its 23rd close flyby of the planet (also referred to as “perijove 23”). https://www.missionjuno.swri.edu/news/jovian_vortex_view 

99 pessoas estão falando sobre isso

​Sonda Juno da NASA captou esta vista incrivelmente detalhada de uma tempestade ciclônica na atmosfera de Júpiter.
Destaca-se que naquele momento o aparelho se encontrava a cerca de 8.500 quilômetros do topo das nuvens de Júpiter.
A agência espacial norte-americana explicou também que a cor de algumas das nuvens no gigante gasoso se explica devido à presença de gases que contêm enxofre e fósforo, que vêm desde o interior do planeta, composto em grande parte por hidrogênio e hélio.

sábado, 9 de novembro de 2019

Modelo mais detalhado de nascimento e evolução de galáxias é criado em supercomputador (FOTOS)



Cientistas da Alemanha e dos EUA terminaram o projeto TNG50 da criação do mais detalhado modelo de evolução de galáxias, o que permitiu pela primeira vez observar o processo de evolução em detalhes.

O projeto TNG50 permitiu ver pela primeira vez em detalhes como se formam as galáxias e como evoluíram logo depois do Big Bang. Os resultados foram publicados na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.
O TNG50 é o primeiro simulador digital que combina a modelagem de um volume enorme do espaço com alta precisão e detalhes. Ele permite recriar os fenômenos físicos que ocorrem em um volume cúbico do espaço com um lado de 230 milhões de anos-luz à escala de apenas alguns anos-luz, seguindo simultaneamente a evolução de milhares de galáxias durante 13,8 bilhões de anos da história espacial. O modelo inclui mais de 20 bilhões de partículas que imitam matéria escura, estrelas, gás cósmico, campos magnéticos e buracos negros supermassivos.

CC BY 4.0 / D. NELSON (MPA) AND THE ILLUSTRISTNG TEAM
Evolução durante várias centenas de milhões de anos (de cima para baixo) de gás em torno da galáxia em resultado da modelagem do TNG50 com um buraco negro supermassivo ativo no centro
Os cálculos foram realizados no supercomputador Hazel Hen, localizado na cidade de Stuttgart, Alemanha, que tem 16 mil núcleos. O trabalho decorreu durante 24 horas por dia e sete dias por semana por mais de um ano, o que é equivalente a 15 mil anos com o uso de um processor de um núcleo.
O simulador TNG50 permitiu calcular pela primeira vez a dinâmica doa fluxos de gás cósmico que cerca as galáxias. Foi revelado que a geometria do fluxo de gás define a forma e estrutura da galáxia.

CC BY 4.0 / D. NELSON (MPA) AND THE ILLUSTRISTNG TEAM
Resultados da modelagem de 16 galáxias
Os cientistas viram como das nuvens de gás caóticas se formam os discos planos das galáxias espirais parecidas com a Via Láctea.
Todos esses fenômenos foram observados pelos cientistas pela primeira vez.
"Os experimentos numéricos desse tipo são particularmente bem-sucedidos quando se obtém mais do que se esperava. No nosso modelo vimos fenômenos que não estavam programados", disse um dos chefes da pesquisa, o cientista alemão Dylan Nelson do Instituto Max Planck de Astrofísica.
Nelson explicou que os fenômenos surgem de maneira natural da interação complexa entre as principais componentes do modelo do Universo criado com o simulador TNG50.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

O que aconteceria se Terra fosse engolida por um buraco negro?



Apesar de as chances de a Terra ser engolida por um buraco negro serem quase inexistentes, um estudante de física desenvolveu uma calculadora que pode simular todos os tipos de colisões.

O estudante de física da Universidade de Varsóvia, na Polônia, Álvaro Díez, desenvolveu a Calculadora de Colisão de Buracos Negros, que pode simular todos os tipos de colisões, comportamento dos buracos negros, além das informações sobre a natureza, segundo o portal Space.com.
Segundo a calculadora, se a Terra fosse engolida por um buraco negro, seriam liberados 32.204.195.564.497.649.676.480.000.000.000.000 megajoules de energia, ou seja, 54 quintilhões de vezes de todo o consumo anual de energia da humanidade.

ESO/L. CALÇADA
Buraco negro supermassivo
A calculadora ainda permite escolher não apenas os efeitos da colisão da Terra com um buraco negro, como também estimar as colisões com outros objetos massivos, incluindo estrelas.
Um exemplo disso, se calcularmos a colisão entre dois buracos negros, cada um contendo aproximadamente 30 massas solares, isso produziria um único buraco negro de 59 massas solares, com um horizonte de eventos de 174,6 quilômetros de largura.
Vale destacar que as chances de a Terra ser devorada por um buraco negro são quase inexistentes, sendo que as possibilidades disso ocorrer seriam em caso de haver uma colisão entre a Via Láctea e a galáxia de Andrômeda, prevista para ocorrer daqui a quatro bilhões de anos.

Astrofísica: O que ocorre quando se cruza um buraco negro? Pesquisador explica



Físico mexicano, Gerardo Herrera Corral, aprofunda a discussão sobre estes objetos astrofísicos em seu livro recentemente publicado.

Quando se menciona o termo "gravidade", a grande maioria das pessoas pensa em Isaac Newton e na alegoria da maçã caindo da árvore, no entanto, poucos imaginam uma rede de ondas gravitacionais, que são tanto o tempo como o espaço.
A origem destas ondas se deu há mais de um bilhão de anos após a fusão resultante do choque entre dois buracos negros, perturbando o espaço-tempo com tamanha força que os humanos hoje podem estudá-las.
A descoberta registrada na madrugada de 14 de setembro de 2015, no âmbito do projeto internacional LIGO, permitiu a detecção direta de ondas gravitacionais, além da observação de buracos negros.
"Trata-se de um dos avanços mais importantes do século XXI. Tivemos a possibilidade de constatar eventos que ocorreram quando começava a vida na Terra: dois buracos negros que se chocaram no espaço quando a vida transcorria dos organismos unicelulares aos pluricelulares e que, ao se fundir no céu, produziram as ondas gravitacionais que hoje estamos vendo", destaca o físico Herrera Corral, pesquisador do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares.

61 pessoas estão falando sobre isso

Tal como a cosmologia e astronomia, o CERN busca compreender do que é feito o Universo e como ele funciona

Uma nova forma de entender o Universo

A observação não somente demonstrou a existência de ondulações do espaço e do tempo, além da existência de buracos negros, mas também "oferece uma nova feramente para explorar o cosmos, uma nova maneira e fazer Astronomia nos dará uma imagem nunca antes vista do Universo", afirma o físico ao canal de notícias RT.
"Nosso planeta deformou o espaço e tempo com sua presença de tal forma que o converteu em um deslizador em declive para os objetos que se movem próximo a ele."
Desta forma, se abriu uma porta explorada por Herrera Corral em seu livro "Buracos Negros e Ondas Gravitacionais, um olhar profundo sobre o Universo", publicado por Sexto Piso, uma editora que abre cada vez mais espaço para publicações científicas.
Em 187 páginas, o cientista descreve como esta descoberta é capaz de auxiliar a compreensão do destino a partir da ótica da Física moderna, desconstruindo a existência de uma "força invisível" que atua à distância jogando as maçãs ao chão.

A entrada no infinito

Os buracos negros são os objetos astrofísicos mais fascinantes do céu por seu estreito vínculo com o conceito de infinito. A ciência hoje desconhece o que ocorre ao atravessá-los.
"Concentram uma enorme força gravitacional, que alcançou tal densidade que gera algo que se conhece como 'o horizonte de eventos', uma linha da qual não se pode escapar uma vez cruzada", destaca Herrera Corral ao falar do que revela a constância da existência dos buracos negros.
Nem mesmo a luz pode sair deles, o que não é somente uma curiosidade. "A região do espaço ocupada por um buraco negro se desprende do Universo, o objeto que cai ali entra em uma região completamente desconectada do nosso Universo", explica o cientista.

© FOTO/ TELESCÓPIO DE HORIZONTE DE EVENTOS
Imagem do buraco negro no centro da galáxia M87, captada pelo projeto Event Horizon Telescope (Telescópio de Horizonte de Eventos)
O feito abre o infinito em uma linha definitiva: "Uma vez que se cruza não há como voltar, todas as opções para o objeto caído desaparecem; existe somente uma, que é seguir caindo no centro do buraco negro", acrescenta.
Desde o ponto de vista cientifico, conseguir a observação de um buraco negro confirma que as ondas gravitacionais são alterações dos próprios tempo e espaço.

A busca da Teoria de Tudo

Segundo Herrera Corral, a Ciência tem uma boa aproximação com os macrocosmos, com suas galáxias, estrelas, e também com os átomos e partículas elementares, que formam os microcosmos. "Pensamos que deve haver uma só teoria, não a Mecânica Quântica para descobrir o microcosmos e a Teoria Geral da Relatividade para estudar o macrocosmos [...] Falta desenvolver uma teoria com a qual possamos entender tudo, que se conhece como a Teoria de Tudo, e neste processo poderemos aprender muito sobre o Universo", aponta o cientista.
Os olhos deste homem, que trabalha no experimento que busca recriar as condições que existiam no Universo quando haviam decorrido entre 1 e 10 microssegundos após o Big Bang, observaram o impensável.
"No curso de Física estudávamos coisas consideradas muito especulativas, que não poderiam ser vistas. Observar que muitas começam a aparecer, como o fato que as ondas gravitacionais existem e que acabam de ser medidas, que temos a fotografia de um buraco negro, que temos a fotografia do Universo quando tinha 300.000 anos, me desconcertaram positivamente."
Nesta declaração, o doutor em Ciências reitera o motivo pelo qual publicou seu livro: "Com estes eventos ocorrendo, creio que é importante contar às pessoas, que se saiba o que estamos descobrindo, aprendendo sobre o Universo."
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Seguidores

Marcadores

astrologia (186) Astrofísica (99) magia (87) signos (84) espaço (72) espiritualidade (60) conceito (57) comportamento (55) (54) umbanda-astrologica (50) tarô (47) Nasa (44) terra (43) esoterismo (42) mulher (37) pesquisa (37) previsões (37) taro (35) conceitos (34) lua (33) umbanda astrológica (33) estudo (31) pesquisas (31) gostosa (30) Foto (28) astrofisica (27) religião (26) fotos (25) horoscopo chinês (25) bem estar (24) planetas (24) ciência (23) horoscopo (23) Marte (22) climazzen (22) astronomia (21) cientistas (20) Astrônomos (19) cabala (19) destino (19) estrela (19) arcanos (18) planeta (18) saúde (18) energias (17) Sol (16) exu (16) vibrações (16) arcanjo (15) cosmos (15) ifá (15) Estrelas (14) mapa astral (14) vídeo (14) zodiaco (14) estudos (13) umbanda-astrológica (13) Quíron (12) beleza da mulher (12) poder (12) prazer (12) 2012 (11) ogum (11) sensual (11) Candomblé (10) atriz (10) biblia (10) ensaio (10) galáxia (10) lilith (10) lingerie (10) mistério (10) astros (9) dragão (9) magia sexual (9) numerologia (9) protetores (9) regente do ano (9) rituais (9) RELAÇÕES MÍSTICAS (8) ancestrais (8) apresentadora (8) axé (8) beleza (8) escorpião (8) ex-BBB (8) odús (8) política (8) posa (8) 2016 (7) astrologia sexual (7) busca (7) carma (7) energia (7) orgasmo (7) plutão (7) São Paulo (6) ano do Dragão (6) arcano (6) casas astrologicas (6) força (6) mago (6) metodos (6) praia (6) saude (6) sexualidade (6) babalawo (5) biquíni (5) caboclos (5) calendário maia (5) criança (5) câncer (5) mediunidade (5) proteção (5) reencarnação (5) xangô (5) Capricórnio (4) Amor e sexo (3) anjo de hoje (3) anjos da guarda (2) ( 45 graus ) (1)