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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

As energias do ano 2022 e os 10 anos difíceis pela frente

 




O padrão global astrológico para os 10 anos seguintes de 2022 é muito semelhante ao padrão global astrológica 10 anos depois que ocorreu em 1939: -Em outubro de 1939, Júpiter agiu retrógrado nos primeiros graus de Áries. Em outubro de 2022, Júpiter retrógrado transforma novamente, exatamente nas mesmas questões -  o ano de 1939 foi um ano muito tenso, no Brasil e no mundo, em especial, focamos aqui o segundo semestre daquele ano:

Eventos
1 de Agosto - A Alemanha Nazista proibe a venda de bilhetes de loteria para judeus.
23 de Agosto - Celebração do pacto Ribbentrop-Molotov, entre a Alemanha Nazi e a União soviética
1 de setembro - Início da Segunda Guerra Mundial (Invasão da Polônia).
13 de setembro - A Ferrari é fundada, no entanto, o início da empresa como fabricante de automóveis é geralmente reconhecido em 1947.
17 de setembro - Invasão soviética da Polónia.
27 de Dezembro - Estado Novo: Criação do Departamento de Imprensa e Propaganda - DIP, pelo Decreto-lei nº 1.915, que serviria como instrumento de censura e propaganda do governo durante o Estado Novo.[1]
Francisco Franco substitui Juan Negrín López como presidente do governo de Espanha e Manuel Azaña Díaz como chefe de estado.


Naquele ano víamos o clima de autoritarismo muito forte no mundo, perseguições e ideologias supremacistas.  Além disso, tensões entre nações, como no caso da União Soviética com a Polônia, Mas do lado positivo, essa energia de ação também nos trouxe a grande marca de veículos a grandiosa Ferrari. Na madrugada de 1º de setembro de 1939, a invasão da Polônia pelas tropas de Hitler marcou o começo da Segunda Guerra Mundial. A Segunda Guerra, teve início com Júpiter retrógrado passeando no início de Áries, com Saturno também retrógrado no início de Touro e Urano também passeando em Touro. É claro que data alguma se repete, assim tínhamos configurações diferentes, com Nodos em outros signos e Plutão em outro signo diferente de agora. Porém 2022, é um ano, que tem o mesmo GÊNIO de 1939, além disso, estamos num ciclo de 36 anos de Saturno e onde Urano, mexe nas economias, como também nas diplomacias do mundo inteiro. Portanto, o tempo é sombrio. E mesmo que astrólogos admiradores de André Barbalt diga que 2022 é um ano de recomeço, não conseguimos enxergar nada de bom pela frente.

Urano transitara o mid-range do Touro sinal novamente no final do período de 10 anos em curso, durante 2021-23. Portanto, em muitos aspectos importantes, os dois períodos de 10 anos de 1929-1939 e 2012-2022 são muito semelhantes astrologicamente, tanto no início e no final dos dois períodos de 10 anos. Consequentemente, podemos esperar que as tendências mundiais de cada período a ser também muito semelhantes.

Vamos apenas esperar que os líderes mundiais do período 2022 a 2032 de 10 anos tenham estudado e aprendido o suficiente da história para não repetirem os mesmos erros que os líderes mundiais fizeram durante a década de 1930. Infelizmente pelo que estamos vendo, parece que não aprenderam muita coisa... E agora ainda tem um agravante que é o autoritarismo desenfreado, violência, machismo, sombras do Nazismo querendo voltar, intolerância e preconceitos, que tá acabando com o Planeta!

Assim como avisamos que entre 2012 e 2022, período que surgiu a Pandemia, alertamos aqui para os próximos 10 anos, que irá até 2032. Veja o artigo que escrevi em 2013.  Clique aqui e leia...



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segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Astrofísica: Planeta Júpiter agora tem 69 luas



Astrônomos descobriram dois novos satélites com um a dois quilômetros de diâmetro orbitando o maior planeta do sistema solar



Júpiter ganhou duas novas luas, aumentando o número de satélites do maior planeta do sistema solar para 69. A descoberta foi anunciada por meio de dois comunicados do Minor Planet Center, instituição ligada à União Astronômica Internacional, nos Estados Unidos, na última semana. De acordo com os astrônomos responsáveis pela descoberta, eles estavam buscando corpos celestes distantes, em busca do Planeta Nove, quando perceberam os dois novos satélites de Júpiter.




“Júpiter estava na área que observamos entre Março de 2016 e 2017. Durante essas observações encontramos a maior parte das luas conhecidas de Júpiter e também algumas desconhecidas ou perdidas”, afirmou o astrônomo Scott Sheppard, do Instituto Carnegie, nos Estados Unidos, em comunicado. De acordo com o astrônomo, Júpiter tem alguns satélites “perdidos”, que foram descobertos em 2003. Essas luas têm órbitas relativamente desconhecidas e, por isso, não é possível prever onde se encontram – razão por que são consideradas perdidas. No início de 2016, havia quatorze satélites nessa condição e, durante as observações, cinco deles foram “resgatados”. Dois corpos vistos, contudo, não se enquadravam nessas condições. Sheppard, em conjunto com David Tholen , da Universidade do Havaí, e Chadwick Trujillo, da Universidade do Norte do Arizona, monitoraram os corpos durante um ano por meio de informações de telescópios localizados no Chile e, há poucas semanas, confirmaram que se tratavam de duas novas luas de Júpiter.








Os satélites, chamados S/2016 J1 e S/2017 J1, têm entre 1 e 2 quilômetros de diâmetro (muito pequenas, em termos cósmicos) e possuem órbitas elípticas e inclinadas que se estendem por até 30 milhões de quilômetros de Júpiter. A imensa distância das luas até o planeta sugere que os satélites foram formados nos pontos mais longínquos do sistema solar e, só depois, foram capturadas pela gravidade de Júpiter. De acordo com os pesquisadores, os novos satélites ajudam a desvendar as fronteiras do sistema solar – possivelmente, outras luas devem ser descobertas até 2018, quando mais observações confirmarem se são satélites novos ou perdidos.


domingo, 18 de julho de 2021

NASA publica animação do voo da nave Juno sobre Ganímedes e Júpiter (VÍDEO)

 


Nas imagens é possível observar os ciclones circumpolares que se produzem no polo norte do gigante gasoso e oito tempestades massivas em seu hemisfério sul.

Com música do compositor grego Vangelis e imagens captadas pela JunoCam, a NASA criou uma animação do voo realizado pela nave Juno no dia 7 de junho em torno de Ganímedes, uma lua coberta de gelo de Júpiter, e de seu 34º sobrevoo do gigante gasoso.

O vídeo começa quando a nave se aproxima de Ganímedes, a uma velocidade de 67 mil quilômetros por hora, e passa a 1.038 quilômetros de sua superfície.

Desde aí é possível observar diversas áreas escuras e claras da que é a maior lua de todo o Sistema Solar, bem como a cratera Tros, uma das maiores e mais brilhantes do satélite natural.

Juno levou apenas 14 horas e 50 minutos para percorrer o 1,18 milhão de quilômetros que separa Ganímedes de Júpiter.

Entre as características atmosféricas mostradas na animação estão os ciclones circumpolares em seu polo norte e oito tempestades no hemisfério sul, que surgem como elipses brancas.

"A animação mostra a beleza que pode ser a exploração do espaço profundo. É uma forma de fazer com que as pessoas se imaginem explorando nosso Sistema Solar por si mesmas, ao ver como seria estar em órbita em torno de Júpiter e passar voando por uma de suas geladas luas", afirmou Scott Bolton, pesquisador principal do projeto Juno no Instituto de Pesquisa do Sudoeste, em San Antonio, Texas.

"Hoje, à medida que nos aproximamos da emocionante perspectiva de que [muitos] humanos possam visitar o espaço [e entrar] em órbita em torno da Terra, isto impulsiona nossa imaginação para décadas no futuro, quando os humanos visitarão os mundos extraterrestres de nosso Sistema Solar", adicionou.

terça-feira, 8 de junho de 2021

NASA lançará sonda para estudar lua de Júpiter que poderia conter vida

 


Na próxima segunda-feira (7), a sonda Juno, da NASA, vai voar a cerca de 1.038 quilômetros de Ganimedes, o maior satélite natural de Júpiter.

Este é o voo mais próximo desde que outro dispositivo espacial, Galileo, voou a 808 quilômetros da lua. No entanto, a sonda Juno está equipada com ferramentas mais avançadas, nos dando a chance de ver "Ganimedes de jeitos nunca antes possíveis", disse o principal pesquisador do projeto, Scott Bolton, citado pelo Phys.org.

Como parte da campanha de informação relacionada ao sobrevoo iminente, a NASA lançou uma animação de Ganimedes, mostrando as estruturas geológicas conhecidas em sua superfície em cores.

A coleta de dados começará cerca de três horas antes da maior aproximação. Para além de captar imagens do satélite natural em estudo, a Juno também estudará várias propriedades importantes do mesmo.

A NASA recria uma lua de Júpiter que poderia conter vida.
A NASA divulgou uma animação de Ganimedes, o maior satélite natural de Júpiter, mostrando as estruturas geológicas conhecidas em sua superfície em cores.

De modo a analisar a composição e temperatura das camadas de gelo que cobrem o Ganimedes – e sob as quais, segundos os cientistas, existe um oceano que poderia ser habitável – a sonda vai utilizar um radiômetro de micro-ondas (MWR, na sigla em inglês).

A Juno também vai estudar a camada exterior da atmosfera da lua de Júpiter, onde os gases formam íons sob a radiação solar.

"Quando a Juno passar atrás de Ganimedes, os sinais de rádio atravessarão sua ionosfera, causando pequenas mudanças na frequência que deve ser captada por duas antenas no complexo de Camberra da Rede do Espaço Profundo, na Austrália. Se pudermos medir essa mudança, poderemos entender a conexão entre a ionosfera de Ganimedes, seu campo magnético intrínseco e a magnetosfera de Júpiter", explica Dustin Buccino, o engenheiro da missão, citado pela mídia.


 

sábado, 29 de maio de 2021

Lua de Júpiter pode abrigar vulcões ativos escondidos sob vasta camada de gelo, aponta estudo

 


Um novo estudo sugere que vulcões ativos podem estar se escondendo no fundo no solo marinho de Europa – um dos satélites naturais de Júpiter, que, segundo cientistas, abriga um enorme oceano de água salgada debaixo da sua vasta camada de gelo.

Pesquisadores observam que estes vulcões poderiam abastecer com energia sistemas hidrotermais de águas profundas, ambientes ricos em energia química de que as potenciais formas de vida de Europa poderiam se aproveitar, escreve portal Space.

"Nossas descobertas fornecem evidências adicionais de que o oceano subterrâneo de Europa pode ser um ambiente adequado para o surgimento de vida", comunicou Marie Behounkova, autora principal do estudo da Universidade Carolina de Praga, na República Tcheca.

"Europa é um dos raros corpos planetários que podem ter mantido a atividade vulcânica ao longo de bilhões de anos, e possivelmente o único além da Terra que tem grandes reservatórios de água e uma fonte de energia duradoura."

Behounkova e colegas modelaram detalhadamente como o interior de Europa se estica e flexiona enquanto a lua é puxada pela poderosa gravidade de Júpiter.

Os resultados dos cientistas sugerem que o interior de Europa pode consistir em um núcleo de ferro rodeado por uma manto rochoso que está em contato direto com um oceano sob a crosta de gelo. Novos modelos de pesquisa mostram como o calor interno pode alimentar vulcões no fundo do mar
Os resultados dos cientistas sugerem que o interior de Europa pode consistir em um núcleo de ferro rodeado por uma manto rochoso que está em contato direto com um oceano sob a crosta de gelo. Novos modelos de pesquisa mostram como o calor interno pode alimentar vulcões no fundo do mar

Tais deformações geram calor por fricção que impede o oceano subterrâneo de Europa de congelar e talvez até mesmo parcialmente derrete a camada superior do seu manto rochoso, relataram pesquisadores em um estudo anterior publicado na revista científica Geophysical Research Letters.

Por sua vez, o novo estudo sugere que tal derretimento pode ter alimentado vulcões do fundo marinho durante a maior parte da existência de Europa, acontecendo possivelmente até nos dias de hoje.

É mais provável que a atividade vulcânica ocorra perto dos polos de Europa, onde as cargas de calor internas são mais intensas, segundo explicam cientistas.


sexta-feira, 25 de setembro de 2020

'Planeta de cores': sonda captura imagens extremamente coloridas de ciclones em Júpiter (FOTO)

 


As mais recentes imagens da sonda espacial Juno, da agência espacial norte-americana NASA, mostram tempestades próximas ao polo norte do maior planeta do Sistema Solar.

Um enorme e persistente ciclone no polo norte de Júpiter foi observada pela sonda espacial Juno. O grande ciclone é cercado por outros menores que variam em tamanho de quatro mil quilômetros a 4.600 quilômetros. Esse padrão de tempestade cobre, somado, uma área que faz a Terra parecer minúscula.




Lindos ciclones no polo norte de Júpiter. Gerald Eichstadt, um cientista cidadão do nosso projeto JunoCam, criou isso usando dados de quatro voos da espaçonave Juno em Júpiter e combinando imagens individuais.

​Gerald Eichstadt criou a essa imagem composta usando dados obtidos pela câmera JunoCam durante quatro passagens próximas da espaçonave por Júpiter, ocorridas entre 17 de fevereiro e 25 de julho deste ano.

As cores vibrantes destacam diferentes características da atmosfera de Júpiter e são o resultado da combinação de muitas imagens individuais para criar essa visualização.

"Ciclones no polo norte de Júpiter aparecem como redemoinhos de cores marcantes nesta reprodução de cores extremamente falsas de uma imagem da missão Juno da NASA", diz o comunicado da agência espacial.

Júpiter e Juno

Lançada em 2011, a sonda Juno alcançou o gigante gasoso em 2016 e entrou em uma órbita polar. A espaçonave foi projetada para medir os campos gravitacional e magnético de Júpiter, enquanto captura imagens incríveis do topo das nuvens do planeta.





Juno revela uma topografia complexa no topo das nuvens de Júpiter

Juno foi a primeira missão a obter uma visão clara das regiões polares de Júpiter, o que permitiu os astrônomos mapear ambos os polos do maior planeta do Sistema Solar em grande detalhe.

"Esses ciclones são novos fenômenos climáticos que não foram vistos ou previstos antes […]. Estamos começando a entender por observações e simulações de computador. Os futuros voos da Juno nos ajudarão a refinar ainda mais nossa compreensão, revelando como os ciclones evoluem com o tempo", afirma ao tabloide Express Cheng Li, cientista da missão Juno da Universidade da Califórnia em Berkeley, EUA.

sábado, 12 de setembro de 2020

Luas de Júpiter estão aquecendo umas às outras, sugere estudo



Júpiter tem quase 80 luas e as quatro maiores são: Io, Europa, Ganimedes e Calisto. Esses satélites naturais são mais quentes do que deveriam, uma vez que estão longe do Sol.

Acreditava-se que o planeta era responsável pela maior parte do aquecimento das marés das luas, mas um novo estudo publicado na revista científica Geophysical Research Letters relata que as interações lua-lua podem ter um papel mais importante ​​pelo aquecimento do que Júpiter sozinho.
"É surpreendente porque as luas são muito menores do que Júpiter. Você não esperaria que elas fossem capazes de criar uma resposta de maré tão grande", afirmou o autor principal do artigo, Hamish Hay, que desenvolveu a pesquisa quando era aluno da Universidade do Arizona, EUA, relata o portal Phys.org.
Compreender como as luas influenciam umas às outras é importante para os cientistas porque pode ajudar a esclarecer como ocorre a evolução do sistema lunar como um todo.
"Essas ressonâncias de maré eram conhecidas antes deste estudo, mas apenas por marés de Júpiter, que só pode criar esse efeito de ressonância se o oceano for realmente fino (menos de 300 metros), o que é improvável […]. Quando as forças das marés atuam em um oceano global, elas criam uma onda gigantesca na superfície que acaba se propagando ao redor do equador com uma certa frequência", explica Hay.

Ganimedes, satélite de Júpiter
Dessa forma, e de acordo com o modelo desenvolvido pelos cientistas, a influência apenas de Júpiter não pode criar marés com a frequência certa para ressoar com as luas porque os oceanos das luas são considerados muito espessos. Apenas quando os pesquisadores acrescentaram a influência gravitacional das outras luas é que começaram a ver as forças das marés se aproximando das frequências naturais das luas.
Ou seja, o empuxo e a atração gravitacional das luas de Júpiter pode ser responsável por mais aquecimento do que o gigante gasoso sozinho.
Há, todavia, ainda muitas dúvidas a serem esclarecidas. Os cientistas esperam voltar ao tema para descobrir, por exemplo, qual é a verdadeira profundidade dos oceanos nessas luas de Júpiter.
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