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quinta-feira, 4 de agosto de 2022

Texto oculto em manuscritos medievais do século XV é descoberto por estudantes (FOTO)

 


Os alunos descobriram o texto escondido usando um sistema de imagem de fluorescência ultravioleta desenvolvido pelos próprios estudantes.

Alunos do Instituto de Tecnologia de Rochester (RIT, na sigla em inglês), EUA, encontraram um texto perdido em folhas de manuscrito do século XV usando um sistema de imagem que eles próprios desenvolveram. Usando fluorescência ultravioleta, os estudantes descobriram que uma folha de um texto medieval mantido na biblioteca Cary Graphic Arts Collection, da RIT, era, na verdade um palimpsesto, um manuscrito em pergaminho com várias camadas de escrita.

Alunos descobrem texto oculto do século XV em manuscritos medievais

"Usando nosso sistema, pegamos emprestados vários pergaminhos da coleção aqui no RIT e quando colocamos um deles sob a luz ultravioleta, ele mostrou uma incrível letra cursiva francesa escura por baixo [...] Isso foi incrível porque este documento está na Coleção Cary há cerca de uma década e ninguém percebeu", comenta Zoe LaLena, que trabalhou no projeto, citada pelo portal Phys.org.

Na época em que o manuscrito foi escrito, fazer pergaminho era caro, então as folhas eram regularmente raspadas ou apagadas e reutilizadas. Embora o texto apagado seja invisível a olho nu, o uso de outras áreas do espectro de luz pode iluminar a assinatura química da escrita inicial e remover o texto visível.

Steven Galbraith, curador da biblioteca da RIT afirmou que ficou empolgado ao descobrir que a folha do manuscrito era um palimpsesto porque folhas semelhantes foram estudadas extensivamente por acadêmicos em todo o país, mas nunca testadas com luz ultravioleta.

"Os alunos forneceram informações incrivelmente importantes sobre folhas de manuscrito aqui na coleção e, de certa forma, descobriram textos que não sabíamos que estavam na coleção [...] Agora temos que descobrir o que são esses textos e esse é o poder da imagem espectral em instituições culturais", disse Galbraith.

O manuscrito será examinado por historiadores que determinarão o significado do texto agora revelado.

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sábado, 12 de março de 2022

Descoberta: Meteorito Marciano é diferente de qualquer outra rocha de Marte


O meteorito único, apelidado de "Black Beauty" dá aos cientistas um vislumbre das condições ambientais em Marte mais de 2 bilhões de anos atrás.

A água rica em meteorito marciano é diferente de qualquer meteorito já encontrado no planeta vermelho por cientistas. O meteorito tem água cerca de 10 vezes mais do que outros meteoritos marcianos, de acordo com o estudo publicado hoje, 03 de janeiro, na revista Science Express. A alta concentração de água sugere que a rocha interagiu com água perto da superfície marciana cerca de 2,1 bilhões de anos atrás, quando o meteorito se acredita ter formado. O meteorito também contém basáltico da rocha (rocha de que as formas de lava rapidamente resfriado), que corresponde à composição da crosta de Marte com base em análise prévia de rovers da NASA. Isso é legal, porque é o primeiro meteorito marciano provavelmente originários da crosta marciana, dizem os pesquisadores. "Talvez o mais interessante, é que o alto teor de água pode significar houve interação das rochas com água de superfície ou de magma vulcânico, a partir de fluidos ou de cometas impacto durante esse tempo", o co-autor Andrew Steele, da Instituição Carnegie , disse em um comunicado . "É o mais rico meteorito marciano geoquimicamente e análises adicionais são obrigados a liberar mais surpresas." A rocha espacial foi encontrada em 2011 no deserto do Saara. Ele pesa 11 onças e é apelidado de "Beleza Negra".


quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Descoberto sistema planetário dono de características únicas (FOTO)

 


Astrônomos descobriram um sistema composto por seis exoplanetas que orbitam uma estrela em uma ressonância orbital precisa, em contraste a outros sistemas planetários desprovidos deste padrão. A distribuição dos planetas por densidade também é única.

A estrela TOI-178, que está a 200 anos-luz da Terra na constelação do Escultor, é orbitada por seis exoplanetas. Cinco deles, tirando o mais próximo da estrela, estão em ressonância orbital. Os resultados foram publicados na revista científica Astronomy & Astrophysics.

Cinco planetas exteriores do sistema TOI-178 possuem uma ressonância de 18: 9: 6: 4: 3 entre si. Trata-se da ressonância mais longa conhecida.

Na verdade, os pesquisadores encontraram apenas cinco planetas, mas, segundo o ritmo de ressonância calculado, identificaram onde está mais um planeta. Cientistas planejam localizar o planeta quando tiverem uma janela para observações do sistema.

Para estudar a arquitetura do sistema TOI-178, os autores usaram dados do telescópio CHEOPS da Agência Espacial Europeia, do espectrógrafo ESPRESSO, localizado no telescópio VLT da ESO, e do sistema robotizado terrestre para procurar exoplanetas NGTS do observatório Paranal no Chile, unidos no projeto SPECULOOS.



© FOTO / ESO / L. CALÇADA / SPACEENGINE.ORG
Representação artística do sistema planetário TOI-178 do ponto de vista do planeta mais distante

Os pesquisadores usaram ambos os métodos conhecidos para localizar os exoplanetas: método de trânsito, com dados do CHEOPS, NGTS e SPECULOOS, e medição da velocidade radial, com espectrógrafo ESPRESSO. Usando esses métodos, os astrônomos conseguiram encontrar informação-chave sobre planetas do sistema TOI-178 localizados mais perto de sua estrela que a Terra está em relação ao Sol. Além disso, os planetas são muito mais rápidos do que a Terra.

O planeta interior mais rápido completa sua órbita em apenas uns dias, e o mais lento demora dez vezes mais para completar a órbita. O raio do planeta TOA-178 é de um a três raios da Terra, sua massa é de 1,5 a 30 vezes maior.

Além disso, a distribuição de densidade nos planetas do TOI-178 difere da nos planetas do Sistema Solar. Os exoplanetas rochosos são maiores e considerados superterras. Os exoplanetas gasosos, ao contrário dos gigantes gasosos da zona exterior do Sistema Solar, são menores e considerados mininetunos.

"Esse contraste entre a harmonia de ritmo do movimento orbital e densidade confusa, com certeza, desafia nosso entendimento de formação e evolução dos sistemas planetários", afirmou o diretor da pesquisa Adrien Leleu, da Universidade de Genebra e da Universidade de Berna, Suíça.

Os planetas do Sistema Solar estão em uma ordem certa: os planetas mais rochosos e mais densos estão mais próximo do Sol, os planetas de menor densidade estão mais longe.

"Aqui vemos que perto de um planeta tão denso como a Terra, está um planeta com a densidade duas vezes menor da de Netuno, seguido por um planeta de densidade igual à de Netuno. Isso não é a que estamos acostumados", declarou o autor do estudo Nathan Hara, da Universidade de Genebra.

 

Os autores consideram que o estudo próximo do sistema planetário TOI-178 dará dicas importantes sobre o processo da formação e evolução dos planetas em sistemas planetários.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

'Rei da caverna' é descoberto na Romênia vivendo em condições 'infernais' (FOTO)

 


Uma nova espécie de centopeia foi descoberta em uma caverna em Movile, no sudeste da Romênia, a poucos quilômetros do mar Negro.

A recente descoberta se encontra detalhada em um artigo publicado na revista ZooKeys. Segundo os pesquisadores responsáveis pelo achado, esta espécie bizarra vive em um ecossistema "infernal", com altos níveis de dióxido de carbono e sulfato de hidrogênio, assim como metade do oxigênio em comparação com as condições ambientais normais.

De acordo com o estudo, esta centopeia, denominada de Cryptops speleorex – que se traduz como "rei da caverna" – mede entre 4,6 e 5,2 centímetros e está no topo da cadeia alimentar da caverna de Movile.

Nova espécie de centopeia é a maior habitante do exclusivo ecossistema encharcado de enxofre da caverna de Movile (Romênia). Situada no topo da cadeia alimentar, esta espécie foi apropriadamente chamada de C. speleorex: o Rei da Caverna.

"A centopeia que descrevemos é um predador venenoso, e o maior de todos os animais que habitam nesta caverna", contou a equipe de pesquisadores, citada pelo portal EurekAlert!. Ao longo dos milhões de anos de evolução, esta espécie foi se adaptando cada vez melhor à vida na escuridão quase absoluta.

A caverna de Movile, a poucos quilômetros do mar Negro, tem atraído a atenção de cientistas desde 1986. Apesar de apresentar duras condições para a existência de vida, foi revelado que, na verdade, é o lar de uma fauna diversificada e única.

sábado, 12 de setembro de 2020

Astrônomos teriam descoberto como Via Láctea 'obteve' Corrente de Magalhães



Já se sabia que a nuvem de gás, que engloba nossa galáxia, é formada por uma Grande Nuvem de Magalhães e uma Pequena Nuvem de Magalhães, mas até agora não se sabia a origem de sua massa.

Astrônomos descobriram a composição da Corrente de Magalhães, uma nuvem de gás que engloba a Via Láctea a uma distância de cerca de 200 mil anos-luz.
"A corrente é um enigma de 50 anos. Nós nunca tivemos uma boa explicação de onde ela veio. O que é realmente excitante é que estamos nos aproximando de uma explicação agora", disse o astrônomo Andrew Fox, do Instituto de Ciências Telescópicas Espaciais em Baltimore, estado de Maryland, EUA.
A Grande Nuvem de Magalhães e a Pequena Nuvem de Magalhães realizam uma "rotação dupla", orbitando uma à outra, e também girando em torno da Via Láctea, que as prejudica.
Com base nisso, a equipe da Universidade de Wisconsin-Madison norte-americana, liderada pelo astrônomo Scott Lucchini, realizou uma pesquisa, cujos resultados foram publicados na revista Nature na quarta-feira (9), chegando à conclusão de que o gás não vem das próprias galáxias, mas, sim, dos seus halos galácticos, nuvens gigantes de gás e plasma que envolvem a maioria das galáxias.
De acordo com simulações, a formação foi um processo de duas etapas. A primeira etapa ocorreu muito antes das Nuvens de Magalhães serem capturadas pela Via Láctea, mas quando elas já estavam orbitando uma à outra. A Grande Nuvem de Magalhães roubou uma grande parte do material da Pequena Nuvem de Magalhães durante 5,7 bilhões de anos, fazendo-a perder uma pequena quantidade do seu próprio gás.
O resultado foi um halo de massa de cerca de três bilhões de massas solares de gás, que envolveu as duas galáxias capturadas pela Via Láctea. As forças gravitacionais, por sua vez, criaram a Corrente de Magalhães, que fornecia entre 10% e 20% de sua massa final.
Durante a segunda etapa, as interações entre a gravidade da Via Láctea e o halo da Corrente de Magalhães afastam cerca de um quinto da massa da Coroa de Magalhães para fora para criar o resto do fluxo.

Implicações da pesquisa

Assim, a própria existência de halos em volta das Nuvens de Magalhães pode estar sendo comprovada pela pesquisa.
Apesar de os cientistas estarem certos de sua ligação às galáxias anãs Grande Nuvem de Magalhães e Pequena Nuvem de Magalhães, que orbitam nossa galáxia, e que as deverá consumir no futuro, até agora os modelos científicos eram incapazes de explicar a razão pela qual as galáxias anãs estavam perdendo muita massa, que é estimada ter uma massa equivalente a um bilhão de sóis.

terça-feira, 26 de maio de 2020

#astrofísica: Antigo 'anel de fogo' gigante é descoberto a bilhões de anos-luz do Sistema Solar (VÍDEO, FOTO)



Uma antiga galáxia em forma de "anel de fogo", formada após colisão entre duas galáxias, foi encontrada a 11 bilhões de anos-luz do Sistema Solar, tendo aproximadamente a mesma massa que a Via Láctea.

Uma equipe de astrônomos utilizou os dados espectroscópicos obtidos pelo Observatório WM Keck no Havaí e imagens gravadas pelo telescópio espacial Hubble da NASA para identificar a estrutura incomum de um tipo de galáxia extremamente raro, descrito como "anel de fogo cósmico".
A chamada R5519 está localizada a 11 bilhões de anos-luz do Sistema Solar e foi formada após uma colisão violenta e catastrófica entre duas galáxias. Além disso, a R5519 tem aproximadamente a mesma massa que a Via Láctea.
A descoberta foi anunciada pela revista Nature Astronomy e pode revolucionar as teorias sobre a formação inicial das estruturas galácticas e como evoluíram, segundo os autores do estudo.
A galáxia é circular, com um buraco massivo em seu centro, sendo quase dois milhões de vezes maior que a distância entre a Terra e o Sol.
"Ela está criando estrelas a um ritmo 50 vezes maior que a Via Láctea [...] A maior parte desta atividade ocorre em seu anel, que realmente é um anel de fogo", afirmou Tiantian Yuan, pesquisador principal do Centro de Excelência ARC da Austrália para Astrofísica do Céu em 3 Dimensões (ASTRO 3D).
Os cientistas acreditam que as chamadas "galáxias em anel de colisão", como a recém-descoberta, começaram a se formar entre quatro e seis bilhões de anos depois do Big Bang, que ocorreu há aproximadamente 13,8 bilhões de anos.

Representação artística da galáxia em anel R5519
Uma vez que, pelas teorias atuais, distância equivale a tempo, isso significa que a imagem mostra como a galáxia era 11 bilhões de anos atrás.
Agora, isso é pouco mais de 3 bilhões após o Big Bang, um período que, segundo os cientistas, não poderia ser suficiente para formar uma galáxia tão incomum.
A maioria das galáxias descobertas que se formaram muito cedo, ou seja, no Universo primitivo, tem a forma de bolhas desordenadas, com estrelas que orbitam em todas as direções.
Desta forma, trata-se da primeira galáxia descoberta deste tipo formada no Universo primitivo.

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