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segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Astrologia - planetas retrogrados e carma




" Os Retrógrados não apenas fazem o Indivíduo voltar para o ontem, o útimo mês e o último ano, como também provocam a Regressão para Vidas Anteriores, cujas memórias trazem fortemente para a atual encarnação. Estas memórias representam acontecimentos específicos ou indivíduos que eram suficientemente significativos em outra vida para, ainda, possuírem influência sobre a pessoa. Sempre que um Planeta Retrógrado aparece no Horóscopo, o indivíduo avança na sequência do tempo, junto com o resto de seu Mapa natal. Ao contrário, ele continua tentando solucionar circunstâncias anteriores que ainda parecem inacabadas. Nestas áreas específicas de sua vida não parece haver uma demarcação entre uma vida e outra. Suas memórias são tão intensas que ele nem mesmo as reconhece como tal; para ele, elas parecem ser o presente. Contudo, ele está vivendo uma fase sombria de outra zona de tempo, cujo irresistível magnetismo parece até mesmo mais importante do que sua vida atual. Nesta surpreendente transcendência do tempo através dos Retrógrados é que está a principal chave para o Carma." 

Martin Schulman, e olhe o que ele nos diz sobre Planetas retrógrados  e Carma

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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Nos degraus do caminho dourado dos arcanos menores do tarô - 7,8,9




O estudo da lâmina 7 de Ouros concluímos o septenário das experiencias internas e das realizações iniciáticas. As características que esses graus têm em comum é que todos foram alcançados pelo esforço próprio do discípulo. O 7 de Ouros sintetiza todo o esforço pessoal do peregrino. Os 7 primeiros graus correspondem as causas secundárias enquanto os graus 8, 9 e 10 de Ouros se relacionem com as três causas primordiais. No que diz respeito a correspondência de 7 de Ouros com os arcanos maiores podemos afirmar o seguinte: 

O 7º arcano maior (O carro) designa a vitória sobre o condicionamento planetário interno. O verdadeiro vencedor torna-se senhor do seu mundo psícoanímico e físico através do princípio individual. O arcano 16 (Diabo) simboliza o desmoronamento dos elementos pessoais inferiores pela atuação da vontade superior. A ligação de 7 de Ouros à sefira Netzah (Vitória) é evidente e dispensa qualquer comentário. Na alquimia o operador procura sintetizar todos os esforços volitivos e impregna-los à matéria alquímica. A ligação entre Rebis e operador já tinha sido estabelecido no grau anterior, mas ambos ainda continuem separados e a influencia que o Rebis absorve ainda vem de fora. Apenas quando essa absorção atingir o máximo, a parte final do processo alquímico se tornará possível. 

 O 8 de Ouros é representado por dois quadrados que possuem um centro comum e que girem em sentido contrário. São eles os elementos ativos do processo criador. No ser humano agem de dentro para fora como de fora para dentro. Esses elementos são conhecidos no Oriente pelo nome Tatwas e no Ocidente por Elementos Essenciais e Substanciais que representam tudo aquilo que existe. Os Tatwas pertencem a Força Universal Criadora, ou seja, a todos os aspectos daquilo que cria como também daquilo que está criado (assunto muito investigado na Filosofia Existencialista de Martin Heidegger/ relação sujeito-objecto). Segundo a tradição os Elohim e tudo criado por eles representam estes dois aspectos (essencial, criador - substancial, criado). 

O ser humano normalmente não tem consciencia das energia tátwicas externas, aquelas que que o criam, mas é consciente às forças internas por ele próprio criadas e projectas para o meio ambiente exterior segundo a sua vontade. No ser humano na generalidade apenas as tatwas inferiores (Prithivi, Apas, Vayu e Tejas) são manifestados. Simbolicamente cada tatwa ocupa um dos lados de dois quadrados que girem em sentido inverso e que têm como centro comum um quinto tatwa de nome Akasha. Akasha liga os 4 tatwas inferiores aos 2 tatwas superiores (Adi e Anupadaka) não manifeste no ser humano. Akasha transmite os seus dois aspectos de força através dos 4 tatwas inferiores ao ser humano. Agindo através do tatwa Prithivi, a influencia de Akasha rege o crescimento orgânico e natural de cada organismo desde do nascimento até a idade adulta e é responsável pela renovação das células de 7 em 7 anos! (Lembremo-nos do cíclo de ). Agindo através do tatwa Apas, Akashi rege o desenvolvimento do corpo etérico, através de Vayu o corpo astral e através de Teja o corpo mental ou capazidades intelectuais. No ser humano esses 4 tatwas estão ativos. Prithivi e Apas dão início à substância e Vayu e Tejas permancem em estado de força. 

 Os tatwas são os 7 aspectos da Força Universal Criadora ou 7 planos da Criação desde do mais sútil ao mais denso. A totalidade do trabalho dos 7 tatwas apenas se realiza no Macrocosmo. No Microcosmo humano somente os 4 tatwas inferiores estão activos. Tanto os tatwas como os planetas são as 7 causas secundárias. Esta relação pode ser compreendida de seguinte maneira. Os tatwas criam e os planetas dão a forma ao que está criado. A essência única de cada individualidade é criada por Akashi e o desenvolvimento formal é feito pelos planetas dominantes. Para um aumento de manifestação os 4 tatwas inferiores devem ser mais harmoniosos e cooperantes possível (ver mapa astral). Akasha apresenta-se pela espiritualização geral da personalidade e começa pelo corpo físico e etérico para passar pelas forças psíquicas, da intuição e expansão da consciência. Falamos de um trabalho interno do Espirito que não pode ser provocado ou manipulado. É de assinalar que como acontece aos planetas também os tatwas não contêm em si qualquer conotação negativa ou positiva. 

 A força tatwika expressa-se de forma negativa quando a personalidade está desalinhada ou perturbada. O efeito de transmissão entre os 2 tatwas superiores e os 4 inferiores pode até ter efeitos destruitivos quando os 4 tatwas inferiores não conseguem suportar as vibrações superiores. Trata-se de um fenómeno bem visível hoje em dia no crescente aumento da criminalidade a nossa volta e revela-se como perda total de controlo sobre os desejos e emoções, pela revolta contra todo o tipo de autoridade e formas aceites pela sociedade. Todavia essa revolta e vontade de mudança não engloba nada de construtivo ou projectual ao contrário daquilo que acontece no estágio de espadas. O ânimo é de negação . Nietsche Percebe-se então a importância da harmonização da personalidade antes de qualquer trabalho espiritual sério. Ao concluir o estágio de 8 de Ouros finalizamos o ensinamento esoterico sobre a individualidade ou Eu Verdadeiro. 

Sabemos que 8 de Ouros se relaciona com os 3 tipos de alma (Aleph, Guimel e Lamed). Ao juntar as 3 letras forma-se a palavra AGLA cujo valor numérico (1+3+30+1) é igual a 8 e que corresponde por analogia ao Arcano Maior Justiça. AGLA designa 3 caminhos distintos para chegar a Deus. O tipo Aleph concebe Deus através da filosofia e do conhecimento cientifico-metafísico (Isis). O tipo Guimel, inteiramente místico, procura a experiencia interna e supra-racional da presença divina. O tipo Lamed tem igualmente uma concepção transcendente de Deus mas procura alcança-lo através da intuição. Ele sente a presença divina em tudo que é natureza e reconhece todos os seres como sendo filhos do mesmo Pai. Poderíamos falar aqui de panteismo religioso. 

O segundo Aleph do nome divino é a unificação dos 3 tipos nos planos superiores, essa união é realizada no estágio de Paus. A diferenciação da alma em 3 categorias corresponde à triplicidade da Mônada nos planos Tatwicos superiores. Todas as almas não degeneradas pelo materialismo pertencem a uma dessas categorias ou correntes espirituais que flui através da individualidade. O peregrino necessita identificar seu tipo de alma como também esforçar-se para que haja condições para essa se manifestar de forma mais perfeita possível através da individualidade e da personalidade. Caso que o tipo Aleph não tenha purificado suficientemente a personalidade ele irá reflectir o tipo Aleph sob forma, por exemplo, de um dogmatismo estreito e pelo desapego à escolastica. O tipo Guimel, através de vivencias astrais ilusórios e o tipo Lamed por uma espécie de diluição inconsciente da individualidade no meio ambiente. 

 O 8 de Ouros relaciona-se igualmente com o ensinamento das 3 causas primordiais ou 3 princípios (na Astrologia) cujo símbolo é o triângulo EMESH (Aleph, Mem, Shin)...(1+40+300 =341 = 8). No hermetismo ético as causas primordiais manifestam-se de seguinte modo: A causa Aleph como carácter específico da individualidade que se expressa através da personalidade, o carácter específico de suas aspirações e o modo como o discípulo se cria a si mesmo de forma consciente. A causa Mem como força espiritual que, agindo de fora através de Akasha, e que pode transmutar o ser humano. A causa Shin (Marte/Louco) como força do próprio peregrino, fundamental para qualquer trabalho criador. No grau precedente (7 de Ouros) era preciso superar os aspectos negativos do carma interno. 

 A tarefa do estágio de 8 de Ouros é reger o carma externo, ou seja, apreender enfrentar positivamente todos os acontecimentos externos da vida. Nada acontece por acaso e tudo tem uma razão de ser (lei da causa e do efeito). Uma provação necessária quando for repelida volta novamente mais tarde. Lembro aqui o transito saturniano! Todas as situações por mais desfavoráveis que possam parecer devem ser construtivamente aproveitadas evitando assim o perigo da involução ou descida descontrolada ao materialismo. Por além dos nomes divinos AGLA e EMESH, o 8º arcano se liga também ao 3º nome divino Jod-He-Vau-He (1+5+6+5 =17 =8). Este terceiro nome em relação ao 8 de Ouros corresponde ao trabalho criativo dos 4 tatwas inferiores, realizando-se de cima para baixo e vice versa (4+4 =8). Outro Arcano Maior relacionado com 8 de Ouros é o 17º (Estrela) que é o arcano da Natureza. 

 A força deste arcano, a vida em constante renovação, não é mais nem menos do que a própria força tatwika. Os títulos dado ao Arcano - Divinatio Naturalis e Signum referem-se em primeiro lugar ao condicionamento astrológico ligado ao carma. Podemos falar aqui de um elemento de determinismo astrologico retificado pelo elemento do indeterminismo e que se expressa pela frase célebre: Os astros inclinam mas não determinam. 

 O 3º título, Intuito, confirma a capazidade de conhecimento supraintelectual, dado pela acção Akasha. Por último o título Spes, indica que diante do peregrino que já se purificou pela realização do 7º grau e que tomou consciência do trabalho dos tatwas já se abre a porta da Iniciação., ou seja, ao (re)nascimento espiritual para uma nova vida. O 8 de Ouros está ligado a sefira Hod (Paz). Em todos os naipes , o 8º grau refer-se sempre ao trabalho interno, algo que se faz em silêncio e que transforma o ser humano. Na Alquimia o 8 de Ouros é a fase mais espiritual de todo o processo. Trata-se da mistura Rebis dentro do Ovo e que já recebeu o máximo da influencia externa. 

 A partir deste momento o Alquimista polariza as suas forças mentais e volitivas (azoth dos sábios) atuando sobre a mistura para que nela possa nascer a Pedra Filosofal. Essa força espiritual por parte do Alquimista corresponde à ação do Akasha sobre os tatwas inferiores existentes no ser humano. Já o nove de ouros é o grande arcano da iniciação. O yesod de Hermes e a força lunar . 4+5 = 9 A autoridade (Imperador) da Alma- Qinta Essência (Papa) 3+6 = 9 O andrógino (Imperatriz) no seu meio ambiente (Amantes/2 caminhos) 2+7 = 9 A Ciência (Papisa) da Astrologia (Carroça) 1+8 = 9 O Início (Mago) da Harmonia (Justiça)

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Umbanda Astrológica, regências e o modo básico de expressão em cada vibração




O(s) planeta(s) dominante(s) rege(m) a individualidade ao contrário do(s) planeta(s) regente(s) do horóscopo que por sua vez expressa(m) as características psico-anímicas e físicas . A individualidade determinada pelo(s) planeta(s) dominante(s) encontra a sua máxima expressão na religiosidade/espiritualidade. De acordo com o planeta da individualidade, podem-se distinguir 7 modos básicos da expressão : 

 1. / Oxalá - procura iluminar e santificar todos os aspectos da vida. Este tipo é sensível à beleza e ao brilho externo dos rituais e dos templos etc. 2. / Yemanjá - É um tipo muito apegado a sua religião e segue rigorosamente seus preceitos e costumes. 3. / Ogum - É um tipo que se dedica ao proselitismo, disposto ao sacrifício e ao martírio. Falamos do tipo missionário ou pregador. 4. / Yori - Tenta entender as verdades religiosas numa base filosófica. Gosta do debate e procura fundamentar a sua fé. 5. / Xangô - Tipo que encontra em Deus a autoridade suprema e justa. A religião é lei e rege a sua vida na sociedade humana. Falamos de um legislador religioso que dá muito valor aos rituais. 6. / Oxóssi - Entende a religião como lei moral e ética que rege a vida e as relações com o meio ambiente. 7. - Verá na religião um ensinamento místico, o mistério divino encarnado no ser humano. Procura viver a solidão espiritual, no isolamento. É um tipo que dá filósofos religiosos, místicos e abstratos. Através da vibração, do Raio Cósmico, do traço ancestral e do orixá pessoal, vemos a característica e missão de cada individuo. 

 Carlinhos Lima - Astrólogo
7/3/2011


sábado, 9 de outubro de 2021

Umbanda Astrológica, regências e o modo básico de expressão em cada vibração




O(s) planeta(s) dominante(s) rege(m) a individualidade ao contrário do(s) planeta(s) regente(s) do horóscopo que por sua vez expressa(m) as características psico-animicas e físicas . A individualidade determinada pelo(s) planeta(s) dominante(s) encontra a sua máxima expressão na religiosidade/espiritualidade. De acordo com o planeta da individualidade, podem-se distinguir 7 modos básicos da expressão : 1. / Oxalá - procura iluminar e santificar todos os aspectos da vida. Este tipo é sensível à beleza e ao brilho externo dos rituais e dos templos etc. 2. / Yemanjá - É um tipo muito apegado a sua religião e segue rigorosamente seus preceitos e costumes. 3. / Ogum - É um tipo que se dedica ao proselitismo, disposto ao sacrifício e ao martírio. 

Falamos do tipo missionário ou pregador. 4. / Yori - Tenta entender as verdades religiosas numa base filosófica. Gosta do debate e procura fundamentar a sua fé. 5. / Xangô - Tipo que encontra em Deus a autoridade suprema e justa. A religião é lei e rege a sua vida na sociedade humana. Falamos de um legislador religioso que dá muito valor aos rituais. 6. / Oxóssi - Entende a religião como lei moral e ética que rege a vida e as relações com o meio ambiente. 7. - Verá na religião um ensinamento místico, o mistério divino encarnado no ser humano. Procura viver a solidão espiritual, no isolamento. É um tipo que dá filósofos religiosos, místicos e abstratos. Através da vibração, do Raio Cósmico, do traço ancestral e do orixá pessoal, vemos a característica e missão de cada individuo. 

 Carlinhos Lima - Astrólogo 2/4/2011


sábado, 4 de setembro de 2021

QUÍRON NOS ELEMENTOS E NAS MODALIDADES





O livro citado de Richard Nolle faz uma boa análise da posição de Quíron conforme título acima; entretanto, o que merece um destaque maior é sua presença nos hemisférios: no hemisfério inferior (mais ligado com o mundo interior do indivíduo) ou no hemisfério superior do mapa natal (mais ligado com o mundo exterior do indivíduo). Segundo aquele autor, quem tem Quíron no hemisfério inferior geralmente tem ‘uma inquietude subconsciente que trabalha sob o nível da percepção racional, para produzir oportunidade para crescimento transcendental.’ Já quem tem Quíron no hemisfério superior geralmente ‘tende a projetar a função de Quíron em outras pessoas; ao invés de iniciar independentemente o processo que leva a uma confrontação com o mestre interior, o indivíduo terá probabilidade maior de ser beneficiário de contatos com outras pessoas, que farão o papel de mestres.’ 

 Exemplos destacados de Quíron no hemisfério inferior são os mapas de Sigmund Freud, C. G. Jung, Hermann Hesse, Mohandas K. Gandhi, Martin Luther King Jr. e John Lennon;, quanto à posição no hemisfério superior, podemos citar Annie Besant, Bob Dylan e Carlos Castaneda ( de acordo com o citado naquele livro). Mas o exemplo mais notável é o do conhecido astrólogo Dane Rudhyar: em um excelente artigo sobre Quíron, Candy Hillenbrand cita que ‘Rudhyar foi o pioneiro (Áries) de uma abordagem Harmônica (Libra) para a Astrologia (Quíron), e essa se tornou sua maior contribuição para o mundo (Quíron em conjunção com o MC – a 12º06' de Libra, nota deste autor). Rudhyar também foi artista, poeta, e compositor musical. Ele escreveu acerca de uma abordagem ‘estética’ para a vida, de uma maneira muito bem simbolizada por Quíron em Libra.’

7/11/2011


QUÍRON: CAMINHO DE EVOLUÇÃO E SABEDORIA




Há inúmeras possibilidades das quais podemos nos valer para tentar entender o papel de Quiron na astrologia. A mitologia é um caminho; a localização celeste de Quiron e sua órbita é outro. Uma terceira alternativa é a exploração dos conceitos culturais que estavam em voga na ocasião da sua descoberta. Por ora, eu gostaria de enfocar a interpretação de Quiron recorrendo ao sentido expandido do mito. Mas eu também vou trazer algumas breves explanações a partir da sua posição celestial. 

 A prática mais comum na astrologia atual é colocar Quiron como o "curandeiro ferido", baseado numa passagem do mito. À luz deste conceito mitológico, a posição de Quiron no mapa astrológico torna-se vista como uma área onde a pessoa é literal ou simbolicamente ferida. Embora se possa obter significativos insights através da exploração dessa abordagem, muito freqüentemente o cliente pode deduzir que trata-se de uma debilidade sem esperança à mera menção da palavra "ferida". Esta perspectiva é lamentável, já que desnecessariamente limita o potencial humano da pessoa em nome da astrologia. Também distorce o mito tremendamente afirmativo sobre a vida de Quiron. A história mais completa sobre Quiron nos fala de evolução positiva com o triunfo sobre a adversidade.
7/9/2011

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Analisando mais a influência de Quíron




Obviamente nem todo mundo que tiver Quiron em trânsito de conjunção ao Sol será convidado para receber o Prêmio Nobel. O que uma determinada pessoa terá em comum com as circunstâncias que envolveram o Dalai Lama será um desafio diferente para si, consoante com seu próprio universo e importância individual. Alguém com exaltação de ego pode ter alguma experiência de humilhação, como uma enfermidade ou a perda de um trabalho, para citar apenas duas possibilidades. (A posição do Sol da pessoa segundo a casa, aspectos e outros fatores, podem sugerir o modelo provável de expressão do trânsito). De outro ponto de vista, em se levando em conta a dinâmica representada na Astrologia pelas progressões e trânsitos, conforme expressa Bárbara Hand Clow, 'os trânsitos planetários são uma oportunidade de acelerar as vibrações com o crescimento. 

É nossa resposta celular à própria vida e, se conseguimos evitar o trabalho de um dos trânsitos, começamos a morrer naquele ponto' Segundo ela, o primeiro retorno de Saturno dinamiza uma ‘crise física’; a oposição de Urano em trânsito com Urano natal, uma ‘crise emocional’. E o retorno de Quíron, a ‘crise da consciência’, o que confere um significado especial para esse retorno e a época correspondente, na vida das pessoas. 

É importante destacar ainda que, sendo o tempo orbital de Quíron nos signos bastante variável, e estando ele atualmente no signo de Aquário, começou recentemente a percorrer a parte mais longa daquele tempo orbital (que é completado por Peixes, Áries e Touro: ele entrará em Gêmeos somente em maio/2034, o que significa que estará ocupando de Aquário a Touro durante 29 anos, ou seja, nos quatro signos em questão ele estará demorando cerca de 56% do total de seu tempo orbital). Além disso, é mais importante ainda ressaltar que, estando o Ascendente do mapa da descoberta de Quíron a 26°04’ de Sagitário, está ele em conjunção com o centro de nossa galáxia (atualmente a 26°56’), e que Plutão atingiu esse grau (26° de Sagitário) em fevereiro deste ano (2006), o que nos permite interpretar que o poder transformativo representado por Plutão atualmente está transmitindo um influxo especial para Quíron, conferindo a este um maior poder de transformação (vale lembrar que Plutão entrará em Capricórnio somente em janeiro/08). Para enriquecer ainda mais esses significados, destaca-se que o símbolo sabiano para a posição de Quíron no mapa de sua descoberta (a 03°09’ de Touro) menciona ‘o pote de ouro no fim do arco-íris’; Dane Rudhyar dá a chave para esse significado, como a plenitude que flui da conexão com a natureza celestial (ou divina), e sugere que aponta para algum tipo de transubstanciação da matéria.

27/9/2011


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sábado, 21 de agosto de 2021

SATURNO em OPOSIÇÃO com MARTE




Extremamente difícil, porque o indivíduo sente que todas as coisas que tenta fazer estão bloqueadas pelas circunstâncias ou oposição dos outros. Sentimento de raiva, irritação e frustração. Problemas com parentes, empregados ou funcionários públicos. No passado, a pessoa criou uma estrutura errada de agir, conseqüentemente, terá sua capacidade limitada agora. 

O indivíduo precisa evitar enfrentar pessoas que são contra suas idéias ou conspiram contra ele, pois poderá ser uma prova muito forte num momento em que está emocionalmente tenso. A melhor forma de utilizar esta energia de Marte reprimida por Saturno, é realizar trabalhos árduos e atividades físicas, embora com precaução para evitar acidentes, principalmente com objetos de metais afiados e pontudos. É melhor mostrar sua sensibilidade para evitar envolvimentos desagradáveis ou problemáticos. 

Como também evitará tornar-se vítima de sua própria raiva contida e de caminhos perigosos. Poderá ficar dividido entre liberar ou reprimir sua violência. Problemas de saúde relacionados à parte óssea, podendo ocorrer deformações ósseas, artrites, arterioscleroses ou pressão alta. Sendo bom uma revisão da saúde através de exames cuidadosos.
7/9/2011





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