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sexta-feira, 19 de julho de 2019

Espetáculo luminoso: sonda da NASA detecta correntes que causam auroras em Júpiter (FOTO)



Estas correntes são impulsionadas pelas enormes forças centrífugas que giram rapidamente na magnetosfera do gigante gasoso do Sistema Solar.

As auroras brilhantes de Júpiter se devem em sua grande maioria divido às turbulentas e inesperadas correntes alternadas que ocorrem na atmosfera de Júpiter. Para isso aponta o estudo publicado no passado dia 8 de julho na revista Nature Astronomy.

Os autores do trabalho científico analisaram os dados recolhidos pela sonda espacial da NASA Juno, que está orbitando Júpiter desde 2016, sobrevoando as regiões polares com uma frequência de 53,5 dias e analisando as forças magnéticas de sua magnetosfera, a parte de atmosfera mais rica em linhas do campo magnético. 
https://www. 07/190711105629.htm 
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Desta maneira, os especialistas descobriram que na magnetosfera havia um menor número de correntes contínuas do que se previa até agora. Eles especificam que estas correntes tinham apenas 50 milhões de amperes, menos do que previam os modelos teóricos.
"Estas observações, combinadas com outras medições da sonda Juno, mostram que as correntes alternadas desempenham um papel muito mais importante no processo de geração da aurora de Júpiter, em comparação com o sistema de corrente contínua", disse Joachim Saur, investigador da Universidade de Colônia (Alemanha) e coautor do estudo citado pelo portal Science Daily.
Sonda espacial Juno da NASA captura vórtice intensamente escuro em Júpiter

O cientista especificou que as auroras que acontecem na Terra e as de Júpiter têm origens diferentes, sendo que no caso do nosso planeta elas são causadas por correntes contínuas.
"Os sistemas de correntes de Júpiter são impulsionados pela enorme força centrífuga que gira rapidamente em sua magnetosfera", destacou Saur, acrescentando que a atividade vulcânica da sua lua Io liberta até uma tonelada de enxofre por segundo, a partir do qual a atmosfera de Júpiter é carregada de íons.
"Devido à rápida rotação de Júpiter", com um dia que apenas dura 10 horas, "as forças centrifugas transportam o gás ionizado no campo magnético, o que gera as correntes elétricas [alternadas]", concluiu o investigador.

Astrofísica: Astrônomos podem ter descoberto por que alguns exoplanetas não têm luas



Astrônomos pensam que os satélites dos gigantes gasosos acabam sendo expulsos da sua órbita para as regiões mais longínquas dos sistemas planetários.

Uma equipe internacional de astrônomos anunciou que talvez tenha descoberto a razão porque a maioria dos exoplanetas que pertencem ao tipo dos júpiteres quentes não têm luas.
De acordo com o comunicado à imprensa sobre o novo estudo, publicado no portal Phys.org, uma projeção de comportamento das exoluas mostrou que os satélites teriam sido expulsos das órbitas destes gigantes gasosos e permaneceriam nas regiões externas dos sistemas planetários, se transformando em análogos de Plutão.
© FLICKR.COM / NASA/ BLUESHIFT
Imagem artística de exoplaneta extremamente quente

Após modelar o comportamento das hipotéticas exoluas deambulantes, denominadas de "ploonets", os investigadores descobriram que inicialmente deviriam se formar em órbitas em redor de planetas gasosos gigantes, inclusive daqueles que giram a uma distância muito próxima da "estrela-mãe".
Entretanto, algum tempo mais tarde estes objetos são expulsos pela força da gravidade para o espaço exterior, evitam colisões com outros planetas e começam a girar ao redor da estrela anfitriã, mas seguindo uma trajetória de uma órbita excêntrica "parecida à de Plutão".
"Estas luas se transformariam em embriões planetários, ou mesmo em planetas completamente desenvolvidos, com órbitas próprias muito excêntricas", explica Jaime Alvarado-Montes da Universidade Macquarie (Austrália) e um dos líderes do estudo.
Segundo os cientistas, a existência de "ploonets" poderia explicar a razão por que os astrônomos encontraram mais de 4.000 exoplanetas, mas até agora não tenham conseguido detectar com precisão nenhuma exolua, apesar que investigações anteriores demonstraram que pelo menos alguns dos júpiteres quentes detectados deveriam ter grandes satélites.

Astrofísica: Astrônomos descobrem característica incomum de todos 'sinais de rádio alienígenas'



Novas observações das misteriosas explosões rápidas de rádio (FRB) indicam que todos esses eventos devem ser gerados por suas fontes várias vezes ao longo de sua existência.

Isso elimina a possibilidade de elas serem produzidas por explosões de estrelas e pela fusão de buracos negros, escreve um astrônomo na revista Nature.
"Até à data, são conhecidas apenas duas fontes com repetição de explosões rápidas de rádio, e a natureza dos restantes 70 rajadas permanece desconhecida para nós. Eu consegui mostrar que a maioria delas devem ser produzidas por fontes que emitem pelo menos vários desses sinais durante sua vida", disse Vikram Ravi, um astrônomo da Universidade de Harvard.

Rajadas misteriosas

Os astrônomos falaram pela primeira vez da existência de misteriosos explosões rápidas de rádio (FRB) em 2007, quando elas foram descobertas acidentalmente enquanto se observavam os pulsares de rádio com o Telescópio Parks na Austrália.
Nos anos subsequentes, os cientistas encontraram vestígios de mais três dezenas de tais explosões, cuja comparação mostrou que poderiam ser de origem artificial, e até mesmo ser potenciais sinais de civilizações extraterrestres, por causa da periodicidade inexplicável de sua estrutura.
Todas elas tinham uma coisa em comum – a potência extremamente elevada e a distância invulgarmente longa até suas fontes. Assim, os astrônomos assumiram inicialmente que tais rajadas surgem durante a fusão de estrelas de nêutrons ou de outros objetos compactos que se transformam em um buraco negro.

'Sinais alienígenas' 

Há dois anos, os cientistas encontraram indícios de que este não é o caso. O telescópio Parks detectou flashes repetidos no mesmo ponto em que há seis anos foi detectada uma das primeiras explosões de FRB, o evento FRB 121102. Isso tornou os "sinais alienígenas" em fenômenos espaciais ainda mais misteriosos e interessantes.
Ravi sugere que as fontes de "sinais de rádio alienígenas" singulares não diferem em sua natureza do FRB 121102 e de outra rajada repetida, FRB 180814, depois de analisar os últimos dados coletados por dois radiotelescópios relativamente novos, o observatório canadense CHIME e seu "primo" australiano ASKAP.
Ambas as instalações podem monitorar setores bastante amplos do céu noturno, permitindo-lhes gravar dezenas de explosões FRB nos primeiros meses de sua operação. Isso mais do que dobrou seu número total e fez com que os cientistas pensassem sobre a frequência com que deveríamos ouvir o "chamamento" dos alienígenas.

Resultados da observação

O fato é que a frequência desses eventos diferia dramaticamente, de acordo com os dados do CHIME e ASKAP. O observatório canadense detectou cerca de dez vezes mais rajadas que o seu "concorrente" australiano, o que levou os cientistas a duvidar da veracidade de todas as observações de explosões FRB.
Estas discrepâncias, como mostraram os cálculos de Ravi, não se deviam a erros dos astrônomos ou a problemas na operação dos dispositivos, mas sim porque o ASKAP simplesmente captura mal os "sinais alienígenas" que ocorrem a uma distância bastante grande da Via Láctea.
Esta descoberta ajudou-o a combinar os resultados de suas observações e a calcular com precisão suficiente a frequência das rajadas FRB no céu noturno.
Como se verificou, estas explosões ocorrem com uma frequência inesperada, e mesmo nos casos mais extremos sua frequência excede a frequência de fusão de estrelas de nêutrons, de pares de anãs brancas, explosões de supernovas raras e "normais" e todos os outros eventos cataclísmicos.
O que emite tais rajadas?
Tudo isto, de acordo com Ravi, sugere que quase todas ou a maioria das explosões FRB são causadas por fontes que podem emitir um grande número de tais rajadas, em vez de apenas uma. O seu número total pode ser bastante pequeno, cerca de 100 eventos ao longo de toda a vida do Universo, para explicar a frequência dos flashes que foram detectados pelo telescópio CHIME.
Isso, no entanto, levanta uma nova questão para os cientistas: por que tais propriedades foram descobertas em apenas dois das sete dezenas de "sinais alienígenas" conhecidos?
A resposta a esta pergunta, como sugere o astrofísico de Harvard, pode ser obtida se entendermos em que partes das galáxias nascem as explosões FRB.
Até agora, essa informação é conhecida apenas para o FRB 121102 e para uma explosão "singular" descoberta em setembro do ano passado, o que não permite tirar quaisquer conclusões sobre sua natureza.

Astrofísica: Encontrada maneira surpreendente de tornar Marte habitável



Marte poderia ser transformado em um planeta habitável através da criação de pequenas ilhas que imitariam o efeito estufa da Terra, apontam novas pesquisas.

Um escudo de dois centímetros de espessura de aerogel de sílica, que é um material extremamente leve derivado de um gel, seria eficaz no isolamento do planeta e no derretimento do gelo abaixo da superfície, criando água líquida de forma permanente.
Esse procedimento teria um excelente potencial para criar um forte aquecimento estufa em estado sólido em condições marcianas, cita o Daily Star.
estudo publicado pela Nature Astronomy indica como o escudo seria capaz de transmitir luz visível suficiente para a fotossíntese, além de bloquear a radiação ultravioleta nociva e elevar as temperaturas abaixo da superfície de forma permanente, acima do ponto de fusão da água, sem necessidade de uma fonte de calor interna.
"Essa abordagem regional para tornar Marte habitável é muito mais viável do que a modificação atmosférica global", afirmou o professor assistente de ciência ambiental e engenharia na Escola John A. Paulson de Harvard, Robin Wordsworth, ressaltando que, ao contrário das ideias anteriores, essa pode ser desenvolvida e testada com materiais já existentes.
Wordsworth e os coautores do estudo retiraram a ideia da observação de que o dióxido de carbono sólido nos polos marcianos cria bolsões de calor no verão, permitindo a entrada da luz solar e evitando que o calor escape, tal como seu equivalente gasoso tem feito em escala planetária na Terra.
O novo estudo sugere que simplesmente não há CO2 suficiente armazenado em forma sólida em Marte para criar uma atmosfera que pudéssemos respirar.
Foto tirada pela sonda Mars Express mostra tempestade de areia perto da calota polar do norte de Marte

Já os aerogéis são formados por aglomerados em nanoescala interconectados em torno de bolsões de gás. Sendo 97% poroso, o aerogel é extremamente leve, bem como um excelente isolante. O material já é utilizado para isolar robôs do perigoso frio da noite marciana.
"Espalhe através de uma grande área o suficiente, você não precisaria de qualquer outra tecnologia ou física, você apenas precisaria de uma camada desse material na superfície e debaixo de você teria uma temperatura agradável", afirmou Wordsworth.
Além disso, a abordagem também evitaria alguns dos problemas éticos com a terraformação de Marte, potencialmente apoiando milhões de pessoas, mas mantendo a maior parte do planeta em seu estado primitivo.

AS 10 PROFISSÕES MAIS BEM PAGAS QUE NÃO EXIGEM DIPLOMA

Profissional da área de petróleo: setor paga bons salários (Foto: Reprodução)

Remuneração média mensal pode ser superior a R$ 5 mil


Mesmo sem um diploma do ensino superior, há profissões que oferecem salários interessantes, com média salarial mensal de até R$ 5 mil. É o que mostra levantamento do site de empregos Catho, que listou os dez cargos mais bem remunerados e que não exigem formação superior. No topo do ranking está o técnico de petróleo.

— O diploma técnico é capaz de preparar profissionais para exercer determinadas atividades que tiveram um crescimento importante nos últimos anos e passaram a oferecer remunerações mais atraentes — afirma Murilo Cavellucci, diretor de gente e gestão da Catho.

Confira as dez profissões mais bem pagas e as médias salariais mensais:
1ª Técnico de Petróleo - R$ 5.406
2ª Ferramenteiro de Corte e Repuxo - R$ 4.662,50
3ª Técnico Sucroalcooleiro - R$ 4.273,50
4ª Técnico em Inspeção de Equipamentos - R$ 4.127,80
 Inspetor de Qualidade de Instrumentos - R$ 3.979,10
6ª Técnico em Obras - R$ 3.940
7ª Ferramenteiro de Manutenção - R$ 3.892,50
 Ferramenteiro de Moldes Plásticos - R$ 3.886,70
9ª Técnico de Planejamento - R$ 3.813,20
10ª Projetista Mecânico - R$ 3.810,60

segunda-feira, 15 de julho de 2019

Astrofísica: Terra pode ser atingida por tempestade solar arrasadora



Uma tempestade solar devastadora poderá atingir a Terra com explosões solares 272 vezes mais quentes do que o Sol.

O episódio pode ocorrer nos próximos dez anos de atividade solar à medida que o Sol se aproxima de seu período "mais fraco" em 200 anos, com isso a Terra poderá ser atingida por explosões de 1.500.000 °C.
As erupções solares são explosões de radiação que emanam do Sol e podem durar minutos ou horas. Essas explosões são causadas por manchas solares, regiões frias e escuras formadas na superfície do Sol devido ao campo magnético.
A atividade do Sol envolve dois ciclos, um ciclo de 11 anos e mínimos solares e outro de máximos solares, conforme cita o tabloide Daily Star.
Durante os mínimos solares, a atividade do Sol cai e tanto as manchas solares quanto as erupções são menos frequentes, enquanto que ao atingir seu ponto máximo, diversas manchas solares podem liberar jatos de energia na Terra.
De acordo com a NASA, o próximo ciclo deve começar em 2020, seguido de um máximo solar no ano de 2025.
Aumento de erupções no Sol, registrado em 21 de março de 2019

O chefe do escritório de meteorologia da Agência Espacial Europeia, Juha-Pekka Luntama, ressaltou que ninguém tentou fazer uma estimativa dos custos adicionais, sendo que uma grande erupção solar afetará o mundo inteiro.
"Nosso Sol poderia ser agradável e tranquilo, mas na verdade não é", afirma o Juha-Pekka Luntama, ressaltando que quando os prótons e elétrons ejetados pelo Sol atingem os satélites, eles podem causar danos ou até mesmo destruir os eletrônicos do satélite, como redes de energia, podendo ameaçar até mesmo as missões lunares.
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