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terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Ayurveda é a ciência da vida



Medicina tradicional da antiga Índia, a ayurveda é provavelmente o sistema de saúde mais antigo do mundo, com raízes que retrocedem os cinco mil anos no sistema védico. Não nos surpreende quando é chamada de “a mãe de todas as medicinas”. Ayurveda é o sistema de cura mais extenso no mundo e trata integralmente o corpo, a mente e o espírito. É um grande aliado do sistema milenar do yoga, da vida e da consciência. Dada a sua antiguidade, podemos dizer que é o sistema médico original de qual se derivam todos os sistemas médicos modernos.

O ayurveda está baseado nos milenares conhecimentos espirituais védicos. Do Sânscrito Ayur = Vida e Veda = Conhecimento ou Verdade. Estes dois conceitos unidos perpetuam a arte de manter a vida com harmonia. Mais que um sistema médico, o Ayurveda é uma “ciência” védica de sabedoria ancestral de cura, prevenção e longevidade. É um estilo de vida, uma forma de convívio em harmonia com a natureza, onde a saúde significa equilíbrio entre corpo, mente e espírito, através do rejuvenescimento do organismo e do fortalecimento do sistema imunológico. Em sua visão conceitual simplificada, saúde é a ausência de doenças físicas e mentais.

 
O ayurveda tem influenciado, através da história, muitos sistemas de medicina, desde os antigos gregos até os chineses. Um exemplo disso são as ervas e fórmulas ayurvédicas encontradas na medicina tradicional chinesa. O ayurveda é à base da medicina tibetana com influência secundária da medicina chinesa. Diferentes formas de ayurveda são encontradas no Nepal, Sri Lanka e Burma e na Tailândia.

Uma medicina alternativa que foi introduzida no ocidente nos últimos anos tem prestígio e popularidade em expansão. No contexto ocidental o ayurveda é um sistema naturopático e é provavelmente a mais completa de todas as formas de medicina naturopática em escala mundial.



segunda-feira, 5 de julho de 2021

Em busca de vida: astrônomos da NASA descobrem 'ciclo de vida' de metano em Marte

 


Cientistas da agência espacial dos EUA estudaram a presença de metano no Planeta Vermelho e chegaram a uma conclusão sobre como o gás pode muitas vezes parecer não existir em Marte.

Cientistas da agência espacial norte-americana NASA afirmam ter revisto os dados do metano capturados previamente em Marte, e coletado novos, encontrando um padrão de como ele surge, depois que astrônomos da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) referiram não ter visto vestígios desse gás.

"Quando a equipe europeia anunciou que não viu metano, eu fiquei realmente chocado", comentou em comunicado Chris Webster, cientista planetário do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA.

Os pesquisadores norte-americanos então reviram os dados do rover Curiosity, que tem enviado informação desde Marte sobre o Planeta Vermelho, incluindo vestígios minúsculos de metano, que além de poderem ser resultado de um processo geológico, podem indicar a presença de algum tipo de vida.

A equipe descobriu no estudo, que foi publicado na revista Astronomy & Astrophysics que a razão de a ESA não ter encontrado o gás deve-se a ele se diluir muito na atmosfera durante o dia em Marte, o que o impede de ser detectado a uma distância tão grande. Durante a noite, por sua vez, o gás fica na superfície do planeta.

Essa teoria foi confirmada após os cientistas realizarem medições de alta precisão do metano durante dois anos, incluindo pela primeira vez durante a luz do dia. Tal como previsto, o gás permaneceu na superfície durante a noite e se dissolveu na atmosfera durante o dia.

No entanto, também se sabe que o metano não parece estar se acumulando na atmosfera em Marte ao longo do tempo e os pesquisadores estão agora testando a razão do fenômeno.

terça-feira, 8 de junho de 2021

NASA lançará sonda para estudar lua de Júpiter que poderia conter vida

 


Na próxima segunda-feira (7), a sonda Juno, da NASA, vai voar a cerca de 1.038 quilômetros de Ganimedes, o maior satélite natural de Júpiter.

Este é o voo mais próximo desde que outro dispositivo espacial, Galileo, voou a 808 quilômetros da lua. No entanto, a sonda Juno está equipada com ferramentas mais avançadas, nos dando a chance de ver "Ganimedes de jeitos nunca antes possíveis", disse o principal pesquisador do projeto, Scott Bolton, citado pelo Phys.org.

Como parte da campanha de informação relacionada ao sobrevoo iminente, a NASA lançou uma animação de Ganimedes, mostrando as estruturas geológicas conhecidas em sua superfície em cores.

A coleta de dados começará cerca de três horas antes da maior aproximação. Para além de captar imagens do satélite natural em estudo, a Juno também estudará várias propriedades importantes do mesmo.

A NASA recria uma lua de Júpiter que poderia conter vida.
A NASA divulgou uma animação de Ganimedes, o maior satélite natural de Júpiter, mostrando as estruturas geológicas conhecidas em sua superfície em cores.

De modo a analisar a composição e temperatura das camadas de gelo que cobrem o Ganimedes – e sob as quais, segundos os cientistas, existe um oceano que poderia ser habitável – a sonda vai utilizar um radiômetro de micro-ondas (MWR, na sigla em inglês).

A Juno também vai estudar a camada exterior da atmosfera da lua de Júpiter, onde os gases formam íons sob a radiação solar.

"Quando a Juno passar atrás de Ganimedes, os sinais de rádio atravessarão sua ionosfera, causando pequenas mudanças na frequência que deve ser captada por duas antenas no complexo de Camberra da Rede do Espaço Profundo, na Austrália. Se pudermos medir essa mudança, poderemos entender a conexão entre a ionosfera de Ganimedes, seu campo magnético intrínseco e a magnetosfera de Júpiter", explica Dustin Buccino, o engenheiro da missão, citado pela mídia.


 

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Comportamento e relacionamentos: Ele decidiu trocar a mulher por uma mais jovem e bonita, mas a vida resolveu dar uma lição



Tem que saber amar


Ele Trocou a Mulher Por outra “Mais nova e Bonita”, Mas a Vida Deu-lhe uma Enorme Lição! Essa é a história de um homem que trocou sua mulher por outra mais bonita. conheça o relato que ele escreveu um ano depois, quando reencontrou por acaso sua ex-mulher. “A vida realmente dá mil voltas. Sempre nos surpreendendo e nos ensinando. Há um ano me separei depois de muito tempo casado. Deixei minha esposa para ficar com uma mulher mais jovem e mais bonita. Minha ex-mulher era gorda. Ela estava flácida, tinha a pele cheia de celulite e estrias, pneuzinhos e barriga, não se cuidava nem se penteava mais, não usava maquilagem e sempre andava com roupas e vestidos largos.

 Não pintava as unhas, raramente se depilava, não usava sutiã e tinha os peitos caídos: enfim, eu não sentia mais atração por ela e nada nela me agradava mais. O único que restava era a lembrança nostálgica da exuberante mulher que um dia eu conheci. Hoje, exatamente um ano depois de deixar-la, encontrei a mulher que um dia foi minha esposa. Estava linda, radiante, tinha emagrecido e não se notava mais os pneus laterais ou a barriga. O cabelo caía pelos ombros, um vermelho vibrante se destacava em seus lábios carnudos e ela vestia um vestido que destacava sua cintura e que parecia que tinha sido feito exclusivamente para ela. Não parecia o corpo de uma mãe que três belas crianças, os meus filhos. Pois agora estou aqui sozinho, recordando que os quilos que ela tinha a mais se deviam à gravidez do nosso último filho. A barriga flácida ela tinha porque estava se recuperando da enorme barriga em que ela carregou por nove meses os melhores presentes que a vida me deu. 

A celulite era porque ela tinha largado a academia para ficar em casa cuidando dos nossos filhos. Não tinha tempo para se pentear, muito menos depilar-se ou arrumar as sobrancelhas. O pouco tempo que ela tinha para si, ela usava para me agradar. Se colocava sempre em segundo ou terceiro plano. Ela tinha os seios flácidos mas estava orgulhosa de ter amamentado os filhos até os dois anos cada um. Não usava sutiã porque era mais prático para alimentá-los. Passava o tempo todo, cozinhando, limpando, passando roupa. Ela sorria e se sentia feliz com sua família. Para ela, essa era a vida ideal. Estou contando isso porque eu sei o que é ter u,ma mulher de verdade dentro de casa e perdê-la. Eu arruinei tudo, perdi essa mulher maravilhosa. 

De maneira tonta, troquei a beleza real por uma beleza de aparência. Mas aprendi a lição. Me faltou compreensão e saber reconhecer o valor de uma dona de casa. Agora ela está com o nosso filho menor, o Benjamin, de apenas um ano. Os outros já cresceram e não consomem mais tanto tempo. Agora, ela pode cuidar-se e se deu conta de que não precisa de nenhum babaca ao seu lado para se sentir especial. Se eu não soube ou não pude valorizar-la, outro o fará.


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sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Cometas tiveram grande impacto no início da vida na Terra, revela estudo

 


As descobertas da nova pesquisa acrescentam peças importantes ao quebra-cabeça de como a vida começou no planeta Terra.

O Big Bang pode ter iniciado o Universo, mas é provável que a queda de cometas tenha desempenhado um papel essencial na vida na Terra, afirmam pesquisadores do Albion College, Michigan, EUA. Os resultados da investigação foram publicados recentemente na revista científica Astrobiology.

"Experimentos que simulam impactos mostraram repetidamente que as biomoléculas encontradas em cometas, asteroides e meteoritos não são completamente destruídas", afirma Nicolle Zellner, principal autora do estudo.

A pesquisa expôs amostras de dispersão interespaço do glicolaldeído (GLA, na sigla em inglês), um açúcar importante na química que leva à ribose, a pressões de impacto entre 4,5 e 25 gigapascais (forças muito maiores do que as pressões mais profundas da água do oceano, ou as de um piano caindo de centenas de quilômetros acima da Terra). Os cientistas descobriram que o GLA consegue manter sua integridade sob pressões tão intensas.



© AP PHOTO / ESA
Cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko, cujas fotos originais foram tiradas pela câmera OSIRIS em 1º de junho de 2016
"O fato de que o GLA pode permanecer intacto sob pressões desse tipo fornece outra peça do quebra-cabeça em nossa compreensão de como as biomoléculas sobreviveram à liberação de impacto em uma Terra primitiva", explica Zellner.

Os pesquisadores observaram também que várias novas moléculas foram vistas após o impacto, e algumas delas podem ter implicações biológicas importantes.

Zellner sublinha que o estudo agora apresentado é anterior a observações recentes de astrônomos que encontraram GLA em vários cometas. Essas descobertas recentes acabaram por reforçar a afirmação da equipe liderada por Zellner de que o GLA provavelmente se dispersou por todo o Sistema Solar, inclusive na Terra, por meio de impactos de cometas.

"Todos presumiram que o GLA era uma molécula inicial para a ribose ou aminoácidos, mas pouca consideração foi dada quanto à sua fonte [...] Estamos mostrando qual poderia ser a fonte dessa molécula", conclui a pesquisadora.

 

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quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Humanos já 'enviaram' vida para Marte, acredita cosmonauta

 


A humanidade já introduziu vida no Planeta Vermelho devido a termos enviado para lá estações automáticas e rovers, considera cosmonauta.

Em entrevista à Sputnik, Oleg Artemiev, cosmonauta russo, disse:

"Acredito que de fato já exista vida em Marte e que muito provavelmente fomos nós que já a introduzimos. Uma vez que todos aqueles veículos, rovers e estações que alcançaram Marte – por mais que as tenhamos processado, limpado ou feito passar por quarentena – ainda assim em algum lugar recôndito eles trouxeram com eles microrganismos dos mais simples."

"E apesar de em Marte não existirem as condições da Terra, estes microrganismos sobreviveram e começaram seu desenvolvimento evolutivo", acrescentou.



Imagem da superfície de Marte

Artemiev relembrou que no segmento russo da Estação Espacial Internacional se implementou o experimento Test, que comprovou a capacidade dos microrganismos de sobreviverem no espaço aberto.

"Portanto, quando o ser humano chegar a Marte, então ele, provavelmente, vai encontrar alguma vida, muito parecida à terráquea, mas já mais adaptada às condições de Marte", disse Artemiev.

O cosmonauta completou dois voos espaciais a bordo da Estação Espacial Internacional em 2014 e 2018, somando ao todo 366 dias no espaço. Além disso, por três vezes cumpriu saídas ao espaço aberto.

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terça-feira, 29 de setembro de 2020

Meteoros que passam pela atmosfera da Terra podem ter levado vida para Vênus

 


Um novo estudo sugere que os asteroides que passaram pela atmosfera terrestre, podem ter levado consigo micróbios que lá habitavam, levando assim vida para o segundo planeta do nosso sistema solar.

No início deste mês, pesquisadores descobriram vestígios de fosfina nas nuvens de Vênus, uma molécula que apenas existe na Terra como um subproduto da vida. Suspeita-se que a fosfina tenha chegado lá do nosso planeta. Uma pesquisa do Departamento de Astronomia da Universidade de Harvard sugere a possibilidade de asteroides – cerca de 600 mil, que passaram pela atmosfera terrestre, terem arrastado micróbios para Vênus.

"Apesar da abundância de vida na atmosfera da Terra ser desconhecida, estes corpos [asteroides] podem ter sido capazes de transferir vida microbial da Terra para Vênus", escreveram os cientistas Amir Siraj e Abraham Loeb no abstrato do estudo publicado no portal arxiv.org. "Como resultado, a possível origem de vida em Vênus seria, fundamentalmente, indistinguível da terrestre."

Apesar de o estudo ainda não ter sido revisado, já é possível conferi-lo. No estudo, Siraj e Loeb apoiam a teoria da ocorrência de panspermia, consistindo na hipótese de a vida de um planeta ter sido originada por microrganismos vindos do espaço, "saltando" de um planeta para outro. Houve sugestões de que a vida na Terra teria também começado assim. Em outras teorias, é sugerido que a vida possa ter surgido de cometas e asteroides.




Imagem de Vênus

Ainda dentro da teoria de panspermia, estudos passados e mais recentes têm discutido a possibilidade de cometas terem trazido para a Terra o "elemento essencial" para a vida. Em 2019, a NASA encontrou moléculas de açúcar em dois meteoritos diferentes, adicionando credibilidade à ideia de que os asteroides desempenham um papel crucial em suportar a vida. No entanto, são necessários mais estudos e pesquisas para provar a veracidade da teoria utilizada no estudo de Siraj e Loeb.

Vênus, também chamado de "gêmeo demoníaco da Terra", tem um clima muito brusco, dono de temperatura superficial de aproximadamente 462 graus Celsius. Apesar de ser demasiado quente para suportar vida, a NASA recentemente reportou suas intenções de explorar o planeta. Em julho, pesquisadores revelaram que Vênus possui quase 40 vulcões ativos na sua superfície. Nesse mesmo mês, vários pesquisadores argumentaram que explorar o segundo planeta do Sistema Solar poderia trazer benefícios para uma possível missão humana em Marte.

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