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sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

FOTO mostra 'construção babilônica' na Antártica e bomba na web



Internauta encontra formação semelhante a zigurate babilônico em foto da Antártica feita pelo Google Earth, levantando diversas hipóteses sobre sua origem.

A estrutura aparenta ser formada por uma muralha de quilômetros coberta por neve e gelo da Antártica.
Conforme publicou o tabloide Daily Star, a imagem feita pelo Google Earth mostraria uma espécie de fortificação, com duas estruturas parecidas com pirâmides, segundo o usuário do YouTube MrMBB333.
Em seu vídeo postado na plataforma, o conspiracionista diz acreditar que a imagem mostra algo que "foi construído com algum propósito".

© FOTO / © SCREENSHOT: YOUTUBE / MRMBB333
Formação misteriosa encontrada na Antártica no GoogleEarth
Durante sua narração, o conspiracionista decidiu medir a estrutura reta, dando um total de 370 metros de espessura.
Também a "estrutura" lembra um zigurate babilônico, templo criado pela civilização suméria há cerca de 6 mil anos e usado por babilônios e assírios em locais onde hoje se encontra o Iraque, ainda na Antiguidade, segundo o conspiracionista.
"Este lado também tem características únicas [...] O exterior tem duas dobras de 45°", afirmou.

Reação na web

Por outro lado, internautas reagiram de diferentes formas levantando diversas hipóteses sobre a origem da "estrutura".
"Isso são ruínas da civilização pré-dilúvio de Noé, exatamente como aquelas do fundo do mar", afirmou um usuário.
Ainda de acordo com outro, o achado seria a casa do lendário Pé Grande.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

Atlântida encontrada? Cidade perdida subaquática teria afundado perto do Reino Unido



A cidade perdida de Atlântida poderia ter sido descoberta, escondida todo esse tempo na costa do Reino Unido, sugere historiador britânico.

De acordo com o historiador Matthew Sibson, que estuda a história geológica do oceano Atlântico, a cidade afundada poderia estar localizada em uma ilhota rochosa desabitada no Reino Unido.
"Rockall é o local mais provável para Atlântida e há características claras e óbvias feitas pelo homem que não deixam dúvidas de uma civilização antiga perdida", disse o especialista em um vídeo postado em seu canal no YouTube.
Sibson acredita que se há algum lugar que se encaixa nas citações do antigo filósofo grego Platão sobre Atlântida, esta área seria essa pequena ilha britânica no oceano Atlântico.
"Platão é explícito que a Atlântida não é uma cidade, mas uma ilha, que leva a outras ilhas, depois ao enorme continente oposto, que só pode ser as Américas. As outras ilhas referidas por ele devem estar situadas entre as Américas e a massa continental afundada de Atlântida, perto da Europa e da África, como Platão diz estar fora dos Pilares de Hércules [penhascos que existem no estreito de Gibraltar]", disse o especialista, citado pelo tabloide britânico Express.
"O único pedaço de crosta continental sob o mar do nosso lado dos Pilares de Hércules é Rockall", esclareceu.

Cidade submersa

O historiador conta que o filósofo grego afirmou que houve um tempo de terremotos e inundações extraordinárias, e em uma terrível tempestade os guerreiros de Atlântida foram engolidos e Atlântida também afundou no mar e desapareceu.
"É por isso que o oceano nesta parte não pode ser navegado ou explorado, devido à grande profundidade de lama causada pelo afundamento da ilha", destaca.

Cidade perdida de Atlântida (imagem ilustrativa)
Outra explicação para o desaparecimento da cidade pode ter sido a atividade geológica perto da ilha de Rockall, levando ao aumento da atividade vulcânica e a um grande deslocamento de água sob a forma de tsunamis, justifica Sibson, adicionando que a região "pode certamente ser um local para pesquisa futuro".
Atlântida é uma ilha fictícia descrita pela primeira vez pelo escritor grego Platão em seus textos. Segundo a história, Atlântida termina caindo em desgraça com as divindades e submergindo no oceano Atlântico.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Clarão misterioso é visto nos céus dos EUA e intriga internautas (VÍDEO)



Clarão de cores diferentes é observado nos céus do estado americano de Ohio, gerando dúvidas sobre causa do fenômeno.

A luminosidade, majoritariamente de cor alaranjada, lembrou os clarões típicos de uma explosão.
Contudo, sem nenhum estrondo ou vestígios de queda de um meteorito, o clarão surpreendeu tanto os moradores do estado americano de Ohio quanto autoridades locais, segundo o tabloide Daily Star.
O evento, ainda ocorrido na noite do último dia 11, só foi publicado pela mídia atualmente.
Em um vídeo feito pela moradora Dia Willwerth, é possível ver o fenômeno ocorrendo atrás de várias árvores.

Repercussão na Internet

evento atípico se tornou assunto muito falado na Internet. Em um comentário, um internauta disse que observou tanto "clarões vermelhos como verdes".
"Isso é muito esquisito. Nunca vi um relâmpago como este." afirmou um internauta.
Ainda de acordo com a companhia de energia Duke Energy, pelo menos 584 de seus clientes ficaram sem luz durante dois minutos enquanto se deu o evento. Contudo nenhuma falha na rede elétrica foi detectada.

'Olho do Céu': China atinge 100% do funcionamento do maior radiotelescópio do mundo (FOTOS)



Depois de três anos de testes, o dispositivo de 500 metros de diâmetro iniciou sua atividade oficialmente.

A China anunciou que o radiotelescópio de abertura esférica de 500 metros FAST (acrônimo do inglês Five hundred meter Aperture Spherical Telescope) iniciou sua atividade oficial e em toda a sua capacidade mal foram alcançados os níveis esperados após três anos de testes, informou a mídia local.

© AP PHOTO / LIU XU / XINHUA
Veículo deixa rastros de luz em uma foto de longa exposição sob o Telescópio Esférico de Abertura de 500 metros (FAST)
O alto funcionário do Departamento de Alta Tecnologia da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China, Shen Zukin, assegurou que pelo seu rendimento, o FAST é o líder mundial no seu segmento. Por sua vez, Jiang Peng, engenheiro-chefe do dispositivo, afirmou esperar que nos próximos três anos o dispositivo permita realizar grandes descobertas científicas.
Em dois anos, o radiotelescópio identificou 102 novos pulsares (estrelas de nêutrons) número que segundo a agência Xinhua supera o alcançado conjuntamente pelos cientistas europeus e estadunidenses no mesmo período. Além disso, melhorou a sintonização com os pulsares em cerca de 50 vezes em comparação aos níveis anteriores, possibilitando pela primeira vez a detecção de ondas gravitacionais Nahertz de frequência extremamente baixa.
O FAST vai ser gradualmente disponibilizado a astrônomos de todo o mundo.
O radiotelescópio está localizado na província de Guizhou, no sudeste da China, e tem um diâmetro de 500 metros.
O aparelho é formado por uma antena parabólica com área equivalente a 30 campos de futebol e formada a partir de 4.450 painéis.
O custo da sua construção foi de 180 milhões de dólares, tendo as obras sido concluídas em julho de 2016 e o telescópio sendo inaugurado em setembro desse mesmo ano.

© AP PHOTO / LIU XU / XINHUA
Pôr do sol sobre Telescópio Esférico de Abertura Esférica de 500 metros, 27 de junho de 2016
Para tornar possível a concretização do projeto, 9.110 pessoas que viviam na zona foram realocadas para cinco quilômetros de distância para ficarem protegidas das ondas eletromagnéticas emanadas do dispositivo.
Apelidado de "Olho do Céu da China", o FAST tem a capacidade para receber 38 gigabytes de informações por segundo.

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

NASA compartilha FOTO espetacular de eclipse solar com 'anel de fogo' sobre deserto



A NASA registou em pleno deserto esse incrível fenômeno astronômico conhecido como eclipse solar com "anel de fogo", ou eclipse anular.

O evento ocorre quando Terra, Lua e Sol se alinham, mas a posição e a distância entre os astros criam um "anel de fogo".
A agência espacial americana apresentou a fotografia, tirada pelo fotógrafo Maxime Daviron, como Foto Astronômica do Dia, escreve o tabloide britânico Mirror.

© NASA . MAXIME DAVIRON
Imagem da NASA mostra eclipse solar com anel de fogo sobre deserto
"Um eclipse com anel de fogo é um eclipse anular que ocorre quando a Lua está suficientemente distante na sua órbita elíptica à volta da Terra para parecer muito pequena, em forma de ângulo, para cobrir todo o Sol", explicou a NASA.
"No máximo de um eclipse anular, as bordas do Sol podem ser vistas ao redor das bordas da Lua, de modo que a Lua parece ser uma mancha escura que cobre a maioria – mas não a totalidade – do Sol", concluiu a agência.

Descoberto 1º asteroide a orbitar completamente dentro da órbita de Vênus (VÍDEO)



Astrônomos descobriram o primeiro asteroide dono de uma órbita completamente dentro da órbita de Vênus. O corpo celeste leva 151 dias para dar uma volta ao redor do Sol.

Cientistas já tinham conhecimento de pequenos corpos celestes que se aproximavam de Vênus, bem como de Mercúrio e Sol, mas em todas as ocasiões o ponto mais distante das órbitas destes corpos celestes estava além da órbita de Vênus.
O novo asteroide foi descoberto na constelação de Aquário por astrônomos do projeto Zwicky Transient Facility utilizando um pequeno telescópio refletor de 1,2 metro de diâmetro.
Designado inicialmente como ZTF09k5, o asteroide passou a ser chamado de 2020 AV2 após sua descoberta ter sido confirmada por outros observatórios, aponta Daily Mail.
ついに金星軌道より内側を回る小惑星が発見されました!2020年1月4日にパロマー天文台のシュミット望遠鏡で見つけられた小惑星2020 AV2は、わずか遠日点距離が0.65AUだったそうです。太陽近傍の小惑星は薄明中しか観測できないので、未知の小惑星がたくさん眠っていそうです。https://ssd.jpl.nasa.gov/sbdb.cgi?sstr=2020%20AV2 

463 pessoas estão falando sobre isso

As primeiras evidências da órbita incomum do asteroide 2020 AV2 foram reveladas graças aos dados recolhidos pela Zwicky Transient Facility, que é um sistema de observação automática e permanente do céu instalado no observatório da Universidade da Califórnia e pela pesquisa astronômica do Observatório Palomar no condado de San Diego, em 4 de janeiro de 2020.
"Assim que fiquei sabendo deste objeto, eu quis observá-lo […] e contribuir para sua descoberta", declarou o astrofísico italiano Gianluca Masi.
"Infelizmente, eu tive que enfrentar nuvens por vários dias, tornando impossível observar um objeto tão baixo ao anoitecer", acrescentou o astrofísico.
No entanto, na noite de 8 de janeiro, as condições meteorológicas melhoraram para Mais, que teve um intervalo de tempo de aproximadamente 30 minutos para obter imagens do asteroide.
Com a ajuda de um telescópio robotizado, o astrofísico italiano conseguiu realizar suas observações.

Melhores planetas para vida alienígena são revelados por cientistas



Após 30 anos de estudos, astrônomos da Universidade Villanova nos EUA revelaram quais são os planetas mais apropriados para abrigar vida.

De acordo com as conclusões dos especialistas, para serem mais apropriados para abrigar vida os planetas devem orbitar em torno de estrelas da classe K, que são alaranjadas e têm temperaturas de 3.200 a 4.700 graus Celsius, informa a edição Science Alert.
Cientistas da Universidade Villanova, em Pensilvânia, EUA, observaram estrelas que pertencem aos vários tipos espectrais, desde a classe F, de cor branca com uma pequena quantidade de amarelo, até às anãs vermelhas. Os cientistas analisaram a radiação de raios X e UV que os corpos celestes emitem para avaliar se os planetas poderiam abrigar a vida alienígena.
Apesar de a zona habitável à volta das estrelas da classe K ser menor do que a das estrelas do tipo solar, esses corpos são encontrados mais frequentemente. Cerca de mil estrelas alaranjadas ficam dentro do limite de cem anos-luz da Terra. A duração da vida das estrelas da classe K está avaliada em 25-80 bilhões de anos e elas são muito mais calmas que as anãs vermelhas.

© NASA . NASA/ESA/G. BACON (STSCI)
Exoplaneta próximo a uma anã vermelha
Por exemplo, uma das estrelas desse tipo, Kepler 442, tem o planeta rochoso Kepler-442b que está localizado dentro da zona habitável.
"A Kepler-442 é notável por essa estrela (K5 na classificação espectral) ser hospedeira do que é considerado como um dos planetas [com a Zona de] Goldilocks, Kepler-442b, um planeta rochoso que é um pouco maior que o dobro da massa da Terra", explica o astrônomo e astrofísico da Universidade Villanova Edward Guinan.
As estrelas da classe K estão em uma posição entre as estrelas da classe M, as numerosas anãs vermelhas, e as estrelas mais raras e com menor tempo de vida do tipo solar, as estrelas da classe G. As estrelas alaranjadas são um pouco mais quentes do que as da classe M e um pouco mais frias do que as do tipo solar.

domingo, 12 de janeiro de 2020

Nova onda gravitacional revela colisão de estrelas de nêutrons



Pesquisadores dos observatórios de ondas gravitacionais LIGO e Virgo detectaram sinais de uma colisão de duas estrelas de nêutrons a 520 milhões de anos-luz de distância.

Os resultados das observações podem representar a primeira detecção de uma fusão de uma estrela de nêutrons com um buraco negro, entretanto, é muito provável que se trate da colisão entre duas estrelas de nêutrons.
A detecção foi realizada por apenas um dos três detectores, sendo que dois deles estão nos EUA e o terceiro está em Cascina, na Itália, segundo o portal Space.
"A taxa de falso alarme em um caso como esse é de uma a cada 69 mil anos", afirmou o pesquisador do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e um dos líderes da participação brasileira na colaboração internacional, Odylio Aguiar.

© FOTO / NATIONAL SCIENCE FOUNDATION/LIGO/SONOMA STATE UNIVERSITY/A. SIMONNET
Concepção artística da colisão de duas estrelas de nêutrons
Estima-se que os objetos que colidiram tinham, ao todo, massa entre 3,3 e 3,7 vezes a do Sol, ou seja, poderiam ser duas estrelas de nêutrons (as maiores conhecidas têm cerca de duas massas solares) ou um buraco negro e uma estrela de nêutrons.
Agora, os astrônomos pretendem elevar as estatísticas para estimar a frequência desses eventos no Universo.
"Se realmente foram duas estrelas de nêutrons, este seria o segundo evento detectado [...] Se um dos objetos era um buraco negro de baixa massa, este seria um evento inédito", afirmou Aguiar.
Com isso, os astrônomos continuarão estudando o evento, bem como as ocorrências dessas ondas gravitacionais. Além disso, em poucas semanas, um novo detector deverá entrar em operação no Japão, que poderá ajudar os cientistas a detectar e identificar ainda mais ondas gravitacionais.

FOTOS infravermelhas da NASA mostram centro da Via Láctea em detalhes inéditos



A agência espacial norte-americana captou imagens deslumbrantes tiradas do mais distante interior da galáxia Via Láctea, que poderiam ajudar na compreensão do núcleo galáctico.

As fotografias do centro da nossa galáxia foram tiradas com a ajuda de vários telescópios, inclusive o de alta potência SOFIA, que lançou seu raio infravermelho 600 anos-luz na Via Láctea.
"É incrível ver nosso centro galáctico em detalhes que nunca vimos antes", disse James Radomski, cientista que trabalha no projeto SOFIA no Centro de Pesquisa Ames (ARC) da NASA, na Califórnia.
O aglomerado Quintuplet, onde as estrelas queimam um milhão de vezes mais brilhante que o Sol, também emergiu claramente no composto.
Essa pesquisa, publicada recentemente no Astrophysical Journal, pode ajudar os cientistas a entender o que está segurando a formação de estrelas na região remota.

© NASA . SOFIA/JPL-CALTECH/ESA/HERSCHEL
Imagem multifacetada infravermelha do centro da nossa galáxia Via Láctea
Apesar de o centro da Via Láctea ser rico em gás, poeira e outros detritos espaciais, os pesquisadores detectaram uma falta enigmática de estrelas maciças nos arredores do centro, quase 10 vezes menos do que o esperado.
"Entender como o nascimento maciço de estrelas acontece no centro de nossa própria galáxia nos dá informações que podem nos ajudar a aprender sobre outras galáxias mais distantes", disse Matthew Hankins, pesquisador principal do projeto, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA).
Os cientistas também têm uma melhor percepção do buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea graças à nova imagem, que proporciona uma visão de um misterioso anel de 10 anos-luz em torno do vazio gigantesco, que continua confundido os pesquisadores.
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