Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador Hubble. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Hubble. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Hubble revela detalhes sobre a expansão de uma nuvem complexa de gás



Após enfrentar um problema que deixou seus instrumentos científicos em modo de segurança por 42 dias, o telescópio espacial Hubble tem uma grande variedade de dados em arquivo para serem processados. Assim, quase que diariamente, os astrônomos têm sido surpreendidos com imagens coletadas pelo observatório durante seu período offline, que aos poucos vêm sendo analisadas.

Na última semana, a equipe divulgou os resultados de uma das mais recentes observações feitas pelo telescópio espacial de 31 anos. Nesta imagem, é possível ver uma intensa atividade acontecendo nas profundezas de uma nuvem de gás aparentemente serena.




Nebulosa planetária NGC 6891 em imagem captada pelo Telescópio Espacial Hubble. Imagem: NASA, ESA, A. Hajian (Universidade de Waterloo), H. Bond (Universidade Estadual da Pensilvânia) e B. Balick (Universidade de Washington); Processamento: Gladys Kober NASA / Universidade Católica da América

Telescópio Hubble ajuda a compreender a formação e a evolução das estrelas

Trata-se da NGC 689, uma espécie de nebulosa que os especialistas costumam chamar de “nebulosa planetária”. Esse termo, conforme destaca o site Space, vem de um erro antigo de identificação, de uma época em que os telescópios ainda eram muito precários. 

Ela foi descoberta na constelação de Golfinho pelo astrônomo Ralph Copeland em 1884. Embora o nome pareça indicar alguma relação com planetas, as nebulosas planetárias são, na verdade, uma etapa da evolução estelar, que ocorre logo após explosões de supernovas que liberam todo o gás hidrogênio de seus núcleos.

Anãs brancas remanescentes dessas explosões permanecem para trás e vão esfriando lentamente – o que caracteriza essas nebulosas.

Por meio das observações do telescópio Hubble, os cientistas podem aprender ainda mais sobre como essas nuvens de gás se formaram e evoluíram, além de estabelecer medidas mais precisas da distância até outros objetos do tipo. 

Nas imagens de alta definição captadas pelo Hubble, é possível ver nós e filamentos em volta da anã branca incrustada nas profundezas da nuvem. 

Os dados também mostram que o halo externo do gás está se expandindo mais rápido do que a parte mais interna da nebulosa, e as observações captam até conchas de gás que são orientadas em direções diferentes.

“A partir de seus movimentos, os astrônomos estimam que uma das conchas tem 4,8 mil anos, enquanto o halo externo tem cerca de 28 mil anos, indicando uma série de explosões da estrela moribunda em momentos diferentes”, explicou a Nasa em comunicado.

Segundo a equipe Hubble, o brilho intenso da NGC 6891 ocorre quando as estrelas anãs brancas se ionizam, ou retiram elétrons, do gás hidrogênio circundante. “À medida que os elétrons energizados revertem de seu estado de alta energia para um estado de baixa energia ao se recombinarem com os núcleos de hidrogênio, eles emitem energia na forma de luz, fazendo com que o gás da nebulosa brilhe”.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Jatos cósmicos de beleza: Hubble registra imagem de 2 objetos Herbig-Haro (FOTO)

 


Nova imagem obtida com o telescópio espacial Hubble da NASA mostra HH46 e HH47, dois objetos Herbig-Haro localizados a 1.400 anos-luz de distância da Terra.

HH46 e HH47 fazem parte dos objetos espaciais denominados Herbig-Haro, que pertencem a fenômenos transitórios e viajam para longe da estrela que os criou a uma velocidade de até 250.000 km/h. Depois de um período, desaparecem no espaço em algumas dezenas de milhares de anos. HH46 e HH47 estão a 1.400 anos-luz de distância localizados na constelação de Vela, segundo o SCI News.



© FOTO / NASA / ESA / HUBBLE / B. NISINI
Imagem registrada pelo telescópio Hubble mostra HH46 e HH47

Na verdade, o fenômeno são manchas brilhantes de nebulosidade associadas a estrelas recém-nascidas, que se formam quando jatos estreitos de gás parcialmente ionizados são ejetados por estrelas que colidem com nuvens próximas de gás e poeira. 

"Antes de sua descoberta em 1977 pelo astrônomo americano RD Schwartz, o mecanismo exato pelo qual esses objetos multicoloridos se formavam era desconhecido. O mistério foi resolvido quando uma protoestrela, não vista nesta imagem, foi descoberta no centro dos longos jatos de matéria", disse os astrônomos do Hubble citados pela mídia.

Os objetos Herbig-Haro foram observados pela primeira vez no século XIX, mas não foram reconhecidos como um tipo distinto de nebulosa de emissão até os anos 1940.

Os primeiros astrônomos a estudá-los em detalhes foram George Herbig e Guillermo Haro, e por isso, o fenômeno recebeu o nome de Herbig-Haro.

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Hubble captura imagem de uma das maiores galáxias da constelação de Virgem descoberta em 1785 (FOTO)

 


Observada pela primeira vem em 1785, NGC 4535 é uma das maiores galáxias do aglomerado de galáxias da constelação de Virgem.

Através do telescópio espacial Hubble da NASA, astrônomos produziram uma imagem super detalhada da região central da galáxia NGC 4535.

Observada pela primeira vez em 1785, NGC 4535 ou LEDA 41812 como também é conhecida, está a 52,6 milhões de anos-luz da Terra e pertence a constelação de Virgem, sendo uma das maiores galáxias do aglomerado da constelação que conta com até duas mil galáxias, segundo o SCI News.

Com o registro detalhado realizado por um dos telescópios mais famosos no campo da astronomia mundial, podemos notar que em seu centro há uma estrutura de barra bem definida, com faixas de poeira que se curvam acentuadamente antes que os braços espirais se rompam nas extremidades da barra.



© FOTO / NASA / ESA / HUBBLE / J. LEE / PHANGS-HST TEAM
NGC 4535 ou Leda 41812, sua aparência quase circular mostra que a observamos de frente

NGC 4535 vem sendo estudada como parte de uma pesquisa que visa esclarecer as ligações entre nuvens de gás frio, a formação de estrelas e sua forma geral e outras propriedades formadoras de galáxias.

"As cores azuis brilhantes, vistas aninhadas entre seus longos braços espirais, indicam a presença de um número maior de estrelas mais jovens e mais quentes. Em contraste, os tons mais amarelos da protuberância da NGC 4535 sugerem que esta área central é o lar de estrelas que são mais velhas e mais frias", disse um astrônomo do Hubble citado pela mídia.

Os astrônomos afirmam que as cores brilhantes na imagem do Hubble não são apenas bonitas de se olhar, além de deleitarem os olhos, oferecem preciosas respostas sobre a população de estrelas na galáxia que se encontra tão distante de nós.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Hubble registra FOTO de aglomerado com milhares de estrelas 'extremamente antigas'

 


Até o momento, a origem dessas estrelas é um mistério. Cientistas ainda estão aprendendo como exatamente surgiram e qual o papel que aglomerados como esse desempenham no quebra-cabeça gigante que é o Universo.

Com o auxílio do telescópio espacial Hubble, da agência espacial norte-americana NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), astrônomos tiraram foto de um aglomerado de estrelas localizado a cerca de 20.000 anos-luz de distância do Sistema Solar.

Conhecido como Messier 107, o aglomerado de estrelas globulares flagrado pelo Hubble é apenas um dos mais de 150 encontrados ao redor da Via Láctea. Esses aglomerados contêm centenas de milhares de estrelas extremamente antigas.

"O Telescópio Espacial Hubble capturou uma multidão de estrelas que mais parece um estádio escurecido antes de um show, iluminado apenas pelos flashes das câmeras do público […]. Essas estrelas antigas brilharam por muitos bilhões de anos", afirma a NASA em comunicado.

Messier 107 faz parte da constelação de Ophiuchus, também conhecida como Serpentário. O astrônomo francês Pierre Méchain notou o objeto pela primeira vez em 1782, e o astrônomo britânico William Herschel o documentou independentemente um ano depois, explica a agência espacial. Uma astrônoma canadense, Helen Sawyer Hogg, adicionou Messier 107 ao famoso catálogo astronômico de Charles Messier em 1947.

Até o momento, a origem dessas coleções esféricas de estrelas é considerada um mistério, pois astrônomos e cientistas ainda estão aprendendo como exatamente surgiram e qual o papel que desempenham.

domingo, 22 de novembro de 2020

Hubble captura jogo de luz e sombras de seu disco rodeando um buraco negro (FOTO)

 


O Telescópio Espacial Hubble observou uma coleção de raios brilhantes estreitos e sombras escuras irradiando do centro brilhante de uma galáxia ativa próxima.

Enquanto estudava a galáxia próxima IC 5063, uma equipe de astrônomos notou que uma coleção de raios estreitos, brilhantes e sombras escuras irradiavam de um centro super brilhante da galáxia ativa. O estudo foi liderado por Peter Maksym, do Centro de Astrofísica Harvard & Smithsonian (CFA, na sigla em inglês), em Cambridge, Massachusetts nos EUA.

Esses feixes oferecem pistas sobre a distribuição de material próximo ao buraco negro, causando o jogo de sombras.

A equipe traçou os raios de volta ao centro da galáxia. No entanto, várias teorias possíveis foram desenvolvidas para o espetáculo luminoso. A ideia mais intrigante sugere que há um anel em forma de tubo interno, ou toro, de material empoeirado ao redor do buraco negro, que lança sua sombra no espaço.

Os buracos negros são conhecidos por puxarem estrelas e gás para o disco que gira ao seu redor. Este evento produz imensa energia, bem como um poderoso jato de luz de gás superaquecido em queda.

Os discos giratórios estão tão distantes que é incrivelmente desafiador obter qualquer detalhe sobre eles. Felizmente, por uma mera coincidência em termos de alinhamento, os astrônomos conseguiram ter um vislumbre da estrutura do disco em torno do buraco negro na galáxia IC 5063 próxima, graças ao Hubble.



Telescópio Espacial Hubble capta feixes de luz e sombra da galáxia IC 5063

De acordo com o cenário proposto por Maksym em seu estudo, publicado no The Astrophysical Journal Letters, o disco de poeira ao redor do buraco negro não bloqueia toda a luz. As lacunas do mesmo permitem que a luz se irradie, criando raios brilhantes em forma de cone, semelhantes aos feixes de luz às vezes vistos durante o pôr do sol. No entanto, os raios na galáxia IC 5063 estão acontecendo em uma escala muito maior, atingindo pelo menos 36.000 anos-luz.

Estes feixes de luz e sombras são visíveis porque o buraco negro e seu anel estão inclinados para os lados em relação ao plano da galáxia, permitindo que os feixes se estendam para além do universo.

Maksym disse que "cientificamente, [a galáxia em estudo] está nos mostrando algo que é difícil - geralmente impossível - de ver diretamente. [...] Saber mais sobre a geometria do toro terá implicações para qualquer pessoa que tente entender o comportamento dos buracos negros supermassivos e seus ambientes. Conforme uma galáxia evolui, ela é moldada pelo seu buraco negro central".

"Esta descoberta não teria sido possível sem a visão afiada do Hubble. A galáxia também está relativamente próxima, a apenas 156 milhões de anos-luz da Terra. Imagens mais antigas de telescópios no solo talvez mostrassem dicas desse tipo de estrutura, mas a própria galáxia é uma bagunça que você nunca imaginaria que estaria acontecendo sem o Hubble".


domingo, 11 de outubro de 2020

Com pétalas brilhantes de 6 anos-luz, nebulosa única é flagrada por Hubble (FOTO)

 


A agência espacial norte-americana NASA divulgou uma imagem impressionante de uma nebulosa cor de rosa no espaço sideral com imensas pétalas gasosas.

Cientistas utilizaram o telescópio espacial Hubble para registrar o aglomerado estelar NGC 7023, também conhecido como Nebulosa Iris ou ainda Caldwell 4. Localizada a cerca de 1.400 anos-luz de distância, a nebulosa está na constelação Cefeu, no hemisfério celestial norte, e possui pétalas gasosas brilhantes que se estendem por cerca seis anos-luz.

A imagem foi divulgada na sexta-feira (9) e mostra detalhes de uma região rosada dentro do NGC 7023. A imagem foi criada a partir da composição de quatro exposições.



© FOTO / NASA/ESA
Aglomerado estelar NGC 7023, também conhecido como Nebulosa Iris
"Esta bela nebulosa ruborizada é única entre suas contrapartes. Enquanto muitas das nebulosas visíveis no céu noturno são nebulosas de emissão, Caldwell 4 […] é uma nebulosa de reflexão. Isso significa que sua cor vem da luz espalhada de sua estrela central", explica em comunicado a NASA.

Esta nebulosa é de particular interesse para os cientistas exatamente por causa de suas cores. As nebulosas de reflexão brilham porque são feitas de partículas extremamente minúsculas de matéria sólida, dez ou até 100 vezes menores do que as partículas de poeira na Terra.

Essas partículas difundem a luz ao seu redor, conferindo à nebulosa um brilho de segunda mão que é tipicamente azulado, como o céu da Terra. Embora NGC 7023 pareça predominantemente azul, essa nebulosa inclui grandes filamentos de um vermelho profundo, indicando a presença de um composto químico desconhecido provavelmente baseado em hidrocarbonetos.

"Estudar nebulosas como esta ajuda os astrônomos a aprender mais sobre os ingredientes que se combinam para formar estrelas", comenta a agência espacial norte-americana.

sábado, 12 de setembro de 2020

Hubble indica que há importante 'ingrediente' faltando na matéria escura



O Telescópio Espacial Hubble, da NASA, e o Very Large Telescope (VLT), da ESA, no Chile, descobriram que há um ingrediente importante faltando nas equações sobre a matéria escura.

Isso explicaria o motivo pelo qual há uma grande discrepância na distribuição da matéria escura nos aglomerados de galáxias em comparação com os nossos modelos computacionais, segundo publicado na revista Science.
Os novos dados do telescópio Hubble revelam concentrações muito elevadas de matéria escura, o que intriga os cientistas.
Estas concentrações descobertas são incompatíveis com modelos teóricos, indicando uma lacuna em nosso entendimento, pois podem estar errados.
"Uma possível origem para essa discrepância é que podemos estar perdendo algumas físicas importantes nas simulações", afirmou o astrofísico do Instituto Nacional de Astrofísica da Itália, Massimo Meneghetti.
A equipe de Massimo Meneghetti observou 11 aglomerados de galáxias utilizando o Telescópio Hubble e o Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul.
Os pesquisadores identificaram algumas pequenas lentes gravitacionais, geradas por galáxias individuais dentro dos aglomerados, fato que não aparece nas simulações dos aglomerados, indicando um excesso de matéria escura.

A matéria escura
"Os aglomerados de galáxias são laboratórios ideais para entender se as simulações de computador do Universo reproduzem de forma confiável o que podemos inferir sobre a matéria escura e sua interação com a matéria luminosa", explica Meneghetti.
A matéria escura representa um quarto de todo Universo, onde a matéria comum corresponde a apenas 5% de sua composição.
De acordo com Piero Rosati, coautor do estudo, graças à pesquisa a equipe foi capaz de associar as galáxias a cada aglomerado e estimar suas distâncias.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Seguidores

Marcadores

astrologia (195) Astrofísica (113) signos (94) magia (91) espaço (85) Foto (82) Nasa (71) terra (68) umbanda astrológica (64) espiritualidade (60) cientistas (58) conceito (57) comportamento (55) fé (54) estudo (48) tarô (47) fotos (45) esoterismo (42) lua (42) pesquisa (40) previsões (39) Marte (38) mulher (38) vídeo (38) Astrônomos (37) conceitos (35) taro (35) pesquisas (34) astronomia (30) astrofisica (29) gostosa (29) planeta (28) Estrelas (26) estrela (26) planetas (26) religião (26) horoscopo chinês (25) bem estar (24) ciência (24) horoscopo (23) Sol (22) destino (21) galáxia (21) cabala (19) saúde (19) arcanos (18) energias (18) exu (18) mapa astral (18) mistério (17) vibrações (16) arcanjo (15) cosmos (15) ifá (15) estudos (14) zodiaco (14) Quíron (12) poder (12) prazer (12) 2012 (11) Candomblé (11) beleza da mulher (11) astros (10) beleza (10) biblia (10) ensaio (10) lilith (10) lingerie (10) ogum (10) sensual (10) atriz (9) dragão (9) magia sexual (9) numerologia (9) protetores (9) rituais (9) RELAÇÕES MÍSTICAS (8) ancestrais (8) apresentadora (8) axé (8) busca (8) carma (8) escorpião (8) ex-BBB (8) política (8) posa (8) regente do ano (8) odús (7) orgasmo (7) plutão (7) São Paulo (6) ano do Dragão (6) arcano (6) astrologia sexual (6) energia (6) força (6) mago (6) metodos (6) praia (6) sexualidade (6) 2016 (5) babalawo (5) biquíni (5) caboclos (5) casas astrologicas (5) criança (5) câncer (5) mediunidade (5) proteção (5) reencarnação (5) saude (5) xangô (5) Capricórnio (4) Amor e sexo (3) anjo de hoje (3) calendário maia (3) anjos da guarda (2)