Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador pode. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pode. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 1 de julho de 2021

Jogar 'bomba áxion' em buraco negro pode quebrar lei fundamental da física, diz estudo

 


Uma nova pesquisa mostra como a lei fundamental de conservação de carga pode quebrar perto de um buraco negro. Ao modificar as equações da física clássica para incluir áxions, cientistas conseguiram destruir a carga.

Singularidades, como aquelas no centro dos buracos negros, onde a densidade se torna infinita, costumam ser considerados lugares onde a física "quebra". No entanto, isso não significa que "qualquer coisa" possa acontecer, e os físicos estão interessados em quais leis podem quebrar e como.

Agora, uma equipe de pesquisa do Imperial College London, do Instituto Cockcroft e da Universidade de Lancaster propôs uma maneira pela qual as singularidades poderiam violar a lei de conservação de carga. Sua teoria foi publicada em Annalen der Physik.

O coautor, professor Martin McCall, do Departamento de Física do Imperial College London, disse: "'A física se decompõe em uma singularidade' é uma das declarações mais famosas da física pop. Mas, ao mostrar como isso pode realmente acontecer, visamos uma das leis mais preciosas da física: a conservação da carga".

Carga destruidora

A conservação de carga diz que a carga elétrica total de qualquer sistema isolado - incluindo o Universo como um todo - nunca muda. Isso significa que, se partículas carregadas negativamente ou positivamente se moverem para uma área, a mesma quantidade de partículas com carga respectivamente deverá se mover.

Isso foi demonstrado em escalas muito pequenas: quando diferentes partículas são criadas ou eliminadas em experimentos como o Grande Colisor de Hádrons, a mesma quantidade de partículas carregadas negativamente e positivamente são sempre produzidas ou destruídas, respectivamente.

Axion acoplado e campo eletromagnético
© FOTO / IMPERIAL COLLEGE LONDON
Axion acoplado e campo eletromagnético

Agora, ao modificar as equações da física clássica para incluir áxions, um candidato à matéria escura, a equipe foi capaz de mostrar que singularidades temporárias - como buracos negros que aparecem e depois evaporam - podem destruir a carga quando chegam ao fim de sua vida.

Áxions são partículas hipotéticas que podem explicar a matéria escura - os 85% "ausentes" da matéria do Universo. Usando um ramo da matemática chamado geometria diferencial, a equipe descobriu como criar ou destruir carga, violando a conservação de carga do Universo.

A equipe afirma que o fenômeno áxion ocorreria apenas em condições extremas que atualmente não podem ser criadas em um laboratório, mas que avanços futuros em campos intensos de laser podem permitir que a teoria seja testada em um ambiente terrestre.

As mais vistas da semana

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Matéria escura pode estar por trás da formação de buracos negros supermassivos no início dos tempos

 

Matéria escura pode estar por trás da formação de buracos negros supermassivos no início dos tempos

De acordo com uma nova pesquisa, o colapso de halos de matéria escura poderia originar buracos negros que crescem a velocidades muito superiores aos demais.

A formação dos buracos negros supermassivos no Universo primitivo tem sido um tema problemático para a ciência há décadas.

No entanto, um novo estudo realizado por cientistas da Universidade de Riverside deu pistas sobre o tema, sugerindo que eles poderiam ter sido causados pelo colapso de halos de matéria escura.

As observações astrofísicas realizadas durante os últimos anos alertaram para a presença de buracos negros com milhões, e inclusive bilhões, de massas solares desde que o Universo tinha apenas 6% de sua idade atual, estimada em 13,7 bilhões de anos.

De acordo com o coautor do estudo Hai-Bo Yu, o fato de que tenham sido formados em períodos primitivos "rompe as expectativas" sobre o comportamento de um "buraco negro 'semente' e sua velocidade de crescimento".

Neste sentido, o estudo publicado na revista The Astrophysical Journal Letters sugere que a formação destes fenômenos supermassivos do Universo primitivo foi provocada pelo colapso de halos de matéria escura, a qual constitui 85% da matéria existente.

"Nosso trabalho mostra que, se a matéria escura tem autointerações, o colapso gravotérmico de um halo pode dar lugar a um buraco negro semente suficientemente massivo" para alcançar estas dimensões em um curto período, explicou Yi-Ming Zhong, outro coautor da pesquisa.

Apesar dos resultados promissores, a equipe observou que ainda é preciso pesquisar mais para obter nova evidência que refute ou confirme sua proposta.


sábado, 29 de maio de 2021

Lua de Júpiter pode abrigar vulcões ativos escondidos sob vasta camada de gelo, aponta estudo

 


Um novo estudo sugere que vulcões ativos podem estar se escondendo no fundo no solo marinho de Europa – um dos satélites naturais de Júpiter, que, segundo cientistas, abriga um enorme oceano de água salgada debaixo da sua vasta camada de gelo.

Pesquisadores observam que estes vulcões poderiam abastecer com energia sistemas hidrotermais de águas profundas, ambientes ricos em energia química de que as potenciais formas de vida de Europa poderiam se aproveitar, escreve portal Space.

"Nossas descobertas fornecem evidências adicionais de que o oceano subterrâneo de Europa pode ser um ambiente adequado para o surgimento de vida", comunicou Marie Behounkova, autora principal do estudo da Universidade Carolina de Praga, na República Tcheca.

"Europa é um dos raros corpos planetários que podem ter mantido a atividade vulcânica ao longo de bilhões de anos, e possivelmente o único além da Terra que tem grandes reservatórios de água e uma fonte de energia duradoura."

Behounkova e colegas modelaram detalhadamente como o interior de Europa se estica e flexiona enquanto a lua é puxada pela poderosa gravidade de Júpiter.

Os resultados dos cientistas sugerem que o interior de Europa pode consistir em um núcleo de ferro rodeado por uma manto rochoso que está em contato direto com um oceano sob a crosta de gelo. Novos modelos de pesquisa mostram como o calor interno pode alimentar vulcões no fundo do mar
Os resultados dos cientistas sugerem que o interior de Europa pode consistir em um núcleo de ferro rodeado por uma manto rochoso que está em contato direto com um oceano sob a crosta de gelo. Novos modelos de pesquisa mostram como o calor interno pode alimentar vulcões no fundo do mar

Tais deformações geram calor por fricção que impede o oceano subterrâneo de Europa de congelar e talvez até mesmo parcialmente derrete a camada superior do seu manto rochoso, relataram pesquisadores em um estudo anterior publicado na revista científica Geophysical Research Letters.

Por sua vez, o novo estudo sugere que tal derretimento pode ter alimentado vulcões do fundo marinho durante a maior parte da existência de Europa, acontecendo possivelmente até nos dias de hoje.

É mais provável que a atividade vulcânica ocorra perto dos polos de Europa, onde as cargas de calor internas são mais intensas, segundo explicam cientistas.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Estudo pode desvendar mistério sobre origem de Fobos e Deimos que orbitam Marte

 


Os pesquisadores há tempos tentam montar o quebra-cabeça sobre a origem de duas Luas de Marte, perplexos por suas formas distintas, que são incompatíveis com outros corpos celestes.

Um novo estudo, entretanto, oferece pistas sobre a origem supostamente violenta de alguns dos satélites planetários do Sistema Solar.

As duas Luas de Marte, Fobos e Deimos, poderiam ser fragmentos de um grande satélite, que orbitou o Planeta Vermelho algum dia, se dividido em dois após uma grande colisão.

De acordo com a pesquisa realizada pelos astrônomos do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique, publicada na Nature Astronomy nesta terça-feira (23), Fobos e Deimos podem ter se originado a partir de um único e grande corpo celeste.

O objeto, possivelmente um disco de pedra e poeira, teria sido atingido por outro corpo, algo como um asteroide, há aproximadamente 2,7 bilhões de anos, causando uma poderosa explosão.

Dois dos remanescentes da explosão, consequentemente, ficaram presos na orbita de Marte, tornando-se Fobos e Deimos.

Os dados sísmicos coletados pela sonda InSight da NASA, através de uma simulação computadorizada, basearam-se nas aproximações de propriedades das duas Luas para observar o histórico de órbitas de ambos satélites marcianos.

De acordo com os cálculos, a ancestral comum das Luas estava mais distante de Marte do que Fobos se encontra, e é esperado que choque contra Marte em 40 milhões de anos, ou que seja rompida pela força gravitacional do planeta conforme sua aproximação.

"A ideia foi traçar as órbitas e suas mudanças de volta para o passado", afirmou o dr. Amir Khan, da Universidade de Zurique e do Instituto de Geofísica, no Instituto Federal de Tecnologia de Zurique.

De acordo com os dados, Fobos e Deimos teriam atravessado alguns pontos históricos, sugerindo que elas provavelmente estiveram em algum lugar e, portanto, compartilham um ponto de origem.

As duas Luas são conhecidas por "possuírem formas muito irregulares, como batatas", comenta Amirhossein Bagheri, do Instituto de Geofísica.

"Fobos e Deimos parecem mais com asteroides do que com Luas naturais", adicionou.

Segundo os dados coletados pelas sondas, estas Luas são compostas por material poroso, sendo menos densas que a Terra.

Fobos, a maior das duas Luas, tem 22 quilômetros de diâmetro, enquanto que nossa Lua tem mais de três mil quilômetros de diâmetro. Deimos, por sua vez, é ainda menor, medindo apenas 12 quilômetros de diâmetro.

Até 2025, os cientistas pretendem obter detalhes necessários sobre o que há no interior das Luas, para a realização de cálculos mais precisos sobre suas origens.


sábado, 26 de dezembro de 2020

Cientistas britânicos testam coquetel que pode prevenir infecção causada pela COVID-19

 


Cientistas do Reino Unido estão testando um novo medicamento para evitar que pessoas expostas ao coronavírus adoeçam de COVID-19, informou a mídia britânica nesta sexta-feira (25).

De acordo com o jornal The Guardian, a terapia consiste em um coquetel de anticorpos e está sendo desenvolvida pela University College London Hospitals NHS Foundation Trust (UCLH) e pela empresa AstraZeneca, a mesma farmacêutica responsável pela produção de uma vacina em parceria com a Universidade de Oxford.

Segundo a pesquisa, o coquetel de anticorpos ofereceria imunidade instantânea contra a doença e poderia ser administrado como um tratamento de emergência para pacientes internados em hospitais e residentes em asilos, ajudando a conter os surtos da doença. Além disso, a proteção contra a COVID-19 oferecida pela fórmula poderia durar entre seis meses e um ano.

"Se pudermos provar que este tratamento funciona e evitar que as pessoas expostas ao vírus desenvolvam a COVID-19, seria um acréscimo empolgante ao arsenal de armas em desenvolvimento para combater esse vírus terrível", disse a virologista Catherine Houlihan, que lidera o estudo, segundo o The Guardian.

Além do tratamento de emergência para pacientes em hospitais e asilos, a fórmula pode ser útil para pessoas que tiveram contato com doentes e para os estudantes universitários que vivem, estudam e socializam em grandes comunidades.

"Até o momento, administramos [o coquetel] em dez participantes - funcionários, estudantes e outras pessoas - que foram expostos ao vírus em casa, no ambiente hospitalar ou em alojamentos estudantis", disse à publicação britânica Houlihan, que acrescentou que ela e seus colegas acompanhariam de perto os participantes para ver qual deles desenvolveria a COVID-19.

Os participantes da pesquisa estão recebendo o coquetel em duas doses. Se for aprovado, a fórmula será oferecida a alguém que foi exposto à COVID-19 nos oito dias anteriores. O teste envolve a UCLH, outros hospitais britânicos e uma rede de 100 locais em todo o mundo. Caso seja aprovado, o medicamento estará disponível para uso público em março ou abril de 2021.

Índia reporta surto de infecção fúngica entre doentes com COVID-19 que pode matar em 50% dos casos

 



A Índia reportou sobre o surto de uma infecção fúngica, chamada mucormicose, que afeta pessoas com sistema imunológico comprometido, possuindo taxa de mortalidade de cerca de 50% nos casos graves.

O Departamento de Saúde do estado de Gujarat, no oeste da Índia, informou sobre um surto potencialmente mortal de infecção fúngica, que começou entre pacientes com COVID-19 nas cidades de Ahmedabad e Rajkot, de acordo com a mídia local The Indian Express.

A infecção se chama mucormicose e "é um tipo de doença fúngica que afeta quem tem o sistema imunológico comprometido", segundo o Departamento da Saúde.

A entidade também destacou que, no caso de a mucormicose se desenvolver em um paciente com outras doenças, pode se tornar uma "infecção grave com uma taxa de mortalidade de quase 50%".

Os sintomas dependem da localização da doença. Se a infecção estiver nos pulmões, os sintomas podem incluir febre, tosse, dor no peito e dificuldade de respirar. No caso de mucormicose na pele, podem aparecer bolhas ou úlceras e a área infectada pode se tornar negra.

Em geral, os sintomas da mucormicose variam de uma dor de cabeça simples e congestão nasal a inchaço da face, cegueira e provocar inclusive a morte. Em alguns casos é preciso extrair o nariz e a mandíbula dos pacientes para salvar a vida deles.

Anteriormente, médicos do hospital Sir Ganga Ram, em Nova Deli, informaram sobre um caso similar. Segundo os relatos, mais de uma dezena de pacientes recuperados da COVID-19 no hospital foram afetados por mucormicose e ao menos cinco deles morreram.

Desde o início da pandemia, a Índia registrou 10.169.118 casos confirmados da COVID-19, 147.343 mortes e 9.740.108 pacientes recuperados, sendo o segundo país mais afetado pelo vírus. No mundo foram registrados 79.845.538 casos confirmados, 1.750.617 óbitos e 45.003.041 pacientes recuperados do coronavírus.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Seguidores

Marcadores

astrologia (195) Astrofísica (113) signos (94) magia (91) espaço (85) Foto (82) Nasa (71) terra (68) umbanda astrológica (64) espiritualidade (60) cientistas (58) conceito (57) comportamento (55) (54) estudo (48) tarô (47) fotos (45) esoterismo (42) lua (42) pesquisa (40) previsões (39) Marte (38) mulher (38) vídeo (38) Astrônomos (37) conceitos (35) taro (35) pesquisas (34) astronomia (30) astrofisica (29) gostosa (29) planeta (28) Estrelas (26) estrela (26) planetas (26) religião (26) horoscopo chinês (25) bem estar (24) ciência (24) horoscopo (23) Sol (22) destino (21) galáxia (21) cabala (19) saúde (19) arcanos (18) energias (18) exu (18) mapa astral (18) mistério (17) vibrações (16) arcanjo (15) cosmos (15) ifá (15) estudos (14) zodiaco (14) Quíron (12) poder (12) prazer (12) 2012 (11) Candomblé (11) beleza da mulher (11) astros (10) beleza (10) biblia (10) ensaio (10) lilith (10) lingerie (10) ogum (10) sensual (10) atriz (9) dragão (9) magia sexual (9) numerologia (9) protetores (9) rituais (9) RELAÇÕES MÍSTICAS (8) ancestrais (8) apresentadora (8) axé (8) busca (8) carma (8) escorpião (8) ex-BBB (8) política (8) posa (8) regente do ano (8) odús (7) orgasmo (7) plutão (7) São Paulo (6) ano do Dragão (6) arcano (6) astrologia sexual (6) energia (6) força (6) mago (6) metodos (6) praia (6) sexualidade (6) 2016 (5) babalawo (5) biquíni (5) caboclos (5) casas astrologicas (5) criança (5) câncer (5) mediunidade (5) proteção (5) reencarnação (5) saude (5) xangô (5) Capricórnio (4) Amor e sexo (3) anjo de hoje (3) calendário maia (3) anjos da guarda (2)