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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

A profecia do fim do mundo na cultura dos Judeus, do Islã e do Cristianismo

 



Judaísmo, século 2 a.C.
As concepções introduzidas pelo mazdaísmo foram aos poucos transmitidas a outros povos do Oriente Médio, como os hebreus, que incorporaram o monoteísmo. Os judeus não tiveram um único profeta, mas vários, e foram dominados sucessivamente por diversas etnias. Nesses séculos de controle estrangeiro, sonhavam com uma futura e definitiva vitória sobre os seus inimigos — e assim surgiu a crença de que, um dia, Jeová colocaria um fim às agruras de seu povo escolhido.

No início, os judeus esperavam apenas que ele lhes desse uma vitória decisiva. Mas, com o tempo, passaram a acreditar que, além de recompensar os bons, puniria os maus. Essas esperanças apocalípticas estão narradas, principalmente, no Livro de Daniel, escrito no século 2 a.C.

Nessa época, os hebreus padeciam sob o domínio do macedônio Antíoco IV Epífanes e protagonizaram a chamada Revolta dos Macabeus. Nesse caldo político, o livro, de autor desconhecido, visava levantar o moral do povo e descreve a saga do profeta Daniel, que teria vivido no século 5 a.C. Ele previu a vinda do Messias, destinado a libertar os judeus, punir os maus e dar início a uma era de paz interminável.

Alguns historiadores acreditam que o Messias do texto seja uma referência a Judas Macabeu, líder da revolta contra os macedônios. Ele realmente saiu vitorioso e fundou uma dinastia. Mas seus descendentes só reinaram até 63 a.C., quando os judeus foram conquistados pelos romanos. Por isso, persistiu a crença de que o verdadeiro Messias ainda não chegou.

Os ortodoxos têm até uma data para sua vinda, o ano 6000 do calendário judaico — aproximadamente 2240 no cristão. "Deus criou o mundo em seis dias e descansou no sétimo. A humanidade passará 6 mil anos de trabalhos e sofrimentos. Com o início do sétimo milênio, chegará a hora do repouso e da recompensa", diz o rabino Mendel Liberow. Após a composição do Livro de Daniel, a crença no fim da História chegou a uma seita dissidente, surgida na Terra Santa sob o domínio dos romanos: o cristianismo.

Cristianismo, século 1
Quando o Livro das Revelações foi escrito, os cristãos eram ferozmente perseguidos pelo Império Romano. Entre os séculos 1 e 3, milhares foram executados. A matança teria levado João a se exilar em Patmos.

Segundo as tradições da Igreja, ele foi um dos apóstolos e também o redator de um dos Evangelhos. Alguns historiadores, contudo, acreditam que se trata de pessoas diferentes. O que ninguém nega é a intenção política da obra, influenciada pelo Livro de Daniel. 

O Apocalipse de João, como também é conhecido, visava fortalecer a fé dos perseguidos, prometendo castigos horríveis aos opressores (e infiéis). Há terremotos, chuvas de meteoros, pragas, pestilências... e, claro, quatro infames cavaleiros que descem dos céus para atormentar a humanidade.

O último se chamava "Morte, e o Inferno o seguia" — uma procissão de figuras como gafanhotos gigantes integram a comitiva. É chegada a hora, então, do grande combate entre Deus e o Diabo. Ele enviará à Terra um Anticristo, à frente de um grande exército.

Jesus irá derrotá-lo, mas depois de um milênio acorrentado, Satã retorna para a batalha final, prevista para ocorrer em um lugar chamado Armagedom — que alguns identificam como Megiddo, na Palestina. Jesus, mais uma vez, destruirá a legião do mal. E segue-se o Juízo Final: os pecadores serão lançados ao inferno e os justos viverão para sempre no paraíso. Até hoje, há quem interprete ao pé da letra o Livro das Revelações.

É o caso dos dispensionalistas, uma seita evangélica americana. A obra, contudo, foi majoritariamente entendida como uma promessa de paz. "Os cristãos antigos e medievais não viam as imagens apocalípticas como algo negativo", diz Fernando Ferrari. "Terremotos, pragas e até demônios seriam instrumentos de Deus e cumpriam uma função positiva. Foi com a Reforma Protestante que a ênfase passou da esperança para a angústia. O medo do fim do mundo, nesse sentido, é uma invenção moderna".

Islã, século 7
O conceito do Fim do Mundo como algo essencialmente positivo também influenciou o Islã, com a pregação do profeta Maomé — que absorveu muitas crenças de seus antecessores monoteístas.

O Juízo Final descrito no Alcorão e nos Hadith (uma coleção de ditos do Profeta) tem muitas semelhanças com o Livro das Revelações. Na tradição muçulmana, o Anticristo é Masih-Al-Dajjal, "o falso profeta", que tentará dominar o mundo. Ele será derrotado pelo Mahdi, espécie de Messias islâmico, que será ajudado em sua tarefa por ninguém menos que "Issa, filho de Miriam", ou Jesus.

Após a batalha final, o anjo Israfil tocará sua trombeta e começará o grande Julgamento, que durará entre 50 mil anos. Até as plantas e os animais serão ressuscitados e virão depor contra a humanidade. Por fim, os humanos terão de atravessar uma ponte fina como um fio de cabelo e afiada como uma espada — os bons chegarão ao paraíso para a vida eterna e os maus cairão no inferno.

O momento decisivo da humanidade é chamado "A Hora" para os muçulmanos. Como o cristianismo, o islã não tem data marcada para o fim dos tempos: só Alá sabe. Daí um dos ditos mais famosos de Maomé: "Vive como se tua vida fosse infinita, mas faz o bem como se fosses morrer amanhã".

Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/


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A profecia do fim do mundo na cultura dos Vikings, do Mazdaísmo e do Hinduísmo





Hinduísmo, séculos 18 a.C. a 10 d.C.


Há mais de 3 mil anos, os hindus já tinham complicadas profecias em livros sagrados como os Vedas e os Puranas." As religiões ocidentais têm uma concepção linear do tempo. Já para a hindu, que influenciou o budismo, o tempo é cíclico, com o Universo alternando fases de atividade e de repouso", diz Swami Nirmalatmananda, ex-presidente da Ordem Ramakrishna no Brasil. S

egundo o hinduísmo clássico, o Cosmo foi criado pelo deus Brahma. Cada dia na vida dele equivale a 4 bilhões de anos humanos — período que representa um ciclo na história do Universo, ou kalpa.

Esse, por sua vez, se divide em mahayugas, períodos de 4 milhões de anos. Mas cabe ao deus Vishnu (não a Brahma) exercer a justiça cósmica. O fim de cada mahayuga é marcado pela decadência moral da humanidade.

É quando Vishnu tem de pôr ordem na casa. Dizem os Puranas que a sua próxima encarnação, chamada Kalki, virá armada com uma espada brilhante como um cometa e "irá destruir os ímpios e os ladrões e todas as mentes devotadas à iniquidade".

A Terra será incinerada e ressurgirá das cinzas. Após cada kalpa, seu dia divino, Brahma irá dormir e, ao fechar os olhos, o Universo desaparecerá nas trevas — para reaparecer bilhões de anos depois, quando ele acordar. Assim, o ciclo de destruição e ressurgimento jamais acaba.

A crença no tempo circular era a concepção mais comum entre os povos da Antiguidade. O estoicismo, linha filosófica surgida na Grécia no século 3 a.C., apregoava a ocorrência da ekpyrosis, a destruição de tudo em uma explosão de fogo purificador a cada 15 mil anos. Os celtas acreditavam que o céu caía periodicamente sobre a Terra — curiosamente, há um mito semelhante entre os brasileiríssimos jurunas.



Vikings, século 8


Os vikings — ou, melhor dizendo, os nórdicos, porque viking era profissão — foram um dos últimos povos europeus a se converterem ao cristianismo. E previram um apocalipse pagão e amoral.

É a lenda do Ragnarok, ou a morte dos deuses, contada nos Eddas, escritos por volta do século 13. Os vikings já eram cristãos e conheciam o Armagedom da Bíblia, mas as histórias falam de seus deuses antigos, que habitavam o mítico país de Asgard, sob o governo de Odin.

O papel de vilão cabia a Loki, expulso de Asgard por causa de suas tramoias contra os parentes divinos. Os vikings acreditavam também na existência de elfos, anões, gigantes e monstros. E quase todas essas espécies sairão na pancada durante o apocalipse mais heavy metal da História.

Tudo começará com o Fimbulvert, um inverno sobrenatural que durará três anos. Loki, então, comandará um exército contra Asgard. Suas tropas incluirão gigantes e monstros, como Fenrir, o lobo demoníaco, e Jormungad, uma serpente saída dos confins do oceano. Heimdall, o arauto dos deuses, soprará sua trombeta — e aí, sim, o tempo vai fechar. Até o manda-chuva Odin morrerá, devorado pelo lobo. Asgard virará um cemitério. E os humanos serão exterminados por tabela.

"A mitologia nórdica pode ser vista como uma mistura das concepções linear e circular do tempo", diz o historiador Johnni Langer, da UFMA. "Por um lado, o céu e a terra renascerão, como nos mitos hindus. Mas não há previsão de outras destruições." Não haverá paraíso nem inferno, até porque os vikings não tinham os conceitos de pecado e julgamento cristãos nas lendas originais que inspiraram os Eddas. "Haverá um novo Universo semelhante ao anterior", afirma Langer.


Mazdaísmo, séculos 5 a.C. a 9 d.C.



Mas quem, então, esticou o tempo em uma linha reta? O criador dessa visão de Juízo Final foi o persa Zaratrusta (ou Zoroastro). Ele teria nascido entre os séculos 10 e 5 a.C. no atual Irã. Filho de um agricultor pobre, partiu aos 30 anos para viver sozinho no deserto. Saiu de lá com os princípios de uma nova religião, o mazdaísmo, que logo se espalhou por toda a Pérsia.

Ela cultuava um só deus e admitia a existência de sua antítese maligna. O demoníaco Arimã guerreava constantemente contra o benfazejo Ahura Mazda pelo controle do Universo. Essa batalha era um grande drama cósmico com um desfecho definitivo, narrado no Zend Avesta e no Bundashin (escritos entre os séculos 5 a.C. e 9 d.C.).

Num futuro indeterminado, Ahura enviará à Terra seu último profeta: Shaosyant, que ressuscitará os cadáveres de sua tumba. Depois, um Anjo de Fogo derreterá as montanhas.

O mundo será coberto por um oceano de lava e metal — os vivos e os mortos terão de atravessá-lo descalços. "Para os justos, o rio de fogo será suave como leite fresco, mas os ímpios e os pecadores arderão nas chamas, até serem purificados", diz o Bundashin. O mundo será reconstruído, Arimã será destruído e o mal deixará de existir.

Fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/


As mais vistas da semana

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

A Tese: a partir do centro do Tempo Maia




Reconhecendo que o mito maia deriva em grande parte a partir de observações do céu, que pode ser confortável com a procura de uma contrapartida astronômico para praticamente qualquer imagem iconográfica examinamos. Proponho que a divindade que se manifesta através do sol do solstício de inverno é Primeiro Pai, também conhecido como o Deus do milho ou Um Hunaphu (o pai do gêmeos Hero'). Este valor também está relacionado com Hunrakan (a "uma perna" deus que destruiu um mundo anterior idade por inundação) e Hunab Ku, o Yucatecan "doador de movimento e medida". Aquele Ahau dia sagrado de Vênus é uma manifestação calendric da mesma figura, e como um possível direcional portador de anos, vou argumentar que um Ahau corresponde ao trimestre solstício de inverno. 

Primeiro Pai, Sete Arara, a Estrada de Xibalba e os gêmeos Herói são todos os jogadores na história Popol Vuh da criação desta Era atual do mundo, e a morte do último. Em suma, o Popol Vuh complexo mítico contém descrições mitológicas do processo astronômico que culmina na data Contagem Longa fim. Em um reminscente e forma da prática Maya de "nomeação fim", uma leitura literal de muitos monumentos maias Criação indica que a criação ocorre na data tzolkin 4 Ahau, quando 13 baktuns estão concluídas. 

Nascimento acontece no fim de um ciclo do processo ou do tempo. Tem versão mais antiga da história da Criação Popol Vuh é encontrado em Izapa. Análise de orientações de Izapa, Calendario, monumentos e contexto histórico revela um apoio adicional para a tese. O mais impressionante é o cenário mítico em Izapa Stela 11, e sua orientação para o ponto de solstício de inverno crescente do sol. Stela 11 incorpora todos os motivos importantes encontrados na arte de Izapa, e por si claramente codifica o significado astronômico da data de Contagem Longa de fim.


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Espaço: Saiba o que é Bennu, o ‘asteroide do fim do mundo’

Imagem ilustrativa da chegada da sonda OSIRIS-Rex ao asteroide Bennu, em 2018.
Imagem ilustrativa da chegada da sonda OSIRIS-Rex ao asteroide Bennu, em 2018. (Divulgação/Nasa)

A chance de que o corpo celeste atinja a Terra daqui a 150 anos é de 1 em 2.500 - bastante remota, portanto. Em setembro, a Nasa envia missão para estudá-lo


Ele é uma rocha de 492 metros de diâmetro e, a cada seis anos, cruza a órbita do nosso planeta. Segundo cálculos dos astrônomos, o asteroide Bennu tem 1 chance em 2.500 de colidir com a Terra no século XXII, em 2135. Ou seja, é muito remota a possibilidade de que esse seja o asteroide responsável pelo fim do mundo, como alguns o têm chamado. Mas a colisão, pouco possível, é uma das razões por que a Nasa está enviando a sonda OSIRIS-Rex, no início de setembro, até ele. É a primeira missão espacial da Nasa que irá visitar um asteroide, colher amostras e voltar para a Terra.

Descoberto pelos cientistas em 1999, Bennu nasceu de uma violenta colisão entre asteroides e testemunhou o surgimento do sistema solar, há aproximadamente 4,6 bilhões de anos. Por isso, os astrônomos acreditam que ele possa oferecer algumas respostas para questões centrais sobre a Terra (de onde viemos e para onde vamos). A missão, que parte em 8 de setembro de Cabo Canaveral, na Flórida, e deve chegar ao asteroide em 2018, voltará cinco anos depois carregada de informações sobre o corpo celeste. “As experiências vividas por Bennu vão nos dizer mais sobre as origens do nosso sistema solar e como ele evoluiu. Como detetives, vamos examinar as evidências trazidas para compreender melhor nossas origens”, afirmou Edward Bershore, da Universidade do Arizona, um dos principais pesquisadores da missão, em comunicado. Além disso, os asteroides podem conter os precursores moleculares para a origem da vida e oceanos da Terra. Algumas teorias acreditam que o choque de asteroides com o planeta pode ter contribuído para formar os primeiros seres vivos e ou a água de nosso planeta.

Asteroide do fim do mundo 


As grandes dimensões e composição do asteroide, junto com a órbita perigosa, fizeram com que ele fosse escolhido como o alvo da nova missão. Bennu é considerado um objeto próximo da Terra (NEO, na sigla em inglês). Daqui a 150 anos, a Nasa acredita que existam chances mínimas de que, ao passar entre a Terra e a Lua, o asteroide possa ter sua rota alterada graças à força exercida por ambos corpos – e, assim, ser empurrado em direção a nosso planeta. O choque teria a potência de 80.000 bombas de Hiroshima. Mas também há chances de que ele seja enviado para longe da Terra devido à interação com os planetas do sistema solar e seus satélites. A missão poderia fornecer pistas de como evitar um possível impacto. O Jet Propulsion Laboratory (JPL), da Nasa, é bastante preciso na observação e manutenção da órbita de objetos próximos da Terra – com ajuda internacional, ele consegue identificar e mapear a rota de 95% dos corpos celestes que podem colidir com o planeta. Assim, além de determinar com exatidão as propriedades físicas e químicas do asteroide, a missão OSIRIS-Rex também ajudará os cientistas a desenvolverem estratégias para evitar um possível impacto do asteroide com o nosso planeta no futuro.

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Apocalipse: Mórmons preveem ‘fim do mundo’ em setembro e começam a estocar alimentos


Mórmons preveem ‘fim do mundo’ em setembro e começam a estocar alimentos

Mórmons preveem ‘fim do mundo’ em setembro e começam a estocar alimentos

Foto: Divulgação

Apocalispse

A nova data para o suposto fim do mundo já foi marcada: 28 de setembro. Ao menos é o que acreditam alguns seguimentos dos mórmons em Utah, nos Estados Unidos. Nas últimas semanas, o grupo religioso começou a estocar alimentos e produtos essenciais para se prepararem para o final dos tempos. "Há em sentimento de urgência, como se algo estivesse para acontecer. Muitas pessoas estão falando de setembro, como um colapso financeiro global", disse o representante comercial Ricardo Aranda, de acordo com o jornal americano "Metro". Mesmo que a data esteja definida, o motivo para o fim do mundo não está. Entre as possíveis causas estariam um asteroide caindo na Terra, uma explosão do acelerador de partículas ou a fúria de Deus. A agência espacial americana, Nasa, informou que não há nenhuma previsão sobre qualquer corpo celeste em rota de colisão com o planeta no dia 28 de setembro. 
 
 

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

"Islamic Antichrist": O Argumento Bíblico em favor de um Anticristo Islâmico

Um ANTICRISTO ISLÃMICO - A BESTA do ORIENTE MÉDIO

Um ANTICRISTO ISLÃMICO - A BESTA do ORIENTE MÉDIO

Um ANTICRISTO ISLÃMICO - A BESTA do ORIENTE MÉDIO

Os atentados recentes na França, sem dúvida não serão os últimos que esses psicopatas e malignos do EI farão. Todo Ocidente, inclusive a América do Sul e Brasil, podem ficar de orelha em pé. Em especial o Brasil, onde suas fronteiras são livres pra qualquer um entrar e se estabelecer aqui. Aliás, esse foi o maior erro da Europa nos últimos tempos, com esse papinho de "democracia" permitindo imigrações desenfreadas e sem controle. Socorrer vítimas de guerras e dar abrigo a refugiados é uma coisa, mas, permitir que milhões se estabelecem sem um critério é outra.


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A culpa desse crescimento da IE é de muita gente, inclusive do governo francês que é fraco e fica fazendo menos do que deveria fazer pra combatê-lo. Por isso agora não adianta as notas hipócritas, cínicas e sensacionalistas de apoio ao combate ao terror. Inclusive da demagógica presidente do Brasil, a Senhora Dilma, que uma hora defende os terroristas e outra hora, lança nota repudiando ataques. O terrorismo deve ser combatido sem tréguas e sem piedade, pois esses loucos não tem misericórdia com ninguém! Eles estão direcionados ao terror e só isso.

A culpa é também do fraco governo Obama que tem em seu presidente, um fraco líder, relutante e covarde. Tá deixando o terror se espalhar em todo canto. Também da União Europeia que faz vistas grossas e acima de tudo da ONU. Também é culpa das religiões poderosas, como por exemplo a Igreja Católica, que cercada em sua redoma de poder, fica apenas apoiada nas declarações frias e fracas do Papa. E também do Islã, que fica calado, apenas dizendo que "o Islã não prega esse tipo de coisa!". Mas, por que não ajuda a combater então? Se cada muçulmano denunciasse, terroristas e ajudasse a eliminar o IE, a situação seria diferente. E de certa forma que me desculpe o Islã, mas, no meu fraco saber sobre essa religião, vejo que há margem pra que líderes inescrupulosas, distorçam ou usem parte dos ensinamentos de forma violenta. Até porque há muita coisa no islamismo que prega a submissão, a força e abusos. A história de Maomé por exemplo, tem uma parte de guerra, violência e mortes! E se é diferente e se o Islã prega é a paz e o amor mesmo, então o Islã deveria se inflamar mais. Os muçulmanos do bem, deveriam agir mais pois, se não fizerem nada, sofrerão as mesmas consequências, pois em algum momento de desespero, o Ocidente pode contra-atacar e já vimos como tudo isso termina...

As configurações astrológicas para o ano 2015, ainda mais pesadas no ponto de vista do anarquismo, colocam ainda mais lenha na fogueira, medo nas pessoas e terror no mundo. Inclusive há riscos para o Brasil também...

O livro de Joel Richardson, "Islamic Antichrist" dá alguma idéia do que está acontecendo.

Em seu segundo livro “Mideast Beast”, ou a besta do islamismo, ou do Oriente Médio, o autor Joel, deixa ainda mais explicita sua teoria, de que o Anticristo virá da Turquia e será um muçulmano e não da Rússia, como sempre foi interpretado pelos cristãos. Ele afirma que o Anticristo já bate a nossa porta. Não fala claramente sobre quem financia esse projeto, se lojas negras ou o próprio Diabo, mas, que esses terroristas trabalham para um mal que tentará destruir o cristianismo ou toda forma de fé do Ocidente...

Veja logo abaixo este artigo interessante do blogue http://sufandonoassude.blogspot.com.br/2012/06/um-anticristo-islamico-besta-do-oriente.html

Um ANTICRISTO ISLÃMICO - A BESTA do ORIENTE MÉDIO

Por que a Rússia nunca invadirá Israel

Escritor de livro sobre Anticristo islâmico diz que há outro perigo maior

Durante gerações, os cristãos que pesquisam as profecias bíblicas sobre os tempos finais têm olhado a Rússia com desconfiança, tentando imaginar exatamente como e quando aquele ataque esperado vindo do norte seria lançado contra Israel, o ataque que marca o começo do fim.
Mas o autor do recente livro, “Mideast Beast: The Scriptural Case of an Islamic Antichrist” (Besta do Oriente Médio: O Argumento Bíblico em favor de um Anticristo Islâmico), diz que os crentes deveriam esquecer a Rússia, e em vez disso se preocupar com a Turquia.
A região da Turquia, afinal, era onde a estrutura islâmica de poder governava até um século atrás, e embora o Irã, o Egito e a Síria estejam ocupando as manchetes nestes dias por suas atividades muçulmanas, a influência islâmica na Turquia não para de crescer.
Aliás, apenas dias atrás, Recep Tayyip Erdogan, o primeiro-ministro da Turquia, convidou Fethullah Gulen, o imam eremita do movimento islâmico possivelmente mais poderoso do mundo, para voltar para a Turquia.
“Queremos que este anseio seja cumprido”, disse Erodgan. “Queremos ver entre nós aqueles que estão no exterior e ansiando a pátria… Estamos dizendo que essa ausência do lar [de Gulen] tem de acabar”.
Joel Richardson, autor do recente livro “Mideast Beast,” diz que a suposição sobre a Batalha de Magogue e Gogue, revelada na profecia bíblica de Ezequiel 38 e 39, precisa ser corrigida para que as pessoas entendam.
Num comentário em WND hoje, Richardson explica que a suposição de que a referência bíblica a Magogue indicaria a Rússia foi desenvolvida uns 100 anos atrás, e vem sendo ensinada e debatida desde então dessa forma.
Contudo, a realidade é que o mais provável é que seja a Turquia, disse ele.
“Para as pessoas que se preocupam com a verdade, estudos teológicos modernos afirmam unanimemente que está mais que na hora de descartar a noção de que o profeta Ezequiel predisse que a Rússia invadiria Israel”, escreve ele. “O que então ele predisse? Para qual país em ascensão no Oriente Médio Ezequiel está apontando para nós que será o líder de uma coalizão dos últimos dias que atacará Israel?
“Em meu livro, ‘Mideast Beast: The Scriptural Case for an Islamic Antichrist’, forneço ao estudante comum da Bíblia todas as ferramentas necessárias para compreender muitas das mais importantes profecias dos tempos finais da Bíblia. À medida que as dificuldades do fim desta era agora estão cada vez mais perto, é absolutamente fundamental que os estudantes da Bíblia diligentemente estudem o significado desses textos de modo cuidadoso e responsável. A urgência do momento exige nada menos”, disse ele.
Ele disse que a promoção da suposição de que o exército que marcharia para atacar Israel seria o russo surgiu em torno da época do lançamento da Bíblia de Referência Scofield, no início do século XX, e essa interpretação influenciou muitas outras obras de referência.
Vários materiais de estudo bíblico incluem os seguintes mapas, que mostra que Magogue é a Rússia.
Ele diz que em 1971, o então governador Ronald Reagan continuou esse foco, dizendo: “Ezequiel nos diz que Gogue, a nação que liderará todas as outras potências contra Israel, virá do norte. Os teólogos há décadas dizem que Gogue só pode ser a Rússia. Qual outra nação poderosa há no norte de Israel? Nenhuma”.
Mas uma pesquisa que Richardson consideraria mais exata retrata Magogue como sendo a nação da Turquia:
Richardson explica que um modo diferente de interpretar a Bíblia resulta em conclusões diferentes.
Mas ele disse: “No final do sétimo século e começo do sexto século a.C. quando Ezequiel profetizou, Magogue, Meseque e Tubal eram conhecidos como tendo habitado na Ásia Menor, ou a Turquia moderna”.
O livro de Richardson vem depois de seu sucesso anterior, “The Islamic Antichrist” (O Anticristo Islâmico), um livro que mudou as opiniões escatológicas de muitos evangélicos desde seu lançamento dois anos atrás.
O novo livro é uma continuação do outro — com evidências ainda mais bíblicas de que o Anticristo, um personagem há muito tempo antecipado, será um muçulmano do Oriente Médio.
Ao passo que a maioria dos estudantes da Bíblia há muito tempo sustenta que alguma forma de humanismo ou religião universalista catapultaria o Anticristo para o poder mundial, “Mideast Beast”defende sistematicamente o argumento de que o Anticristo está agora mesmo diante de nós batendo na porta.
 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Calendário Maia e o Fim da Era!


A data final do calendário maia é 21 de dezembro de 2012 (solstício de inverno), quando o Sol se alinhará com o centro galáctico da Via Láctea em 11:11 GMT (Greenwich Mean Time) - um evento que só ocorre a cada 13.000 anos. 

Ele também irá concluir um ciclo de 26.000 anos (Precessão dos Equinócios) trazendo a Idade astrológica de Peixes para um fim, uma vez que inaugura a Era de Aquário. Mayans fez previsões baseadas nos ciclos terrestres e celestes, como fizeram os astecas e incas. Até agora, a única inscrição conhecida Maia, que discorre sobre o significado específico por trás do fim do 13 º Baktun de 21 de dezembro de 2012 foi descoberto em 6 Monumento em Tortuguero , Tabasco, México. 

Embora desfigurado área da construção e saques do local arqueológico, os estudiosos foram capazes de traduzir parcialmente o monumento, achando que se refere ao ano de 2012 eo retorno dos Bolon Yokte K'u, o senhor do submundo que representa o Sistema Solar e seu apoio nove deuses. 

Quando o Sol nasce no signo de Sagitário - 22 novembro - 21 dezembro (o Centauro com arco), é um símbolo do Nimrod saindo da boca de Leviathan. Chifre sugere que Ninrode se tornou um Nephilim na Bíblia quando seu DNA foi alterado. Como é que ele cruzar a linha de humano para alienígenas? E qual foi a razão para a construção da Torre de Babel? Será que ele vai ser trazido de volta à vida em um dia um laboratório e assumir o papel do Anticristo? A comunidade científica já está trabalhando para trazer um tigre Wooly Mammoth e Siberian de volta à vida. A contagem regressiva para 21 de dezembro de 2012, continua.

Como um astrólogo, que sempre foi meu entendimento que os "deuses" mitológicos e energias foram representados dentro da psique humana. A dinâmica destas energias podem ser expressas de forma positiva ou negativamente. . . . . ou dentro da mesma pessoa. Um sempre se esforçou para a expressão positiva.

Na mitologia, Shamash, o deus sol babilônico, é freqüentemente retratado crescente entre duas montanhas. Jordan Maxwell expôs sobre o que ele acredita que o simbolismo de "sol o nascer entre duas montanhas 'representa Ele enfaticamente acredita que é o símbolo do comunismo e de dominação que é a intenção da Nova Ordem Mundial. Ele publicou recentemente seu mais novo vídeo no YouTube com a sua mensagem e por que ele acredita nisso tão fortemente. No entanto, a inferência mitológica das duas montanhas, neste caso, significa as fronteiras do mundo - ou, como diríamos hoje. . . . . as polaridades de consciência. O Sol em sua expressão mais positiva reconcilia os opostos dentro e serve como ponto central ou de equilíbrio entre o yin eo yang da vida.

Maya revela segunda inscrição refere-se a 21 de dezembro de 2012

O INAH revela a existência de uma segunda inscrição Maya, "The Brick Comalcalco", que se refere à data mítica de 21 de dezembro de 2012, reavivando a polêmica sobre interpretações apocalípticas do calendário maia

A Associated Press divulgou um comunicado de imprensa do Instituto Nacional de Antropologia do México (INAH), que menciona a existência de um segundo em que Maya inscrição refere-se a 21 de dezembro de 2012, a data que tentou projetar um tipo de evento apocalíptico.
 
A inscrição conhecido como o "tijolo Comalcalco" refere-se a esta data, mas não está claro (ou pelo menos não divulgado), se os Maias considerado neste caso como data particularmente ameaçador. Segundo o especialista David Stuart este glifo poderia ser um dia histórico mais profético.
 
Arturo Mendez, porta-voz do INAH, disse que o fragmento da inscrição foi descoberto há alguns anos e tem sido extensivamente estudada por especialistas. Atualmente possui registro protege o público.

Monumento em Tortuguero Macuspana disso, não havia nenhuma referência conhecida outras específicas dentro da data mítica maia de 21 de dezembro de 2012, em que alguns Mayanists conclui uma conta do calendário de 5128 anos, 13 baktun. Monumento Tortuguero, que como o tijolo, Comalco tem cerca de 1300 anos, faz menção a descida do Bolon deus Yokte, a 21 de dezembro de 2012.
 
O misterioso Yokte Bolon significa Deus em algumas interpretações Pie 9 ou até mesmo Jaguar-Pie Árvore Pie, e está relacionado com o axis mundi ou árvore de crocodilo no centro da galáxia, que de acordo com outras interpretações, como John Major Jenkins, está alinhada com o sol no solstício de dezembro de 2012. Por outro lado, ele delineou a teoria de que o Monumento Tortuguero, ea profecia de 2012, realmente não pertencem à Maya, mas os olmecas.
 
INAH, entretanto, disse que a febre apocalíptica em torno da maias e 2012 é uma deturpação total de sua cultura. "O pensamento messiânico do Ocidente tem distorcido a visão de mundo das civilizações antigas como a Maya," INAH nesta quinta-feira em um comunicado.
 
Embora este seja um pouco estranho para alimentar o fogo com este lançamento a nível mundial com réplicas internacionais centenas de mídia, se olhando apenas para trazer a discussão do mundo maia para uma mais séria, acadêmica e refutar o que eles consideram pseudociência e do fanatismo.
 
Coincidentemente ou não, no próximo ano vai sediar o evento internacional Comalcalco Mundo Maya 2012 que promove o governo federal mexicano, como parte de um programa turístico que desde a sua concepção, claramente apostada em capitalizar psicomilenarista parafernália em torno desta data. O site Secretário de Turismo diz que, como dito pelo Secretário Gloria Guevara Manzo, em caso de apresentação deste programa no qual ele participou Felipe Calderon:
"Ele explicou que o 21 de dezembro de 2012 é uma data significativa na conta do calendário maia, já que este dia termina o ciclo de um milhão 877 mil dias, que começou em 3000 aC 114, de modo a partir desse dia começa uma nova era. "
 
Aparentemente, uma escatologia marketing, o governo federal promove a 21 de dezembro de 2012 como o início de uma nova era, que é também evidente no slogan que acompanha o logotipo do programa: "O projeto de lei que vai fazer história ... Um novo foi iniciada. "
 
Esta filiação à nova era do governo do México também poderia estar relacionada com a notícia de um documentário feito por Raul Julia-Levy , que promete revelar os segredos da Maya por volta de 2012 e uma suposta ligação com seres extraterrestres. Esta notícia se transformou em todos os jornais do mundo mainstream, citando um funcionário do governo praticamente Campeche, de acordo com informação divulgada, aceita que tinham encontrado inscrições em que a referência feita a Maya uma civilização alienígena.
 
Por um lado pode-se supor que o governo mexicano simplesmente procura impulsionar a economia ao fazer negócios entre os indivíduos do turismo promovendo apocalíptico, e por isso vem para o jogo da especulação e da conspiração, fazendo um teaser de seu produto. Por outro lado, pensamos que esta promoção idade milenar novo é parte de um programa que vai além do governo mexicano e entrelaça o mundo como uma espécie de operação de inteligência que procura inseminar memeticamente as massas para criar um ambiente global que será intensificar, que aproxima a data, a criação de um estado mental que pode ser usado politicamente.

Finalmente, acho que isso é apenas parte de um processo de revelação que transcende governos e instituições: a consciência de que se move e se refina o seu máximo caminhando para evento global. Especialmente na compreensão do que a revelação palavra apocalipse. Além do controle e conspiração: A informação que está vivo e quer lançar.
 
Nós atualmente não estamos inclinados para se nenhum destas alternativas sobre o fenômeno mental mass-media-2012. Mas nós fazemos uma observação: embora o INAH lucidamente afirma que a nossa concepção do juízo final milenar é projetada para Maya cosmologia do tempo cíclico, também é verdade que dentro dessa visão de mundo tempo cíclico concebível que a Maya mapeado determinar prazos para novos estádios no processo evolutivo dos seres humanos, o planeta e sua relação com o cosmos.

Da mesma forma que tudo passa por um ciclo, e até tudo o que dentro de cada coisa (como um órgão e uma célula dentro de um corpo) através de um ciclo que está sob alguma perspectiva particular, mas de um mais amplo é parte intergral todo um sistema, os maias podem ter sido capaz de detectar ciclos maiores.
Por exemplo, em um ano podemos determinar que o equinócio da primavera ou no solstício de inverno marca o início de um novo ciclo eo fim de outra - e apesar de serem parte de um fluxo contínuo ou pode ser demonstrado que são indicadores de um mudança na natureza. Talvez esses ciclos anuais ou ciclos mais longos, como os ciclos da atividade solar são mais fractal e, como tal, têm uma série de recursos, energias, por assim dizer.
 
Neste sentido, não é dizer vagas mera pseudocientíficas que, acima de tudo, o que esta data mítica é uma mudança de ciclo. Sim, uma nova era, mas uma nova era, que é parte de um fluxo, um processo que tem só que desta vez como um símbolo marcador, como agregador e marco hipervinculante. E, além disso, uma nova era como muitos que estudaram a eons yang Terra. Seu único e especial é que ele é até nós sob essa coordenada existencial atravessá-la, no presente (portal ou o poder que é sempre a eternidade) e torná-lo o que podemos, de acordo com nossa capacidade de criar ou alinhamento forças do cosmos.
* Este post originalmente tinha um erro confuso em um milhão 877 mil dias do calendário maia tem 1 milhão de 877 mil anos.

Fonte: pijamasurf/bolon-yokte-dios-mayas/ 

Sobre a questão do "Fim do Mundo". L DEUS, Bolon Yokte K UH.

 
DIOS L, BOLON YOKTE K UH. Deus L, Bolon Yokte K UH.

Houve uma nova interpretação do texto esculpido no século sétimo na Stela Tortuguero Macuspana Tabasco, e cujo direito registros do painel uma data em glifos maias que se refere à conclusão de um ciclo de 5.125 anos. Neste nel pa, refere-se a culminação de 13 baktun (cada Bak'tun consiste em 400 anos), durante a qual completou um ciclo de criação e iniciar outro. Também menciona que por esse tempo seria investido com a divindade Bolon Yokte ', um dos deuses que participaram na era atual começou em abril de Kumk'u Ajaw 8, que corresponde ao calendário juliano 13 de agosto de 3114 BC.

No Monumento 6 Bahlam citado Ajaw régua (612-679 AD), de modo que "o futuro evento marcou o fim do Bak'tun XIII, coloca esse cara em uma narrativa mítica histórica, ligando o início era corrente (4 Kumk'u Ajaw 8) com seu reflexo no futuro. " O aparecimento no texto de Deus Bolon Yokte "indica que" para a elite de Tortuguero ficou claro que deve pavimentar o caminho para o retorno do deus e o governante Bahlam Ajaw sediaria sua posse. 

Esta divindade Maya (Bolon Yokte '), associado à criação e à guerra poderia até ser personificada pelos governantes. Este Deus que preside hoje contra o pano de fundo do santuário de Tortuguero, onde uma vez foi colocada essa trilha. 
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