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domingo, 28 de novembro de 2021

Astrologia, mediunidade, simbologia e cura




À medida que tomamos mais consciência do nosso próprio mapa astral, que desvendamos os símbolos astrológicos, mais descobrimos nossa própria personalidade. E mais conscientes dos nossos processos pessoais, conseguimos nos curar com eficácia, de energias, sentimentos, bloqueios ou dores que aprisionam nossa alma, por meio de indecisões ou traumas que nos aprisionam. Hipócrates, considerado o pai da Medicina, disse que o médico que desconhecesse o estudo dos astros era indigno de ser chamado como tal (ele criou a teoria dos quatro humores, baseada nos quatro elementos: fogo, terra, ar e água). 

 No entanto, sabemos que a medicina existente em nossa atualidade tem outro foco, outros métodos e que se apoia muito mais hoje na tecnologia e nas reações físicas. Porém isso não descarta que se busque maiores conhecimentos sobre a alma humana, num nível mais espiritual e cósmico. Aliás, não podemos nem devemos descartar a parte espiritual do homem, pois, somos formados de muitas "camadas". Ou seja, o homem tem sua parte cultural, biológica, espiritual, mental e energética. 

Os médicos primitivos eram os xamãs; no Egito Antigo os médicos-sacerdotes eram utilizados apenas pela realeza e empregavam métodos divinatórios para investigar a saúde do paciente. Vale notar que o atual modelo biomédico tem sua origem histórica ligada à magia. A palavra em inglês heal (cura) tem a mesma raiz de whole (totalidade) e holiness (santidade). Assim, curar é sinônimo de se tornar inteiro, de se tornar santificado. 

Conforme tomamos consciência dos nossos processos de vida, mais integrados estaremos com nosso próprio destino e mais facilmente conseguiremos direcionar as histórias a serem vividas. Quando conseguimos a transição entre a parte teórica da Astrologia para uma aplicação prática, facilita-se o processo curativo e integrativo da pessoa. Há, inclusive, uma facilidade de aprendizado da linguagem astrológica e de seu conteúdo quando a vivenciamos em nível corpóreo. Atualmente, o avanço científico inerentemente nos remete à visão das antigas civilizações, pois o cuidado físico está indissoluvelmente ligado às questões da alma/psique (vide a psicologia psicossomática e a metafísica). 

A Astrologia é uma linguagem, a princípio, simples e ordenada, formada por símbolos que possuem entre si similaridade e sincronia. Por ser de origem simbólica, ela acessa nosso inconsciente. E é nesse acesso que prefiro vêr pelo prisma da espiritualidade que sabemos a importância da mediunidade. E através desse mecanismo sentimos, conhecemos e sabemos da ação dos guias espirituais, dos Ancestrais e das divindades em nós. Por exemplo, Exu, uma entidade muito mal compreendida, atua no limite, entre consciência e inconsciência, num nível muito sutil que é o portal do sub-consciente! Pode ser um portal de fortes descargas, muito benéfica, mas, também há riscos de ser um poder devastador, caso não seja bem controlada, assimilada e compreendida. 

A palavra em inglês heal (cura) tem a mesma raiz de whole (totalidade) e holiness (santidade). Assim, curar é sinônimo de se tornar inteiro, de se tornar santificado. Conforme tomamos consciência dos nossos processos de vida, mais integrados estaremos com nosso próprio destino e mais facilmente conseguiremos direcionar as histórias a serem vividas.

As ciências curativas e divinatórias ressurgiram com mais força nos últimos tempos, possibilitando o realinhamento da experiência microcósmica com a macrocósmica. (vide a homeopatia, as terapias florais, entre outras). Uma terapia que trata o ser humano como um todo e não apenas como parte, permite que o homem religue sua essência com sua dimensão Divina. E esta reconexão, amplia sua visão sobre si mesmo. Neste sentido a Astrologia facilita o processo, ao tornar as experiências vividas um ato de sacralidade (holiness) e de totalidade (whole).A ciência da maneira como se apresenta hoje, estritamente teórica e acadêmica, se revela inapta para oferecer todas as respostas, deixando o ser humano carente de novos mitos e principalmente de significados. 

 O SOL, a LUA e os planetas interferem em nossa personalidade, nas nossas escolhas profissionais, na maneira de lidar com os nossos relacionamentos, na nossa auto-estima e na nossa compreensão espiritual. E esses desencadeadores de energias cósmicas sobre nós, agem por correntes, linhas ou vibrações, nas quais os militantes, são seres espirituais de suma importância para nós encarnados. 

Carlinhos Lima - Astrólogo, Tarólogo e Mago de Umbanda Astrológica
2/4/11


Cuidado com os desejos mais sombrios! Veja o astral das Celebridades na Umbanda Astrológica




As análises astrológicas e espirituais, por meio da UMBANDA ASTROLÓGICA feitas pelo astrólogo Carlinhos Lima das famosas. O QUE OS ORIXÁS e astros reservam para o ciclo de vida das celebridades. Clique no link abaixo e confira:





sábado, 4 de setembro de 2021

Os PADRÕES DE QUÍRON




Através de Quiron, quando você compreende o que precisa enfrentar e o que de fato está em seu caminho (Saturno) e reconhece o que tem a fazer pela frente (Urano) você está modificando o seu destino (Quíron). A configuração de Quíron quase sempre descreve o tipo de conexão existente entre o indivíduo e seu sofrimento interno, bem como um caminho passível de levá-lo à cura.*Por exemplo, Quíron em aspecto com Vênus - vivenciam tanto as feridas quanto a cura através dos relacionamentos.Compulsão à repetição na área de Quíron - Além de apontar para a área em que já estamos feridos, Quíron também nos mostra onde podemos atrair mais situações que irão nos ferir; todavia esse processo também pode ser semelhante à "espada que cura a ferida que infligiu", segundo o qual aquilo que receamos e tememos também pode ser justo a fonte através da qual chegará a cura.Outro padrão diz respeito a um ciclo de lutas e fracassos aparentemente inúteis que não podemos vencer e do qual tampouco podemos fugir.

No mapa astral, Quíron mostra uma área aonde temos tendência a repetir os mesmos erros (Saturno) até que um dia nos damos conta disso (Urano); o mesmo ponto do nosso mapa que aponta um padrão repetitivo ou doloroso é o ponto em que podemos atingir uma libertação, exercendo nosso livre-arbítrio. Primeiro é preciso haver consciência de que algo está errado. E segundo, muita disposição em modificar isso. Astrologicamente Quíron está relacionado ao tema da dor e da cura. A nível pessoal, representa a natureza das feridas psicológicas mais profundas, que recebemos nas primeiras fases da vida, conflitos e problemas que exigem solução, com origem na infância ou que são inconscientes, mostrando áreas em que somos vulneráveis.
7/9/2011


As mais vistas da semana

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Identificado gene ligado ao vitiligo




Pesquisadores brasileiros chegam a uma alteração genética que pode predispor a pessoa ao vitiligo. Estudo realizado no Paraná concluiu que a doença pode surgir por uma mudança no gene DDR1, responsável pela adequação da célula que produz a melanina. A forma e os motivos que levam a esse defeito do gene são temas de estudos complementares. O vitiligo atinge cerca de 1% da população e tem como característica a perda da pigmentação natural da pele e de mucosas. Descobrir a identidade do gene é importante para criar medicamentos de combate à doença. Sabe-se hoje que vários genes tem sido descritos, mas não se conhece a natureza de suas variantes.


quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

A SERPENTE - SÍMBOLO DA CURA

Deuses gregos e romanos da medicina e da cura

Deuses gregos e romanos da medicina e da cura

A serpente é o símbolo da Asculapius (Esculápio) porque representava rejuvenescimento (renovação), como demonstrado pelo derramamento periódica de sua pele. Muitos acreditavam que as cobras sempre viveu e que ajudou a descobrir saúde-dando ervas medicinais. De acordo com uma lenda, uma cobra trazido tais ervas para Asculapius (Esculápio) e para mostrar sua gratidão, ele tomou a forma de uma serpente, também. O bastão de madeira também foi designado como seu símbolo, porque representava suas andanças de um lugar para outro como ele distribuía curas. É neste ponto que as divergências surgiram. Alguns chamam a serpente e uma equipe caduceu e outros dizem que é a "equipe de Esculápio". No entanto, é seguro dizer no entanto, que se a serpente é um símbolo do mal e do medo, ou se é um símbolo de cura pode depender de se o medicamento a ser dispensado obras.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Exú, orixás, protetores e cura de muitos males pelo Guardião dos Caminhos


No ritual cujo objetivo maior é o de evitar a morte prematura, as doenças de todos os matizes, louva-se o Orixá Omulu – Obaluaiyê – Shapanan, fazendo a conexão Exu – Obaluaiyê, por intermédio do enredo toque-dança, cujo tema é a neutralização dos aspectos maléficos (doenças, pestes) buscando a louvação e a conexão com os bons aspectos de Omulu-Obaluaiyê, que estende-se a todos os benefícios de seus pós de encantamento e cura, fazendo nesse instante a ligação com Exu. Os pós dispensados dos atós de Omulu (cabaças com pós mágicos) se assimilam com os apôs (sacos) de pós mágicos e de encantos de Exu (Realização do Axé). Celebrando nossos ancestrais por intermédio de Exu pudemos reafirmar e reatualizar ou mesmo mudar o caminho (do qual ele é Senhor), do destino, neutralizando a morte prematura, a doença, a miséria em todos os níveis, as desigualdades e preconceitos vários.Realmente Exu é o vencedor da era das trevas, poderoso Guardião do Destino, de um destino alvissareiro e de felicidades a todos nós.

E a entidade sobrenatural Exu, sua valência de ancestralidade primeva, comunicação, transmissão e ação transportadora do Axé, essa força-mágica sagrada que impulsiona nossas vidas para o desenvolvimento como ser humano espiritualizado, consolidando nossa identidade no respeito incondicional à vida, à igualdade entre todos nós! Também todos os Exus em seus vários aspectos, que culminou com a ida a rua, como forma de liberdade, de cidadania religiosa quebrando com os preconceitos e firmando nossos anseios de igualdade e liberdade não somente religiosa, mas social, cultural, política e econômica.

Os Odu-Ifá – vaticínios do oráculo, as respostas signos do destino, afirmou-se nos Odu Oturopon (12º) e Oyeku Meji que o Babalawo estava desacoroçoado, pois não tinha mulher (esposa), dinheiro e muito menos filho. Reclamou, reivindicou a Orunmilá, e esse não lhe respondia. Quando respondeu disse-lhe que seria melhor pedir a Exu. E assim remetido a Exu, o Babalawo ouviu de Exu: - Orunmilá não vê com simpatia ou importância seus pedidos. O que posso lhe aconselhar é que você deve pedir a Ori, pois ele lhe estenderá e lhe satisfará as carências. Aviso-lhe que se ele não fizer ninguém o fará. É sobre esse fundamento é muito importante, pois tem haver com a relação Ori-Orunmilá / Ifá.

E sabemos que a força da Umbanda é Africana, pois cultua os Orixás (Divindades Africanas) e também Indígena, pois cultua o Caboclo-Ancestral brasileiro, dito também o Orixá do Brasil. A “Umbanda Branca”, legítima Escola Umbandista, na forma está vinculada, pelo menos na aparência, ao Espiritismo e Catolicismo (sincretismo). Na essência, na sua doutrina interna é Africana (Orixás) e Indígena (Pajelança) ao mesmo tempo. O “Castiço” (catiço) – o Caboclo – é tido em muitas Religiões Afro-Brasileiras como o Orixá do Brasil.

Após o “retorno” do Caboclo aos “espaços sagrados” (“Aruanda”) deixando suas “ordens de direitos”, seu comando Espiritual às demais entidades que virão cumprir o ciclo iniciado, prepara-se a invocação de Exu – Senhor das Encruzilhadas, dos Caminhos, Porteiro Sagrado entre várias dimensões. Nada terá sentido ou existência se não tiver Exu. Ele é, representa e conduz o Axé, princípio e poder de realizar e fazer crescer, desenvolver todas as coisas, sendo pois, justo, principalmente na Umbanda Traçada, Omolokô e outras mais, ser o primeiro a ser invocado, antes do próprio Orixá, o mesmo acontecendo com as oferendas. Exu é o primeiro a “comer”, pelos motivos aludidos. Com a invocação e chegada dos Caboclos em “terra”, que são entidades espirituais de muito poder espiritual e curativo, tem início o ritual, onde dispensam suas bênçãos a todos os presentes ou ausentes mas que estão sob os influxos de sua poderosa corrente.

“Doenças Espirituais” Mediunidade desajustada, “encostos”, “quebrantos”, “mal olhados”, perseguição de Eguns, de Arajés, Magia Negra – atuação no campo espiritual bloqueando a espiritualidade e o desempenho na vida social e emotiva-sexual; problemas mentais vários; problemas acompanhados de depressão , ansiedades, manias, distimias e principalmente, o medo, entre outros tantos. Com Exu no reino, atendendo e encaminhando as pessoas, Ele mesmo, como o primeiro a vir, pode invocar os Orixás (segundo a ordem do Xirê) que trarão suas bênçãos e sua proteção. Após suas bênçãos e transmissão de axé desincorporam de seus “cavalos de santo” na camarinha, completando seus ciclos de vibrações que veiculam axé, iwa e abá.

Lembremos que Oduduwá cria a Terra – Aiyê - (continente-matéria) e Oxalá cria todas as criaturas do Orun, cujos duplos serão manifestados na Terra (Orun – planos sobrenaturais e Aiyê – planos naturais). As águas e o ar movendo-se, uma parte deles transformam-se em lama, que Olorun insuflou no montículo de lama (rochedo vermelho – laterita) seu hálito, dando-lhe a vida (a existência individualizada – Exu) . Reiteraramos que ambos Oxalá - Oduduwá são os genitores espirituais do Universo e da Criação, concessão dada a Eles por Olodumare, representando respectivamente o Poder Masculino (Oxalá) e o Poder feminino (Oduduwá).

Os Orixás da Criação e da Sabedoria, o par Orixalá – Oduá ou Oduduwá, representam a Existência genérica – o Princípio indutor da Criação. Exu por sua vez, o terceiro elemento – a terceira cabaça – IGBA KETÁ é o elemento procriado, a existência diferenciada, individualizada. No futuro, em outros momentos, desdobraremos os sentidos metafísicos, ontológicos de Iwá – Existência, Axé – realização e Abá – sentido, direção, enfim a mesma Triunidade Cósmica – o Tríplice Caminho – patrimônio de todas as tradições, que traduzimos, “decodificamos” para as Tradições das Religiões Afro-brasileiras.

Exu é o indutor da autodeterminação, da quebra de interdições sociais, que limitam a liberdade, por isso dá aos homens acesso aos meios mágicos – religiosos de melhorar sua sorte. Os mitos de Orunmilá Ifá afirmam que Exu persuadiu a Lua e o Sol a trocarem seus domínios, mudando assim a ordem das coisas, contrário pois, como se percebe, à manutenção do status quo. Nessa análise estabelece a distinção entre dois princípios: o apolíneo e o dionisíaco – a partir respectivamente de Apolo (deus da razão, da clareza, da ordem) e Dionísio (deus da aventura, da música, da desordem).

Infelizmente essas discussões complementares da realidade foram segregadas na época de Sócrates, que ao optar pelo culto à razão, minou a seiva, a semente criadora da filosofia na dimensão dionisíaca (Cotrin, 1988). Talvez Nietzsche esteja certo e tenha a resposta às dúvidas que suscitamos. Sim, na sua obra crítica à tradição da filosofia ocidental a partir de Sócrates, ele a acusa de ter negado a intuição criadora da filosofia anterior, a pré-socrática.

Exu em seus aspectos cósmicos, sociais e individuais, pode-se entender porque de Exu ser demonizado e, infelizmente, ser mal interpretado por dentro de alguns setores, se bem que isolados das religiões do Orixá. Nos Orixirixi (contos imemoriais dos Itanifás) de Exu encontraremos o tributo de Exu – Igba Ketá, isto é a terceira cabaça, o terceiro criado, pois os primeiros foram Oxalá e Odudwá. O mesmo fundamento, ou seja, as várias qualidades de Exu, demonstra a ligação direta do mesmo com Orunmilá Ifá, com o destino individual (Bará), igualmente com o conceito de Exu ser Enu Gbarijó (Boca Coletiva), manifestando a vontade de todos os Orixás.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

O grandioso Arcanjo Rafael, trazei cura e proteção pra todos que precisam neste momento!

Na Bíblia Sagrada, o Arcanjo Rafael é citado no Livro de Tobias, que faz parte do Antigo Testamento. Foi o Arcanjo enviado por Deus para curar a cegueira de Tobias e acompanhá-lo numa longa e perigosa viagem para conseguir uma esposa. Rafael, junto a Miguel e Gabriel simbolizam a fidelidade, o poder e a glória dos anjos. Além de influenciar na saúde física dos seres humanos, este arcanjo também age sobre a saúde do espírito, ou seja, está sempre procurando confortar as pessoas nas horas de desespero e acalmar os sofrimentos interiores. Além disso, também é o responsável e guardião dos talentos criativos. Seu nome significa “Deus te cura”. Este Arcanjo tem como sua principal característica ajudar na cura dos doentes e, por isso, é o guardião da saúde. Ele age principalmente nas instituições sociais, nos hospitais e até mesmo em casas que estejam precisando de sua ajuda.

Oração:

Arcanjo Rafael, transformai a minha alma e o meu ser, para que eu possa sempre refletir a vossa Luz. Expandi Vossa beleza curativa em meu lar, meus filhos e familiares, no trabalho que executo, para as pessoas com quem convivo diariamente. Afastai a discórdia e ajuda-me a superar conflitos.Guardião da saúde e da cura peço que vossos raios curativos desçam sobre mim, dando-me saúde e cura. Guardai meus corpos físico e mental, livrando-me de todas as doenças. O portentoso Senhor meu, que acompanhou Tobhias ao País dos Medas, trazendo-o com segurança e que ensinou a como afugentar o demônio da mulher que não tinha sorte no amor e no casamento, ajuda todos que precisa de cura, de amor, de paz dái a todos suas bençãos! Amém
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