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sábado, 20 de janeiro de 2018

Astrofísica: O Meteorito raro de 4,5 bilhões de anos que foi encontrado em Broek, ao Norte de Amsterdã na Holanda

O fragmento é o sexto meteorito encontrado na Holanda (Koen van Weel/ANP/AFP)

Pesquisadores afirmam que a rocha, descoberta por moradores após ter atravessado o teto de um alpendre, veio de uma região situada entre Marte e Júpiter


Cientistas holandeses anunciaram a descoberta de um meteorito com 4,5 bilhões de anos nesta segunda-feira. Segundo eles, o fragmento rochoso poderia conter indícios preciosos relativos à criação do sistema solar, já que a Terra tem, aproximadamente, a mesma idade do meteorito. “Ele provavelmente veio de um pequeno planetoide que foi atingido por outro planetoide, explodiu e os fragmentos vieram parar na Terra”, declarou o geólogo Leo Kriegsman, do Centro de Biodiversidade Naturalis de Leiden, em um vídeo publicado no Youtube. O pesquisador estimou que o meteorito provém da região que se estende entre Marte e Júpiter, onde há um grande cinturão de asteroides, com “muitas rochas e pequenos planetas”, que às vezes saem das suas órbitas. Com o tamanho de um punho fechado e cerca de 500 gramas, o meteorito atravessou com grande velocidade (até 20 quilômetros por segundo) o teto de um alpendre na pequena cidade de Broek, ao Norte de Amsterdã, a capital holandesa, em janeiro. “Mas, antes de atingir a atmosfera da Terra, [o meteorito] provavelmente era 10 ou 20 vezes maior do que agora”, afirmou Kriegsman. Segundo o cientista, foi necessário realizar muitos testes com a rocha, antes que o Centro de Biodiversidade de Leiden revelasse que se trata, realmente, de um meteorito. “Queremos estar 100% seguros da ‘espécie’ do meteorito, e por isso primeiro devemos realizar pesquisas”, explicou. Queda de meteoritos Os pesquisadores realizaram buscas intensas, mas não foram encontrados outros fragmentos deste meteorito, descoberto por moradores do local. Segundo o líder da equipe, a cada quatro anos, pelo menos um meteorito cai no país. Ainda assim, as pequenas rochas são muito difíceis de encontrar e apenas seis delas, contando com a mais recente, foram descobertas na Holanda nos últimos 200 anos. Assista ao vídeo de divulgação feito pelo centro de pesquisa em Leiden (em inglês):



(Com AFP)

Cadê a NASA, com todos seus bilhões e que sempre diz "saber de tudo"? Meteorito cai perto de Detroit, nos Estados Unidos

Câmera no interior de um carro mostra um clarão provocado por um meteoro no céu perto de Bloomfield Hills, em Michigan, Estados Unidos (Youtube Mike Austin/Reuters)

O fenômeno provocou um tremor de intensidade 2 na escala Richter


O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, sigla em inglês) confirmou a queda, na terça-feira, de um meteorito nos arredores de Detroit (Michigan, nos Estados Unidos). O incidente provocou um pequeno tremor de intensidade 2 na escala Richter. O tremor ocorreu às 20h09 do horário local (23h09 em Brasília). A localização aproximada da queda do meteorito foi a 8 quilômetros de New Haven, cidade de aproximadamente 4.600 habitantes nos arredores de Detroit e perto do lago St. Clair, na fronteira com o Canadá. Antes da confirmação da queda do meteorito, dezenas de cidadãos compartilharam nas redes sociais gravações do fenômeno onde aparecia uma chama de luz seguida de uma aparente explosão. Por causa destas gravações, o Serviço Meteorológico Nacional (NWS, sigla em inglês) disse ainda na terça-feira que o “brilho e o estrondo” não correspondiam a um relâmpago, nem a um trovão, já deixando claro que parecia se tratar de um meteoro.

Comentário: A Nasa, que sempre desmente tudo, nunca vê um meteoro em direção a Terra, só vem com desculpas esfarrapadas, depois que o meteoro caiu ou passou... estamos completamente indefesos e sem informação.

Por EFE

domingo, 14 de janeiro de 2018

Astrofísica: Foi descoberto novo risco mortal que pode impedir viagem humana a Marte


Tendo analisado os dados de dosímetros instalados na sonda orbital do programa ExoMars, os cientistas descobriram um perigo mortal que espera aqueles que planejam visitar o Planeta Vermelho.


Tendo analisado os dados de dosímetros instalados na sonda orbital do programa ExoMars, os cientistas descobriram um perigo mortal que espera aqueles que planejam visitar o Planeta Vermelho. Os astronautas que explorarem Marte devem perceber que, além de todos os outros riscos já conhecidos, um voo a este planeta possui um risco considerável de exposição à radiação. Após analisar os dados transmitidos para a Terra pela sonda interplanetária Trace Gas Orbiter (TGO), lançada como parte do programa ExoMars, os pesquisadores descobriram que aqueles que venham a viajar para este planeta receberão 0,66 sieverts de radiação, uma dose aproximadamente igual ao índice letal, informa o portal ScienceDirect. De acordo com especialistas, os astronautas que vivem a bordo da Estação Espacial Internacional recebem apenas 0,3 sieverts por ano. "O telescópio de dosimetria Lulin, instalado a bordo da TGO, mostrou que durante o voo a Marte, o corpo humano irá sofrer uma séria radiação ionizante, causada em grande parte por raios cósmicos e não por radiação solar. Isso significa que os astronautas seriam expostos ao perigo, mesmo que o voo fosse feito em um período de baixa atividade solar", asseguram os cientistas. Assim, como observou a equipe de pesquisadores, a maior parte da radiação, cerca de 95%, é proveniente dos raios cósmicos, enquanto apenas 5% têm origem no Sol. Isso significa que um cosmonauta que efetuar um voo de um ano a Marte será sujeito a uma radiação igual a 73 Roentgens. Por exemplo, em apenas seis meses de voo, os astronautas receberão cerca de 60% da quantidade de radiação normalmente permitida ao longo de toda a carreira, dizem os pesquisadores.

 Fonte/Sputnik

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Sorte no jogo: Os números mais sorteados da história da Mega-Sena

A probabilidade de acertar os seis números da Mega-Sena é de uma em 50 milhões de vezes (Lucas Lacaz Ruiz/Folhapress)

O número 5 já foi sorteado 241 vezes desde que a Mega-Sena foi criada


A probabilidade de acertar os seis números da Mega-Sena é de uma em 50 milhões de vezes. O matemático José Dutra Vieira Sobrinho diz que todos os números têm a mesma chance de serem sorteados. “A probabilidade estatística de ser sorteado é a mesma para todos. Não existem números com mais chances que outros”, afirma.

O que aumenta a chance de acerto, segundo ele, é ampliar a quantidade de apostas ou de dezenas na mesmo bilhete. Levantamento da Caixa Econômica Federal mostra quais números foram mais sorteados desde que a Mega-Sena foi criada. Esse é o caso do 5, que já foi sorteado 241 vezes. Outro número campeão é o 53, sorteado 234 vezes. A Mega-Sena da Virada, que será sorteada no último dia do ano, deve pagar um prêmio de 280 milhões de reais. Veja na tabela abaixo os números mais sorteados da história da Mega-Sena:


Os números mais sorteados na Mega-Sena

NúmeroQuantas vezes foi sorteado
5241
53234
51230
10230
24226
23222
42221
4219
33219
17219
54217
52215
28214
2214
16213
43211
30211
41211
32211
13210
56210
29208
50207
34207
1207
44206
37206
18206
27204
36204
8203
49202
6202
45201
12200
11200
47199
31199
59198
35197
38195
20195
3193
58191
7191
46189
60188
40188
48188
39188
57187
25187
14187
19186
9186
15184
21179
22179
55174
26165

FONTES: CAIXA ECONÔMICA FEDERAL/Veja

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Astrofísica: Asteroide em formato de caveira passará perto da Terra em 2018



Um pequeno asteroide semelhante a um crânio passará perto da Terra em novembro de 2018. Após a passagem do Oumuamua, com formato de charuto, este outro corpo celeste será objeto de estudo de cientistas após 3 anos; ele já esteve perto da Terra em outubro de 2015, e mesmo que tenha ganhado um nome científico (2015 TB145), foi apelidado de “Asteroide do Halloween”. Na primeira vez, ele chegou a aproximadamente 486 mil km da Terra, ou seja, 1,3 vezes a distância do planeta à Lua. Em certos ângulos, é possível ver um crânio humano no formato do asteroide devido às suas crateras e relevos, além das condições de iluminação. Em 2018, no entanto, o corpo celeste estará um pouco mais distante, cerca de 105 vezes a distância do nosso planeta ao satélite. Mesmo assim será possível estudá-lo.



O Asteroide do Halloweem, que possui entre 625 a 700 metros de diâmetro, de acordo com o estudo publicado no periódico “Astronomy and Astrophysics”, voltará a dar as caras em 2088, que será quando os cientistas poderão vê-lo com mais clareza. Ele estará a 20 vezes a distância entre a Terra e a Lua. Por enquanto, na longitude atual, o objeto interestelar reflete apenas entre 5% e 6% da luz do sol que o atinge, facilitando a comparação com uma caveira. Acredita-se que o corpo celeste é um cometa extinto, tendo perdido bastante água e outros componentes voláteis durante as voltas dadas ao redor do Sol, assim como o “Oumuamua”, que também parece ser um tipo de cometa “disfarçado” de asteroide. Cometa e asteroide se diferenciam por seu tipo de órbita ao redor do Sol e por sua composição. De longe, é difícil diferenciá-los, portanto a passagem do objeto em formato de caveira em 2018 pode trazer alguma resposta aos cientistas.
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