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terça-feira, 26 de maio de 2020

Rádio-observatório ALMA encontra cintilações no coração da Via Láctea, revela estudo



Astrônomos usando o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) encontraram cintilações quase periódicas em ondas milimétricas no centro da Via Láctea, no ponto denominado de Sagitário (Sgr) A*.

O rádio-observatório ALMA, situado no Chile, permitiu à equipe de astrônomos interpretar estas cintilações como sendo devidas à rotação de pontos de rádio em torno do buraco negro supermassivo com um raio de órbita menor do que o de Mercúrio, informou em 22 de maio o Heritage Daily.
Segundo o portal científico, esta é uma pista interessante para investigar o espaço-tempo com gravidade extrema.
"Sabe-se que Sgr A* às vezes emite clarões em comprimento de onda milimétrico", conta o astrônomo japonês Yuhei Iwata, da Universidade de Keio, Japão, e autor principal do estudo.

ALMA foi a alma do estudo

"Desta vez, usando o ALMA, obtivemos dados de alta qualidade de variação de intensidade de ondas de rádio do Sgr A* durante 10 dias, 70 minutos por dia. Então nós encontramos duas tendências: variações quase periódicas com uma escala de tempo típica de 30 minutos e variações lentas de uma hora", afirmou o pesquisador, citado pelo Heritage Daily.
Os astrônomos presumem que um buraco negro supermassivo com uma massa de quatro milhões de sóis esteja localizado no centro de Sgr A*.
Os clarões de Sgr A* têm sido observados não apenas em comprimento de onda milimétrica, mas também em luz infravermelha e raios X.
Entretanto, as variações detectadas com ALMA são muito menores que as detectadas anteriormente, sendo possível que estes níveis de pequenas variações ocorram sempre em Sgr A*.

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ALMA detecta coração cintilante da Via Láctea
O buraco negro em si não produz qualquer tipo de emissão. A fonte da emissão é o disco gasoso abrasivo em seu redor. O gás que circunda o buraco negro não vai diretamente para o poço gravitacional, mas gira em volta do buraco negro formando um disco de acreção.
A equipe focou-se nas variações de tempo curtas e descobriu que o período de variação de 30 minutos é comparável ao período orbital da borda interna do disco de acreção com o raio de 0,2 unidades astronômicas (uma unidade astronômica corresponde à distância entre a Terra e o Sol: 150 milhões de quilômetros).
Em termos comparativos, refira-se que Mercúrio, o planeta mais interior do Sistema Solar, circunda o Sol a uma distância de 0,4 unidades astronômicas. Considerando a massa colossal no centro do buraco negro, seu efeito de gravidade também é extremo no disco de acreção.
"Essa emissão pode estar relacionada com alguns fenômenos específicos que ocorrem nas proximidades do buraco negro supermassivo", afirma Tomoharu Oka, professor da Universidade de Keio e coautor do estudo.

Conclusões do estudo

O cenário adiantado é o seguinte: os pontos quentes são formados esporadicamente no disco e circulam ao redor do buraco negro, emitindo fortes ondas milimétricas.
De acordo com a teoria da relatividade especial de Einstein, a emissão é muito amplificada quando a fonte está se movendo em direção ao observador com uma velocidade comparável à da luz. A velocidade de rotação da borda interna do disco de acreção é bastante grande, portanto, este efeito extraordinário surge. Os astrônomos acreditam que esta é a origem da variação de curto prazo da emissão milimétrica de Sgr A*.

© NASA . IVAN PEDRETTI
Imagem da NASA mostra relâmpagos sob Via Láctea no sul da Itália
A equipe supõe que a variação possa afetar o esforço de fazer uma imagem do buraco negro supermassivo com o Event Horizon Telescope.
"Em geral, quanto mais rápido o movimento, mais difícil é tirar uma foto do objeto", diz Oka.
"Ao invés disso, a variação da emissão em si proporciona uma visão convincente para o movimento do gás. Podemos testemunhar o próprio momento de absorção do gás pelo buraco negro com uma campanha de monitoramento de longo prazo com ALMA", previu Oka.
Os pesquisadores procuram agora coletar informações complementares para entender o ambiente misterioso em torno do buraco negro supermassivo.

domingo, 8 de setembro de 2019

Rover chinês encontra substância gelatinosa de 'cor incomum' no lado oculto da Lua


O rover lunar da missão chinesa Chang’e 4 descobriu uma substância gelatinosa e de cor incomum durante as suas atividades de exploração no lado oculto da Lua.

A sonda espacial Yutu-2, que está conduzindo o estudo lunar, encontrou esse material que difere de outros já observados na superfície do satélite natural da Terra.
Um membro da equipe, verificando imagens da câmera principal do rover, avistou uma pequena cratera que parecia conter material com uma cor e brilho que difere do solo lunar circundante.
A descoberta levou os cientistas da missão a adiar as operações que o veículo tinha que realizar antes de entrar em hibernação no 8º dia lunar e ordenaram a análise não apenas da descoberta em si, mas do território próximo à área onde a substância foi encontrada – uma área repleta de crateras de pequeno impacto.
Até o momento, os especialistas ainda não conseguiram explicar a natureza da substância colorida e disseram apenas que ela é "semelhante a um gel" e tem uma "cor incomum".

© FOTO / PROGRAMA CHINÊS DE EXPLORAÇÃO LUNAR/ ADMINISTRAÇÃO ESPACIAL NACIONAL DA CHINA
Marcas deixadas pelo rover chinês Yutu-2 na superfície da lua
Contudo, o portal Space.com aponta que a matéria poderia ser vidro derretido, que apareceu como resultado do impacto de meteoritos que atingem a superfície lunar.

Área inexplorada da Lua

Em 8 de dezembro, a China lançou com sucesso a sonda da missão Chang’e 4, no foguete Longa Marcha 3B, e tornou-se o primeiro país da história a conseguir realizar um pouso bem-sucedido no lado oculto lunar.
Chang'e-4 e Yutu-2 estão realizando medições e coletando rochas que poderiam revelar novos detalhes sobre esta área inexplorada da Lua.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Astrofísica: Rover da NASA encontra vestígios de rios e lagos marcianos (FOTO)


Análise de gigantescos depósitos de argila, descobertos pelo rover Curiosity em maio, mostrou que os rios e lagos de Marte não só secaram gradualmente, como também recebiam periodicamente água, inundando os cantos circundantes da cratera de Gale.

site do Laboratório de Propulsão a Jato da NASA escreveu que as rochas da região analisada preservaram a história evolutiva dos lagos marcianos, que existiam no fundo da cratera de Gale e que não eram invariáveis nem estáticos.
"Nós mostramos que os lagos não só diminuíram e secaram gradualmente, mas também experimentaram uma história tumultuada e complicada. O estudo deles nos ajudará a entender como Marte perdeu água", afirmou Valerie Fox, do Instituto de Tecnologia da Califórnia.
Até recentemente, os cientistas desconheciam quaisquer vestígios fiáveis da existência de água no Planeta Vermelho no passado ou no presente.

© FOTO: NASA/JPL-CALTECH/MSSS
Foto de depósitos de argila descobertos pelo rover Curiosity nas encostas do Monte Sharpe, na cratera de Gale
Em março de 2013, o rover Curiosity descobriu os primeiros vestígios da existência de água em depósitos de argila ao perfurar uma pedra chamada John Klein em um de seus primeiros campos de perfuração.

Lago gigante

Posteriormente, os cientistas encontraram muitos outros depósitos de argila e outras evidências da antiga existência de água em Marte.
Hoje em dia, cientistas acreditam que a cratera de Gale, onde hoje está o rover Curiosity, seja um lago gigante e seco, com sedimentos do fundo do lago cobrindo a sua parte central, o Monte Sharpe.
As recentes descobertas, assim como imagens das naves Mars Odyssey e do Orbitador de Reconhecimento de Marte (MRO, na sigla em inglês), que indicam a presença de vestígios de filossilicatos, minerais argilosos que testemunham a ação química da água, levaram cientistas a indagar como esses depósitos de argila poderiam ter surgido.

Modelos climáticos

A água em estado líquido, se presente em Marte, poderia ter existido na sua superfície por períodos muito curtos de tempo, por algumas centenas de milhões de anos, e pouco provavelmente, como mostram os modelos climáticos, seria capaz de produzir quantidades tão grandes de argila.
No início de maio deste ano, o rover Curiosity atingiu estes depósitos perfurando a região. A descoberta fez com que cientistas ficassem quase dois meses analisando a zona.
A análise das argilas locais, bem como das imagens da área, revelou várias propriedadesnovas e inesperadas da antiga hidrosfera de Marte.

Amostras de rocha

As amostras de rocha perfuradas pelo rover na zona revelaram as maiores quantidades de minerais de argila encontradas durante a missão. Mas Curiosity detectou quantidades igualmente altas de argila em outras partes do Monte Sharp, inclusive em áreas onde o MRO não detectou argila.
Isso levou os cientistas a se perguntarem o que está fazendo com que os resultados da órbita e da superfície sejam diferentes.
Uma ideia é que as pedras são a chave. Embora os seixos individuais sejam muito pequenos para o MRO ver, podem aparecer coletivamente ao Orbitador como um único sinal de argila espalhado através da área.
A poeira igualmente estabelece-se mais prontamente sobre rochas lisas do que faz sobre os seixos; essa mesma poeira pode obscurecer os sinais vistos do espaço.
Os seixos eram muito pequenos para o Curiosity perfurar, por isso a equipe científica está à procura de outras pistas para resolver este quebra-cabeça.
Os cientistas estão agora tentando encontrar mais depósitos de argila para que o rover possa recolher amostras e analisar a composição química detalhadamente. Estes dados ajudarão os cientistas a compreender como eram as águas de Marte e se elas poderiam realmente sustentar a vida, como já indicado por medições em outras regiões da cratera de Gale.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Astrofísica: Mundo promissor: NASA encontra '1ª superterra próxima' que pode abrigar vida alienígena



Um grande salto acaba de ser dado na busca por vida alienígena com a descoberta de um novo planeta localizado a cerca de 31 anos-luz de distância da Terra.

A NASA, com a ajuda de seu telescópio espacial TESS, conseguiu encontrar a "primeira superterra próxima" e determinou que as condições de vida no planeta lhe permitem vir a ser habitável, escreve o tabloide britânico Mirror.
Embora seu nome oficial seja GJ 357 d, os pesquisadores apelidaram o planeta de 'superterra', pois é muito maior do que nosso próprio planeta, e com condições semelhantes.
"Isto é emocionante, pois esta é a primeira superterra próxima da humanidade que poderia abrigar vida - descoberta com a ajuda da TESS, nossa pequena e poderosa missão com um enorme alcance”, disse a líder do estudo, Dra. Lisa Kaltenegger.
Kaltenegger explica que, "com uma atmosfera densa, o planeta GJ 357 d poderia manter água líquida em sua superfície como a Terra" e, dessa forma, "poderíamos coletar sinais de vida com telescópios, dados que em breve estarão online".

GJ 357 D : Nearby Potentially Habitable Super Earth Is Just 31 Light Years Away
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Ver imagem no Twitter
GJ 357 d: superterra próxima potencialmente habitável está localizada a apenas 31 anos-luz de nós
O GJ 357 d é um dos três planetas que orbitam sua estrela. Junto com ele estão o GJ 357 b (chamado 'Terra quente', cerca de 22% maior que a Terra), e GJ 357 c, que é pelo menos 3,4 vezes maior que o nosso planeta.
Os cientistas acreditam que o GJ 357 d poderia proporcionar condições perfeitas, enquanto o GJ 357 b e o GJ 357 c são provavelmente muito quentes para abrigar vida.
A equipe agora espera estudar o planeta mais a fundo para determinar suas condições.
"Nós construímos os primeiros modelos de como este novo mundo poderia ser […] Só de saber que a água líquida pode existir na superfície deste planeta motiva os cientistas a encontrar formas de detectar sinais de vida", explica Jack Madden, que também trabalhou no estudo.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Astrofísica: NASA encontra prováveis sinais de vida em Marte



A sonda espacial da NASA Curiosity detectou altos níveis de emissão de metano na superfície de Marte, o que pode indicar a existência de vida no Planeta Vermelho, apontou a edição New York Times.

De acordo com a edição, as informações foram obtidas por especialistas da agência espacial nesta semana. Os cientistas solicitaram à Curiosity dados adicionais para levar a cabo novas investigações a fim de confirmar as observações. Prevê-se que os novos dados sejam entregues na segunda-feira (24).
A edição destacou que o gás pode ter sido emitido recentemente, já que na atmosfera fina de Marte as moléculas de metano se decomporiam em poucos séculos devido à  luz do Sol e na sequência de reações químicas.
© NASA .
Marte (imagem de arquivo)

Os investigadores também não descartam que o gás detectado possa ter permanecido no interior do planeta durante milhões de anos, e agora estar saindo através de fendas.
Na Terra, o metano, o produto final do metabolismo, é produzido por bactérias, denominadas metanogênicas, que habitam em grandes quantidades nos locais que carecem de oxigênio: debaixo do solo e no trato gastrointestinal dos animais. Além disso, o metano surge na sequência de reações geotermais, que não estão ligadas aos processos biológicos.

Astrofísica: Telescópio Hubble encontra 'bolas de futebol elétricas' e minúsculas no espaço



O telescópio espacial Hubble detectou uma nova descoberta potencialmente inovadora com o avistamento de moléculas C60 carregadas eletricamente no meio interestelar (MI).

Os elementos que formam o meio interestelar, que é o conjunto de gás e poeira que separa nosso Sistema Solar de outros sistemas estelares, são cruciais na formação de estrelas e corpos planetários à medida que são unidos para criar novos corpos celestes, informa CNN.
As moléculas formam um carbono conhecido como Buckminsterfullerene, cuja estrutura molecular se assemelha a uma bola de futebol, e levam o nome C60 por ser constituída por um arranjo de 60 átomos de carbono.
"O MI difuso pode ser considerado o ponto de partida para os processos químicos que acabam por dar origem aos planetas e à vida, por isso a identificação completa do seu conteúdo fornece informações sobre os ingredientes disponíveis para criar estrelas e planetas", disse o pesquisador Martin Cordiner, do Departamento de Física da Universidade Católica da América (EUA).

Cosmic soccer balls, as seen by Hubble telescope. They're from C60 molecules with 60 carbon atoms found in deep space.
Cosmic soccer balls, as seen by Hubble telescope. They're from C60 molecules with 60 carbon atoms found in deep space.


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Bolas de futebol cósmicas, vistas pelo telescópio Hubble. Elas são formadas de moléculas C60, com 60 átomos de carbono encontrados no espaço sideral

Vida baseada em carbono

Essas moléculas são raramente encontradas em rochas ou minerais na Terra, mas nunca antes haviam sido achadas no meio interestelar.
"O MI difuso foi historicamente considerado um ambiente muito duro e tênue para que ocorressem abundâncias apreciáveis de moléculas grandes", explica o cientista, complementando que "a vida pode ser pensada como a última palavra em complexidade química".
De fato, a vida, como a conhecemos com dados e informações atuais, é baseada em carbono e esta descoberta mostra que o carbono pode ser criado e sobreviver em ambientes difíceis no espaço, escreve o tabloide Express.
Em 2012, a sonda Voyager 1 conseguiu atingir pela primeira vez uma dessas regiões no espaço, que são consideradas difíceis de serem estudadas devido à longa distância da Terra.
fonte/sputniknews
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