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quinta-feira, 1 de agosto de 2019

'Elo perdido' para astronomia: NASA descobre trio de exoplanetas a 73 anos-luz da Terra



A agência espacial norte-americana descobriu três novos planetas a uma distância de 73 anos-luz da Terra e os cientistas afirmam que é provável que haja mais.

Pesquisadores dizem que descobriram três novos planetas fora do Sistema Solar que giram em torno de uma estrela situada a 73 anos-luz da Terra.
O trio está entre os menores e mais próximos exoplanetas conhecidos até agora, tendo sido descobertos graças ao satélite de pesquisa TESS, que foi enviado para o espaço em 2018 com o propósito de encontrar mundos novos em torno de estrelas vizinhas que pudessem albergar vida.
Dentro do sistema conhecido como TOI-270 há uma superterra rochosa que é um pouco maior que o nosso planeta, bem como dois mininetunos (planetas menores que Urano e Netuno, até 10 massas terrestres), sensivelmente com o dobro do tamanho da Terra.
TOI 270: TESS descubre tres nuevos exoplanetas — Astrobitácorahttps://www.astrobitacora.com/toi-270-tess-descubre-tres-nuevos-exoplanetas/ 
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Enquanto se acredita que a amplitude térmica no topo do planeta mais distante poderia abrigar algumas formas de vida, acredita-se que a atmosfera do planeta seja espessa e densa, criando um intenso efeito estufa que torna pouco provável a existência de água e vida no planeta.
A descoberta foi publicada na Nature Astronomy e despertou curiosidade dos cientistas sobre planetas do tipo "elo perdido", que não existem no nosso Sistema Solar.
Aqui nós temos pequenos planetas rochosos, tais como a Terra, Mercúrio, Vênus e Marte, e planetas gigantes gasosos muito maiores, como Saturno, Júpiter, Urano e Netuno, porém não existe nada intermédio.
"TOI-270 irá nos permitir em breve analisar o 'elo perdido' entre planetas rochosos parecidos com a Terra e os mininetunos dominados por gases, porque todos estes tipos se formaram no mesmo sistema", disse o chefe da pesquisa Maximilian Gunther, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts.
O mais próximo planeta dos três, o TOI-270 b, leva pouco mais de três dias para dar uma volta completa em torno da estrela, com os outros dois planetas TOI-270 c e TOI-270 d fazendo a volta em 5,7 dias e 11,4 dias respetivamente.

Astrofísica: Mundo promissor: NASA encontra '1ª superterra próxima' que pode abrigar vida alienígena



Um grande salto acaba de ser dado na busca por vida alienígena com a descoberta de um novo planeta localizado a cerca de 31 anos-luz de distância da Terra.

A NASA, com a ajuda de seu telescópio espacial TESS, conseguiu encontrar a "primeira superterra próxima" e determinou que as condições de vida no planeta lhe permitem vir a ser habitável, escreve o tabloide britânico Mirror.
Embora seu nome oficial seja GJ 357 d, os pesquisadores apelidaram o planeta de 'superterra', pois é muito maior do que nosso próprio planeta, e com condições semelhantes.
"Isto é emocionante, pois esta é a primeira superterra próxima da humanidade que poderia abrigar vida - descoberta com a ajuda da TESS, nossa pequena e poderosa missão com um enorme alcance”, disse a líder do estudo, Dra. Lisa Kaltenegger.
Kaltenegger explica que, "com uma atmosfera densa, o planeta GJ 357 d poderia manter água líquida em sua superfície como a Terra" e, dessa forma, "poderíamos coletar sinais de vida com telescópios, dados que em breve estarão online".

GJ 357 D : Nearby Potentially Habitable Super Earth Is Just 31 Light Years Away
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GJ 357 d: superterra próxima potencialmente habitável está localizada a apenas 31 anos-luz de nós
O GJ 357 d é um dos três planetas que orbitam sua estrela. Junto com ele estão o GJ 357 b (chamado 'Terra quente', cerca de 22% maior que a Terra), e GJ 357 c, que é pelo menos 3,4 vezes maior que o nosso planeta.
Os cientistas acreditam que o GJ 357 d poderia proporcionar condições perfeitas, enquanto o GJ 357 b e o GJ 357 c são provavelmente muito quentes para abrigar vida.
A equipe agora espera estudar o planeta mais a fundo para determinar suas condições.
"Nós construímos os primeiros modelos de como este novo mundo poderia ser […] Só de saber que a água líquida pode existir na superfície deste planeta motiva os cientistas a encontrar formas de detectar sinais de vida", explica Jack Madden, que também trabalhou no estudo.

Sonda japonesa coleta matéria primária do Sistema Solar para desvendar segredos da Terra



A equipe científica da missão confirmou que a sonda Hayabusa-2 conseguiu coletar com êxito fragmentos da matéria do asteroide Ryugu durante a segunda aterrissagem sobre a sua superfície.

A análise destes fragmentos irá desvendar os segredos da formação da Terra e de outros planetas, afirmaram cientistas durante uma coletiva de imprensa na sede da agência espacial japonesa (JAXA).
"Decidimos denominar o lugar de aterrissagem de Uchide-no-kozuchi, em homenagem ao martelo mágico dos contos populares japoneses, cuja posse traz muita riqueza. Esperamos que as amostras que extraímos da matéria do asteroide nos tragam igualmente muitas novas e interessantes descobertas", disseram os cientistas.
Na semana passada, o Japão divulgou um vídeo com imagens do contato da sonda espacial com a superfície do asteroide Ryugu.
De acordo com os planos atuais dos cientistas japoneses, a sonda, após os necessários preparativos, vai começar a voar de regresso à Terra em dezembro deste ano, devendo chegar ao nosso planeta nos últimos meses de 2020.
A espaçonave Hayabusa-2 foi lançada ao espaço no início de dezembro de 2014 para investigar, coletar e enviar amostras do asteroide de volta à Terra. Conforme as expetativas dos cientistas, as amostras correspondem à matéria primária existente na época da formação do Sistema Solar.
A órbita do asteroide Ryugu, com um diâmetro de aproximadamente 900 metros, se localiza entre o nosso planeta e Marte, a cerca de 2,8 bilhões de quilômetros da Terra.

Astrofísica: Identificada 1ª estrela a escapar de buraco negro na Via Láctea



Como todos sabemos, ao entrar em um buraco negro supermassivo, não há nada que se possa fazer para parar a atração gravitacional.

atração gravitacional de um buraco negro é tão grande que até mesmo o Sol seria incapaz de escapar. Mas, recentemente, os cientistas descobriram uma estrela que conseguiu "escapar" das garras do monstruoso buraco negro presente no coração da Via Láctea, indica um artigo recentemente publicado no portal Metro.
O artigo refere a descoberta de uma estrela chamada S5-HVS1 que avança a velocidades "extremas" de quase 6,4 milhões de quilômetros por hora e que pode ser a primeira a escapar de um buraco negro.
estrela estaria em uma viagem solitária há aproximadamente 4,8 milhões de anos pelo espaço, depois de ter sido "expulsa" do buraco negro, conhecido como Sagitário A.
© AP PHOTO / NASA/OBSERVATÓRIO DE RAIOS-X CHANDRA/M.WEISS VIA AP
Representação artística fornecida pela NASA mostra estrela sendo engolida por buraco negro

Os pesquisadores fizeram a descoberta enquanto trabalhavam na pesquisaespectroscópica Southern Stellar Stream, uma colaboração de mais de 30 cientistas internacionais que mapeia fluxos estelares na Via Láctea.
Um desses fluxos sugeriu que uma estrela estava se deslocando para fora do coração da galáxia, sendo possível rastrear a sua trajetória anterior.
De acordo com os astrónomos, seus dados provam que a trajetória anterior da estrela fugitiva "pode ser inequivocamente rastreada até ao centro da galáxia". Eles também apresentaram uma teoria sugerindo que a S5-HVS1 era parte de uma "estrela binária", o que significa a existência de dois sóis bloqueados em órbita ao redor um do outro, e que foi expulsa para fora deste sistema quando este interagia com Sagitário A.
O buraco negro Sagitário A está localizado a aproximadamente 25.640 anos-luz da Terra, o que significa que provavelmente nunca engolirá nosso planeta.

Astrofísica: Sonda da NASA detecta em Marte dezenas de possíveis sismos



Sismólogo da equipe InSight da NASA observou que a descoberta permite fazer "uma descrição detalhada daquilo que é o interior de Marte".

O cientista também expressou a vontade de instalar sensores em cada corpo celeste no Sistema Solar.
Desde a sua aterrissagem em Marte em novembro de 2018, a sonda da NASA InSight tem detectado vários potenciais fenômenos sísmicos, disponibilizando aos investigadores dados valiosos sobre o funcionamento interno do planeta, relata o Business Insider.
NASA's InSight Mars Lander Foto van de dag. Sol 238: Instrument Context Camera (ICC)
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otografia tirada pela câmara instalada na sonda InSight da NASA.
"Nós partimos do princípio que a crosta de Marte é parecida com a terrestre. O fato de os terramotos marcianos, em forma de onda, se assemelharem à dos terremotos na Lua nos dá uma ideia da estrutura interna da sua crosta. Até agora, só podíamos analisá-la a partir do exterior", disse o sismólogo Simon Stahler em comunicado à imprensa em abril.
Outro membro da equipe da NASA, Mark Panning, notou evidentes semelhanças entre os terremotos que ocorrem em Marte e os que acontecem na Lua, destacando que o número de abalos examinados pelos investigadores continua sendo pequeno demais "para desvendar os segredos do Planeta Vermelho", mas que isso permite à equipe entender realmente o quão Marte é ativo".
....¡ya tenemos "la pala" en movimiento!'s 🔴 lander
Sol 234: Instrument Deployment Camera (IDC)

This image was acquired on July 25, 2019
https:// edia/raw-images/?order=sol+desc%2Cdate_taken+desc&per_page=50&page=0&mission=insight&af=idc 

NASA/JPL-Caltech / j. Roger

Ferramenta de investigação da sonda InSight em movimento.
"Depois poderemos começar a fazer descrições detalhadas de como é o interior marciano, disse Panning, acrescentando que há agora um jogo de espera. Vamos escutar mais um ano e meio, e esperamos descobrir muito mais coisas ainda".
O cientista também salientou que gostaria de instalar sensores sísmicos em "todos os corpos planetários que tremem", argumentando que, uma vez que "a sismologia na Terra é quase inteiramente construída sobre redes de dados", uma abordagem semelhante em outros corpos celestes será útil.
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