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domingo, 26 de fevereiro de 2017

O QUE SABEMOS? Nova pesquisa poderia reescrever física desde o início

 reescrever física desde o início
O QUE SABEMOS? Nova pesquisa poderia reescrever física desde o início

O Modelo Padrão também inclui as quatro forças fundamentais do universo


Desde os gigantes no céu noturno até as partículas que nos fazem, nós - tudo envolve a teoria da física: o modelo padrão. Atualmente, o Modelo Padrão descreve partículas elementares conhecidas como "blocos de construção" da matéria. Essas partículas são vistas em dois tipos básicos: quarks e leptons. Cada tipo tem seis partículas elementares que são encontradas dentro de três pares conhecidos como "gerações".

A primeira geração consiste nas partículas mais leves e mais estáveis, enquanto a segunda e terceira gerações consistem em partículas mais pesadas e menos estáveis. Toda a matéria estável no universo é dito estar na primeira geração. O Modelo Padrão também inclui as quatro forças fundamentais do universo: a força forte, a força fraca, a força eletromagnética e a força gravitacional. Cada força fundamental, diferente da gravidade, tem sua própria partícula correspondente. O gluon carrega a força forte, enquanto o fóton carrega a força eletromagnética, e os bosons W e Z carregam a força fraca. Embora enquanto isso parece som, ainda há muitas perguntas em torno da teoria.

RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS ANTIGAS Quatro pesquisadores se juntaram para propor a adição de seis novas partículas para enfrentar cinco questões duradouras dentro da Teoria do Modelo Padrão atual. Este novo modelo proposto, detalhado na APS Física , é nomeado SMASH para "Modelo Padrão Axion gangorra Higgs inflação portal." A equipe propôs que partículas Rho e axion poderia explicar a inflação e matéria escura, respectivamente, juntamente com três pesados neutrinos destros . Com essas descobertas, os pesquisadores esperam responder às seguintes perguntas sobre o Modelo Padrão: O que exatamente é matéria escura? O que causou a inflação? Por que um neutrino é tão leve? Por que há mais matéria do que antimatéria? Embora não haja garantia de que este novo modelo será aceito dentro da comunidade de física, o trabalho realizado por esta equipe é muito simples, por isso deve ser bastante simples para provar ou refutar.

Astronomia - Imagem que nos encanta - A nebulosa da hélice em raios-X

Astronomia - Imagem que nos encanta - A nebulosa da hélice em raios-X

Astrofísica - belezas do espaço


Esta é a Helix Nebula (Também conhecida como NGC 7293 ou coloquialmente como o Olho de Deus), está a cerca de 650 anos-luz da Terra e está localizada na constelação de Aquário. A nebulosa da hélice em uma nebulosa planetária e é uma das nebulosas mais próximas e mais brilhantes à terra - estima-se ser aproximadamente 11.000 anos velho. Isso representa uma etapa importante na evolução e em cerca de 5 bilhões de anos, nosso próprio Sol pode ser esperado para formar uma nebulosa muito semelhante a este. Esta imagem é um compósito de falso-cor de um exame feito por dois telescópios diferentes, GALEX (que é azul colorido) e Spitze (que é amarelo colorido); Além disso, o telescópio WISE da NASA forneceu parte do espaço de fundo. No centro da nebulosa, você pode ver um pequeno ponto branco. Este é o anão branco deixado para trás depois que a estrela ejetou sua casca exterior. Boa sorte encontrá-lo embora, eu conto cerca de uma dúzia de pequenos pontos perto do centro visível a partir deste ângulo particular.

Eventos no céu: Dia nublado decepciona quem tentou ver eclipse solar no Brasil; veja fotos

Eclipse em Maringá, no norte do Paraná, às 10h deste domingo (26) (Foto: Wilson Sinosaki/Arquivo Pessoal)

Fenômeno era esperado na maioria das capitais entre as 9h e as 12h. Em algumas regiões, nuvens deram trégua e permitiram observação


O dia nublado frustrou quem esperava observar o eclipse solar parcial no Brasil neste domingo (26). O fenômeno era esperado em algumas regiões do país entre 9h e 12h. No sul do Chile, Argentina, Angola e norte da Zâmbia, o eclipse seria anular (quando se vê toda a silhueta do Sol e apenas um anel de luz ao redor). Este foi o primeiro eclipse de 2017. O eclipse solar anular ocorre quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham. Mesmo quando estão alinhados perfeitamente, a Lua está muito longe da Terra para bloquear completamente a visão do Sol, e por isso perto do disco negro do satélite é possível ver um anel de luz do astro.

Nas redes sociais, brasileiros que se prepararam para assistir ao eclipse fizeram piada com a situação postando fotos de nuvens. A manhã foi nublada em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Goiânia. Em Belo Horizonte, chovia por volta das 11h40, quando o eclipse deveria ser visível. Visibilidade - Apesar do tempo ruim, as nuvens deram uma trégua em algumas regiões do país, permitindo a observação do fenômeno. O estudante Higor Martinez, de 19 anos, que tem um site de divulgação sobre astronomia, conseguiu fotografar o eclipse a partir de Santo André, na região metropolitana de São Paulo. Segundo ele, havia apenas algumas nuvens esparsas no céu no momento do eclipse. O eclipse também foi observado em cidades como Curitiba e Maringá. Em Porto Alegre, apesar das nuvens, o céu não estava totalmente encoberto, o que permitiu que o fenômeno fosse visto.

veja fotos do eclipse solar aqui no brasil




Imagem de transmissão ao vivo do eclipse visto a partir do Chile neste domingo (26) (Foto: Reprodução/YouTube)
Visão do eclipse em São Paulo foi prejudicada por nuvens (Foto: Reprodução/GloboNews)

sábado, 25 de fevereiro de 2017

De olho no céu! Eclipse solar com 'anel de fogo' será visível no domingo


No Brasil, fenômeno poderá ser visto de forma parcial. Fenômeno ocorre quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham.


Parte da América do Sul, do sul da África e alguns navegantes do Atlântico poderão desfrutar no domingo (26) de um espetacular eclipse solar anular, quando um "anel de fogo" rodeará o Sol. Um eclipse solar anular ocorre quando a Terra, a Lua e o Sol se alinham. Mas mesmo quando estão alinhados perfeitamente nesta posição, a Lua está muito longe da Terra para bloquear completamente a visão do Sol, e por isso perto do disco negro do satélite é possível ver um anel de luz do astro. Primeiramente, parecerá como se o Sol tivesse levado uma "mordida", disse Terry Moseley, da Associação Astronômica Irlandesa (IAA). Esta irá se tornando cada vez maior à medida que a Lua - invisível a partir da Terra - avança passando diante do Sol, explicou à AFP. "Quando 90% do Sol estiver tampado, será notada uma queda significativa da temperatura e da luminosidade, e uma mudança na qualidade da luz que é difícil de descrever", acrescentou Moseley. À medida que o dia escurecer, os animais podem iniciar sua rotina noturna, acreditando que o pôr-do-sol se aproxima. No auge do eclipse, a Lua estará no centro do Sol, provocando o aparecimento de um "anel perfeito, bonito, simétrico", antes de sair pelo outro lado, disse Moseley. Para os observadores, do outro lado da faixa de visão ideal será possível ver um anel mais largo de um lado que de outro, mas ainda assim "a imagem será espetacular". O resto do planeta não verá nada ou quase nada.

Ilustração da Nasa mostra as regiões que poderão observar o eclipse (Foto: Nasa)


Observação segura A Lua levará duas horas para cruzar o Sol, mas o eclipse anular durará apenas um minuto. No Brasil, o eclipse poderá ser visto a partir das 10h02 em São Paulo. No Rio de Janeiro, às 10h10. No intervalo entre as 9h e as 12h do domingo, o fenômeno ocorrerá em algum momento em todas as capitais, exceto Rio Branco, Macapá, Manaus, São Luís, Belém, Porto Velho e Boa Vista. Os astrônomos lembram que não é seguro olhar diretamente para o Sol, já que há risco de comprometer a visão. O ideal é usar um óculos especial ou buscar por eventos organizados em observatórios espaciais. O outro eclipse solar do ano será no dia 21 de agosto. Com uma duração de 2 minutos e 40 segundos, de acordo com a Nasa, ele deverá ser visto parcialmente na América do Sul - a escuridão total ficará por conta dos moradores dos Estados Unidos.


Astrofísica: Cientistas descobrem planetas com tamanhos parecidos ao da Terra em sistema a 40 anos-luz

  parecidos ao da Terra em sistema a 40 anos-luz
Ilustração: a estrela anã TRAPPIST-1 e sete planetas em sua órbita (Foto: NASA / JPL-Caltech)

Todos orbitam a uma distância que possibilita a existência de água líquida em sua superfície.


A Nasa descobriu novos planetas no sistema planetário da estrela TRAPPIST-1, localizada a 40 anos-luz do Sol. Segundo artigo publicado na revista "Nature" nesta quarta-feira (22), o sistema tem sete planetas com um tamanho próximo ao da Terra localizados em uma zona temperada, ou seja, com temperatura entre 0ºC e 100ºC. É um recorde de planetas deste tamanho e nessa zona de temperatura, afirma a agência espacial americana.

Ilustração com o conceito de como pode ser a superfície da TRAPPIST-1 (Foto: NASA / JPL-Caltech)


Em maio de 2016, o astrofísico Michaël Gillon, da Universidade de Liège, na Bélgica, com a ajuda de colaboradores, havia relatado a existência de três destes exoplanetas que transitavam ao redor da estrela anã. Essa foi a primeira pista para os autores investigarem mais a fundo o sistema. Desde a detecção desse primeiro trio de exoplanetas há quase 10 meses, os pesquisadores monitoraram a TRAPPIST-1 a partir do solo, com o Telescópio Liverpool, e do espaço, com a ajuda de equipamentos da agência espacial dos Estados Unidos. Com isso, as estimativas iniciais apontam que os seis planetas mais próximos da estrela anã têm massas que são semelhantes à da Terra, além de possivelmente terem estruturas rochosas. "Existir esse sistema com sete planetas é realmente incrível", disse Elisa Quintana, astrofísica da Nasa. "É possível imaginas quantas estrelas podem estar próximas e abrigar muitos e muitos planetas". De acordo com a Nasa, todos orbitam a uma distância que possibilita a existência de água líquida em algum ponto de sua superfície, o que abre a possibilidade para que o sistema tenha condições de abrigar vida.

Gillon e seus colegas apontam que as características e a interação do sétimo planeta com os mais próximos à estrela precisam ser esclarecidos. De qualquer forma, o grupo também disse que observações adicionais são necessárias para afirmar com mais certeza quais são as propriedades de cada um desses novos planetas.




Detalhes preliminares O sistema da TRAPPIST-1 fica na constelação de Aquário. Essa estrela é mais fria e vermelha que o Sol, de um tipo muito comum na Via Láctea. Ele contém sete planetas, que foram chamados de b, c, d, e, f, g e h. O telescópio espacial Spitzer, da Nasa, observou a TRAPPIST-1 durante 21 dias em 2016. O trânsito do planeta h, mais longe da estrela anã, só foi visto pelo Spitzer uma vez. O planeta b precisa de 1,5 dia da Terra para completar a órbita do TRAPPIST-1. Os maiores planetas, o g e o b, são cerca de 10% maiores que a Terra. Já os menores, o d e o h, são cerca de 25% menores que o nosso planeta.

Ilustração dos exoplanetas ao redor da estrela anã TRAPPIST-1 (Foto: NASA / JPL-Caltech)

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