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sábado, 29 de maio de 2021

NASA divulga nova IMAGEM impressionante do 'centro' da Via Láctea

 



A agência espacial dos Estados Unidos (NASA, na sigla em inglês) divulgou nesta sexta-feira (28) uma nova imagem impressionante do "centro" violento e altamente energizado de nossa galáxia.

A imagem é uma composição de 370 observações feitas ao longo das duas últimas décadas pelo telescópio orbital Chandra X-Ray, mostrando bilhões de estrelas e inúmeros buracos negros no "centro", ou coração, da Via Láctea. Um radiotelescópio na África do Sul também contribuiu para a criação da imagem, por contraste.

Desvende as linhas de gás superaquecido e os campos magnéticos que compõem a tapeçaria de energia de nossa galáxia, a Via Láctea. Uma nova imagem do telescópio Chandra X-Ray traz à vida o gigantesco mosaico de dados que entrelaça esta obra-prima cósmica.

O responsável pela foto, o astrônomo Daniel Wang da Universidade de Massachusetts Amherst, contou hoje (28) à agência de notícias Associated Press que passou um ano trabalhando na imagem, enquanto permanecia isolado em casa por conta da pandemia.

"O que vemos na foto é um ecossistema violento e energético no centro da nossa galáxia", afirmou Wang, citado pela AP. "Há muitos remanescentes de supernovas, buracos negros, e estrelas de nêutrons ali. Cada ponto ou marca no raio-X representa um fonte de energia, a maioria delas no centro", acrescentou.

Este confuso e altamente energético centro galáctico está a cerca de 26.000 anos-luz de distância da Terra.

O trabalho de Wang será publicado na edição de junho da revista científica da Royal Astronomical Society.

Fios de gás superaquecido e campos magnéticos estão tecendo uma tapeçaria de energia neste novo panorama do centro de nossa galáxia, a Via Láctea. Com aproximadamente 1.000 anos-luz de diâmetro e 2.000 anos-luz de comprimento, esta imagem nos ensina mais sobre o nosso clima no espaço galáctico que é impulsionado por fenômenos voláteis, como explosões de supernovas e erupções de matéria de regiões próximas a Sagittarius A*, o buraco negro supermassivo de nossa galáxia.


sábado, 26 de dezembro de 2020

Em que consiste perigo principal da nova cepa do coronavírus?

 


A nova cepa do vírus que provoca a COVID-19 descoberta no Reino Unido pode ser ainda mais perigosa do que as conhecidas antes.

Os especialistas do Centro de Modelação Matemática de Doenças Infecciosas da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, Reino Unido, revelaram que a nova mutação do coronavírus é mais perigosa de que as cepas da COVID-19 descobertas anteriormente, segundo o portal MedicalXpress.

A nova cepa do SARS-CoV-2 é mais contagiosa em 56%, de acordo com os pesquisadores, e essa sua característica leva a ocupação crítica de hospitais com pacientes confirmados com COVID-19.

Pesquisadores, se focando no estudo da situação no sudeste e leste do Reino Unido e em Londres, afirmaram que ainda é incerto se a nova cepa da COVID-19 é mais ou menos mortal do que as outras cepas descobertas.

Os especialistas destacaram que mesmo mantendo as medidas de restrição tomadas no Reino Unido durante a pandemia, inclusive o confinamento, isso não ajudará a evitar o aumento de infecções.

"De qualquer modo, o aumento de transmissão provavelmente levará a grande aumento da incidência, com as internações e mortes projetadas atingindo níveis mais elevados em 2021 do que foi observado em 2020, mesmo que as restrições regionais de diferentes níveis implementadas antes de 19 de dezembro sejam mantidas", afirmaram pesquisadores.

Os especialistas revelaram que provavelmente é preciso acelerar a implantação da vacina para ter impacto na situação.

Anteriormente, as farmacêuticas Pfizer e Moderna anunciaram que estão testando suas vacinas contra a nova cepa mutante do coronavírus que foi encontrada no Reino Unido e em outros países.

terça-feira, 29 de setembro de 2020

Buracos de minhoca existem e estão disfarçados de buracos negros, defende nova teoria

 


Especialistas em buracos negros afirmam que esses monstros supermassivos podem, na verdade, ser buracos de minhoca disfarçados.

Flashes de raios gama podem revelar que buracos negros gigantes são, na verdade, buracos de minhoca enormes, descobriu um novo estudo liderado por Mikhail Piotrovich, astrofísico do Observatório Astronômico Central, em São Petersburgo, Rússia, e publicado na revista científica Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

"O que mais me surpreende é que ninguém propôs essa ideia antes, porque é bastante simples", afirma Piotrovich ao portal Space.com.

Buracos de minhoca

Os buracos de minhoca são túneis no espaço-tempo que podem teoricamente permitir viajar para qualquer lugar no espaço e no tempo, ou mesmo para outro Universo. A teoria da relatividade geral de Albert Einstein sugere que os buracos de minhoca são possíveis, embora não há provas de que eles realmente existam.

De muitas maneiras, os buracos de minhoca se parecem com buracos negros. Ambos são extremamente densos e possuem atração gravitacional extraordinariamente forte. A principal diferença é que, teoricamente, nenhum objeto pode voltar depois de cruzar o horizonte de eventos de um buraco negro, enquanto qualquer corpo que entra em um buraco de minhoca poderia teoricamente reverter o curso.




© CC0 / PIXABAY
Buraco de minhoca

Nova teoria

Se qualquer coisa que entra por uma boca de um buraco de minhoca sai pela outra boca, os cientistas concluíram que isso significa que a matéria que entra em uma boca pode potencialmente colidir com a matéria que entra na outra boca do buraco de minhoca ao mesmo tempo, um tipo de evento que nunca aconteceria com um buraco negro.

Os cientistas então modelaram as consequências da matéria fluindo por ambas as bocas para onde essas bocas se encontram, a "garganta" do buraco de minhoca. O resultado dessas colisões são esferas de plasma que se expandem para fora de ambas as bocas do buraco de minhoca quase na velocidade da luz, afirmaram os pesquisadores.

A partir desses experimentos, os cientistas compararam as explosões simuladas com as de eventos existentes, como núcleos galácticos ativos (AGNs, na sigla em inglês), buracos negros capazes de expelir mais radiação do que a encontrada na Via Láctea, tipicamente rodeados por anéis de plasma.

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© FLICKR.COM / PHIL PLAIT
Buracos negros supermassivos, o maior tipo de buraco negro, são normalmente encontrados no centro de grandes galáxias.

Resultados

Nos modelos de buracos de minhoca, as esferas de plasma atingiram temperaturas próximas a 10 trilhões ºC. Nessas temperaturas, o plasma produziria raios gama com energias de 68 milhões de elétron-volts.

Em contrate, "os discos de acreção de AGNs não emitem radiação gama, porque sua temperatura é muito baixa para isso", explica Piotrovich. Dessa forma, os pesquisadores concluíram que isso pode significar que um AGN pode realmente ser um buraco de minhoca.


As mais vistas da semana

 

sábado, 23 de novembro de 2019

Astrofísica: FOTOS incríveis mostram nova visão da Via Láctea através de ondas de rádio



A imagem revelada pelo International Centre for Radio Astronomy Research (ICRAR), localizado na Austrália, tem como proposta mostrar uma nova visão da Via Láctea.

Para isso foi utilizado um método diferente dos telescópios convencionais, que priorizam a luz. Para tornar isso possível, a captação da entidade foi realizada através de sinais de rádios emitidos pelas estrelas, conforme o portal Phys.org.

© FOTO/ DRª NATASHA HURLEY-WALKER (ICRAR/CURTIN) E A EQUIPE GLEAM
Imagem do centro da Via Láctea capturada através de ondas de rádio
A Dr.ª Natasha Hurley-Walker do ICRAR divulgou uma imagem obtida pelo telescópio Murchison Widefield Array (MWA) mostrando exatamente como veríamos nossa galáxia se pudéssemos ver as ondas de rádio.
"Essa nova visão captura emissões de rádio de baixa frequência da nossa galáxia, revelando tanto detalhes quanto estruturas maiores. Nossas imagens mostram exatamente o meio da Via Láctea, em direção a uma região que os astrônomos chamam de centro galáctico", afirmou a Dr.ª Natasha Hurley-Walker.
A ampla faixa de frequências permite a separação de diferentes objetos sobrepostos enquanto os cientistas podem observar a complexidade do centro galáctico.

© FOTO/ DRA. NATASHA HURLEY-WALKER (ICRAR/CURTIN), GLEAM
A imagem mostra os 27 remanescentes de supernovas descobertos com a pesquisa GLEAM (Imagem: Dra. Natasha Hurley-Walker, GLEAM)
"Objetos diferentes têm 'cores de rádio' diferentes, e podemos usá-las para descobrir que tipo de física está em jogo", explicou.
A imagem mostra o centro da nossa galáxia com registros de restos de 27 supernovas até então desconhecidas, além de exibir o buraco negro Sagitário A, que está localizado no centro da Via Láctea.
De acordo com o ICRAR, essas estrelas teriam sido oito ou mais vezes maiores que o nosso Sol antes da destruição delas, milhares de anos atrás.
A pesquisa GaLactic and Extragalactic All-sky MWA (GLEAM) mapeia o céu utilizando ondas de rádio nas frequências 72 e 231 MHz, em uma medida angular de dois minutos de arco, equivalente à resolução do olho humano.

domingo, 27 de agosto de 2017

Astrofísica: Estrela de brilho misterioso ganha nova explicação

Ilustração feita pela Nasa mostra uma estrela atrás de cometas despedaçados, uma explicação possível para o brilho excêntrico da estrela KIC 8462852 (JPL-Caltech/Nasa)

Astrônomos acreditam que irregularidade no brilho de KIC 8462852 é causada por planeta com anéis. Outros sugerem existência de construção extraterrestre


Uma estrela que vem intrigando cientistas acaba de ganhar uma nova explicação para seu brilho misterioso. Astrônomos sugerem que um planeta com anéis, parecido com Saturno, estaria orbitando a estrela desconhecida, fazendo com que parte de sua luz fosse bloqueada. Chamado KIC 8462852, o corpo luminoso ganhou destaque em 2015, depois de uma equipe de pesquisadores americanos descobrir que seu brilho oscilava anormalmente, como se algum objeto estivesse impedindo a passagem da luz de maneira irregular. Entre as diversas suposições para tentar explicar esse estranho comportamento, nenhuma de caráter conclusivo, a mais popular diz respeito a uma gigantesca construção alienígena que poderia estar envolvendo a estrela, localizada entre as constelações de Cisne e Lira, a 1.500 anos-luz da Terra (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros). A mais nova hipótese, porém, é menos fantástica: propõe que as oscilações no brilho do corpo celeste seriam causadas por um planeta com anéis, que bloqueia irregularmente a luz da estrela toda vez que passa por ela. Nesse cenário, primeiro os anéis bloqueariam parte do brilho. Depois o planeta passaria pelo astro, diminuindo ainda mais a quantidade de luz que chega à Terra. Então, os anéis bloqueiam parte da luz novamente. Segundo astrônomos da Universidade de Antioquia, na Colômbia, que formularam a hipótese, isso explicaria por que os padrões de oscilação não se repetem, uma vez que os anéis passam a um ângulo diferente a cada vez e seria necessário fazer muitas observações para identificar uma repetição.

Fenômeno misterioso - O comportamento incomum da KIC 8462852 foi percebido por uma equipe de pesquisadores liderada por Tabetha Boyajian, da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, em outubro de 2015. Astrônomos sabem que uma variação periódica de 1% no brilho de uma estrela é comum e normalmente é causada por um planeta que orbita o astro. Porém, no caso da KIC 8462852, o que mais surpreende é que essas quedas são bem maiores, podendo chegar a 22% – o que levou pesquisadores a pensar que algo muito grande estaria interferindo no brilho da estrela. Estudos posteriores chegaram a sugerir que essa oscilação poderia ser causada por um ‘enxame’ de cometas ou até por um planeta que a estrela teria engolido 10.000 anos atrás e só agora estaria liberando a energia gerada pela colisão. Outros ainda afirmam que uma grande quantidade de lixo cósmico, espalhado no caminho entre a Terra e KIC 8462852, seria responsável por bloquear parte da luz da estrela e dar essa impressão de que o astro estaria “piscando”. Para testar a teoria do planeta com anéis, descrita em um artigo que está passando por revisão e será publicado no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society (MNRAS), o astrônomo Mario Sucerquia e sua equipe simularam o comportamento que a luz teria caso um corpo celeste rodeado de anéis passasse pela estrela a cerca de um décimo da distância da Terra ao Sol. Eles descobriram que, a essa proximidade, a estrela exercia uma força sobre os anéis que fazia com que eles também oscilassem. Isso tornaria a silhueta dos anéis vista por um observador terrestre ainda mais irregular de trânsito em trânsito. Sucerquia afirma que também existem outras possíveis explicações para a anormalidade no brilho de KIC 8462852 – incluindo uma lua que poderia estar orbitando esse planeta. “O objetivo deste trabalho é mostrar à comunidade que existem mecanismos que podem alterar as curvas de luz”, diz Sucerquia, em entrevista ao New Scientist. “Essas mudanças podem ser geradas pela dinâmica de luas ou anéis, e alterações nesses sistemas podem ocorrer em escalas tão pequenas que devem ser detectadas só daqui a alguns anos.”

Fonte: Veja

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Meteorologia: A Terra ganhou uma nova nuvem – e ela é assustadora

Asperitas: nuvem se forma em baixa altitude, e surge do choque e sobreposição de duas massas de ar com temperatura e densidade diferentes (Top 10 Stuff/Reprodução)

A pior tempestade da sua vida não dá mais medo que a asperitas, nuvem "inédita" que acaba de ser reconhecida oficialmente pela ciência


Ficar com a cabeça nas nuvens é ótimo – todos nós precisamos de férias. Mas há quem leve a expressão popular à sério (e ao pé da letra): “nós amamos as nuvens”, lê-se na página inicial da CAS, a Sociedade de Apreciação das Nuvens. “Para nós, elas são a poesia da Natureza [sim, com “N” maiúsculo] e a mais igualitária de suas demonstrações, pois todos podem ter uma visão fantástica delas […] As nuvens são feitas para sonhadores, e sua contemplação é boa para a alma.” Em 2009, Gavin Pretor-Pinney, o fundador da sociedade, adotou para si uma missão muito particular: incluir a “undulatus asperatus”, um tipo de nuvem não reconhecido pela ciência, no Atlas Internacional das Nuvens, um dos livros de referência mais importante dos estudos meteorológicos.

Agora, oito anos depois, ele conseguiu. O nome mudou de leve – foi abreviado para “asperitas”, simplesmente, palavra latina que deu origem ao português “aspereza” – mas a nuvem, que você pode ver na compilação de vídeos abaixo, está na primeira leva de adições oficiais ao atlas desde a edição de 1975. É preciso admitir: nem um cientista com coração de frente fria resistiria à descrição literária que Pretor-Pinney faz de sua felpuda de estimação: “Há ondas na base da nuvem, que podem ser lisas ou salpicadas de pequenos traços característicos – inclusive pontas afiadas descendentes, como quem vê a superfície do mar revolto por baixo [imerso na água]. Níveis variados de iluminação e espessura criam efeitos visuais dramáticos.” Segundo o The Verge, esse tipo de nuvem se forma em baixa altitude, e surge do choque e sobreposição de duas massas de ar com temperatura e densidade diferentes.

Além da nova colega áspera, as nuvens que já estão no atlas ganharam outras onze companheiras na edição de 2017. A “cavum”, que tem um buraco no meio, a “murus”, que flutua abaixo de tempestades intensas e volta e meia se torna parte de um tornado, são outros dois destaques da primeira atualização do livro em mais de 40 anos. Também foi incluída na classificação oficial uma categoria chamada “homogenitus” – inteira dedicada a nuvens geradas pela atividade humana, como as trilhas de condensação de água deixadas para trás pelas asas e turbinas de aviões. Vale lembrar que nuvens tem níveis de classificação diferentes, e onze dos doze novos nomes são subdivisões inéditas de tipos de nuvem já conhecidos. Este conteúdo foi originalmente publicado no site da Superinteressante.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

O QUE SABEMOS? Nova pesquisa poderia reescrever física desde o início

 reescrever física desde o início
O QUE SABEMOS? Nova pesquisa poderia reescrever física desde o início

O Modelo Padrão também inclui as quatro forças fundamentais do universo


Desde os gigantes no céu noturno até as partículas que nos fazem, nós - tudo envolve a teoria da física: o modelo padrão. Atualmente, o Modelo Padrão descreve partículas elementares conhecidas como "blocos de construção" da matéria. Essas partículas são vistas em dois tipos básicos: quarks e leptons. Cada tipo tem seis partículas elementares que são encontradas dentro de três pares conhecidos como "gerações".

A primeira geração consiste nas partículas mais leves e mais estáveis, enquanto a segunda e terceira gerações consistem em partículas mais pesadas e menos estáveis. Toda a matéria estável no universo é dito estar na primeira geração. O Modelo Padrão também inclui as quatro forças fundamentais do universo: a força forte, a força fraca, a força eletromagnética e a força gravitacional. Cada força fundamental, diferente da gravidade, tem sua própria partícula correspondente. O gluon carrega a força forte, enquanto o fóton carrega a força eletromagnética, e os bosons W e Z carregam a força fraca. Embora enquanto isso parece som, ainda há muitas perguntas em torno da teoria.

RESPOSTAS ÀS PERGUNTAS ANTIGAS Quatro pesquisadores se juntaram para propor a adição de seis novas partículas para enfrentar cinco questões duradouras dentro da Teoria do Modelo Padrão atual. Este novo modelo proposto, detalhado na APS Física , é nomeado SMASH para "Modelo Padrão Axion gangorra Higgs inflação portal." A equipe propôs que partículas Rho e axion poderia explicar a inflação e matéria escura, respectivamente, juntamente com três pesados neutrinos destros . Com essas descobertas, os pesquisadores esperam responder às seguintes perguntas sobre o Modelo Padrão: O que exatamente é matéria escura? O que causou a inflação? Por que um neutrino é tão leve? Por que há mais matéria do que antimatéria? Embora não haja garantia de que este novo modelo será aceito dentro da comunidade de física, o trabalho realizado por esta equipe é muito simples, por isso deve ser bastante simples para provar ou refutar.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Astrofísica: Aliens? Ciência tem nova hipótese para luz misteriosa de estrela

O brilho da KIC 8462852 é tão misterioso que cientistas chegaram a considerar que uma 'megaestrutura alienígena' envolvia a estrela (capnhack.com/Reprodução)

Pesquisadores acreditam que a estrela KIC 8462852 pode ter engolido um planeta, provocando o brilho enigmático que intriga cientistas há anos


Desde 2015, cientistas vêm tentando desvendar o mistério de uma estrela que fica a 1.500 anos-luz da Terra (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros), localizada entre as constelações de Cisne e Lira. Batizado de KIC 8462852, o astro possui um brilho com padrões tão incomuns que, mesmo com diversas explicações científicas sugeridas, os astrônomos ainda não descartaram a possibilidade de uma enorme estrutura construída por alienígenas estar bloqueando a luz que ele emite. Dessa vez, porém, a mais nova hipótese levantada pelos cientistas não inclui vida extraterrestre. Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, sugerem que a estrela engoliu um planeta em algum momento de sua vida, e os estranhos padrões de luz que podem ser observados são causados por restos do corpo celeste ou da sua lua, que eventualmente bloqueiam parte do brilho da KIC 8462852. O estudo completo será publicado na próxima edição do Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Fenômeno misterioso 

Quando um planeta orbita uma estrela, é normal que o brilho dela diminua periodicamente cerca de 1%. Porém, no caso da KIC 8462852, essas quedas são muito maiores, podendo chegar a 22%. A desproporção em relação às estrelas “comuns” imediatamente fez com que os cientistas imaginassem que algo muito grande estivesse bloqueando a luz do astro – porém, só isso não explicaria a queda gradual na luminosidade que foi observada entre 1890 e 1989. Foi então que eles passaram a considerar a hipótese de que a estrela tenha engolido um planeta. Após um aumento repentino no brilho provocado pela colisão, o astro agora está voltando ao normal, envolvido por alguns pedaços de rocha que eventualmente bloqueiam sua luz. O estudo sugere que o choque tenha ocorrido há dez mil anos atrás, mas só agora a estrela está liberando a energia gerada pela colisão. Para testar sua teoria, a equipe de cientistas analisou estudos anteriores sobre a KIC 8462852 com teorias já conhecidas da física espacial, como o mecanismo de Kozai, usado para determinar as variações nas órbitas dos satélites planetários. Se seus cálculos estiverem corretos, os pesquisadores acreditam que esse tipo de colisão pode ser mais comum do que imaginavam a princípio. O mistério, no entanto, está longe de ser desvendado. Novas hipóteses vêm surgindo no meio científico, inclusive uma teoria proposta por um grupo de estudiosos que sugere que os padrões de luz incomuns da KIC 8462852 não são causados pela estrela em si ou rochas que a orbitam – e sim por lixo cósmico espalhado pelo caminho entre a Terra e a estrela. Apesar das hipóteses sugeridas se encaixarem nos fatos conhecidos até agora, nenhum dos estudos têm caráter conclusivo – e, até que se prove o contrário, a teoria de que não estamos sozinhos no universo continuará existindo.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Astrofísica: Aliens? Ciência tem nova hipótese para luz misteriosa de estrela

  hipótese para luz misteriosa de estrela
O brilho da KIC 8462852 é tão misterioso que cientistas chegaram a considerar que uma 'megaestrutura alienígena' envolvia a estrela (capnhack.com/Reprodução)

Pesquisadores acreditam que a estrela KIC 8462852 pode ter engolido um planeta, provocando o brilho enigmático que intriga cientistas há anos


Desde 2015, cientistas vêm tentando desvendar o mistério de uma estrela que fica a 1.500 anos-luz da Terra (cada ano-luz equivale a 9,46 trilhões de quilômetros), localizada entre as constelações de Cisne e Lira. Batizado de KIC 8462852, o astro possui um brilho com padrões tão incomuns que, mesmo com diversas explicações científicas sugeridas, os astrônomos ainda não descartaram a possibilidade de uma enorme estrutura construída por alienígenas estar bloqueando a luz que ele emite. Dessa vez, porém, a mais nova hipótese levantada pelos cientistas não inclui vida extraterrestre. Pesquisadores da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, sugerem que a estrela engoliu um planeta em algum momento de sua vida, e os estranhos padrões de luz que podem ser observados são causados por restos do corpo celeste ou da sua lua, que eventualmente bloqueiam parte do brilho da KIC 8462852. O estudo completo será publicado na próxima edição do Monthly Notices of the Royal Astronomical Society.

Fenômeno misterioso 


Quando um planeta orbita uma estrela, é normal que o brilho dela diminua periodicamente cerca de 1%. Porém, no caso da KIC 8462852, essas quedas são muito maiores, podendo chegar a 22%. A desproporção em relação às estrelas “comuns” imediatamente fez com que os cientistas imaginassem que algo muito grande estivesse bloqueando a luz do astro – porém, só isso não explicaria a queda gradual na luminosidade que foi observada entre 1890 e 1989. Foi então que eles passaram a considerar a hipótese de que a estrela tenha engolido um planeta. Após um aumento repentino no brilho provocado pela colisão, o astro agora está voltando ao normal, envolvido por alguns pedaços de rocha que eventualmente bloqueiam sua luz. O estudo sugere que o choque tenha ocorrido há dez mil anos atrás, mas só agora a estrela está liberando a energia gerada pelo choque. Para testar sua teoria, a equipe de cientistas analisou estudos anteriores sobre a KIC 8462852 com teorias já conhecidas da física espacial, como o mecanismo de Kozai, usado para determinar as variações nas órbitas dos satélites planetários. Se seus cálculos estiverem corretos, os pesquisadores acreditam que esse tipo de colisão pode ser mais comum do que imaginavam a princípio. O mistério, no entanto, está longe de ser desvendado. Novas hipóteses vêm surgindo no meio científico, inclusive uma teoria proposta por um grupo de estudiosos que sugere que os padrões de luz incomuns da KIC 8462852 não são causados pela estrela em si ou rochas que a orbitam – e sim por lixo cósmico espalhado pelo caminho entre a Terra e a estrela. Apesar das hipóteses sugeridas se encaixarem nos fatos conhecidos até agora, nenhum dos estudos têm caráter conclusivo – e, até que se prove o contrário, a teoria de que não estamos sozinhos no universo continuará existindo.

sábado, 29 de outubro de 2016

Saúde dos cachorros: Nova pílula é capaz de prolongar tempo de vida de cães

 prolongar tempo de vida de cães
Saúde dos cachorros: Nova pílula é capaz de prolongar tempo de vida de cães

Cão melhor amigo - viver mais

Se os donos de cães tivessem a possibilidade de fazê-los ter um vida mais longa, com certeza não perderiam tempo em tornar esse desejo uma realidade. Uma nova pílula descoberta por cientistas britânicos sugere que cães podem viver por mais 15 meses tomando um comprimido que retarda o aparecimento de doenças cardíacas fatais. O estudo, liderado pelo Royal Veterinary College (RVC), foi realizado ao longo de sete anos, envolvendo 360 cães em 11 países. Adrian Boswood, professor de Cardiologia Veterinária da RVC, disse ao jornal Telegraph sobre a descoberta: “Esse é um grande avanço no tratamento e poderia estender a vida de cães em todo o mundo. Até agora, os veterinários e donos de cachorros só tinham a escolha de esperar até que eles pudessem receber um tratamento eficaz. Essa pesquisa oferece salvação para muitos cães atrasando insuficiência cardíaca por até 15 meses”. A nova droga, chamada de Pimobendan, já está disponível na Grã-Bretanha, mas até então só está sendo utilizada após a doença cardíaca ter sido diagnosticada. Antes de tudo, porém, os donos de animais devem conversar com o veterinário do cão sobre o risco de outras doenças, especialmente se eles forem cães de pequena raça
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