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domingo, 20 de janeiro de 2013

Sexo e saúde da mulher: Exame Papanicolau poderia detectar câncer de ovário e de útero


O exame de Papanicolau, um exame de rotina que as mulheres devem se submeter a cada um ou dois anos para detectar o câncer de cólon do útero, pode ajudar a identificar outros tipos de câncer, de acordo com uma pesquisa americana divulgada nesta semana. O novo exame utilizaria o fluido extraído do cólon do útero para examinar a presença de determinadas mutações específicas do câncer. Desta forma, os cientistas esperam identificar o câncer de ovário e de útero, dois dos cânceres mais comuns e mortais que, até o momento, não eram detectados em um exame de rotina. No estudo piloto, o exame foi capaz de detectar com precisão 24 tipos de câncer de endométrio, com uma taxa de êxito de 100%, de acordo com os resultados publicados na quarta-feira na revista Science Translational Medicine. 

 O exame também encontrou nove dos 22 tipos de cânceres de ovário, uma taxa de sucesso de 41%, durante o estudo piloto. E, em nenhum caso, as mulheres saudáveis do grupo de controle foram diagnosticadas com câncer. Os cientistas advertiram, contudo, que o novo estudo deve ser testado em um grupo muito maior antes de ser colocado à disposição do público. Mas consideram que o exame pode ser uma ferramenta poderosa na luta contra o câncer de ovário e câncer endometrial. 

O câncer de ovário provoca mais mortes do que qualquer outro câncer do sistema reprodutivo feminino, de acordo com a agência de saúde CDC, acrescentando que o tratamento é mais eficaz quando detectado em seus estágios iniciais. O câncer de endométrio é o mais comumente diagnosticado, de acordo com o CDC, e também é melhor tratado quando diagnosticado precocemente. De acordo com especialistas, o preço do exame pode ser semelhante ao exame do vírus do papiloma humano (HPV), que custa nos Estados Unidos cerca de US$ 100. A cada ano, cerca de 70 mil mulheres americanas são diagnosticadas com câncer de ovário ou câncer de endométrio, e cerca de um terço delas morre disso, indicaram os autores do estudo.

Cientistas projetam imagem de Mona Lisa na órbita da Lua

Cientistas projetam imagem de Mona Lisa na órbita da Lua

Cientistas da Nasa transmitiram uma imagem de Mona Lisa da Terra para o espaço Foto: Nasa / Reprodução

A Nasa - a agência espacial americana - transformou o retrato de Mona Lisa na primeira imagem digital a ser transmitida via raio laser da Terra para um veículo espacial na órbita lunar, a quase 400 mil quilômetros de distância, graças a uma tecnologia que pode se tornar rotineira em breve. Os cientistas da Nasa costumam usar laser para rastrear a posição da sonda Orbital de Reconhecimento Lunar (LRO, na sigla em inglês) em seu trajeto no entorno da Lua. Agora, além de utilizar o instrumento para acompanhar a LRO, eles também usaram o laser para enviar uma imagem do famoso retrato de Leonardo da Vinci, na primeira demonstração de comunicação via laser com um satélite na Lua. Para conseguir isso, a equipe utilizou o sinal de rastreamento a laser do Centro de Voos Espaciais Goddard. A imagem foi dividida em pixels, que foram então enviados à nave um por vez a partir da reprogramação dos pulsos regulares. Ao atrasar os pulsos em quantidades específicas, os cientistas aproveitaram a diferença entre a hora prevista de chegada e o tempo correto para indicar o brilho de cada pixel. Quando a imagem foi enviada, os cientistas corrigiram erros de transmissão causados pela atmosfera terrestre com técnicas de uso frequente em CDs e DVDs. A imagem final foi verificada quando pôde ser vista na Terra através do sistema de telemetria da LRO, nave que orbita a Terra há cerca de três anos e meio. Esse teste - e as informações obtidas com ele - abrem caminho para demonstrações de comunicação via laser que deverão ser uma característica fundamental da próxima missão da Nasa à Lua. Os lasers que são atualmente utilizados para rastrear satélites no futuro permitirão a comunicação entre eles, podendo enviar não apenas informações, mas também imagens.

Espaço: Telescópio registra nebulosa com formato de peixe-boi

Telescópio registra nebulosa com formato de peixe-boi

Telescópio faz novo registro de curiosa nebulosa em forma de peixe-boi
Foto: NSF Karl G. Jansky Very Large Array (VLA), NRAO/AUI/NSF, K. Golap, M. Goss; Nasa Wide Field Survey Explorer (WISE)/Tracy Colson / Divulgação

A Fundação Nacional de Ciência (NSF, na sigla em inglês) dos Estados Unidos divulgou neste sábado uma nova imagem do observatório de radioastronomia Karl G. Jansky. O registro é da gigantesca nebulosa W50 - e chama a atenção na imagem o formato do objeto, que lembra um peixe-boi. A nebulosa tem cerca de 20 mil anos e é o resultado de uma explosão de supernova. Essa enorme nuvem de gás tem cerca de 700 anos-luz de comprimento e ocupa dois graus do céu - se fosse visível a olho nu, ela equivaleria a quatro vezes a Lua Cheia. Ela fica na constelação de Aquila (ou Águia). A W50 foi formada quando uma estrela explodiu como uma supernova, lançando suas vísceras ao redor e formando uma enorme bolha de gás. Hoje, essa nuvem se alimenta da matéria expelida por uma estrela companheira próxima. Essa matéria forma um disco antes de entrar na nebulosa. Este disco e poderosas linhas magnéticas formam uma espécie de ferrovia, que acaba por ejetar poderosos jatos que saem do sistema a uma velocidade próxima à da luz. Esse complexo sistema é conhecido pelos astrônomos como microquasar SS433. Conhecida como W50 (já que foi o 50º objeto listado no catálogo do astrônomo holandês Gart Westerhout, de 1958), recebeu um novo apelido pela organização americana: Nebulosa Peixe-Boi.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Ciência e espaço: Novo cometa ISON pode ser o mais brilhante já registrado




Em setembro, astrônomos russos descobriram o ISON, que deve ser avistado a olho nu da Terra no final do ano que vem e poderá brilhar mais do que a Lua. Entenda o que pode acontecer até a sua visita - O ISON (em destaque) não é mais do que um pontinho luminoso a quase um bilhão de quilômetros da Terra. Mas se nada der errado durante sua viagem, ele tem tudo para ser um grande espetáculo para os amantes da astronomia (E. Guido, G. Sostero, N. Howes - Remanzacco Observatory, Italy)



Neste exato momento, a um bilhão de quilômetros, mais ou menos entre as órbitas de Saturno e de Júpiter, um cometa segue a toda velocidade em direção ao Sol. Quando passar próximo à Terra, no final do ano que vem, seu  brilho será o mais intenso já registrado no céu em toda a história, superando o da Lua Cheia. A oportunidade é única: quando seguir seu caminho, o ISON, como foi batizado, não voltará tão cedo.
O cometa foi descoberto no último dia 21 de setembro, quando uma dupla de astrônomos amadores do International Scientific Optical Network (ISON), observatório da Rússia, avistou algo novo na constelação de Câncer. Mal identificaram o pontinho luminoso, Artyom Novichonok e Vitaly Nevski publicaram as coordenadas aproximadas no site da União Astronômica Internacional (IAU, na sigla em inglês). Nas horas seguintes, outras praças ao redor do mundo começaram a acompanhar imediatamente a aproximação do objeto, reconhecido oficialmente pela IAU como um cometa – e nomeado de C/2012 S1 (ISON), em homenagem ao centro russo – três dias depois.
Mas por que o ISON é razão para tamanho entusiasmo entre os amantes da astronomia? A resposta é simples, segundo o astrofísico Gustavo Rojas, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar): o ISON pode brilhar, e brilhar muito. “Os astrônomos utilizam uma escala de magnitudes para indicar o brilho dos objetos celestes. Nessa escala, quanto menor o número, maior o brilho. E se o ISON sobreviver, algumas projeções indicam que a magnitude será de -13. Na escala, números negativos indicam corpos muito brilhantes”, afirma.
Não é pouca coisa, visto que a Lua Cheia tem magnitude -12,7 e Vênus, o planeta mais brilhante do sistema Solar, -4,8. Ou seja, pode ser que esse cometa passe pela Terra e produza um efeito comparável – se não superior – ao do Ikeya-Seki, que teve magnitude -10 (veja lista com os mais brilhantes cometas dos últimos 50 anos).
Como um gato — Os parágrafos acima se referem às mais otimistas expectativas que circulam pelos sites de aficionados por astronomia. Por outro lado, sob a máxima cunhada por David Levy, um famoso observador espacial canadense, segundo o qual essas imensas rochas que cruzam o sistema solar são iguais a gatos (“cometas têm cauda, e fazem qualquer coisa que quiserem”), há astrofísicos que preferem adotar um discurso mais cauteloso. Pode ser que o ISON de fato proporcione um espetáculo superior aos grandes cometas avistados no século 20. Mas também pode ser que, tal qual inúmeros outros exemplos, ele se desintegre muito antes de chegar ao Sol e nem sequer dê o ar da graça. “Qualquer estimativa agora é como tentar adivinhar quem vai ganhar a Copa de 2014. Não dá pra dizer”, diz o professor Amaury Augusto de Almeida, astrofísico do departamento de Astronomia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG-USP).
A órbita calculada do ISON indica que ele provém da nuvem de Oort, uma espécie de redoma com trilhões de rochas a quase um ano-luz do Sol. É de lá que costumam vir os cometas de longo período, denominação dada àqueles que demoram mais de 200 anos para percorrer seu trajeto de ida e volta ao Sol.
Normalmente alguma perturbação, como um choque entre duas rochas gigantes em Oort, joga um corpo para o interior do sistema solar. Atraído pelo maior campo gravitacional existente, o Sol, ele viaja a centenas de milhares de quilômetros por hora, contorna a estrela e retoma o caminho de “casa”, podendo repetir a órbita no futuro ou simplesmente se perder pelo universo.
Os primeiros cálculos apontam que o ISON tem um período orbital de impressionantes 1,2 milhão de anos. “Só um ancestral muito antigo do homem pode tê-lo avistado algum dia”, diz o astrofísico do IAG-USP. Os cometas de curto período, por sua vez, costumam ser originários do Cinturão de Kuiper, bem mais próximo. É o caso do popular cometa Halley, que demora “só” 76 anos para dar sua volta pelo sistema solar.
Coma e cauda — Um cometa é uma espécie de bola de neve suja. O seu interior é formado por gases congelados (gelo) e poeira cósmica e, na medida em que vai se aproximando do Sol, a radiação faz com que esses gases se vaporizem, originando duas coisas: a coma, que envolve o núcleo do cometa, e uma ou mais caudas. Quando atinge o periélio, ou aproximação máxima com a estrela, o calor faz com que o cometa alcance seu pico de atividade, podendo formar uma cauda com milhões de quilômetros de extensão. Vale lembrar que tudo isso depende de uma série de fatores, como o tamanho do núcleo, sua composição e a velocidade com que faz a volta no Sol.
Além do mais, a órbita calculada para o ISON estima que ele passará, no periélio, a “apenas” 1,4 milhão de quilômetros do astro, o que o classifica como um cometa sungrazer, ou que faz um voo rasante. Quanto mais próximo da fonte de calor, mais radiação, mais vaporização e, consequentemente, maior e mais brilhante sua cauda. Embora ainda seja muito cedo para determinar o tamanho do ISON, o fato de ele ter um período orbital extremamente longo indica que não se trata de um objeto pequeno. A cada vez que contorna o Sol, a radiação faz com que um cometa perca matéria – uma das explicações para o Halley, cuja passagem é registrada desde a Antiguidade, ser relativamente pequeno. Dessa forma, quanto menos vezes um cometa realiza sua passagem pela estrela incandescente, mais preservado é. E quanto mais matéria ele tiver para queimar, mais brilhante tende a ficar. Um dos mais importantes cometas observados no último século, o Hale-Bopp (também originário de Oort), tinha 40 quilômetros de diâmetro, o maior visto até hoje.




Boom Mas o que pode dar errado e nos privar do brilho do ISON? Em resumo, conforme explicam os astrofísicos ouvidos pelo site de VEJA, qualquer coisa. “Não existe nenhuma lei da matemática que indique como um cometa vai se comportar”, explica Enos Picazzio, também astrofísico do IAG-USP. Quando estiver no periélio, por exemplo, a radiação intensa pode simplesmente destruir o cometa. Como tampouco sabemos de que forma está agregada a estrutura interna da rocha – se tem bolsões de gás com monóxido de carbono, por exemplo –, o gradual aumento de temperatura durante a aproximação com o Sol pode desencadear explosões e fragmentá-la. Ainda, como já aconteceu antes, a interferência de outra força gravitacional pode fazer com que o cometa se desfaça em vários pedaços muito antes de chegar perto da Terra ou do Sol. Foi o que aconteceu em 1994, quando o Shoemaker-Levy 9 foi puxado pela gravidade de Júpiter e se rompeu em 21 pedaços, que depois colidiram com o maior planeta do nosso sistema.
Reserve a data – Caso o ISON sobreviva à aproximação com o Sol e siga sem ser incomodado o seu caminho, os astrônomos esperam que ele seja observável a olho nu por dois meses, entre novembro de 2013 e janeiro do ano seguinte. Pela trajetória calculada, o hemisfério norte terá uma vista mais privilegiada, mas o cometa também será observável do hemisfério sul. Quem tiver acesso a um telescópio amador conseguirá acompanhar a jornada do cometa já a partir de agosto de 2013.
O ponto alto da visita do ISON tem data marcada, de acordo com Amaury Augusto de Almeida, do IAG-USP. No dia 28 de dezembro de 2013, um mês depois do periélio, ele realizará a aproximação máxima do nosso planeta: uma distância de mais ou menos 64,3 milhões de quilômetros.
Também a partir de agosto do ano que vem, quando o ISON estiver a uns 450 milhões de quilômetros do Sol, será possível ter uma melhor dimensão do quão brilhante o cometa poderá ser. A essa distância, a radiação deve começar a produzir alguma atividade de vaporização no interior do núcleo.     
De volta para o passado – Além do brilho que pode exibir, um cometa como o ISON representa a oportunidade de os cientistas estudarem um material proveniente literalmente dos primórdios do sistema solar. Acredita-se que a nuvem de Oort contenha as propriedades que deram origem ao nosso sistema, há 4,6 bilhões de anos. “Um cometa é uma espécie de fóssil do sistema solar, que carrega uma matéria primitiva”, afirma o professor Enos Picazzio.
Estudar a composição desse material, seja por fotografias clicadas por sondas espaciais que orbitam a Terra ou Marte, seja nas observações por telescópio, pode permitir um contato com compostos que, de outra forma, estariam totalmente fora do nosso alcance. Para se ter uma ideia, a NASA lançou, nos anos 70, uma sonda espacial com o objetivo de ir o mais longe possível. Após mais de 30 anos de caminhada rumo ao sistema solar exterior, a Voyager é hoje o objeto enviado da Terra mais distante no espaço. Mesmo assim, o ISON vem de uma distância pelo menos 500 vezes maior. “A chegada do ISON é como se o tempo estivesse vindo em nossa direção”, concluiu o professor Picazzio.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

As energias do ano 2013 e os anos vindouros




O padrão global astrológico para os 10 anos seguintes de 2012 é muito semelhante ao padrão global astrológica 10 anos depois que ocorreu em 1929: -Em outubro de 1929, Júpiter virou retrógrado a 16 graus de Gêmeos. Em outubro de 2012, Júpiter retrógrado transforma novamente, exatamente no mesmo ponto - 16 graus de Gêmeos; -Em 1929, Plutão era um sinal da cruz cardeal em Câncer. Em 2012, Plutão está no signo oposto da mesma cruz em Capricórnio;
- Em 1929 Netuno estava entrando em um sinal da cruz mutável em Virgem. 

Em 2012, Netuno estava entrando no signo oposto da mesma cruz em Peixes; -Em 1929, Urano foi se instalar em Aries. Em 2012, Urano é novamente de se instalar na Aires sinal. E lembrando que Saturno um dos planetas mais fortes do Eixo Cardinal será o senhor do ano. Assim, os três planetas mais externos e pesados, Urano, Netuno e Plutão se posicionam de forma muito semelhante em 2012 a formar como eles foram alinhados na entrada do ano de 1930, com Júpiter transformando retrógrado no grau exato do sinal o mesmo, no mesmo mês, no No início de cada período de dez anos. Então, se nós queremos saber o que esperar em tendências globais para a década que leva ao início de 2020, podemos olhar para as tendências globais que o mundo experimentou durante a década de 1930. 

É claro que, no mundo de hoje não é o mesmo que foi em 1929. Assim, os eventos globais dos próximos 10 anos não podem ser os mesmos que os da década de 1930. Mas desde que os padrões globais astrológicas de cada período de 10 anos são muito semelhantes, as tendências globais para cada período de 10 anos também deve ser muito similar. E eu aqui volto a remar contra a maré dos astrológos otimistas, que veem nessa nova fase do Planeta Terra, uma era dourada que "vem" porai, com 'Crianças Indigo ou cristais', pra fazer coisas boas e salvar o planeta. Eu penso justamente ao contrário. 

O planeta tá adentrando uma fase muito critica, de turbulencia cada vez maior e essa falsa interpretação de uma mudança pra melhor pode até ocorrer, mas, como um parto. Ou seja, muitas dores antes de novos seres virem ao mundo! Nessa semana vi no 'Sem Censura', um astrológo, fazendo previsões, tambem defendendo uma mudança e fim de coisas erradas, esperando uma boa fase vindoura. Eu volto a discordar, pois não vejo em Aquario, o senhor da Nova Era, toda essa beleza, pois tras muita bizarrice, é oposto ao signo imperial do Leão, onde está a luz do eixo e Urano é muito eletrico, narquista e nem sempre luta por principios humanistas, mas, muitas vezes, apenas por coisas excentricas..

O mundo experimentou durante a década de 1930, um período de deflação global, o desemprego em massa, depressão econômica, a instabilidade extraordinaria social e convulsões políticas, padrões meteorológicos malucas, o comércio internacional e os conflitos das commodities e da ascensão do nacionalismo militante e demagogos, os quais culminaram com o início da Segunda Guerra Mundial até o final do período de dez anos, quando o planeta Urano em trânsito mid-range do signo de Touro durante 1937-39.

Urano transitara o mid-range do Touro sinal novamente no final do período de 10 anos em curso, durante 2021-23. Portanto, em muitos aspectos importantes, os dois períodos de 10 anos de 1929-1939 e 2012-2022 são muito semelhantes astrologicamente, tanto no início e no final dos dois períodos de 10 anos. Consequentemente, podemos esperar que as tendências mundiais de cada período a ser também muito semelhantes.

Vamos apenas esperar que os líderes mundiais do período 2012-22 de 10 anos tenham estudado e aprendido o suficiente da história para não repetirem os mesmos erros que os líderes mundiais fizeram durante a década de 1930. Infelizmente pelo que estamos vendo, parece que não aprenderam muita coisa... E agora ainda tem um agravante que é o consumismo desenfreado que tá acabando com o Planeta!


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