Total de visualizações de página

Mostrando postagens com marcador história do tarô. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador história do tarô. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de novembro de 2021

Tarologia: Jeitos facéis de Jogar Tarô e como ele surgiu


Estudos de Tarô


O Tarot forma um conjunto de 78 cartas, sendo 22 cartas identificadas como Arcanos Maiores e 56 como Arcanos Menores. Os Arcanos Menores são mais conhecidos, já que possuem características semelhantes ao baralho de cartas comum. Realmente, o Tarot serve para muitas oportunidades de nossas vidas. Serve para adivinhar, para acrescentar emoção às nossas dúvidas, serve para duvidar mais ainda, para esclarecer, para preencher horas de solidão, para entreter pessoas em festas desanimadas. Mas serve, também e principalmente, para se mergulhar naquilo que chamamos de alma humana. Aliás, no palco onde está sendo encenada essa tragicomédia humana, sempre vemos os personagens travestidos como nos arquétipos.  

Estudar Tarot, de uma forma ou de outra, é compreender as nossas aflições e dificuldades e antever os nossos medos e angústias. Estudar Tarot é bater papo com o nosso inconsciente. É tornar consciente algumas verdades que nos são reveladas na medida do nosso amadurecimento. E, a não ser que você seja um apaixonado das emoções humanas, o Tarot lhe parecerá apenas cartas bem ilustradas. Portanto, estudar Tarot é ter a nítida compreensão de si mesmo e de seus semelhantes.
Para Court de Gebelin, a palavra Tarot tem o significado de “estrada real da vida”. Na sua opinião, o Tarot originou-se no antigo Egito e representava a história da criação do mundo e das três primeiras eras. Os quatro naipes se destinavam a representar os quatros estados políticos do Egito e como estes se organizavam. Espada – os soberanos e a nobreza militar Paus ou Vara – os agricultores Copas – os sacerdotes e o clero Moedas – os comerciantes em geral Em conferência pronunciada para uma extensa platéia em sua época, Gebelin se reportou ao fato de que a humanidade possui um livro de extrema sabedoria, originário do antigo Egito, mas que esta mesma humanidade, por ignorância, desconhece o tesouro que possui. Este livro é o Tarot. : “Ele é tudo o que resta, na nossa época, das magníficas bibliotecas do Egito. E ele é tão ‘vulgar’ que nenhum estudioso achou por bem se incomodar, pois antes jamais alguém suspeitou de sua origem”.

Esta teoria egípcia, defendida por Gebelin, é a mais aceita, já que foi muito bem fundamentada por ele. Para ele, o jogo de Tarot é baseado no número 7, número sagrado entre os egípcios. Associando determinadas figuras das cartas com os deuses egípcios e mais a reconstrução da rota que o Tarot tomou para chegar à Europa, Gebelin conseguiu recolher argumentos incontestáveis para a sua teoria. Segundo Mebes (G.O.M.), o Tarot também tem sua origem no antigo Egito. Os sacerdotes, em Memphis, certos de que a civilização egípcia estava em seus últimos dias de esplendor, ocultaram seus conhecimentos sob a forma de um baralho, na esperança de que, pelo hábito do jogo, sobrevivessem e um dia fossem compreendidos. De acordo com alguns autores, a primeira aparição do Tarot na Europa data de 1392 e era considerado o tesouro da corte do Rei Carlos VI, da França. Jacquemin Gingoneur as desenhou especialmente para diversão deste rei. Nas se sabe se Gingoneur as criou ou apenas copiou algum baralho existente. Já Alliette, o famoso cabelereiro, mago e alquimista, que apregoava aos quatro cantos ter mais de 2000 anos, declarou que o Tarot foi concebido 171 anos após o 3 Dilúvio. Hermes Trimegisto e mais dezessete magos teriam escrito o livro de Thot sobre folhas de ouro, num templo situado em Memphis, Egito.

Há também uma outra teoria. De que os Arcanos Maiores são originariamente independentes dos Menores. Na verdade, os Arcanos Menores guardam semelhança com as cartas de Tarot dos hindus e dos chineses. Mas o mesmo não acontece com os Arcanos Maiores. É possível que os quatro naipes dos Arcanos Menores tenham uma correspondência com as quatro castas do hinduísmo. De qualquer forma, os ciganos em 1398, recém-chegados ao quadrilátero da Boêmia, se espalharam pela Suíça, Itália e, depois, Espanha. É através do Tarot dos Boêmios que se atribui a expansão do Tarot e da Cartomancia na Europa. A partir daí, os simples jogos de cartas passaram a ter uma conotação advinhatória popular.

O tarot ajuda a esclarecer os problemas maiores do consulente através de sua linguagem simbólica e esotérica, com uma ação "adivinhatória" profunda, quase sagrada. Os tarólogos estão de acordo que é imprescindível que o consulente acredite e tenha confiança em quem está fazendo a leitura, pois somente assim as cartas poderão "falar" com o tarólogo, revelando os segredos do passado, presente e futuro. É preciso haver uma boa sintonia entre o consulente e o tarólogo para que a energia flua e o jogo se mostre de forma clara e nítida. Para que as respostas do tarot sejam precisas, o consulente deve se concentrar muito bem na sua pergunta e formulá-la de maneira clara e sem ambiguidades. Quanto mais objetivo for ao fazer a pergunta, mais diretas e consistentes serão as respostas. Quando as perguntas são simples as cartas dão seu recado com a mesma simplicidade, sem entrar em aspectos secundários, obtendo respostas mais precisas.

Portanto, realizar uma consulta com ansiedade, nervosismo, pressa, alteração emocional ou por impulso não permite que o consulente tenha lucidez sobre as questões que são de fato importantes para a resolução de seus problemas, ainda que o tarólogo saiba conduzir a consulta de forma competente; por isso o consulente precisa estar tranquilo e relaxado, livre de pensamentos negativos e ceticismo. Seu estado emocional é importante também, pois se o consulente estiver nervoso, descontrolado ou em choque com algum acontecimento recente ele nada ou pouco conseguirá absorver das orientações dadas pelo tarot, pois não estará em condições emocionais de entendê-las. Por isso é aconselhável que o consulente se acalme e relaxe antes de fazer uma consulta para obter um bom proveito do que será dito.

Outro fator importante é a atitude e a postura do consulente durante a leitura. O consulente deve relaxar e procurar esvaziar a mente de bloqueios e medos. É importante pensar positivo e estar receptivo e aberto aos conselhos e orientações das cartas, para dessa forma entrar em sintonia com energias positivas. O pensamento negativo e as idéias pré-concebidas e derrotistas "atraem" o negativismo, interferindo na energia da leitura; ou seja, se a pessoa acha que tudo está perdido e nada vai dar certo o jogo nada poderá fazer por ela, pois ela está "fechada" para qualquer tipo de ajuda ou conselho que possa ser dado para melhorar sua situação. Dessa forma, as respostas fornecidas serão vagas, curtas e evazivas. O tarot é um instrumento sagrado que liga o ser humano ao Divino. O tarólogo é o canal de canalização e contato entre o consulente (aquele que se consulta) e o Plano Superior. O tarot é um meio de autoconhecimento capaz de mostrar o que se passa no subconsciente do consulente, ajudando-o a se conhecer melhor. O tarot funciona através de dois elementos: 1- Pela interpretação das cartas através da análise dos símbolos contidos nas mesmas. No momento da leitura o subconsciente do tarólogo entra em sintonia com o subconsciente do consulente, possibilitando uma análise do momento de vida do mesmo e a visão das possibilidades futuras de uma situação perguntada. 2- Pela sincronicidade, ou seja, quando sai uma determinada carta para o consulente durante a consulta é porque o simbolismo daquela carta descreve o momento atual que mesmo está vivenciando.

Para fazer uma boa consulta o consulente deve escolher um momento calmo para realizar o jogo, em que não será interrompido por terceiros e em que não esteja ocupado com outras atividades ao mesmo tempo, pois a concentração do consulente durante a leitura é de extrema importância, pois ajuda a sintonia com o tarólogo e com o oráculo, possibilitando respostas mais profundas, precisas e esclarecedoras. É fundamental seu envolvimento e atenção para o que está sendo dito, não só para que o tarólogo possa identificar com mais clareza o que está ocorrendo, mas também para que o consulente compreenda a fundo a mensagem e a orientação que lhe estão sendo passados. Por isso deve evitar a companhia de outras pessoas no instante da leitura, que podem distraí-lo ou dispersar sua atenção da consulta, interrompendo inclusive o diálogo com o tarólogo e desviando sua energia do jogo. As interrupções e interferências externas quebram a energia do jogo, dissipando muitas das informações que poderiam ser passadas pelo tarólogo através de sua intuição e percepção. Se puder ficar em um ambiente silencioso melhor ainda, pois os barulhos e os sons ao redor também podem desviar a atenção do consulente prejudicando a leitura.

As cartas mostram as tendências e a melhor forma de agir no momento presente, identificando quais os obstáculos no caminho do consulente e orientando o que o mesmo deve fazer para ultrapassá-los. O tarot mostra a tendência mais forte e provável de ocorrer, mas nunca uma certeza absoluta, pois o consulente pode alterar o rumo da situação através de seu livre-arbítrio. E através das cartas o tarólogo analisa, prevê e também adivinha, pois, muitas pessoas tem o dom de sensitividade a trajetória (boa ou má) de uma situação e ainda orienta e aconselha o melhor caminho a seguir. O tarólogo só interpreta o que foi lançado à mesa, pois não possui poder para mudar resposta alguma nem sabe mais do que aquilo que as próprias cartas revelam. O tarot é um grande dicionário de símbolos e cabe ao tarólogo decifrá-los a medida que vão aparecendo durante a leitura, os quais ajudarão o consulente a entender melhor seu presente e as perspectivas do futuro, desde que o consulente ouça sua voz interior expressa através das cartas e busque novos rumos e atitudes, realizando mudanças em sua vida.

Por último, também é importante para o consulente evitar querer "testar" os conhecimentos e os supostos "poderes" do tarólogo, esperando que ele "adivinhe" sua vida e o que está pensando. O tarot lida com sincronicidade e a sintonia de energias entre o consulente e o tarólogo, e quando é feito um "teste" desse tipo essa sintonia não ocorre, dificultando e até bloqueando a energia da leitura. A fé é um elemento essencial para que o tarólogo, através da interpretação das cartas e de sua intuição, possa orientar o consulente de forma proveitosa e objetiva. É essencial estar aberto e receptivo às orientações e mensagens e confiar no que está sendo dito, pois do contrário a energia não fluirá e a consulta será evasiva e superficial.
A seqüência de cartas
Antes de começar a leitura, as cartas são embaralhadas pela própria pessoa. Alguns dizem que isso transfere a energia da pessoa para o baralho. Essa pessoa também deve se concentrar na pergunta ou assunto para o qual quer orientação, enquanto embaralha as cartas. Em alguns círculos tradicionais, são realizadas uma escolha e uma separação mais elaboradas (veja a Ordem Hermética do Amanhecer Dourado - Hermetic Order of the Golden Dawn (em inglês) - versão para website.
Depois de embaralhadas e cortadas, as cartas são dispostas sobre a mesa, seguindo um padrão chamado seqüência. Cada posição tem um significado. Há muitos tipos diferentes de seqüência, variando das com uma só carta àquelas que incluem todas as 78. Qual seqüência usar depende de quem vai ler e do tipo específico de pergunta ou leitura. Algumas delas concentram-se mais em um tipo específico de informação. Por exemplo, uma seqüência pode focar mais em assuntos emocionais, enquanto uma outra pode levar a mais informações sobre as influências dos outros. Na verdade, o melhor é estudar muito desenvolver a intuição a habilidade e a sensibilidade. Além disso não ficar preso aos manuais, tentar entrar em contato com os Guias Superiores e não ver o Tarô apens com um Oraculo, mas, como um livro de vida. Tambem não ficar preso a teorias de mestres. O importante é desenvolver seu proprio metodo, assim o tarologo se tornará mais forte com certeza. Ha anos que estudo as mais variadas tecnicas e estou preparando livro misticos e espiritualistas que logo lançarei. Também com a nossa equipe Clima Zen sempre buscamos o melhor. 
O importante é que o estudante do Tarô se sinta em harmonia com as vibrações das cartas, assim ele passará a ter uma sincronia muito fina com os naipes. Veja cada carta com seu simbolismo, como um retrato de uma cena. Dai você poderá direcionar essa cena, para a questão que você busca desvendar. E o mais importante de tudo é que o buscador siga o seu Mestre Interior, não tendo que seguir muito os palpiteiros que tentam só desencoraja-lo induzindo-o apenas ao uso da simbologia.
Uma das seqüências mais comuns é a Cruz Celta:


Foto cedida por Os caminhos dos anjos
Seqüência de tarô da Cruz Celta
Outras seqüências incluem: Esse é o metodo que eu mais uso, e que mais aproveito as mensagens dos arcanos por ser Astrologo tambem. A Mandala Astrologica tem uma montagem fantastica pois podemos usar as casas e influencias dos Arcanos de acordo com a linguagem astrologica. Com esse metodo eu aproveitarei, pra inserir o Tarô na Umbanda-Astrologica e ter uma visão melhor das influencias dos Orixas sobre os nativos. Breve estaremos lançando cursos sobre o Taro na Umbanda e a Mandala Astrologica mais profundamente e bem facil de entender, tambem pela internet com apostilas, bem elaboradas.

Foto cedida por Os caminhos dos anjos
A seqüência do Horóscopo



Foto cedida por Os caminhos dos anjos
A seqüência por Cinco


Foto cedida por Os caminhos dos anjos
A seqüência do Pentagrama
Há muitas outras seqüências para a leitura das cartas de tarô, e o tarólogo ainda pode inventar a sua própria.
Abaixo, usando a seqüência da Cruz Celta como exemplo, pode-se perceber que há uma ordem para a colocação das cartas e que a posição de cada uma tem um significado. Cada posição pode ter diferentes significados, tudo depende de para quem você pergunta. Esse conjunto de significados vem de Cura e tarô dos caminhos dos anjos (em inglês) website. Os significados das cartas (veja Cartas individuais de tarô (em inglês) e a seção seguinte) são associados aos significados das posições. Além disso, as combinações de cartas ou pares de cartas também influenciam os significados. Em breve nossa equipe Clima Zen estará lançando apostilas com todas as tecnicas pra facilitar todo seu processo de estudo. Essa tecnica apresentada abaixo é muito boa e eu gosto muito de usar:


Foto cedida por Os caminhos dos anjos
Na seção seguinte, veremos uma leitura para mostrar como os significados das cartas podem ser associados às posições e aos pares para se chegar a uma interpretação.
Leitura das cartas e formação de um tarólogo
Depois que as cartas são colocadas na mesa, seus significados são interpretados com base no seu posicionamento e nas cartas vizinhas. Vejamos a seqüência da Cruz Celta:

Esta é uma abordagem para a leitura da seqüência da Cruz Celta de acordo com a taróloga e instrutora de tarô Joan Bunning.* À direita, podemos ver como o tarólogo interpreta algumas das cartas dos Arcanos Maiores.

As cartas de tarô têm diferentes significados, dependendo de onde se posicionam na seqüência. Eis aqui algumas das cartas e seus variados significados:

A morte: fim; transição; eliminação; forças implacáveis



  • o bobo: começo; espontaneidade; fé; insensatez evidente
  • a alta sacerdotiza: intuição; atenção inconsciente; potencial; mistério
  • os amantes: relacionamento; sexualidade; crenças pessoais; valores
  • o mago: ação; atenção consciente; concentração; poder

  • Para mais significados, veja Joan Bunning: cartas individuais de tarô (em inglês).




  • Comece olhando a seção do Círculo/Cruz. As cartas nessa posição representam o que está acontecendo na sua vida na hora da leitura.
  • Em seguida, olhe as seis primeiras cartas em pares. Essas cartas mostram um retrato da sua situação imediata. As cartas na posição 1 (a questão central) e na posição 2 (a questão secundária, que pode ter função oposta ou de reforço) identificarão o tema central da leitura. As cartas na posição 3 (a causa que pode ter uma influência inconsciente ou um significado mais profundo) e na posição 5 (suas atitudes e crenças, uma influência consciente, seu objetivo ou um futuro alternativo) representam coisas que estão acontecendo com você em diferentes níveis. E as cartas na posição 4 (seu passado, uma influência que já acabou ou algo resolvido) e na posição 6 (o futuro, uma influência que se aproxima ou um fator não resolvido) representam como pessoas e eventos estão passando pela sua vida.
  • Depois, olhe para a fileira ao lado direito da cruz, considerando de novo as cartas em pares. As cartas na posição 7 (como você é, como poderia ser, como se apresenta e como se vê) e na posição 8 (o ambiente à sua volta, o ponto de vista de uma outra pessoa e você como os outros o vêem) revelam sua relação com o ambiente à sua volta.
  • Por fim, olhe a carta na posição 10 (os efeitos gerais, seu interior, suas ações ou efeitos) para ver o resultado planejado.

  • Joan Bunning sugere que você mesmo se pergunte como se sente em relação ao resultado planejado. O que isso lhe diz?
    1. Volte e reveja as cartas que levaram a tal resultado e veja se há uma carta que se destaque como chave para esse efeito. Volte à carta 5 para ver se o resultado planejado também é mostrado como um resultado alternativo. Olhe a carta que representa o futuro próximo, na posição 6, para ver se ela contribui com o resultado planejado. Por fim, olhe a carta na posição 9 (orientação, fatores principais, esperanças e medos ou fatores omitidos) para ver se há relevância.
    Cartas invertidas
    Como cada carta de tarô tem uma figura voltada para certa direção, é possível que elas fiquem viradas na direção oposta ao se dar as cartas. De acordo com a maioria das fontes, isso não muda o significado da carta, simplesmente enfraquece o impacto do significado. Eu percebi que a grande maioria dos tarologos brasileiros não usam muito essa importante tecnica das cartas invertidas e por isso se perdem, pois isso muda muito as caracteristicas do jogo. Fique ligado, e acima de tudo inove! Breve trarei mais informações pra vocês, nossa equipe tá trabalhando duro pra isso.
    O Tarô pra ser entendido tem que ser assimilado. Tanto em nivel espiritual, mental e ritualistico, quanto em nivel simbolico. Tem que ser um precesso completo, porque mesmo que as pessoas aprendam a usa-lo muito bem só em nivel simbolico, ao enfrentar questões de ordens mais complicadas ficarão perdidas. Por isso o metodo pessoas é de suma importancia que seja desenvolvido.

    carlinhoslima76@hotmail.com
    *As imagens e parte das informações vem do site: www.learntarot.com

    Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador


    Mais vistas da semana



    terça-feira, 10 de janeiro de 2012

    História das cartas do Tarot Egípcio

    Em 1781, o autor francês Court de Gebelin, historiador e filósofo do século XVIII, publicou um livro "Le Monde Primitif, analistas comparou et avec le moderne" ("o mundo primitivo, analisados ​​e comparados com o moderno"), cuja oitava volume inclui um ensaio chamado "Du Jeu des Tarots" ("The Game of Tarot"). Ele argumentou que não era um trabalho dos egípcios miraculosamente salvo do incêndio da biblioteca de Alexandria, que incluiu um baralho de figuras estranhas, que se refere o Livro de Thoth Tarot e referido como "um livro de preservar a pura sabedoria do antigo Egito." ; Esta é a primeira menção por escrito, que a sabedoria oculta Tarot do antigo Egito e que esse conhecimento é codificado na forma de cartões simbólico. Seria pouco depois de cartas de tarô foram publicados alegando origem egípcia, embora mais de 300 anos atrás era usado. 

    Primeiro de tudo, foram as cartas publicadas em 1789 pelo astrólogo e leitor de tarot Etteilla, que chamou o seu jogo de cartas O Livro de Thoth. Estes projetos iniciais são por vezes referido como Etteilla I, uma versão deste modelo é produzido ainda hoje sob o nome Grimaud Grande Tarot Gitano Etteilla ou (mostrado abaixo). Projetos subseqüentes que mudou o simbolismo do Trumps certos são referidos como Etteilla II. A terceira variação, chamada Etteilla III (mostrado abaixo), foi produzido pela primeira vez em 1865 com imagens maiores e mais enfeitadas.


    Tarot Egípcio História
     Da esquerda para a direita são diferentes cartões e cartas conhecido como "The Chariot": 1. Etteilla Modelo I, egípcia ciganos Tarot, reimpressão moderna por Grimaud, em 1982. 2. Etteilla Modelo III, Gran Tarot Oracle of the Ladies, projetado em 1865 por G. Regamey, reeditado como Tarot Egípcio pela Éditions Dusserre em 1985. 3. Etteilla modelo 1843, O Tarot da Princesa, reimpresso como italiano pela Edizioni Cartomanzia de Solleone em 1983. 4. Levi mostra sua própria Carta VII Dogma e Ritual de Alta Magia, 1856. 5. "78 projetos de Tarot", de Jean-Gabriel Goulinat o trabalho de 1909 Papus Tarot 'Divinatoire "e reproduzida como um baralho chamado" Tarot Divinatoire "em 1992 por Éditions Dusserre. 

    Um dos decks Etteilla primeiro foi "O Tarô da Princesa", (mostrado acima). Foi publicado pela primeira vez como ilustração de livros de 1843, os desenhos são uma tentativa de estabelecer que decks anteriores para enfatizar sua suposta origem egípcia. Os cartões foram numeradas consecutivamente 1-78, seguindo o sistema quando Etteilla começaram a enfatizar o simbolismo das cartas do Tarô pertencem aos desígnios de um livro antigo. Mas, apesar de seus títulos, esses primeiros designs "egípcia" não foram transmitidas diretamente da civilização egípcia como afirmam seus defensores, porque não representam fielmente a iconografia real do antigo Egito.

    Naquela época a ciência da egiptologia era muito jovem: a pedra Rosetta não foi descoberto até 1799. Embora devemos ressaltar um fato realmente importante é que o primeiro decks são Etteilla muito interessante incorporar símbolos de fontes como Gênesis eo texto aparece nos mitos da criação do "Corpus Hermeticum" da Filosofia hermética, mais especificamente fantasmas em Pymander de Hermes Trismegisto, traduzido do grego para o latim pelo famoso renascentista erudito Marsilio Ficino. O próximo elo na Tarot Egípcio não ocorrer até 1863, onde ele aparece para publicar um livro intitulado "L'homme rouge des Toileries" por um autor francês que escreve sob o pseudônimo de Paul Christian. Este trabalho conta a história de um encontro entre Napoleão e um monge beneditino que possui um manuscrito oculto. Este manuscrito descreve em detalhes 78 cartas ou imagens simbólicas, que correspondem ao baralho de tarô egípcio, mas desta vez usando os nomes e fotos. Quase a mesma descrição dos Arcanos reapareceria mais tarde na obra de Paul Christian no "Histoire de la magie" 1870.

    A apresentação do Tarot de Paul Christian está repleta de histórias de ficção, mas suas histórias durante este tempo de crescente interesse europeu em todas as coisas antigas e ocultismo. Essas histórias são Christian surmise se concebeu, seja inventado como uma desculpa para documentar as idéias que circulam nos círculos ocultistas de seu tempo. Há certamente alguns detalhes em seu livro que pode ser encontrado no início da escritos de seus contemporâneos: Eliphas Levi. Por exemplo, encontramos a própria imagem da "The Car" Levi (mostrado acima), que foi o primeiro a substituir os cavalos com esfinges - um detalhe repetido por Christian. Em qualquer caso, a maioria das simbolismo cristão encontrar seu caminho para as cartas que logo a seguir, inclusive por Falconnier, Papus, Wirth, e até mesmo Waite.

    Talvez o evento que marca uma linha divisória para o Tarot Egípcio foi a publicação de 1896 "The Hermetic Tarot 22 cartas" por R. Falconnier. Aqui, pela primeira vez podem ser vistos desenhos que realmente imitou a arte egípcia. As imagens (abaixo) foram desenhados por Wegener e são baseados nas descrições pormenorizadas por Christian. Os próprios leitores, incentivado pelas instruções que acompanha no livro sobre como aprender e usar a adivinhação por cartas, corte os 22 desenhos no livro para uso no modo plataforma. Os restantes 56 cartas eram parte do jogo de adivinhação naquela época e não foram incluídos no livro.

    Historiadores de tarot decks Etteilla colocado dentro da tradição de desenhos egípcios Tarot são Falconnier Wegener - mais autenticamente egípcio e baseada diretamente sobre ocultismo francês que marca o nascimento do Tarot Egípcio como a conhecemos dia. Embora não haja nenhuma base histórica para a origem egípcia, estes são uma coleção de simbolismo egípcio.
    Tarot Egípcio História
    Da esquerda para a direita são diferentes cartões e cartas conhecido como "The Chariot":
    1. Falconnier e Wegener, As 22 placas de 1896 Hermetic Tarot
    2. Tarot Egípcio, 1978 convés por AGMüller com base em ilustrações de Prático Astrologia 1901
    3. A Irmandade da Luz Tarot, Tarô Egípcio Cartões de 1936.
    4. Redesenhados para a edição de O Tarô Sagrado Zain, 1996
    5. O Tarot Ibis por Josef Machynka, AGMüller publicado em 1991. 

    Em 1901, apenas cinco anos após a publicação Falconnier-Wegener, Edgar de Valcourt-Vermont publicou seu livro "Astrologia Prática" sob o pseudônimo de "Conde de Saint Germain". Em seu livro reproduzido as ilustrações anteriores do Wegener e acrescentou desenhos dos Arcanos Menores. A única diferença entre os projetos e as Wegener Valcourt-Vermont é que Trump II, foi ligeiramente redesenhada. Estas 78 imagens foram posteriormente publicados como um baralho de AGMüller em 1978 sob o nome de Tarot Egípcio.

    O modelo é redesenhada em 1936 por Gloria Beresford para ilustrar o livro The Sacred Tarot Zain. Esta versão (mostrado acima) adicionou inúmeros detalhes, como as constelações que aparecem por todo o convés e desenhos em miniatura adicionado a muitos projetos. O deck foi publicada por A Igreja de luz sob o nome de Tarot Egípcio Cartões, também conhecida como A Irmandade da Luz Tarot, que leva o nome da organização que ele fundou Zain. O material no livro de Zain foi publicado pela primeira vez em 1918, por si mesmo, como uma série de cursos de formação, e foi nessa época ilustrado com reproduções de Astrologia Prática. Uma nova edição de O Tarô Sagrado foi publicado em 1996, com melhora significativa na qualidade dos projetos que fazem deste deck. Zain livro é especialmente notável porque incluía o que é provavelmente a primeira tradução do Inglês descrições originais Arcana de Christian. Os textos foram traduzidos em 1901 por um amigo da Zain Genevieve Stebbins, que goza de grande credibilidade. John H. Dequer em 1949 publicou um baralho baseado nos projetos de Zain.

    A versão egípcia de Dequer de "A Imperatriz" apareceu como a capa de "O Livro de Thoth" Crowley em 1944. Outro aspecto do egípcio antigo Tarot é encontrada em um livro de 1931 escrito por von Uxkull Woldemar, intitulado "Die im alten Einweihung Ägypten". Estes projetos foram a base de um baralho de Tarot 1949 chamado Schikowski e um baralho de 1954, que acompanhou o livro "Tarot der Eingeweihten" por Joachim Winkelmann. Existem várias plataformas modernas, que seguem o padrão Wegener. O Tarot Ibis (mostrado acima), publicado em 1991 por AGMüller, é uma das performances mais bonita de todos os modelos. O Tarot Ibis é um dos mais fiéis, embora tenha sido criado quase 100 anos após a projetos originais foram publicadas pela primeira vez. O artista Josef Machynka baseada suas cartas sobre os desenhos em "Astrologia Prática".


    Tarot Egípcio História
    Da esquerda para a direita são diferentes cartões e cartas conhecido como "The Chariot":
    1. "Egípcio Tarot" de Silvana Alasia, publicado em 1996 por Lo Scarabeo 2. "Tarot da Esfinge", de Silvana Alasia, 1998 Lo Scarabeo; 3. "Tarot de Nefertari", de Silvana Alasia, 1998 Lo Scarabeo 4. Egípcio Kier Tarot, publicado em 1970 pela Editorial Kier, reimpresso em 1984 por USGames Sistemas 5. "Divinatório Egípcio Tarot" desenhado por Margarita Arnal Moscardo e publicado em 1988 pelo Comas Naipes.

    O artista italiano Silvana Alasia criou vários decks egípcio, todos publicados pela Lo Scarabeo. A primeira delas foi o Tarot Egípcio 1996 (mostrado acima), com 78 desenhos pintados à mão em pergaminho. Sua Trumps seguem o padrão Wegener, com exceção dos cartões XII, XIII, XIX, XX e que são baseados na arte egípcia. Em 1998, ela criou o Tarot da Esfinge (mostrado acima), que é principalmente baseado em imagens reais do Egito.

    A versão deluxe do baralho foi publicado em simultâneo com o nome de Nefertari Tarot (mostrado acima), usando folha de ouro estampada sobre o fundo e texto. Os desenhos dos dois decks são "imagens espelhadas" do outro, mas são idênticos. Uma variação interessante do padrão de Wegener foi introduzido em egípcio Kier Tarot, publicado pela Editorial Kier de Buenos Aires na década de 1970. O designer do baralho era um funcionário da Editorial Kier, mas sua identidade é desconhecida. Uma versão em Inglês deste baralho (foto acima), foi impresso pela USGames Sistemas em 1984. Muitos destes Trumps seguem o padrão Wegener, enquanto outros são totalmente redesenhado de acordo com a autêntica fontes egípcias.

    Este foi o primeiro baralho de Tarot Egito cenas totalmente ilustrado e em caracteres egípcios os Arcanos Menores. Eles são inspirados por fontes egípcias e usado pelo criador do baralho para simbolizar conceitos como cooperação, meditação e rivalidade. Este foi também o Tarot Egípcio primeiro remover completamente todas as delineações baralho tradicional todos os 78 cartões são numerados sequencialmente, começando com O Mago (1) e terminando com "The Renaissance" (78).

    O padrão de Tarot Egípcio Kier gerou inúmeros decks, muitas dessas publicado na Espanha e América do Sul. Um deles é a plataforma de "divinatório egípcio Tarot" (mostrado acima), projetado por Margarita Arnal Moscardo e publicado em 1988 pela Naipes Comas, Barcelona. Cada letra representa conceitos que são análogos ao Tarot Egípcio Kier, mas o artista usou modelos diferentes para fazer, mas é preciso fontes reais do Egito.

    Tarot Egípcio História
    Da esquerda para a direita são diferentes cartões e cartas conhecido como "The Chariot":
    1. Elogio ao Livro de Thoth, serigrafias publicado em 1980 pela Editorial Barath, Madrid.
    2. O "Tarocchi Egiziani", publicado em 1995 por De Vecchi Editore, Itália.
    3. "O Tarô dos grandes egípcio init", Jean-Louis Victor e Monat Genevieve, lançado em 1994 pelas Edições de Montagne;
    4. "Tarô Egípcio" desenhado por Esther Casla e publicado pela Heraclio Fournier, Espanha,
    5. "Il Destino Svelato dal Tarot", originalmente concebido por Bruno Sigon em 1912, reeditado em 1970 pela Modiano.

    Os desenhos em aquarela de Tarot Egípcio (mostrado acima), foram publicadas por Heráclio Fournier. Estes projetos refletem os mesmos conceitos encontrados no modelo de "egípcio Kier Tarot", mas como o "divinatório egípcio Tarot" reinterpreta essas idéias com nuances leves. Cartão de 35, por exemplo, é "Desolation" no "Tarot Egípcio Kier", "Pain" no "divinatório Tarot Egípcio" e "Sorrow" no "Fournier Tarot Egípcio"; , Cartão de 58 é "Meditação, Prevenção e Reflexão", respectivamente, o cartão de 71 é "a ganância, a conservação, a ganância e", respectivamente.

    O artista espanhol Suarez projetados 22 belas imagens Arcana (mostrado acima) para acompanhar versos poéticos escritos por Victorino del Pozo em 1980. Os desenhos foram serigrafados em folhas grandes e publicado pela Editorial Barath como uma edição limitada de 999 conjuntos. O poema é intitulado e impresso com o nome de "Eulogy para o Livro de Thoth", embora seja às vezes chamado de "Tarot Egípcio Barath".

    Laura Tuan desenhou um baralho de 78 cartas chamado "Tarocchi Egiziani" ou "Tarot Egípcio" (mostrado acima), publicado em 1995 por De Vecchi Editore. Os Arcanos Maiores são baseadas exclusivamente nas imagens do Egito, para o Trumps. O deck mantém a estrutura tradicional Tarot de 22 grandes e 56 Arcanos Menores, embora o Trumps não seguem a seqüência tradicional. As cartas mostram Minor arranjos dos símbolos, que tomam a forma de pilares djed, cálices de lótus, cruzes moedas ANKS egípcio e besouros. Este é um bom exemplo de um deck que usa a iconografia egípcia verdadeira sem abandonar a estrutura do Tarot.

    "Dal Tarocco Svelato Il Destino" (mostrado acima) é um estilizado egípcio Sigon Tarot originalmente pintado por Bruno em 1912. Os 56 Arcanos Menores são diferentes dos triunfos e eles não são Sigon, mas foram tiradas diretamente de um modelo no Milan. Modiano, a editora original, esta plataforma reimpresso em 1970 sob o título "Cartomanzia 184" e uma versão em Inglês em 1981 sob o título de "Cagliostro Tarot". Palavras-chave interpretativa são impressos na parte superior e inferior de cada cartão. Os 22 Trunfos são notáveis ​​porque eles vêm das obras de Eliphas Lévi e Christian Paul.

    Tarot Egípcio História

    Da esquerda para a direita são diferentes cartões e cartas conhecido como "The Chariot"
    1. "O Livro de Gates", projetado em 1986 por Athon Veggi e Davidson Alison, publicado em 1995 por Livros Destino
    2. "Templo de Isis Ishbel Egípcio Tarot" desenhado por Ishbel e publicado em 1989 por Llewellyn
    3. "Tarot de transição", publicado em 1983 pela Carta Mundi.
    4. Tarot da Idade
    5. O Tarô do Antigo Egipto, ilustrado por Clive Barrett e publicado em 1994 pela QualityMark.

    Alguns decks explorar o mito egípcio abandonar completamente a estrutura do Tarot. "O Livro dos Doors" (mostrado acima) faz com 64 cartões lindamente pintado representando divindades egípcias. Os desenhos foram criados em 1986 por Athon Veggi e Alison Davidson, e publicado pela Livros de destino em 1995. "O Livro de Gates" é verdadeiramente representativa da mitologia e iconografia do antigo Egito.

    "Templo de Isis Ishbel Egípcio Tarot" (mostrado acima) foi projetado por Ishbel e publicado em 1989 por Llewellyn. Ele mantém a estrutura tradicional Tarot, mas os desenhos Arcanos Maiores são substituídas por várias deidades egípcias. O trabalho é simples, mas colorido, com cada divindade com um fundo de ouro com símbolos ou qualquer outro cenário. Os Arcanos Menores apresentam diferenças de relevo a partir dos símbolos usados.

    O "Tarot de Transição" (mostrado acima), também substitui o tradicional 22 Trumps com divindades egípcias e simbolismo. Os Arcanos Menores dos símbolos terno show. O deck foi publicado em 1983 pela Carta Mundi.

    "O Tarô dos séculos" (mostrado acima) incorpora uma série de culturas antigas em suas letras, mas os Arcanos Maiores são principalmente do Egito. Vários pavimentos têm incorporado mitologia egípcia. "A maneira antiga de Tarot" e "Tarot Kazanlar", por exemplo, letras dedicadas a várias cenas egípcias. Ao contrário de duas dimensões desenhos de decks mais egípcio, belos quadros de Clive Barrett conhecido por seu estilo realista.

    O egípcio antigo Tarot (mostrado acima) é um baralho de 78 cartas tradicionais com totalmente ilustrado Arcanos Maiores e Menores. Projetos de Barrett ter uma conexão subjacente com os ensinamentos da Ordem da Golden Dawn, mas suas imagens têm pouca semelhança com o Waite-Smith e Crowley-Harris. Simbolismo de Barrett também é investigada, mesmo autor de um estudo separado do panteão egípcio intitulado "Os deuses e deusas do Egito: Religião e crenças do antigo Egito". Foi publicado em 1994 por Thorsons como um conjunto de livro e do convés.

    Acompanhar a evolução dos cartões de Tarot Egípcio nos ajudar a compreender as origens ocultas do Tarot.
    Fonte: .tarot-egipcio.com
    Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

    Seguidores

    Marcadores

    astrologia (195) Astrofísica (113) signos (94) magia (91) espaço (85) Foto (82) Nasa (71) terra (68) umbanda astrológica (64) espiritualidade (60) cientistas (58) conceito (57) comportamento (55) (54) estudo (48) tarô (47) fotos (45) esoterismo (42) lua (42) pesquisa (40) previsões (39) Marte (38) mulher (38) vídeo (38) Astrônomos (37) conceitos (35) taro (35) pesquisas (34) astronomia (30) astrofisica (29) gostosa (29) planeta (28) Estrelas (26) estrela (26) planetas (26) religião (26) horoscopo chinês (25) bem estar (24) ciência (24) horoscopo (23) Sol (22) destino (21) galáxia (21) cabala (19) saúde (19) arcanos (18) energias (18) exu (18) mapa astral (18) mistério (17) vibrações (16) arcanjo (15) cosmos (15) ifá (15) estudos (14) zodiaco (14) Quíron (12) poder (12) prazer (12) 2012 (11) Candomblé (11) beleza da mulher (11) astros (10) beleza (10) biblia (10) ensaio (10) lilith (10) lingerie (10) ogum (10) sensual (10) atriz (9) dragão (9) magia sexual (9) numerologia (9) protetores (9) rituais (9) RELAÇÕES MÍSTICAS (8) ancestrais (8) apresentadora (8) axé (8) busca (8) carma (8) escorpião (8) ex-BBB (8) política (8) posa (8) regente do ano (8) odús (7) orgasmo (7) plutão (7) São Paulo (6) ano do Dragão (6) arcano (6) astrologia sexual (6) energia (6) força (6) mago (6) metodos (6) praia (6) sexualidade (6) 2016 (5) babalawo (5) biquíni (5) caboclos (5) casas astrologicas (5) criança (5) câncer (5) mediunidade (5) proteção (5) reencarnação (5) saude (5) xangô (5) Capricórnio (4) Amor e sexo (3) anjo de hoje (3) calendário maia (3) anjos da guarda (2)