Total de visualizações de página
sexta-feira, 25 de agosto de 2017
Astrofísica: Ahnighito ou Tent meteorite
![]() |
| Foto: Ahnighito ou Tent meteorite c.1894: Fotógrafo desconhecido via Meteorite Recon |
Como fugitivos fugindo de sistemas solares distantes, os meteoros atravessam a atmosfera da Terra, iluminando os olhos dos observadores no chão. Muitas vezes, essas bolas de fogo de metal e rocha queimam em uma chama de glória, e muitos não sobrevivem ao impacto delas com a superfície da Terra. Aqueles que fazem, porém, começam uma vida mais estabelecida aqui na Terra como meteoritos. Alguns podem até mesmo ser os novos xerigos na cidade - eles são tão grandes e resistentes à intempérie.
Marcadores:
Ahnighito,
Astrofísica,
Meteorito,
Tent meteorite
domingo, 20 de agosto de 2017
Astrofísica: O eclipse solar e a beleza da escuridão
![]() |
| As cenas do espetáculo - Montagem de fotos mostra como se dá um evento do gênero (no caso, ocorrido em 2009) (Biju Boro/AFP) |
Um eclipse solar que poderá ser visto de costa a costa do território americano leva milhões de pessoas a pegar estrada e lotar voos e hotéis
Quem esteve conectado nas últimas semanas – de olho nos sites de notícias, no Facebook, no WhatsApp – muito dificilmente ficou alheio às alusões variadas ao que seria “um dos maiores eventos deste século”. O frenesi se deve a um fenômeno que tomará os céus dos Estados Unidos entre este domingo (20) e a segunda-feira (21). Nesse período, ocorrerá um eclipse solar total – quando a Lua se interpõe entre a Terra e o Sol, deixando-o oculto – que poderá ser observado da costa leste à costa oeste americana, numa faixa de 100 quilômetros de largura. Com isso, por alguns minutos, cidades inteiras dos Estados Unidos ficarão sob um autêntico apagão, com a população com olhos voltados para cima. Os “turistas astronômicos” devem inundar estradas e voos na busca de locais para admirar o chamado Grande Eclipse Americano (não, não se trata de uma referência a Donald Trump), movimento que se justifica porque a última vez em que um eclipse solar total pôde ser observado nos Estados Unidos foi há 38 anos. No Brasil, o efeito será apenas parcial e visível nas regiões norte e nordeste do país. Para quem tiver o privilégio de assistir ao espetáculo, uma informação importante: sem filtros adequados, nunca se deve olhar diretamente em direção ao Sol.
Por
Filipe Vilicic, Jennifer Ann Thomas (Veja)
Marcadores:
americano,
Astrofísica,
costa,
eclipse solar,
estrada,
milhões,
pessoas,
território,
visto
terça-feira, 15 de agosto de 2017
Astrofísica: Metade dos nossos átomos veio de outras galáxias
![]() |
| (Reprodução | Guardian Wires/YouTube) |
Simulação de computador resume os 13 bilhões de anos da Vila Láctea – e descobre que 50% de sua matéria foi sugada de explosões em galáxias próximas
O nascimento dos átomos que formam você foi muito mais divertido do que o seu: simulações de computador feitas na Northwestern University, nos EUA, revelam que metade de todo o material da Via Láctea (e, portanto, do seu corpo) não foi fabricado por aqui – mas forjado no núcleo de imensas estrelas de galáxias vizinhas, e então expelido para cá em explosões monumentais. A descoberta vai na contramão das teorias vigentes, que até então não consideravam esse troca-troca de material uma parte tão relevante da formação de aglomerados de estrelas.
Funciona assim: galáxias de grande porte como a Via Láctea, com algo entre 100 mil e 180 mil anos-luz de diâmetro, são cercadas de satélites – às vezes chamados de galáxias-anãs. Eles são algomerados de estrelas menores que o nosso, mas de maneira alguma pequenos. A Grande Nuvem de Magalhães (LMC), por exemplo, tem 14 mil anos-luz de diâmetro. Sua irmã menor, a Pequena Nuvem de Magalhães, tem exatamente metade do tamanho e 7 bilhões de vezes a massa do Sol.
Às vezes uma estrela de grande porte que “mora” em uma dessas pequenas galáxias chega ao final do seu ciclo de vida. E então ela explode. O fenômeno está muito além do que um ser humano pode imaginar: arremessa trilhões de toneladas de gás com tanta violência que esse material consegue escapar da atração gravitacional de seu aglomerado de origem e acaba “caindo” na galáxia mãe, muito maior.
Por meio desse processo, todo ano a Via Láctea ganha o equivalente à massa de um Sol. Parece pouco – e realmente não é muita coisa na escala cósmica. Mas multiplique isso pelos 13 bilhões de anos que se passaram desde que tudo começou e a conta começa a fazer sentido.
“Os ventos galácticos contribuem com uma quantidade muito mais significativa de material do que pensávamos. Esse é um novo modelo de crescimento de galáxias, que nós não havíamos considerado antes”, declarou à imprensa Daniel Anglés-Alcázar, pesquisador responsável. “A ciência é muito útil na hora de encontrar nosso lugar no universo. Nós somos como visitantes ou imigrantes na galáxia que chamamos de nossa.”
Para chegar a essa conclusão, é preciso usar supercomputadores capazes de calcular, de acordo com as leis da física, cada movimento da dança cósmica entre a Via Láctea e suas irmãs menores desde que elas se formaram – e então acelerar “o vídeo” o suficiente para assistir a uma versão resumida das trocas de gás. Afinal, ninguém tem 13 bilhões de anos para ficar na frente do computador. O processo completo está descrito no artigo científico, de acesso gratuito – e você pode ver um trecho abaixo. Por
Bruno Vaiano (Superinteressante)
Marcadores:
a matéria,
bilhões,
computador,
descobre,
explosões,
galáxias,
resume,
Simulação,
sugada,
Vila Láctea
Astrofísica: Somos poeira de estrelas
A matéria-prima do ar, das rochas e da vida foi e continua sendo forjada pelas pressões gigantescas que existem no coração das maiores estrelas.
O astrônomo americano Carl Sagan, provavelmente o maior divulgador científico de todos os tempos, costumava dizer que nós – humanos, seres vivos da Terra, o próprio planeta e todo o sistema solar – somos poeira das estrelas. Era o modo lírico dele de explicar nossas origens no Universo. Só surgimos porque outras estrelas morreram há bilhões de anos, espalhando pelo espaço matéria composta de elementos químicos que viriam a nos constituir tempos depois.
Esse, na verdade, é o processo de vida e morte que permeia todo o Cosmo. As primeiras estrelas nasceram por volta de 100 milhões de anos depois do big-bang (que aconteceu há 13,7 bilhões de anos), em condições bastante diferentes das que formam novas estrelas hoje. Foi a morte delas, no entanto, em eventos violentos e espetaculares, que abriu caminho para a formação de sistemas solares como o nosso. Nos primórdios do Universo só havia no espaço os elementos químicos hidrogênio e hélio. Foi o calor gerado pela explosão dessas primeiras estrelas, mais ou menos 1 bilhão de anos depois, que ajudou a produzir e espalhar os elementos necessários à vida: carbono, nitrogênio e oxigênio, além de ferro, fósforo etc. Até o surgimento da Terra, no entanto, passou-se mais um bom tempo.
Essas explosões espetaculares de estrelas são conhecidas como supernovas. Elas ocorrem, por exemplo, quando estrelas enormes, com massa superior a 8 vezes a do nosso Sol, consomem todo o combustível em seu interior e ficam incapazes de se sustentar. Sem o suporte, a matéria de seu exterior acaba despencando em direção ao núcleo, e a estrela sofre um colapso. Isso provoca um aumento de temperatura e pressão e ela explode, lançando estilhaços de carbono, oxigênio etc. Nesse momento, o brilho é tão forte que lembra mais o de um cometa – sem cauda, claro.
Essas explosões acabam funcionando como os grandes motores das transformações cósmicas. O material jogado no espaço vai formar outras estrelas, outros planetas. Como diria o físico brasileiro Marcelo Gleiser, “do espaço viemos e para o espaço retornaremos”.
A avó da terra
Há uns 5 bilhões de anos, um astro com massa várias vezes a do nosso Sol explodiu. Ele deixou um cadáver imenso de gás e poeira, com cerca de 24 bilhões de quilômetros. Assim nasceu o nosso sistema solar.
“A vida é apenas um vislumbre passageiro das maravilhas que existem no Universo.”
Carl Sagan
Texto Giovana Girardi - (Superinteressante)
Marcadores:
ar,
coração,
Estrelas,
forjada,
maiores,
matéria-prima,
pressões gigantescas,
rochas,
vida
Assinar:
Postagens (Atom)
Seguidores
Marcadores
astrologia
(195)
Astrofísica
(113)
signos
(94)
magia
(91)
espaço
(85)
Foto
(82)
Nasa
(71)
terra
(68)
umbanda astrológica
(64)
espiritualidade
(60)
cientistas
(58)
conceito
(57)
comportamento
(55)
fé
(54)
estudo
(48)
tarô
(47)
fotos
(45)
esoterismo
(42)
lua
(42)
pesquisa
(40)
previsões
(39)
Marte
(38)
mulher
(38)
vídeo
(38)
Astrônomos
(37)
conceitos
(35)
taro
(35)
pesquisas
(34)
astronomia
(30)
astrofisica
(29)
gostosa
(29)
planeta
(28)
Estrelas
(26)
estrela
(26)
planetas
(26)
religião
(26)
horoscopo chinês
(25)
bem estar
(24)
ciência
(24)
horoscopo
(23)
Sol
(22)
destino
(21)
galáxia
(21)
cabala
(19)
saúde
(19)
arcanos
(18)
energias
(18)
exu
(18)
mapa astral
(18)
mistério
(17)
vibrações
(16)
arcanjo
(15)
cosmos
(15)
ifá
(15)
estudos
(14)
zodiaco
(14)
Quíron
(12)
poder
(12)
prazer
(12)
2012
(11)
Candomblé
(11)
beleza da mulher
(11)
astros
(10)
beleza
(10)
biblia
(10)
ensaio
(10)
lilith
(10)
lingerie
(10)
ogum
(10)
sensual
(10)
atriz
(9)
dragão
(9)
magia sexual
(9)
numerologia
(9)
protetores
(9)
rituais
(9)
RELAÇÕES MÍSTICAS
(8)
ancestrais
(8)
apresentadora
(8)
axé
(8)
busca
(8)
carma
(8)
escorpião
(8)
ex-BBB
(8)
política
(8)
posa
(8)
regente do ano
(8)
odús
(7)
orgasmo
(7)
plutão
(7)
São Paulo
(6)
ano do Dragão
(6)
arcano
(6)
astrologia sexual
(6)
energia
(6)
força
(6)
mago
(6)
metodos
(6)
praia
(6)
sexualidade
(6)
2016
(5)
babalawo
(5)
biquíni
(5)
caboclos
(5)
casas astrologicas
(5)
criança
(5)
câncer
(5)
mediunidade
(5)
proteção
(5)
reencarnação
(5)
saude
(5)
xangô
(5)
Capricórnio
(4)
Amor e sexo
(3)
anjo de hoje
(3)
calendário maia
(3)
anjos da guarda
(2)





