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domingo, 20 de setembro de 2015

Falhas na Psicologia: Estudo aponta resultados inflados em artigos de psicologia




Falhas na Psicologia: Estudo aponta resultados inflados em artigos de psicologia
Falhas na Psicologia: Estudo aponta resultados inflados em artigos de psicologia

 Brian Nosek (à dir.) e sua equipe tentaram reproduzir os resultados de cem estudos pesquisa - Mais de metade dos textos publicados apresentava falhas
 

  • The New York Times/via:http://www.gazetadopovo.com.br/mundo/



  • Um minucioso esforço para tentar reproduzir cem estudos de psicologia ao longo de um ano concluiu que mais de metade dos resultados publicados não resistia a um novo teste.
    A análise foi feita por pesquisadores de psicologia, muitos dos quais cederam voluntariamente seu tempo para checar trabalhos que consideravam importantes.







    sexta-feira, 18 de setembro de 2015

    Apocalipse: Mórmons preveem ‘fim do mundo’ em setembro e começam a estocar alimentos


    Mórmons preveem ‘fim do mundo’ em setembro e começam a estocar alimentos

    Mórmons preveem ‘fim do mundo’ em setembro e começam a estocar alimentos

    Foto: Divulgação

    Apocalispse

    A nova data para o suposto fim do mundo já foi marcada: 28 de setembro. Ao menos é o que acreditam alguns seguimentos dos mórmons em Utah, nos Estados Unidos. Nas últimas semanas, o grupo religioso começou a estocar alimentos e produtos essenciais para se prepararem para o final dos tempos. "Há em sentimento de urgência, como se algo estivesse para acontecer. Muitas pessoas estão falando de setembro, como um colapso financeiro global", disse o representante comercial Ricardo Aranda, de acordo com o jornal americano "Metro". Mesmo que a data esteja definida, o motivo para o fim do mundo não está. Entre as possíveis causas estariam um asteroide caindo na Terra, uma explosão do acelerador de partículas ou a fúria de Deus. A agência espacial americana, Nasa, informou que não há nenhuma previsão sobre qualquer corpo celeste em rota de colisão com o planeta no dia 28 de setembro. 
     
     

    quinta-feira, 17 de setembro de 2015

    Astrofísica: Geleiras em Plutão se assemelham a fluxos na Groenlândia e Antártica.

    Novas fotos de Plutão impressionam por geleiras similares com as da Terra

    Fotos também mostram camadas finas de névoa na atmosfera de nitrogênio.

    Geleiras em Plutão se assemelham a fluxos na Groenlândia e Antártica.

    Geleiras em Plutão se assemelham a fluxos na Groenlândia e Antártica.

     

    Imagem de Plutão mostra região Sputnik (à direita) rodeada à leste (esquerda) por montanhas de gelo (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)
    Uma nova leva de imagens feita pela sonda New Horizons em sua passagem por Plutão chegou à agência espacial americana (Nasa) e impressionou os cientistas. Segundo a Nasa, o que chamou a atenção não foram apenas as paisagens, montanhas geladas e fluxos de nitrogênio congelado do planeta-anão, mas também uma aparência estranhamente familiar com a Antártica.
    Setas mostram fluxo de gelos, provavelmente de nitrogênio, em Plutão (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)Setas mostram fluxo de gelos, provavelmente de
    nitrogênio, em Plutão (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)
    Combinadas com outras fotos recentes de Plutão, as novas imagens ajudam a evidenciar, segundo a Nasa, um ciclo “hidrológico” notavelmente parecido com o da Terra, mas com gelos exóticos, incluindo de nitrogênio, em vez de gelos de água.
    Áreas brilhantes a lesta da vasta planície gelada - que lembra o formato de um coração e que foi informalmente chamada de Sputnik - parecem terem sido cobertas por esses gelos, que podem ter evaporado da superfície da Sputnik e, em seguida, terem sido redepositados ao leste.
    Também é possível ver geleiras que fluem desta região coberta brilhante de volta para a Sputnik. Estas características, segundo os cientistas, são semelhantes a fluxos congelados nas margens de calotas de gelo da Groenlândia e da Antártica, na Terra.
    Neblinas
    As fotos também mostram novos detalhes de neblinas na tênue atmosfera de nitrogênio de Plutão. Nelas aparecem mais de uma dúzia de camadas finas de névoa que se estendem desde a superfície do planeta até pelo menos 100 km acima.
    Quinze minutos depois de atingir o ponto mais próximo com Plutão, a sonda New Horizons fez essa imagem do planeta-anão em que aparecem as montanhas e planícies de gelo (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)Quinze minutos depois de atingir o ponto mais próximo com Plutão, a sonda New Horizons fez essa imagem do planeta-anão em que aparecem as montanhas e planícies de gelo (Foto: NASA/JHUAPL/SwRI)
    “Além de serem visualmente impressionantes, estas névoas baixas sugerem uma mudança no tempo a cada dia em Plutão, assim como ocorre na Terra”, diz Will Grundy, pesquisador do Observatório Lowell, no Arizona, na nota da Nasa.
     
    Trajetória da New Horizons
    A breve passagem da sonda New Horizons por Plutão ocorreu no dia 14 de julho. À noite, a sonda se comunicou com a Terra, indicando que o encontro com Plutão tinha sido bem-sucedido. Na manhã do dia seguinte, durante uma transmissão de dados mais longa, a New Horizons enviou as principais informações obtidas no encontro.

    A sonda espacial viajou durante nove anos por quase 5 bilhões de quilômetros (que é a distância entre Plutão e a Terra) até chegar perto do planeta anão.
    Ela foi lançada em 2006, dos Estados Unidos, a bordo do foguete Atlas. A sonda viajou até Júpiter e usou a gravidade desse planeta como um estilingue para acelerar sua velocidade. Desde então, ficou adormecida e viajou pelo espaço até ser reativada, em dezembro de 2014.

    Sete instrumentos que estão a bordo da sonda captam essas imagens, que serão transmitidas para a Terra. O tempo de transmissão dos dados de Plutão até a Nasa, nos EUA, é de quatro horas e meia.
    9. A imagem mais detalhada de Plutão foi produzida pela sonda New Horizons. As informações detalham de forma inédita o tamanho e as características do planeta anão. Plutão tem cerca de 80km de diâmetro a mais do que se acreditava, ou seja, equivalente a d (Foto: Nasa)Imagem de Plutão foi produzida pela sonda New Horizons em julho (Foto: Nasa)

    sábado, 5 de setembro de 2015

    Sexo e amores proibidos: São Paulo, a cidade da traição

    A cidade é campeã de número de inscritos no site de infidelidade Ashley Madison

    Sexo e amores proibídos: São Paulo, a cidade da traição
    Sexo e amores proibídos: São Paulo, a cidade da traição
    Entre as 25 cidades com mais inscritos no site, estão também Rio de Janeiro e Brasília(Peter Cade/Getty Images)
    Muita gente pode ter sono bem agitado nestes dias, principalmente pouco mais de 374.000 habitantes de São Paulo. Depois do vazamento de quase 10Gb de informações sobre inscritos no site de relacionamento extraconjugal Ashey Madison, o site americano Business Insider divulgou a lista das 25 cidades com mais "clientes" dispostos a trair seus parceiros. São Paulo está no topo da lista, seguida por Nova York e Sydney.
    Hackers vazam dados de usuários de site de infidelidade 'Ashley Madison'
    Confira as cidades com maior número de inscritos no Ashley Madison:
    1 - São Paulo - 374.542
    2 - Nova York - 268.171
    3 - Sydney - 251.813
    4 - Toronto - 222.982
    5 - Santiago - 218.125
    6 - Melbourne - 213.847
    7 - Houston - 186.795
    8 - Los Angeles - 181.918
    9 - Londres - 179.129
    10 - Chicago - 162.444
    11 - Rio de Janeiro - 156.572
    12 - Madri - 135.294
    13 - Bogotá - 123.559
    14 - Brisbane - 118.857
    15 - Brooklyn - 110.859
    16 - Miami - 109.505
    17 - Calgary - 107.021
    18 - San Antonio - 99.157
    19 - Dalas - 97.736
    20 - Brasília - 97.096
    21 - San Diego - 94.953
    22 - Perth - 88.754
    23 - Las Vegas - 87.720
    24 - Atlanta - 86.897
    25 - Filadélfia - 86.018

    Solitários da vida moderna: Nasce um novo personagem, o cibersolitário

    As inúmeras possibilidades de conexão digital representam uma estupenda conquista para a sociedade atual. Mas a ânsia de estar online com tudo e, principalmente, com todos, o tempo inteiro, nos lança na era da solidão acompanhada 

     
    Solitários da vida moderna: Nasce um novo personagem, o cibersolitário
    Solitários da vida moderna: Nasce um novo personagem, o cibersolitário



    PRÓXIMOS, DISTANTES Ainda que não seja utilizado, um celular por perto prejudica a empatia e a comunicação entre as pessoas — mesmo entre casais.Todas as fotografias desta reportagem foram produzidas com smartphones (Foto: Luiz Maximiano e Caio Guateli/VEJA)

  • Você já viu esta cena. Agora mesmo ela pode estar ocorrendo ao seu lado. Um casal, dois ado­lescentes, talvez uma criança dividem uma mesa num restaurante. É razoável supor que se trate de uma família. É razoável supor que a ideia de comer fora tenha surgido como um programa - com o perdão da redundância - familiar. E, no entanto, o que se vê é cada um entretido com seu smartphone, alheio aos vizinhos de cadeira, os dedos dos mais novos movimentando-se com destreza de pianista, os dos mais velhos sem tanta agilidade, é fato, e nem por isso menos ansiosos. Na tela do celular, um desfile infindável de fotos, vídeos, WhatsApp, Facebook, Twitter e Instagram. Ainda que os personagens e o ambiente sejam outros - namorados na fila da bilheteria do cinema, um grupo de amigos em um show, pais à espera dos filhos na saída da escola -, tal tipo de comportamento é cada vez mais frequente. Eles estão juntos, mas separados. Estão próximos, porém distantes. Estão acompanhados - mas sozinhos. São os cibersolitários.
    Bem-vindos à Era Virtual. Essa seria a primeira e mais óbvia conclusão. Em tempos digitalmente corretos, qual­quer pensamento contrário a esse soaria como um elogio à "magia", ao "romantismo", ao encantamento de - para usar um termo adequado - "outrora". Entretanto, não há nenhuma magia, romantismo nem encantamento no atra­so. Seria absolutamente descabido demonizar os avanços tecnológicos, sobretudo com o advento da internet, e a revolução trazida por eles, em especial no quesito comunicação. Ao mesmo tempo, parece inegável haver um ponto a partir do qual as relações virtuais passam a andar na mão oposta à de suas principais conquistas - minando os relacionamentos pessoais "reais".
    Diz a psicóloga e socióloga Sherry Turkle, professora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em seu livro Alone Together (Sozinhos Juntos): "A tecnologia é sedutora quando o que oferece preenche nossas vulnerabilidades humanas. E somos, realmente, bastante vulneráveis. Somos solitários, mas temos medo da intimidade. As conexões digitais oferecem a ilusão de estarmos acompanhados, contudo sem as demandas da amizade. Nossa vida virtual permite nos escondermos uns dos outros, mesmo quando estamos interessados. Preferimos teclar a falar". Certa vez, durante sua pesquisa de campo, ela ouviu de um rapaz de 18 anos: "Um dia gostaria de aprender a ter uma conversa de verdade".
    Até pouco tempo atrás, Sherry Turkle era uma inconteste entusiasta do mundo digital. Durante seus estudos sobre o tema, porém, passou a identificar alguns incômodos exageros no mergulho no universo virtual. Isso a levou a rever sua posição, sem deixar de reconhecer os benefícios de viver na Idade da Web. De acordo com a especialista, o argumento mais usado por aqueles que preferem se comunicar quase que exclusivamente por meio de ferramentas digitais é a possibilidade de controlar cada palavra da conversa e, dessa forma, eliminar qualquer perspectiva de ser surpreendido - para o bem e para o mal. No Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso do Hospital das Clínicas, em São Paulo, a psicóloga Dora Sampaio Góes, vice-­coordenadora do Programa de Dependência Tecnológica, já atendeu até mesmo gente que havia perdido o elo com todos os amigos feitos pessoalmente e só conseguia cultivar os virtuais. "É claro que, nesses casos extremos, o indivíduo já tem pouca habilidade social. A internet não muda a índole de ninguém. O que vicia é a possibilidade de melhorar o conceito sobre si mesmo, e isso é justamente o que aumenta a solidão: o abismo entre a persona virtual e a real", acredita ela.
    Uma pesquisa feita pelo Pew Research Center nos Estados Unidos com 2 000 usuários de smartphone, divulgada em abril, mostrou que nada menos do que 47% dos jovens adultos, na faixa entre 18 e 29 anos, usam o dispositivo para deliberadamente evitar as pessoas ao redor - ainda que, vez por outra, possa haver algum tipo de interação entre cibersolitários. A porcentagem diminui conforme a idade aumenta. No mesmo levantamento, enquanto 54% do total de entrevistados assume que o telefone nem sempre é necessário, 46% dizem que não podem mais viver sem ele. Embora o aparelho suscite mais emoções positivas do que negativas - 79% disseram sentir-se mais produtivos com ele, por exemplo -, 57% mencionaram "distração excessiva" e 36%, "frustração" ao utilizar o celular.
    A mera presença de um smartphone - mudo, apagado - já é suficiente para interferir na qualidade da conversa entre duas pessoas. Foi o que revelou o estudo "The iPhone effect" (O efeito iPhone), realizado em 2014. Nele, pesquisadores da universidade Virginia Tech observaram 100 duplas que interagiam em um café por dez minutos. Aquelas que trocaram palavras sem a presença de um iPhone à mesa reportaram maior empatia e proximidade em relação ao interlocutor. O trabalho, feito com voluntários, comparou o contato estabelecido entre pessoas que se conheciam e desconhecidas entre si. Até os desconhecidos que conversaram sem o smartphone por perto relataram um grau maior de empatia do que os conhecidos que fizeram o mesmo na presença de um celular.
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