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domingo, 22 de novembro de 2020

Jatos de ondas de rádio recém-nascidos podem contar como funcionam galáxias distantes (FOTO)

 


Ao usar dados do VLA Sky Survey (VLASS), projeto que pesquisa o céu visível, astrônomos encontraram várias galáxias distantes com buracos negros supermassivos em seus núcleos, que têm lançado jatos de material poderosos e que emitem ondas de rádio, nas últimas duas décadas ou mais.

Os cientistas compararam os dados do VLASS com os dados de uma pesquisa anterior, na qual também foi utilizado o Very Large Array (VLA) - um levantamento de dados astronômicos do hemisfério norte, resultando em uma espécie de catálogo astronômico - da Fundação Nacional de Ciência Karl G. Jansky. Os resultados desta comparação e pesquisa foram publicados na revista The Astrophysical Journal.

"Encontramos galáxias que não mostravam evidências de jatos antes, mas agora mostram indicações claras de terem jatos compactos e jovens", disse a Dra. Kristina Nyland, pós-doutoranda do Conselho Nacional de Pesquisa (NRC, na sigla em inglês) em exercício no Laboratório de Pesquisa Naval.

"Jatos como esses podem afetar fortemente o crescimento e evolução de suas galáxias, mas ainda não entendemos todos os detalhes. Capturar jatos recém-nascidos com pesquisas como VLASS fornece uma perspectiva do papel dos poderosos jatos de rádio na determinação da vida das galáxias ao longo de bilhões de anos", disse Nyland.

VLASS: o que é e para que serve?

O VLASS é um projeto que pesquisa o céu visível a partir do VLA – cerca de 80% de todo o céu – por três vezes em sete anos.

As observações começaram em 2017, sendo que a primeira das três pesquisas está agora concluída. Nyland e seus colegas compararam os dados dessa pesquisa com os dados da pesquisa FIRST (Imagens Esbatidas de Rádio do Céu a 20 centímetros, traduzido do inglês), que usou o VLA para observar uma parte menor do céu entre 1993 e 2011.

Eles encontraram cerca de dois mil objetos que aparecem nas imagens do VLASS, mas que não foram detectados na anterior pesquisa FIRST. Destes, foram selecionados 26 objetos que anteriormente foram categorizados como galáxias com núcleos ativos – alimentadas por buracos negros supermassivos – através de observações ópticas e infravermelhas.


Imagem de três galáxias flagradas pelo VLA

As observações FIRST dos 26 objetos foram feitas entre 1994 e 2001, enquanto as observações do VLASS foram feitas em 2019. Portanto, os intervalos entre as observações dos objetos variam de 18 a 25 anos.

Os astrônomos escolheram 14 dessas galáxias para observações mais detalhadas com o VLA, que acabaram por fornecer imagens de alta resolução, e também foram feitas em múltiplas frequências de rádio, para obter uma compreensão mais completa das características dos objetos.

Qual a verdadeira importância desta descoberta?

"Os dados destas observações detalhadas indicam que a causa mais provável da diferença no brilho das ondas de rádio entre as observações FIRST e VLASS é que os 'motores' nos núcleos dessas galáxias lançaram novos jatos desde as observações FIRST", explicou Dillon Dong, da Caltech.

Os buracos negros nos núcleos das galáxias são conhecidos por interagir com as próprias galáxias, e logo tendem a evoluir juntos. Os jatos lançados das regiões próximas aos buracos negros podem afetar a quantidade de formação de estrelas dentro da galáxia.

"Os jatos de rádio fornecem laboratórios naturais para aprender sobre a física extrema dos buracos negros supermassivos, cuja formação e crescimento se acredita estarem intrinsecamente ligados aos dos centros das galáxias em que residem", disse Pallavi Patil, da Universidade da Virgínia.

Nyland conclui que os jovens jatos recentemente descobertos "podem nos fornecer uma rara oportunidade de obter novo conhecimento sobre como as interações entre os jatos e o meio em seu redor funcionam".


 

Galáxias hiperluminosas podem produzir luz 10 vezes mais forte do que suas estrelas

 


Uma equipe de astrônomos liderada pelo Instituto para a Pesquisa Espacial dos Países Baixos (SRON) observou galáxias hiperluminosas produzindo dez vezes mais luminosidade infravermelha do que estrelas podem produzir de acordo com os modelos.

Se a teoria estiver correta, tal significa que as estrelas, por si mesmas, não podem explicar o brilho das galáxias infravermelhas mais luminosas. Esta pesquisa foi publicada em uma edição especial da Astronomy & Astrophysics.

Depois do Universo ter surgido resultante do Big Bang, há 13,8 bilhões de anos, galáxias cheias de estrelas começaram a se formar com relativa rapidez, cerca de três bilhões de anos depois. Havia muito gás circulando, então uma pequena porção dessas primeiras galáxias foi capaz de crescer em galáxias massivas e hiperluminosas, com o brilho de dez trilhões de sóis. Como as reservas de gás se esgotaram com o tempo, menos galáxias poderiam crescer a um ritmo rápido.



Telescópios espaciais, Herschel e LOFAR, mostram-nos imagens das galáxias hiper-luminosas
Quando os astrônomos observaram o Universo com o telescópio espacial infravermelho Herschel, logo perceberam que, em boa parte, sua teoria tinha sido provada. No entanto, em termos de números absolutos, parecia haver mais do que uma ordem de magnitude a mais de galáxias infravermelhas hiperluminosas, tanto no início do Universo quanto em épocas mais recentes.

Porém, a resolução espacial do Herschel não conseguiu desvendar todas as galáxias individuais, pelo que os cientistas poderão não estar totalmente certos.

Uma equipe internacional de astrônomos, liderada por Lingyu Wang da SRON e da Universidade de Groningen, agora usa o telescópio LOFAR – com resolução espacial mais alta – para distinguir galáxias individualmente. Os cientistas descobriram que, de fato, existe mais de uma ordem de magnitude de galáxias hiperluminosas do que a teoria prevê. Com uma incerteza de fator dois, afirmam que é necessário procurar outra teoria.



Espectro luminoso de uma das galáxias hiper-luminosas obervadas, captadas pelo telescópio espacial Herschel

A equipe realizará este estudo de acompanhamento usando o observatório Keck, no estado americano do Havaí, que possui um telescópio óptico que fornece espectros. A partir destes, os astrônomos deduzem o desvio para o vermelho, observando quantos comprimentos de onda as marcas características mudaram. No final, isso lhes dará dados mais precisos sobre as galáxias em estudo.

As mais vistas da semana

O poder oculto feminino: Lilith no mapa natal

MAGIA E SEXO




Os franceses, que são os que mais fazem referência à Lilith, usam a Mean. Seu Ciclo Médio é de 8 anos e 9 meses. J. Aimé cita o ponto oposto (e complementar) à Lilith na elipse da órbita lunar ou perigeu como Príapo (que devido aos malefícios de Juno nasceu com um falo descomunal). Há quem, mesmo sem designar o ponto oposto, trabalhe com o Eixo, como no caso dos Nodos. Há ainda um asteróide, Lulu, que é conhecido como Lilith (fato explicado pela etimologia) mas que não deve ser confundido com o apogeu lunar.

Um dos que mais enfatizou a importância da Lilith foi Dom Néroman (que criou a técnica de Evolutivo denominada Fatum). Para ele, juntamente com o Dragão (eixo dos Nodos) a Lilith forma o que chamou de "casal lunar oculto". Néroman considera que na casa onde ela se encontra, pode haver uma exacerbação da sexualidade. Já na visão de Marie Thérèse de Longchamps, a Lilith é mais importante em signos e casas de água (provavelmente pelo caráter primitivo e instintivo atribuído ao elemento). Porque, segundo Longchamps, "a Lilith descreve as dificuldades instintivas sendo o sedimento que está no fundo do vaso da vida.". E complementa que "a chave do problema está nas profundezas do inconsciente". Barbara Koltuv tem um enfoque interessante. Segundo a autora, dentro do Ciclo Feminino a mulher estaria possuída pela Lilith no período que compreende do fim da menstruação à ovulação.

A Lilith é, da mesma forma que os Nodos Lunares, um ponto virtual que corresponde à maior distância da Lua em relação à Terra na sua órbita (astronomicamente denominado apogeu). Temos, também como no caso dos Nodos, as posições Mean (Média) e True (Verdadeira). E podemos perceber que alguns dos ícones femininos da cultura contemporânea revelam uma outra face de fragilidade e carência, ainda que incontestáveis Liliths, tais como Marilyn Monroe (com a Lilith na 1 em Leão) e Camille Claudel (em Virgem na 10). Ainda em mapas de mulheres é interessante observar as condições por signo, casa e aspectos da Lilith e da Lua e assim avaliar qual delas tem mais força no mapa. No mapa de um homem, igualmente, podemos analisar o predomínio de uma ou de outra e teremos pistas sobre o tipo de mulher que o atrai. Se este tiver uma Lilith muito forte em seu mapa, é bem possível que se interesse por uma mulher que se encaixe nesse perfil, muito embora mais tarde ele possa vir a repelir essa mulher pelo mesmo motivo.

À partir da ovulação até a menstruação seguinte da mulher corresponderia à uma fase de recolhimento da Lilith (ou auge da Eva). Se acontece a fecundação, durante todo o período da gestação, a mulher torna-se toda Lua. No entanto, logo após o parto, a Lilith volta com toda a força, o que explica a depressão que acomete algumas mulheres, nesse período, fazendo-as rejeitarem seus recém-nascidos. Assim vemos que as mulheres que possuem a Lilith angular (especialmente na 1 e na 10) são reconhecidas na sociedade como forças autônomas, desvinculadas de qualquer figura masculina.

Livros dos autores citados: LILITH A LUA NEGRA- Roberto Sicuteri THE BOOK OF LILITH - Barbara Koltuv LES NOEUDS LUNAIRES ET LA LUNE NOIRE- Marie Thérèse des Longchamps ASTROLOGIE PASSION-Sous la direction d'Elizabeth Teissier.

As mais vistas da semana 15/01/2013

A magia do Pênis: A Influencia de Marte sobre os Homens 4



A influência dos astros sobre os homens


Marte em Touro: Marte neste signo indica grande capacidade de trabalho e espírito de iniciativa relacionada com gestão de bens e geração de lucros. Indica também capacidade de decisão, firmeza de caráter e teimosia. A pessoa agirá com determinação em busca de conforto e prazeres físicos para obter satisfação imediata. Suas ações e gestos serão lentos, mas determinados. Poderá se expressar de forma plástica mesmo em atividades artísticas. Terá boa libido e boa expressão de sua sexualidade que será mesclada com a sensualidade. Boa fertilidade. Aflito: Indica gastos impulsivos e excessivos em busca de prazer imediato. Pode cometer ações de violência para defender seus bens e agir com excessos por questões de dinheiro. Existe o perigo de perdas financeiras e despesas forçadas. O caráter expressa uma teimosia excessiva e um espírito vingativo e ciumento. A força bruta é usada em detrimento da razão. Pode desenvolver um pênis bem rígido quando ereto, um desejo insaciável e muito apetite sexual. O pênis pode grande, grossa com uma glande de forma chata. Na cama são homens insaciáveis, tradicionais e ciumentos que nunca participaria de uma troca de casais há menos que Vênus estivesse mal. Transar com uma mulher sensual e com ela de quatro faz seu total prazer. 

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As mais vistas da semana

Universo pode ter ainda mais galáxias do que se acreditava, afirmam astrônomos

 


Cientistas estudaram dados de luminosidade registrados pela sonda New Horizons quando percorria o Cinturão de Kuiper, e descobriram restos de luz que apontam para a existência de galáxias desconhecidas.

Pesquisadores dos EUA usaram dados da sonda espacial New Horizons para descobrir fontes de luz desconhecidas no espaço que aparentam ser galáxias desconhecidas, segundo um estudo publicado no portal de pré-impressão arXiv, e que foi aceite para publicação no jornal The Astrophysical Journal.

Trata-se do Fundo Óptico Cósmico (COB, na sigla em inglês), uma luz fora da Via Láctea espalhada de forma difusa no Universo observável, necessária para saber a localização das estrelas, o tamanho e a densidade das galáxias, e testar teorias sobre a estrutura e história do nosso Universo, incluindo sua formação, diz a equipe de pesquisadores dirigida por Tod Nauer, do Observatório Nacional de Astronomia Óptica dos EUA.

Os cientistas usaram a sonda New Horizons da agência espacial norte-americana NASA, que, ao contrário dos telescópios baseados na Terra, não tem sua capacidade de observação limitada pela distorção atmosférica e pela interferência da luz zodiacal, um feixe de luz fraca responsável pela maior parte da luz em uma noite sem Lua.

Assim, os pesquisadores examinaram os níveis de brilho captados pela New Horizons quando estava a uma distância entre 42 unidades astronômicas (UA, equivalente a 6,28 trilhões de quilômetros) e 45 unidades astronômicas (6,73 trilhões de quilômetros) do Sol, dentro do Cinturão de Kuiper. Este cinturão circunda o Sistema Solar e se estende desde a órbita de Neptuno, a 30 UA (4,49 trilhões de quilômetros), até 50 UA (7,48 trilhões de quilômetros).

Mesmo com a fraca luz presente aí, a equipe conseguiu discernir a presença "de um componente difuso de origem desconhecida, possivelmente causado pela presença de galáxias fracas que permanecem sem ser detectadas".

Isso os levou a acreditar que o número conhecido de galáxias é muito maior.

Anteriormente, em 2016, a comunidade científica já teve de revisar o número de galáxias conhecidas no Universo observável de 200 bilhões para até dois trilhões.

Em 2017 uma equipe da NASA já utilizou dados de entre 2007 e 2010 da New Horizons para estudar quatro diferentes campos celestes isolados.

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