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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Cientistas localizam região de origem dos coronavírus encontrando anticorpos em morcegos e pangolins

 


Durante pesquisa serológica de grande escala, realizada em nações do Sudeste Asiáticos, foi descoberto alto nível de anticorpos neutralizantes em morcegos e pangolins desta região.

Um grupo internacional de cientistas mostrou que os coronavírus ligados ao SARS-CoV-2 estão em morcegos e pangolins em China, Tailândia e Japão, segundo estudo publicado na revista Nature Communications.

No estudo, os cientistas usaram um teste de neutralização do vírus substituto do SARS-CoV-2 (sVNT), desenvolvido na Escola Médica Duke-NUS no início de 2020, chamado cPass. O teste é usado para identificação de anticorpos no sangue humano, capazes de neutralizar o SARS-CoV-2.

"Nossa pesquisa demostra que o teste de neutralização do vírus substituto do vírus SARS-CoV-2 também pode ser usado para monitorizar a origem do vírus em animais e efeitos colaterais em animais e humanos", disse o professor Lin-Fa Wang, que comandou o estudo.

Os pesquisadores descobriram um alto nível de anticorpos neutralizantes contra o SARS-CoV-2 em morcegos Rhinolophus e pangolins, que habitam vários países do Sudeste Asiático.

Nestes animais também foram encontrados muitos vírus da família SC2r-CoVs, embora o vírus SARS-CoV-2 não tivesse sido encontrado. Os cientistas concluíram que esta região é o lugar de origem de novos coronavírus.

"Nossa pesquisa ampliou a propagação geográfica de coronavírus diferentes geneticamente, ligados ao SARS-CoV-2, de Japão e China a Tailândia em uma distância de 4.800 quilômetros", segundo coautor do estudo Chee Wah Tan.

Tais estudos têm o significado crucial para entender os vírus ligados ao SARS-CoV-2 que existem na natureza e nos ajudam a se preparar para pandemias futuras, porque fornecem um mapa mais detalhado de zoonoses, de acordo com o doutor Patrick Casey.

É preciso realizar um estudo transfronteiriço urgente de animais selvagens para identificar o vírus predecessor do SARS-CoV-2, advertiram os pesquisadores.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Turquia lança spray contra coronavírus que promete matá-lo em 1 minuto

 


Turquia produz spray que promete eliminar o SARS-CoV-2 em um minuto a partir de estudos que estavam sendo desenvolvidos antes mesmo da pandemia da COVID-19.

O spray nasal chamado Genoxyn foi desenvolvido por professores e pesquisadores da Universidade Uludag, em Bursa, na Turquia. A solução promete matar completamente o coronavírus e não danificar as células epiteliais em membranas mucosas quando aplicada, segundo reporta o Daily Sabah.

​Spray nasal desenvolvido por cientistas turcos matam o coronavírus em um minuto

O dr. Cuneyt Ozakın, um dos pesquisadores do estudo, disse que vinha realizando experimentos com medicamentos antivirais antes do coronavírus, e que na verdade a solução surgiu há dois anos para ser testada em efeitos antimicrobianos, mas depois que a pandemia começou, o foco mudou para o vírus SARS-CoV-2.

"Descobrimos que a solução era um produto que poderia ser utilizado com alguns efeitos, como cicatrização de tecidos e prevenção da inflamação. O ingrediente principal do produto era conhecido há dois anos, no entanto, havia problemas no seu uso para a saúde humana. Não tinha efeito permanente e sua estrutura estava se deteriorando rapidamente", disse o pesquisador citado pela mídia.

Posteriormente, novos desenvolvimentos foram aplicados ao produto, os efeitos tornaram-se mais permanentes com as aplicações ligadas à nanotecnologia, e assim, a solução começou a apresentar um impacto duradouro por meio das moléculas específicas a qual se liga. Também foi comprovado que o medicamento possui biocompatibilidade, o que significa que age sem danificar os tecidos e células, permitindo torná-lo utilizável para a saúde humana, segundo a mídia.

De acordo com dr. Ahmet Sabanci, outro pesquisador envolvido no projeto, já havia o conhecimento de que o ponto de transmissão do vírus era o nariz e a boca, e que os estudos do Genoxyn determinaram que a solução mata e cura o coronavírus exatamente nessas regiões.

 "A morte do vírus em curto espaço de tempo significa impedir sua entrada nas células e reduzir o número de pessoas infectadas", disse o dr. Sabanci.

Genoxyn surge como mais uma opção na lista de medicamentos desenvolvidos em paralelo às vacinas em uma tentativa de frear a disseminação do vírus, principalmente após o surgimento das novas cepas que são mais transmissíveis. Na terça-feira (26) o México também anunciou um spray contra o SARS-CoV-2 à base de xilitol.  

Nomeada consequência inesperada do coronavírus

 


Pacientes com COVID-19 nas formas média e leve podem sofrer uma redução de acuidade visual, contou a oftalmologista russa Tatiana Shilova em entrevista ao canal de televisão Zvezda.

Segundo a médica, a infecção pelo SARS-CoV-2 é capaz de agravar mudanças relacionadas ao cristalino, que ocasionam uma piora na visão ligada à miopia.

"Uma pessoa, que lia sem óculos e já se recuperou da infecção, diz que [agora] precisa de óculos para ler. A miopia está se intensificando, ou seja, muda o grau das lentes [dos óculos]", explicou a oftalmologista em entrevista.

A médica também ressaltou que alguns pacientes recuperados relatam desconforto na circulação sanguínea nos pequenos vasos no fundo da retina, o que pode causar visão embaçada.



Micrografia eletrônica digitalmente colorida de uma célula VERO E6 (azul) fortemente infectada com partículas do vírus SARS-CoV-2 (verde)

Para evitar consequências negativas da COVID-19, a oftalmologista recomenda que pacientes consultem um oculista e façam exame de vista com mais frequência.

sábado, 26 de dezembro de 2020

Em que consiste perigo principal da nova cepa do coronavírus?

 


A nova cepa do vírus que provoca a COVID-19 descoberta no Reino Unido pode ser ainda mais perigosa do que as conhecidas antes.

Os especialistas do Centro de Modelação Matemática de Doenças Infecciosas da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, Reino Unido, revelaram que a nova mutação do coronavírus é mais perigosa de que as cepas da COVID-19 descobertas anteriormente, segundo o portal MedicalXpress.

A nova cepa do SARS-CoV-2 é mais contagiosa em 56%, de acordo com os pesquisadores, e essa sua característica leva a ocupação crítica de hospitais com pacientes confirmados com COVID-19.

Pesquisadores, se focando no estudo da situação no sudeste e leste do Reino Unido e em Londres, afirmaram que ainda é incerto se a nova cepa da COVID-19 é mais ou menos mortal do que as outras cepas descobertas.

Os especialistas destacaram que mesmo mantendo as medidas de restrição tomadas no Reino Unido durante a pandemia, inclusive o confinamento, isso não ajudará a evitar o aumento de infecções.

"De qualquer modo, o aumento de transmissão provavelmente levará a grande aumento da incidência, com as internações e mortes projetadas atingindo níveis mais elevados em 2021 do que foi observado em 2020, mesmo que as restrições regionais de diferentes níveis implementadas antes de 19 de dezembro sejam mantidas", afirmaram pesquisadores.

Os especialistas revelaram que provavelmente é preciso acelerar a implantação da vacina para ter impacto na situação.

Anteriormente, as farmacêuticas Pfizer e Moderna anunciaram que estão testando suas vacinas contra a nova cepa mutante do coronavírus que foi encontrada no Reino Unido e em outros países.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Cientistas revelam capacidade inesperada do coronavírus

 


Pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts descobriram que pequenos fragmentos do genoma do novo coronavírus conseguem se incorporar ao genoma humano.

Para verificar se o genoma de RNA do SARS-CoV-2 consegue se integrar ao DNA de nossos cromossomas, os cientistas adicionaram o gene da transcriptase reversa (RT) — uma enzima que produz DNA a partir de RNA em células humanas — e cultivaram as células construídas com o SARS-CoV-2.

Em um experimento, os pesquisadores usaram o gene RT do HIV (vírus da imunodeficiência humana). Eles também forneceram o RT utilizando as sequências de DNA humano conhecidas como elementos LINE-1, que são vestígios de antigas infecções retrovirais. As células, que produzem qualquer forma de enzima, fizeram com que alguns dos fragmentos de RNA do SARS-CoV-2 se transformassem em DNA e se incorporassem aos cromossomas humanos.

Se as sequências de LINE-1 causam naturalmente a transcriptase reversa em células humanas, a integração do SARS-CoV-2 pode ocorrer em pessoas com COVID-19. Isso acontece em pessoas com coinfecção SARS-CoV-2 e HIV.
Em Ogden, nos Estados Unidos, Rachel Arden instrui alunos da Universidade Estadual Weber como administrar um teste rápido de COVID-19, em 11 de novembro de 2020
© AP PHOTO / RICK BOWMER
Em Ogden, nos Estados Unidos, Rachel Arden instrui alunos da Universidade Estadual Weber como administrar um teste rápido de COVID-19, em 11 de novembro de 2020

Desta forma, foi encontrada uma explicação para os resultados positivos no teste de reação em cadeia da polimerase (PCR) para o coronavírus em pessoas que já tinham sido infetadas e já não eram contagiosas.

A transcrição das sequências integradas ao genoma poderia ser responsável pelos testes PCR positivos.

Isso pode confundir a pesquisa de tratamentos para a COVID-19, que confiam nos testes PCR para medir indiretamente a alteração na quantidade de coronavírus ativos no organismo.

"Há questões em aberto às quais precisamos responder", disse Rudolf Jaenisch, biólogo molecular e diretor da pesquisa publicada no portal de pré-impressão bioRxiv.

Por enquanto, não está claro por quanto tempo o coronavírus se integra às células humanas, tal como acontece com o HIV.

sábado, 29 de agosto de 2020

Conheça oração ao Senhor do Bonfim pela contenção do coronavírus

Imagem do Senhor do Bonfim em procissão durante celebração a Santa Dulce dos Pobres, em Salvador — Foto: Daniele Rodrigues/G1



Veja abaixo a oração ao Senhor Bom Jesus do Bonfim pela contenção do coronavírus:

Amado Jesus, Senhor do Bonfim, Filho unigênito de Deus Pai: Vós sois o nosso refúgio, o nosso amparo e a nossa fonte perene de misericórdia. Nestes 275 anos, tendes provado a vossa presença e proteção no meio de nós em todos os momentos, e principalmente nos momentos de aflição, de guerra, pestes e flagelos, quando, fragilizados pelo medo, reconhecendo a nossa impotência, aprendemos a recorrer a Vós.

Nos dias atuais, ameaçados pela ação de um vírus, sentindo-nos inseguros, mais uma vez, vos suplicamos: Não leveis em conta os nossos pecados, Senhor, mas dignai-vos vir em nosso auxílio, como já o fizestes em tantos momentos da história do nosso povo.

Em 1842, quando a "grande seca" dizimava tantas vidas, vossa imagem veneranda percorreu as ruas desta cidade; também em 1855, quando a terrível epidemia da "cólera mórbus" invadiu a Bahia, de forma violenta, ceifando milhares de vidas, fostes o fio condutor da fé e da vitória desse povo; e em 1942, quando a nação brasileira, fervorosamente rezava pelo fim da 2ª Guerra Mundial, mais uma vez a vossa vitoriosa imagem afastou-nos do terrível inimigo.

Ó Senhor do Bonfim, vinde mais uma vez em nosso auxílio e volvei vossos olhos divinos para os nossos males. Livrai-nos dos ataques do coronavírus, que tem causado medo, dor e pânico à população.

Guardai-nos, protegei-nos em Vossos braços e salvai-nos, pelo sinal da vossa cruz. Nestes difíceis momentos, que Maria, vossa mãe, por Deus pai escolhida e nossa mãe por vós oferecida, esteja sempre ao nosso lado, orando conosco e intercedendo por nós, os seus filhos e filhas. Amém!

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domingo, 10 de maio de 2020

Coronavírus sofre mutação e se torna mais contagioso, aponta estudo



Cientistas encontram mudança na proteína spike, que o vírus usa para se conectar a células humanas; alteração genética é considerada “uma preocupação urgente” pelos pesquisadores, pois pode tornar vacinas ineficazes
O estudo, que foi realizado pelo Los Alamos National Laboratory, pertencente ao governo dos EUA, identificou 14 mutações na proteína spike (S), das quais uma foi considerada alvo de “preocupação urgente” pelos cientistas. Batizada de D614G, essa mutação é resultante de uma única alteração no código genético do vírus: a substituição de guanina por adenina na posição 23.403 (o SARS-CoV-2 é formado por 30 mil pares de nucleotídeos, ou “letras” genéticas).
Segundo os pesquisadores, a mutação ocorreu entre dezembro e fevereiro, quando a nova cepa do vírus começou a se espalhar na Europa. “A D614G está aumentando de frequência de forma alarmante, indicando que ela possui uma vantagem relativa à cepa original, de Wuhan, o que permite seu espalhamento mais rápido”, diz o estudo. “Quando é introduzida em novas regiões, [ela] rapidamente se torna a forma dominante”, afirmam os cientistas. Além da Europa, o vírus contendo a mutação D614G foi identificado nos EUA, no Brasil, no México e até na China, onde a pandemia começou. Os cientistas analisaram o código genético de 6.000 amostras, coletadas em todo o mundo.  
A nova cepa do vírus é mais transmissível por dois motivos. O primeiro é estrutural: a mutação D614G afeta diretamente a proteína spike, responsável pelas protuberâncias em torno do vírus – que ele usa para se conectar a células humanas. Os cientistas acreditam que essa alteração tenha melhorado a ligação com os receptores ACE2 humanos. A outra explicação possível, diz o estudo, é um fenômeno chamado “aprimoramento dependente de anticorpos” (ADE). Esse fenômeno, que já foi observado em outros vírus, como HIV, zika e os que causam dengue e febre amarela, ocorre quando os anticorpos humanos não conseguem neutralizar um vírus – que, por motivos ainda não plenamente compreendidos, se torna mais infeccioso por causa disso.  

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A cepa contendo a mutação D614G não é mais agressiva do que a original: os pacientes que a contraem apresentam índices similares de internação e óbito. Mas, de acordo com os cientistas do Los Alamos (laboratório que tem 12 mil funcionários e coordenou o Projeto Manhattan, que levou à criação da bomba atômica), a mutação pode atrapalhar o desenvolvimento de vacinas contra o SARS-CoV-2, podendo torná-las ineficazes. 
“Se a pandemia se prolongar, isso pode exacerbar o acúmulo de mutações durante o ano ou mais que levará até a primeira vacina. Se lidarmos com esse risco agora, talvez possamos atentar para evoluções do vírus, que se ignoradas poderiam limitar a efetividade clínica das primeiras vacinas”, afirma o estudo. 
Os coronavírus costumam apresentar taxas de mutação bem menores do que outros tipos de vírus – mas a alta proliferação do SARS-CoV-2, com o vírus exposto a pressões seletivas e a ocorrência de trocas genéticas entre cepas, pode estar acelerando o processo. “Dada a importância vital da proteína spike, tanto em termos de infectividade quanto como alvo para anticorpos, nós sentimos que há uma necessidade urgente de um sistema que avalie sua evolução durante a pandemia”. 
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