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quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Nos degraus do caminho dourado dos arcanos menores do tarô - 7,8,9




O estudo da lâmina 7 de Ouros concluímos o septenário das experiencias internas e das realizações iniciáticas. As características que esses graus têm em comum é que todos foram alcançados pelo esforço próprio do discípulo. O 7 de Ouros sintetiza todo o esforço pessoal do peregrino. Os 7 primeiros graus correspondem as causas secundárias enquanto os graus 8, 9 e 10 de Ouros se relacionem com as três causas primordiais. No que diz respeito a correspondência de 7 de Ouros com os arcanos maiores podemos afirmar o seguinte: 

O 7º arcano maior (O carro) designa a vitória sobre o condicionamento planetário interno. O verdadeiro vencedor torna-se senhor do seu mundo psícoanímico e físico através do princípio individual. O arcano 16 (Diabo) simboliza o desmoronamento dos elementos pessoais inferiores pela atuação da vontade superior. A ligação de 7 de Ouros à sefira Netzah (Vitória) é evidente e dispensa qualquer comentário. Na alquimia o operador procura sintetizar todos os esforços volitivos e impregna-los à matéria alquímica. A ligação entre Rebis e operador já tinha sido estabelecido no grau anterior, mas ambos ainda continuem separados e a influencia que o Rebis absorve ainda vem de fora. Apenas quando essa absorção atingir o máximo, a parte final do processo alquímico se tornará possível. 

 O 8 de Ouros é representado por dois quadrados que possuem um centro comum e que girem em sentido contrário. São eles os elementos ativos do processo criador. No ser humano agem de dentro para fora como de fora para dentro. Esses elementos são conhecidos no Oriente pelo nome Tatwas e no Ocidente por Elementos Essenciais e Substanciais que representam tudo aquilo que existe. Os Tatwas pertencem a Força Universal Criadora, ou seja, a todos os aspectos daquilo que cria como também daquilo que está criado (assunto muito investigado na Filosofia Existencialista de Martin Heidegger/ relação sujeito-objecto). Segundo a tradição os Elohim e tudo criado por eles representam estes dois aspectos (essencial, criador - substancial, criado). 

O ser humano normalmente não tem consciencia das energia tátwicas externas, aquelas que que o criam, mas é consciente às forças internas por ele próprio criadas e projectas para o meio ambiente exterior segundo a sua vontade. No ser humano na generalidade apenas as tatwas inferiores (Prithivi, Apas, Vayu e Tejas) são manifestados. Simbolicamente cada tatwa ocupa um dos lados de dois quadrados que girem em sentido inverso e que têm como centro comum um quinto tatwa de nome Akasha. Akasha liga os 4 tatwas inferiores aos 2 tatwas superiores (Adi e Anupadaka) não manifeste no ser humano. Akasha transmite os seus dois aspectos de força através dos 4 tatwas inferiores ao ser humano. Agindo através do tatwa Prithivi, a influencia de Akasha rege o crescimento orgânico e natural de cada organismo desde do nascimento até a idade adulta e é responsável pela renovação das células de 7 em 7 anos! (Lembremo-nos do cíclo de ). Agindo através do tatwa Apas, Akashi rege o desenvolvimento do corpo etérico, através de Vayu o corpo astral e através de Teja o corpo mental ou capazidades intelectuais. No ser humano esses 4 tatwas estão ativos. Prithivi e Apas dão início à substância e Vayu e Tejas permancem em estado de força. 

 Os tatwas são os 7 aspectos da Força Universal Criadora ou 7 planos da Criação desde do mais sútil ao mais denso. A totalidade do trabalho dos 7 tatwas apenas se realiza no Macrocosmo. No Microcosmo humano somente os 4 tatwas inferiores estão activos. Tanto os tatwas como os planetas são as 7 causas secundárias. Esta relação pode ser compreendida de seguinte maneira. Os tatwas criam e os planetas dão a forma ao que está criado. A essência única de cada individualidade é criada por Akashi e o desenvolvimento formal é feito pelos planetas dominantes. Para um aumento de manifestação os 4 tatwas inferiores devem ser mais harmoniosos e cooperantes possível (ver mapa astral). Akasha apresenta-se pela espiritualização geral da personalidade e começa pelo corpo físico e etérico para passar pelas forças psíquicas, da intuição e expansão da consciência. Falamos de um trabalho interno do Espirito que não pode ser provocado ou manipulado. É de assinalar que como acontece aos planetas também os tatwas não contêm em si qualquer conotação negativa ou positiva. 

 A força tatwika expressa-se de forma negativa quando a personalidade está desalinhada ou perturbada. O efeito de transmissão entre os 2 tatwas superiores e os 4 inferiores pode até ter efeitos destruitivos quando os 4 tatwas inferiores não conseguem suportar as vibrações superiores. Trata-se de um fenómeno bem visível hoje em dia no crescente aumento da criminalidade a nossa volta e revela-se como perda total de controlo sobre os desejos e emoções, pela revolta contra todo o tipo de autoridade e formas aceites pela sociedade. Todavia essa revolta e vontade de mudança não engloba nada de construtivo ou projectual ao contrário daquilo que acontece no estágio de espadas. O ânimo é de negação . Nietsche Percebe-se então a importância da harmonização da personalidade antes de qualquer trabalho espiritual sério. Ao concluir o estágio de 8 de Ouros finalizamos o ensinamento esoterico sobre a individualidade ou Eu Verdadeiro. 

Sabemos que 8 de Ouros se relaciona com os 3 tipos de alma (Aleph, Guimel e Lamed). Ao juntar as 3 letras forma-se a palavra AGLA cujo valor numérico (1+3+30+1) é igual a 8 e que corresponde por analogia ao Arcano Maior Justiça. AGLA designa 3 caminhos distintos para chegar a Deus. O tipo Aleph concebe Deus através da filosofia e do conhecimento cientifico-metafísico (Isis). O tipo Guimel, inteiramente místico, procura a experiencia interna e supra-racional da presença divina. O tipo Lamed tem igualmente uma concepção transcendente de Deus mas procura alcança-lo através da intuição. Ele sente a presença divina em tudo que é natureza e reconhece todos os seres como sendo filhos do mesmo Pai. Poderíamos falar aqui de panteismo religioso. 

O segundo Aleph do nome divino é a unificação dos 3 tipos nos planos superiores, essa união é realizada no estágio de Paus. A diferenciação da alma em 3 categorias corresponde à triplicidade da Mônada nos planos Tatwicos superiores. Todas as almas não degeneradas pelo materialismo pertencem a uma dessas categorias ou correntes espirituais que flui através da individualidade. O peregrino necessita identificar seu tipo de alma como também esforçar-se para que haja condições para essa se manifestar de forma mais perfeita possível através da individualidade e da personalidade. Caso que o tipo Aleph não tenha purificado suficientemente a personalidade ele irá reflectir o tipo Aleph sob forma, por exemplo, de um dogmatismo estreito e pelo desapego à escolastica. O tipo Guimel, através de vivencias astrais ilusórios e o tipo Lamed por uma espécie de diluição inconsciente da individualidade no meio ambiente. 

 O 8 de Ouros relaciona-se igualmente com o ensinamento das 3 causas primordiais ou 3 princípios (na Astrologia) cujo símbolo é o triângulo EMESH (Aleph, Mem, Shin)...(1+40+300 =341 = 8). No hermetismo ético as causas primordiais manifestam-se de seguinte modo: A causa Aleph como carácter específico da individualidade que se expressa através da personalidade, o carácter específico de suas aspirações e o modo como o discípulo se cria a si mesmo de forma consciente. A causa Mem como força espiritual que, agindo de fora através de Akasha, e que pode transmutar o ser humano. A causa Shin (Marte/Louco) como força do próprio peregrino, fundamental para qualquer trabalho criador. No grau precedente (7 de Ouros) era preciso superar os aspectos negativos do carma interno. 

 A tarefa do estágio de 8 de Ouros é reger o carma externo, ou seja, apreender enfrentar positivamente todos os acontecimentos externos da vida. Nada acontece por acaso e tudo tem uma razão de ser (lei da causa e do efeito). Uma provação necessária quando for repelida volta novamente mais tarde. Lembro aqui o transito saturniano! Todas as situações por mais desfavoráveis que possam parecer devem ser construtivamente aproveitadas evitando assim o perigo da involução ou descida descontrolada ao materialismo. Por além dos nomes divinos AGLA e EMESH, o 8º arcano se liga também ao 3º nome divino Jod-He-Vau-He (1+5+6+5 =17 =8). Este terceiro nome em relação ao 8 de Ouros corresponde ao trabalho criativo dos 4 tatwas inferiores, realizando-se de cima para baixo e vice versa (4+4 =8). Outro Arcano Maior relacionado com 8 de Ouros é o 17º (Estrela) que é o arcano da Natureza. 

 A força deste arcano, a vida em constante renovação, não é mais nem menos do que a própria força tatwika. Os títulos dado ao Arcano - Divinatio Naturalis e Signum referem-se em primeiro lugar ao condicionamento astrológico ligado ao carma. Podemos falar aqui de um elemento de determinismo astrologico retificado pelo elemento do indeterminismo e que se expressa pela frase célebre: Os astros inclinam mas não determinam. 

 O 3º título, Intuito, confirma a capazidade de conhecimento supraintelectual, dado pela acção Akasha. Por último o título Spes, indica que diante do peregrino que já se purificou pela realização do 7º grau e que tomou consciência do trabalho dos tatwas já se abre a porta da Iniciação., ou seja, ao (re)nascimento espiritual para uma nova vida. O 8 de Ouros está ligado a sefira Hod (Paz). Em todos os naipes , o 8º grau refer-se sempre ao trabalho interno, algo que se faz em silêncio e que transforma o ser humano. Na Alquimia o 8 de Ouros é a fase mais espiritual de todo o processo. Trata-se da mistura Rebis dentro do Ovo e que já recebeu o máximo da influencia externa. 

 A partir deste momento o Alquimista polariza as suas forças mentais e volitivas (azoth dos sábios) atuando sobre a mistura para que nela possa nascer a Pedra Filosofal. Essa força espiritual por parte do Alquimista corresponde à ação do Akasha sobre os tatwas inferiores existentes no ser humano. Já o nove de ouros é o grande arcano da iniciação. O yesod de Hermes e a força lunar . 4+5 = 9 A autoridade (Imperador) da Alma- Qinta Essência (Papa) 3+6 = 9 O andrógino (Imperatriz) no seu meio ambiente (Amantes/2 caminhos) 2+7 = 9 A Ciência (Papisa) da Astrologia (Carroça) 1+8 = 9 O Início (Mago) da Harmonia (Justiça)

domingo, 19 de dezembro de 2021

Os simbolos de proteção dos orixás, pela vibração astral




Precisa, também, saber conjugar eficientemente esta Vibração de seu Orixá Regente Planetário com a Vibração de seu Orixá de Cabeça, ou seja, aquele a quem, por escolha própria antes de sua atual reencarnação, seu Espírito Imortal (Ori Orun = Cabeça no Além), ajoelhado perante Olorum [Deus], decidiu ou precisou dedicar sua futura "Cabeça na Terra" [Ori Aiye = Intelecto ou Personalidade Individual].
        Como vimos, o Orixá Regente Planetário é determinado pela data de nascimento e a ele estão ligados seu Arcanjo e Anjo de Guarda; mas, seu "Orixá de Cabeça", a quem estão ligados seu "Santo" e seu "Exu Guardião", só pode ser determinado por um Babalaô, através de um Jogo Divinatório como o Tabuleiro de Ifá, o Colar de Ifá ou, como último recurso, os Búzios. Para esta última determinação, não há outra alternativa ou escapatória.
        Portanto, na Magia Talismânica de Umbanda, não é o bastante representar o Ser Humano pelo Pentagrama; é necessário também :
  1. Classificá-lo por Forças Sutis Espirituais, Astrais e Planetárias;
  2. Individualizá-lo em seus outros relacionamentos espirituais com a sua Falange Espiritual, com seus Guias e/ou Protetores;
  3. Nominá-lo por seu Nome Astral e/ou Iniciático;
  4. Graduá-lo em função do mérito que venha alcançando nas "pelejas" em prol de seus próximos.
        E, para isso, a Magia Talismânica de Umbanda tem seus próprios símbolos sagrados para representar aos seus Orixás, Guias e Protetores, aos Planetas e Signos Zodiacais, às Forças Elementares da Natureza, à Numeralogia e Grafia Sagrada com que cria e grafa Nomes Próprios e/ou Iniciáticos, bem como pode representar os Vórtices e Canais de Energias Sutis que percorrem o Organismo Intra e Supra Corpóreo do Ser Humano, caminhos de energias estes que são, também, controlados pelo Imolé Exu Bara, o Senhor Guardião do Corpo e dos Caminhos do Destino de cada um de nós, "Caminhos"" estes que ele "abre" ou "fecha" conforme os méritos e os deméritos de nossas ações conscientemente perpetradas.
        Com o conjunto desses Símbolos e com sua Grafia Sagrada, à qual os Umbandistas denominam por "Lei de Pemba", a Umbanda não precisa recorrer à simbologias de origem Egípcia, Tântrica, Hebraica, Grega ou Latina para compor seus Sinetes ou Talismãs.
        É de se notar, também, que as representações das formas geométricas (e a matemática que as inspiraram), não são propriedade exclusiva de nenhuma civilização ou época. Elas existem desde sempre na Natureza : a espiral da casca de um caracol, o oval de um seixo rolado, o triângulo de uma lasca de sílex, o cubo, a pirâmide, o hexágono e muitas outras formas encontráveis nos minérios e cristais, a forma poligonal de uma estrela-do-mar !
        Não há aqui espaço para o ensinamento das correlações entre os Símbolos Sagrados de Umbanda e os Símbolos de outras procedências, tais como Astrologia, Alquimia, Cabala e Magia. Mas, realmente, a correlação existe e quem quiser aprofundar-se no assunto em questão pode referenciar-se no livro de Mestre Itaoman acima citado, embora seja difícil encontrá-lo nas livrarias.
        Por isso mesmo, vamos limitar-nos a apresentar os Doze Sinetes Astrais Básicos referentes aos Doze Signos Zodiacais, de forma que cada pessoa possa encontrar aquele referente à data de seu nascimento e, então, utilizar-se dele, por sua conta e risco, para obter proteção contra "temporais astrais" que, infelizmente, certos ambientes ou pessoas "mal vibrados" podem ocasionar.
        O material em que devem ser confecionados é aquele referido como o metal característico do Signo Zodiacal, encontrável no tópico Influências Místicas, Item Influências, sub-item Data de Nascimento, nesta mesma Home Page.
        Sobre um dos seus lados, cada Sinete Astral tem gravado os Símbolos Umbandistas relativos ao Signo Zodiacal, o Planeta Regente, o Orixá de Nascimento, a Força Sutil do Elemento da Natureza, o símbolo do Vórtice Astral captador de Energias Sutis de seu organisno extra-corpóreo e o Símbolo Astral Sintético da Entidade Espiritual Guardiã de seu Corpo Físico e Astral, ou seja, seu Imole Esu Bara.
        Em seu outro lado, tem signos cabalísticos não reveláveis publicamente, ou seja, só são reveláveis dentro da relação Mestre-Discípulo.
        Cada um desses Sinetes Astrais é, pois, comum a todas pessoas nascidas sob esse mesmo Signo Astral e por todas elas podem ser utilizados, mas apesar de abaixo relacionarmos os Doze Sinetes Astrais Básicos para seu simples conhecimento, é evidente que para grafá-los magisticamente é necessário ter-se sido Iniciado na Lei de Pemba de Umbanda, a Grafia Sagrada dos Orixás :  simplesmente cópiá-los e portá-los não levará ninguém a resultado algum!

OS SINETES ASTRAIS DOS SIGNOS NA UMBANDA
E SUAS INFLUÊNCIAS MÍSTICAS
  Aries
De 20/03 a 18/04
Touro
De 19/04 a 19/05
  Veja as Influências representadas neste 
Símbolo no item 3 - Relações Místicas
Veja as Influências representadas neste 
Símbolo no item 3 - Relações Místicas
  Gêmeos
De 20/05 a 20/06
Câncer
De 21/06 a 21/07
  Veja as Influências representadas neste 
Símbolo no item 3 - Relações Místicas
Veja as Influências representadas neste 
Símbolo no item 3 - Relações Místicas
  Leão
De 22/07 a 21/08
Virgem
De 22/08 a 21/09
  Veja as Influências representadas neste Símbolo no item 3 - Relações Místicas
Veja as Influências representadas neste Símbolo no item 3 - Relações Místicas
  Libra
De 22/09 a 22/10
Escorpião
De 23/10 a 21/11
  Veja as Influências representadas neste Símbolo no item 3 - Relações Místicas
Veja as Influências representadas neste Símbolo no item 3 - Relações Místicas
  Sagitário
De 22/11 a 20/12
Capricórnio
De 21/12 a 19/01
  Veja as Influências representadas neste Símbolo no item 3 - Relações Místicas
Veja as Influências representadas neste Símbolo no item 3 - Relações Místicas
  Aquário
De 20/01 a 17/02
Peixes
De 18/02 a 20/03
  Veja as Influências representadas neste Símbolo no item 3 - Relações Místicas Veja as Influências representadas neste Símbolo no item 3 - Relações Místicas


Nada de homem em Marte? Estudo sugere criação de bancos de esperma espaciais





Pesquisadores estão abrindo caminho para a possibilidade de reprodução no espaço, porém, suas descobertas podem ser bastante decepcionantes para os homens que têm vontade de colonizar o planeta vermelho, pois o estudo sugere que as mulheres poderiam conseguir sozinhas.
O estudo, apresentado na conferência da Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia na Áustria, sugere que existe uma "possibilidade de criar um banco de esperma humano fora da Terra".
Para confirmação, investigadores expuseram o material congelado de 10 doadores saudáveis à microgravidade com um pequeno avião acrobático e depois analisaram a fertilidade das amostras, estudando a concentração, motilidade e fragmentação do DNA.

Colonização feminina?

Acontece que "esperma espacial" não era significativamente diferente das amostras que permaneceram na Terra. Um dos pesquisadores, Montserrat Boada da Dexeus Women's Health em Barcelona, observou que, embora estudos anteriores sugerissem que amostras de esperma humano fresco poderiam perder sua motilidade em gravidade zero, não houve relatos sobre a influência de diferenças gravitacionais em gametas congelados.
Enquanto isso, o esperma poderia ser transportado congelado para o espaço também. No entanto, o estudo é preliminar com pesquisadores observando a necessidade de expor o esperma congelado a condições semelhantes ao espaço por muito mais tempo, bem como de analisar o impacto de diferentes níveis de gravidade.
"Nossa melhor opção será realizar o experimento usando voo espacial real, mas o acesso é muito limitado", notou Boada. Como The Guardian aponta, as novas descobertas podem ser úteis para futuras missões só para mulheres que poderiam ser enviadas para colonizar Marte.
De acordo com o jornal, que cita a primeira astronauta britânica Helen Sharman, um relatório inédito da NASA sobre potenciais missões a Marte recomendou tripulações de pessoas do mesmo sexo para uma melhor coesão de equipe.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2021

O Arcano 15, as almas gêmeas e a conexão das almas





Ao falar de Baphomet, lâmina 15 dos Arcanos maiores que apresenta a última variação do Andrógino, lembremos que: Este sim forma-se a partir da atração física. O casal permanece separado em todos os planos superiores. Trata-se de um relacionamento bastante diferente da verdadeira união espiritual ou mesmo do androginato oculto (artificial ou natural). É o chamado androginato sexual, relação muito comum hoje em dia. Se aceitarmos o modelo trinitário do ser humano (espirito, alma e corpo) podemos dizer que o androginato sexual é formado pela sintonia física, o oculto pela harmonização das almas e que o espiritual abrange os 3 planos de existência. É de assinalar que a união matrimonial entre almas gêmeas é bastante raro. 

 Ao abordar a ideia das almas gêmeas a questão que se coloca é saber em que consiste o trabalho das almas gêmeas durante a estadia na Terra. Para um melhor entendimento procuramos respostas nos textos antigos como é o caso da Bíblia. Esta nos diz que houve uma queda devido a uma ruptura e que resultou na separação entre fluxo divino e águas inferiores, isto é substância astral. A tarefa das almas gêmeas portanto consiste em formar uma espécie de super personalidade comum, lívre dos elementos involutivos do invólucro astral, andrógino e aperfeiçoada, para albergar o princípio espiritual. Trata-se de uma via direta para a reintegração e que acontece em todos os planos da personalidade. Este processo inicia-se com a criação do corpo etérico comum, consequência do contato contínuo dos fluidos e que pode ser reforçado pela aplicação de exercícios de magnetização mútua. 

 O corpo astral comum a ambos é criado através da penetração das auras. A criação previa do androginato interno em cada um dos dois (3º grau de Ouros) facilita essa fusão. O plexo solar como ponto de emanação da aura desempenha um papel fundamental nesse processo. A concentração e meditação para assimilar o modo de pensar fortalece o corpo mental comum. Em consequência de todo esse trabalho surge a sensação em ambas as pessoas de possuírem um só coração e uma só consciência. A mútua telepatia é geralmente o resultado da unificação dos corpos mentais. Quanto mais sútil forem os corpos mais fácil será a sua unificação, da mesma maneira que elementos gasosos se misturem mais facilmente que elementos líquidos ou sólidos. No plano físico a formação do corpo andrógino é naturalmente uma questão bastante relativa. Sob ponto de vista ocultista, a super personalidade criada é uma formação etérico-astral semelhante a uma egrégora e como tal, as suas componentes, parecidas, não se dissolvem, mas enriquecem-se mutuamente. Na Umbanda Astrológica essa fusão se dá não só através da conexão vibratória, mas, da harmonização perfeita das linhas cósmicas, cármicas e ancestrais.

2/4/11

RELAÇÕES MÍSTICAS: INFLUÊNCIAS DE OGUM EM ÁRIES




Ponto Riscado de Ogum

na Lei de Pemba
da Umbanda Esotérica
    Signo Zodiacal
  Áries
    Qualidade do Signo
  Positivo, Ígnêo e Cardinal
    Astro Regente
  Marte
    Dia Favorável
  Terça-feira
    Orixá de Nascimento
  Ogum
    Guardião Superior
  Arcanjo Samuel
    Guardião Inferior
  Senhor Tranca-Rua
    Ponto Cardeal
 Leste
    Força Sutil
  Ígnêa
    Elemento
  Fogo
    Número
  7 (sete) e 9 (nove)
    Som
  Nota Musical Ré
    Pedra Preciosa
  Hematita, Granada e Rubi
    Animal Totêmico
  Carneiro
    Cor
  Alaranjada
    Metal
  Ferro
    Essência Odorífica
  do Cravo
    Flor
  Cravo Vermelho
    Erva Principal
  Carqueja
    Outros Vegetais
  Jurubeba, Samambaia,
  Erva-macaé e Romã
    Banho de Defesa
  Arruda-macho, Alecrim
  e Espada de São Jorge
    Defumação
  Incenso, Sândalo e Alecrim




 
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