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sábado, 7 de setembro de 2019

Espaço: NASA tira FOTO incrível de avalanche maciça de gelo caindo em Marte


A sonda da NASA Mars Reconnaissance Orbiter, que tem a finalidade de procurar vestígios de água no Planeta Vermelho, capturou a imagem impressionante de uma avalanche no Planeta Vermelho.

Esse evento incomum foi notado pelos cientistas quando uma nuvem de poeira deslizou pelo lado de uma montanha.
A imagem espetacular mostra uma pluma de poeira bem acima da superfície de Marte, escreve o Daily Mail.
Acredita-se que essa maravilha natural tenha acontecido em maio, quando enormes blocos de gelo no Polo Norte do planeta se deslocaram e caíram de um penhasco de 500 metros.

© FOTO : NASA/JPL/UNIVERSIDADE DO ARIZONA/COVER IMAGES
Vórtice de poeira sobre a superfície de Marte
"A cada primavera, o Sol brilha sobre o lado de um monte de camadas no Polo Norte de Marte conhecido como depósitos de camadas polares do norte", diz Candy Hansen, da Universidade do Arizona.
O calor desestabiliza o gelo e os blocos soltam-se, então eles atingem o fundo do penhasco com mais de 500 metros de altura.
As camadas embaixo são de cores e texturas diferentes, dependendo da quantidade de poeira misturada com gelo.

Meta da sonda

As missões da sonda Mars Reconnaissance Orbiter analisam minerais, procuram águas subterrâneas, registram como a poeira e a água estão distribuídas na atmosfera de Marte e monitoram o clima diário em apoio aos seus objetivos científicos. Ela foi lançada pela primeira vez em agosto de 2005.

Astrofísica: Misterioso clarão verde no espaço é capturado pela NASA (FOTO)


Recentemente, a NASA captou explosões de luz de raios X de cor azul e verde brilhante no espaço.

O episódio ocorreu durante a observação da galáxia dos Fogos de Artifício (NGC 6946), e a luz desapareceu dez dias depois, o que gerou muitas dúvidas.
Segundo a NASA, um estudo recentemente finalizado indica que o brilho foi denominado de ULX-4, pois é o quarto a ser detectado na galáxia em questão.
😀 Smile for the flash 📸

An abrupt and rare energetic event from the aptly named Fireworks Galaxy (NGC 6946) was captured by NuSTAR: https://go.nasa.gov/2NPmZhH 
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​Um evento energético abrupto e raro do apropriadamente chamado de galáxia dos Fogos de Artifício (NGC 6946) foi capturado pela NuSTAR. 
Entretanto, a luz desapareceu dez dias depois de ser observada, impulsionando cientistas a defender que se tratava de uma supernova.
"Um período semelhante implica um tempo realmente curto para que possa aparecer um objeto tão brilhante", citou a cientista Hannah Earnshaw.
Pesquisadores acreditam que a luz resultaria de um buraco negro que estaria consumindo outro corpo celeste, que poderia ser uma estrela. A hipótese foi considerada já que os restos do corpo celeste, que foi localizado em uma órbita próxima ao buraco negro, estariam se movendo rapidamente, ao mesmo tempo em que a temperatura é elevada, emitindo raios X.
Contudo, outras teorias não foram descartadas, como a que o ULX-4 tenha se originado em uma estrela de nêutrons.
Como acontece com buracos negros, estes tipos de estrelas geram destroços que emitem luzes enquanto se movem.
A descoberta, além disso, será utilizada pelos cientistas para "saber mais sobre o acúmulo de matéria nestas estrelas ou buracos negros", afirmou Earnshaw.

Astrofísica: NASA mostra FOTO colorida de galáxia localizada a milhões de anos-luz da Terra



A NASA publicou na sua página oficial no Instagram uma foto de uma galáxia localizada a 12 milhões de anos-luz da Terra.

A agência espacial estadunidense mostrou como a poeira da radiação ultravioleta e a luz das estrelas da galáxia brilham no espaço. A imagem foi publicada na página da agência no Instagram.
A galáxia M81, localizada na constelação Ursa Maior, é mostrada em uma foto conjunta feita por uma câmera fotográfica apta a captar imagens em infravermelho e por um fotômetro a 24 mícrons. 
Como a maioria das radiações infravermelhas são barradas pela atmosfera da Terra, elas não podem ser observadas de sua superfície. Esta galáxia é claramente visível através de binóculos ou de um pequeno telescópio.
A imagem da M81 é a uma das primeiras desde o lançamento do telescópio espacial Spitzer, em agosto de 2003. Para assinalar o 16º aniversário do Spitzer, a NASA mostrou a galáxia com observações pormenorizadas e um tratamento melhorado.
Segundo a informação da NASA, a poeira da galáxia é "banhada" pela luz ultravioleta e pela luz visível das estrelas próximas. A poeira absorve a radiação ultravioleta e emite uma radiação secundária.

NASA no Instagram

Antes, a NASA publicou um vídeo do furacão Dorian visto do espaço, gravado a mais de 400 km de altitude.

Ciência: 'Maior erro' de Einstein está prestes a ser solucionado



A constante cosmológica de Albert Einstein tem causado grande dor de cabeça aos físicos durante mais de um século.

A constante cosmológica é a única coisa que une o mundo da mecânica quântica com a teoria da relatividade geral e, até agora, os físicos têm discordado do seu valor.
Um novo método para avaliar as equações de Albert Einstein foi apresentado pelo professor assistente da Universidade de Genebra, na Suíça, Lucas Lombriser, que conseguiu calcular o valor da constante cosmológica. O resultado que obteve coincide com as observações anteriores.
"Utilizando o novo parâmetro ΩΛ, que reflete a parte do universo feita de matéria escura, o professor concluiu que a energia escura constitui aproximadamente 74% do universo. Este número equivale ao valor de 68,5% calculado em outras observações", informa o portal Live Science.
Lombriser realizou os cálculos após adicionar uma equação adicional às equações de campo de Einstein e centrar sua atenção na constante gravitacional, utilizada pela primeira vez na lei da gravitação universal de Isaac Newton.

CC0 / FLICKR/ AGUAYO_SAMUEL
Fórmulas de física
A constante gravitacional, que forma parte das equações do campo de Einstein, descreve a magnitude da força gravitacional que há entre objetos e foi considerada uma das constantes fundamentais da física. Mesmo sendo anteriormente considerada como inalterável desde o início do universo, Lombriser fez uma suposição dramática de que ela poderia ser alterada.
"Lombriser chegou à conclusão através de uma equação adicional, que vinculou a constante cosmológica com a média total que há no espaço-tempo. Após calcular a massa de todas as galáxias, estrelas e matéria escura do universo, o professor resolveu aquela equação para obter um novo valor da constante cosmológica", informa a mídia.

Um século de discordâncias

A história da constante cosmológica teve início há um século, quando Albert Einstein apresentou seu conjunto de equações, conhecidas como equações de campo de Einstein.
Estas equações explicam como a matéria e a energia deformam o tecido do espaço e do tempo para criar uma força gravitacional. Anteriormente, Einstein e os astrônomos de sua época concordaram com a ideia de que o tamanho do universo e o espaço entre galáxias eram inalteráveis.
"Para obrigar o universo a ser estático, Einstein observou a constante cosmológica (...) A história da física mostra que, posteriormente, Einstein confessou que introduzir esta constante foi seu maior erro", recorda a revista.
Uma década depois, outro físico, Edwin Hubble, descobriu que nosso universo não é estático, mas que está sempre em expansão. Esta revelação levou Einstein a retirar a constante cosmológica de suas equações de campo, já que não era necessária.

CC BY-SA 2.0 / JOHN SMITH / UNIVERSO
Universo
Em 1998, as observações das supernovas distantes revelaram que o universo não apenas havia crescido como também havia acelerado a velocidade de sua expansão. As galáxias estavam se afastando umas das outras e os físicos batizaram o enigmático fenômeno de "energia escura".
Os pesquisadores então voltaram a introduzir a constante cosmológica nas equações de campo de Einstein para explicar a necessidade da energia escura. Eles inclusive estimaram seu valor com base nas observações das supernovas distantes e nas flutuações da radiação de fundo de micro-ondas.

Astrofísica: NASA admite ter detectado asteroide pouco antes de sua colisão com Terra



Asteroide de três metros de diâmetro 2019 MO entrou na atmosfera terrestre e NASA por pouco não o via.

O asteroide se desintegrou ao entrar na atmosfera próximo ao Caribe em 29 de junho. Ele havia sido detectado pela NASA a cerca de 480 mil km da Terra, distância maior da que nos separa da Lua. Embora a distância pareça grande, o corpo celeste se movia a uma velocidade de 14,9 km por segundo (mais de 53 mil km/h).
A dificuldade em achar o asteroide estaria no seu tamanho. Segundo a NASA, achar o 2019 MO é a mesma coisa que encontrar um mosquito a 500 km. Mesmo assim, o asteroide foi encontrado pelo telescópio de observação ATLAS, localizado na Universidade do Havaí, Estados Unidos.
Em seu comentário, o cientista da NASA Davide Farnocchia explicou a razão de o corpo celeste ter sido identificado tão tarde, publicou o portal Express.
"Os asteróides deste tamanho são muito mais pequenos do que aquilo que nos compete rastrear. Eles são muito pequenos e não conseguiriam ficar inteiros o bastante para causar danos após entrar na atmosfera", disse Farnocchia.
No entanto, asteroides pequenos (ou fragmentos de corpos maiores) também podem causar danos. Em 2013 um asteroide do tamanho de um prédio de seis andares explodiu e seus destroços caíram sobre Chelyabinsk, Rússia. Como resultado 1200 pessoas ficaram feridas e cerca de 7 mil casas e prédios sofreram danos.
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