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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

A Cabala é fantástica

A Cabala é fantástica, não só pela sua metodologia, mas, também pela sua filosofia, raciocínio e toda sua disponibilidade a se alinhar a outros conhecimentos, como astrologia, espiritualidade, magia e até outros conceitos tanto religiosos, como não religiosos... Mas, como tudo, temos que saber que nem a cabala ou qualquer outro sistema, nem pode e nem deve ser visto como verdade absoluta. Na verdade o cabalista, o budista, o espírita ou qualquer outro tem resposta pra tudo, na verdade, nem resposta pra si mesmo, ele pode dizer que tem. É muito presunçoso e orgulhoso, ou até insensato, quem se acha conhecedor de todas as respostas, como fazem certos lideres midiáticos manipuladores, que na verdade não passam de almas limitadas, retrógradas e presas a conceitos preconceituosos. Porém a Cabala, a Astrologia, o Hinduísmo e o Budismo tem em sua essência algo que eu acho sensacional, que é o poder de dar ao homem a oportunidade de pensar, de meditar, com liberdade e com um foco exclusivamente em busca da luz interior e da paz espiritual...

Namasté a todos! - Carlinhos Lima

Tentam confundir a fé nos anjos

É interessante como as pessoas ao falar de anjos, pegou uma mania de vê-los quase como seres submissos! Claro que interpretando erroneamente a Bíblia, até porque ela não nos dá muitos elementos sobre este tema. As pessoas precisam entender que a Bíblia que conhecemos, foi uma montagem, com autores diferentes, em épocas diferentes e copiada e recopiada muitas vezes. Quem pode garantir o que foi tirado, acrescentado, inventado ou ignorado nesse processo? Ninguem! Então os falsos profetas, fundadores de templos, pregações falsas e arrebanhadores de dízimos, pra fanatizar e tornar seguidores em Bibliolatras, primeiro insere competitivamente que "A Bíblia é a palavra de Deus", este um método amplamente usado pela Igreja Católica também em toda sua historia. Ou seja, com essa alegação, até quem não acredita na Bíblia fica com o pé atrás pra contestar! Quem vai se indispor com Deus! Além do mais, mensagens e historias tão bonitas, não tem como ser invenção! É o que pensa a maioria das pessoas que entram em contato com a Bíblia. Assim romances como o de Ester, Tobias e Judith, passam a ser contadas, como uma coisa literal, um documento histórico "comprovadissimo" e incontestável! Puxa! Primeiro aceita-se a decisão de imprimir a ideia de que o proprio Deus "escreveu a Bíblia", pra depois usar textos e trechos importantes dela, como por exemplo a de exigir a contribuição que vai dá vida boa, carros de luxo, apartamentos em condomínios nobres e programas na TV aos reias "donos do paraíso" Sendo que "somente através deles, todos os males serão tirados e a pessoa será salva!". Enfim é toda uma estratégia, bem montada, bem elaborada e que deu certo até hoje a Igreja Católica, pois se tornou na entidade mais poderosa do mundo, em termos de religião.

Mas, ninguém a não ser os mais iluminados no caminho da busca, tentam se aprofundar mais. Por isso não percebem muitas coisas, por exemplo a importância dos anjos. Qual a ligação destes com os deuses do mundo antigo, de onde surgiu as crenças abramicas, as pré-adamicas, e tudo que há por traz da Bíblia! E veja como é fácil arrebanhar, especialmente muitos e muitos coitados que partem do interior do Brasil e que ficam vendo competitivamente aqueles pregações demagógicas, repetitivas e manobradas todo dia, muitas vezes na sua porta. Ai acabam comprando um terno e passam a idolatrar não só a Biblia mas, alguém que nada de sacerdote tem, que usa relógio de ouro, terno e gravada e que tem uma vida sexual ativa, todos os apetites do ventre, mas, que ao mesmo tempo dita regras e acha que tem direito em cobrar em nome do Senhor, as riquezas das pessoas...

Lilith: o lado oculto da mulher no mapa astrológico

A Lua Negra mostra onde podemos deixar que a Totalidade fale dentro de nós, sem atravessar um “eu” pelo caminho, sem erigir um muro formado pelo nosso ego. Ao mesmo tempo, ela não nos indica a passividade. Ao contrário, simboliza a firme vontade de mantermo-nos abertos e confiantes, de deixar que o Mundo Transcendental infiltre-se em nós, confiando inteiramente nas grandes leis do Universo, naquilo que chamamos Deus. A fim de nos preparar para essa abertura, a Lua Negra cria um vazio necessário.

Em trânsito, a Lua Negra indica-nos alguma forma de castração ou frustração, frequentemente nos assuntos relacionados ao desejo; uma incapacidade da psique; ou uma inibição em geral. Por outro lado também indica nossas áreas de auto-questionamento, a nossa vida, nossos trabalhos, nossas crenças. Acho que é isto é importante, pois nos dá a oportunidade de abrir mão de algo. A Lua Negra descreve nosso relacionamento com o Absoluto, com o sacrifício como tal, e mostra-nos como abrimos mão de certas coisas.

Astrologia: ciência divinatória que fascina

É isso mesmo que você acaba de ler: embora a ciência hoje seja uma inimiga feroz da astrologia, questionando seus princípios, ela tem uma dívida um bocado grande com a arte de ler os desígnios dos astros. Por séculos, os sujeitos que tentavam entender a ordem do Cosmos eram os mesmos que recebiam gordas recompensas para contar aos poderosos o que o futuro reservava - e não pense que eles faziam isso só para descolar um extra no fim do mês. A astrologia fez o conhecimento científico avançar.

Entre as evidências mais antigas desse saber estaria uma estatueta de marfim de mamute, achada na atual Alemanha e com mais de 30 mil anos de idade. Segundo o alemão Michael Rappenglück, especialista em arqueoastronomia (os conhecimentos astronômicos dos povos antigos), a estatueta, com forma humana estilizada e cabeça de leão, seria uma das representações mais antigas da constelação de Órion.

Monumentos do Neolítico, com idade entre 5 mil e 10 mil anos, deixam claro que já se sabia calcular momentos como o solstício de inverno, a data usada hoje para marcar o início dessa estação e que define o momento em que um dos hemisférios da Terra recebe menos luz solar durante o ano. Quase tão antiga quanto esse conhecimento é a percepção de que o Sol traça um caminho (que hoje sabemos ser apenas aparente, pois quem se move é a Terra) pelo céu ao longo do ano, e que esse trajeto determina as estações do ano; e que algumas "estrelas" - chamadas hoje de planetas - se movimentam também pela abóbada celeste, enquanto outras permanecem (aparentemente) paradas ali o tempo todo.

A astrologia não é uma ciência humana e sim divina

Ao juntar o conhecimento sobre as constelações com o caminho que o Sol, a Lua e os planetas descrevem no céu, os povos antigos passaram a contar com um verdadeiro relógio cósmico, que os ajudava a prever mudanças relevantes no clima e na natureza. Isso se tornou ainda mais importante com o avanço da agricultura, porque o único jeito de plantar e colher no tempo certo era seguir os sinais do céu. É claro que não dá para afirmar nada sobre isso com certeza (afinal, tais fatos aconteceram milhares de anos antes que a história começasse a ser registrada em forma escrita), mas é bastante possível que a mente dos povos antigos tenha saltado da conexão entre os acontecimentos celestes e os ciclos da natureza para uma relação direta entre os astros e a história de cada ser humano. Coincidência ou não, parece ter sido na Mesopotâmia, o mais antigo berço da agricultura, que a idéia do que hoje chamamos de astrologia tomou corpo. Cerca de 1 000 anos antes de Cristo - no mínimo -, povos como babilônios e assírios já sabiam prever com precisão eclipses do Sol e da Lua. E iam além disso. Nas tabuletas de argila usadas como livros por esses povos do atual Iraque, arqueólogos encontraram predições que associavam as mudanças no céu a calamidades na Terra: "Quando Júpiter estiver na frente de Marte, haverá trigo nos campos e homens serão mortos... quando Marte se aproximar de Júpiter, haverá grande devastação... naquele ano o rei de Akkad morrerá", e por aí vão os registros. É dessa região que vem o mais antigo mapa astral traçado para o nascimento de alguém, uma criança que veio ao mundo ao sul da atual Bagdá em 29 de abril do ano 410 a.C. - o calendário na Babilônia já era solar, o que permitiu aos pesquisadores calcular com exatidão a data do nascimento.
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