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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Descobertas: As misteriosas estruturas de pedra encontradas com Google Earth na Arábia Saudita



Arqueólogos usaram imagens de satélites para encontrar as pedras; segundo eles, as estruturas podem ter entre 2.000 e 9.000 anos e ainda não se sabe para que elas serviam


Cerca de 400 misteriosas estruturas de pedras foram descobertas no deserto na Arábia Saudita por meio de imagens de satélite do Google Earth. Arqueólogos dizem que elas podem ter entre 2.000 e 9.000 anos. As estruturas são artificiais e tudo indica que foram construídas por tribos nômades - elas são parecidas a outras do tipo no Oriente Médio. Foram encontradas por meio no centro-oeste do país, em uma região chamada Harrat Khaybar. As pedras foram apelidadas de "portas", porque, vistas horizontalmente, elas têm a aparência de uma cerca com postes colocados em cada um dos lados, conectados por uma barra - o que parece indicar uma espécie de ponto de acesso. Além da idade incerta, não se sabe exatamente qual seria a função das estruturas. "No deserto da Arábia Saudita existe um tesouro arqueológico imenso que necessita ser mapeado e identificado", explicou ao jornal The New York Times, David Kennedy, arqueólogo da Universidade Ocidental da Austrália Ocidental e principal autor de um estudo sobre o local. A pesquisa será publicada na próxima edição da revista Arabian Archaeology and Epigraphy. "Do solo não é possível observá-las muito bem, mas de um satélite elas se destacam maravilhosamente", diz Kennedy. Ele acredita que as estruturas podem ser as mais antigas em campo aberto no mundo. Paisagem sombria As pedras estão em um sombrio campo de lava, com água e vegetação escassas. Não obstante, Kennedy diz que, antigamente, essa região tinha clima e vegetações diferentes. Ela também era mais habitada do que atualmente. Muitas das portas encontradas estão nas encostas de uma cúpula vulcânica que já teve lava. Porém, algumas das portas têm restos de lava basáltica, ou seja, um material anterior a erupções. As paredes dessas formações, que têm forma retangular, são baixas. A menor "porta" se estende por cerca de 13 metros, enquanto as maiores chegam a ter o comprimento de um campo de futebol. Função desconhecida -  Outros tipos de estruturas já foram encontrados no deserto da Arábia Saudita. A mais conhecida é uma em formado de pipa (ou de um cometa), que inclui uma espécie de cauda. Arqueólogos acreditam que ela servia para caçar animais. Especula-se que essa "cauda" era usada para guiar os animais. Embora a função das "portas", agora descobertas por satélite, seja desconhecida, Kennedy descartou que eles haviam sido usadas como moradias, cemitérios ou armadilhas de caça.


Foto: NASA
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Astrofísica: Japão descobre caverna gigante na Lua

O túnel ajudaria a proteger astronautas de grandes variações climáticas da Lua e radiações prejudiciais - Foto: Nasa / Divulgação

Túnel quilométrico em área vulcânica pode abrigar base de proteção para astronautas, segundo agência espacial japonesa.



Cientistas da agência espacial do Japão descobriram uma enorme caverna na Lua, que poderia futuramente abrigar uma base para astronautas se protegerem de radiação e bruscas alterações de temperaturas. Dados retirados da sonda espacial de órbita lunar Selene confirmaram a existência de uma caverna de aproximadamente 50 quilômetros de comprimento e 100 metros de largura. Cientistas acreditam que a cavidade se originou por uma atividade vulcânica ocorrida há cerca de 3,5 bilhões de anos. A descoberta foi publicada nesta quinta-feira (19/10) na revista científica americana Geophysical Research Letters. "Nós tínhamos conhecimento sobre esses locais que se acreditava serem tubos de lava, mas sua existência não estava confirmada até então", diz Junichi Haruyama, pesquisador da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão. O túnel subterrâneo, localizado sob uma área vulcânica chamada Marius Hills, ajudaria a proteger astronautas de grandes variações climáticas e radiações prejudiciais a que estariam expostos na superfície da Lua, segundo o especialista. "Na verdade, ainda não vimos o interior da caverna. Há grandes esperanças de que sua exploração oferecerá mais detalhes", concluiu Haruyama. O anúncio da descoberta ocorre após a revelação de um plano espacial ambicioso feita em junho pelo Japão, que pretende colocar um astronauta na Lua por volta de 2030. Foi a primeira vez que a agência espacial japonesa divulgou como objetivo enviar um astronauta para além da Estação Espacial Internacional (ISS). A estratégia é primeiramente se juntar a uma missão liderada pela Nasa em 2025 para construir uma estação espacial na órbita da Lua, como parte de um esforço de longo prazo americano para chegar a Marte. Os EUA também anunciaram o comprometimento de enviar astronautas à Lua. "Queremos colocar novamente astronautas americanos na Lua, não apenas para deixar pegadas e bandeiras, mas para construir as bases que precisamos para enviar americanos a Marte e além", disse o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, no início do mês. China e Índia também estão desenvolvendo seus programas espaciais. Em novembro, a nave espacial Shenzhou-11 da China retornará à Terra trazendo dois astronautas da missão orbital mais longa já realizada pelo país. Pequim também revelou ilustrações de uma sonda e um veículo exploratório que pretende enviar a Marte até o fim da década. A Nasa e outras agências espaciais globais seguem trabalhando no projeto de enviar astronautas ao Planeta Vermelho até o fim da década de 2030.

A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

sábado, 4 de novembro de 2017

Meio ambiente: Futuro do clima depende da emissão de gases, diz relatório

Aquecimento global: (Kacper Pempel/Reuters)

"Não há nenhuma explicação alternativa convincente para o aquecimento global do último século", diz o estudo americano


Washington – O ritmo acelerado das mudanças climáticas globais é quase certamente impulsionado por atividades humanas, de acordo com um relatório do governo dos Estados Unidos, que contradiz afirmações do presidente norte-americano, Donald Trump, e de membros do seu governo. “Não há nenhuma explicação alternativa convincente para o aquecimento global do último século que seja baseada na mesma extensão de evidências observadas”, diz o estudo de um grupo de mais de 50 cientistas do governo norte-americano, divulgado na sexta-feira. O relatório, exigido pelo Congresso a cada quatro anos, foi escrito por cientistas de órgãos do governo como a Agência de Proteção Ambiental e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica. Temperaturas futuras serão determinadas intensamente pela quantidade de dióxido de carbono emitido para a atmosfera, segundo o relatório. A média global do nível do mar deve crescer “ao menos diversos centímetros nos próximos 15 anos” por conta do aumento de temperaturas, de acordo com o relatório. Trump chamou repetidamente mudanças climáticas de um embuste e em junho anunciou que iria retirar os Estados Unidos de um pacto global para combatê-las –chamando o acordo de muito custoso à economia norte-americana. O chefe da Agência de Proteção Ambiental, Scott Pruitt, também expressou dúvidas sobre as causas das mudanças climáticas, em dado ponto dizendo não acreditar que dióxido de carbono de atividades humanas seja o principal impulsionador. O porta-voz da Casa Branca Raj Shah disse: “O governo apoia análises científicas rigorosas e debate e encoraja comentários públicos sobre esboços de documentos sendo divulgados hoje.” Autoridades da Agência de Proteção Ambiental não responderam imediatamente pedidos de comentários. (fonte: Exame)

Meteorito: Bendegó, o terceiro maior do Brasil

(Wikimedia Commons)


Encontrado em 1784 no sertão baiano, o meteorito de Bendegó é o segundo maior já registrado no país. O corpo rochoso pesa pouco mais de 5 toneladas e foi descoberto no município de Monte Santo, Bahia. Recebeu este nome por ter sido encontrado próximo do riacho Bendegó.
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