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sábado, 1 de outubro de 2011

Bruxinha sexy do Harry Potter

Uma gostosa, vestida de bruxinha sexy do Harry Potter

Imagens reprodução twipic

Estabelecimento do Começo do Zodíaco Tropical e sua Aceitação

Atribui-se também a Hiparco, em 139 a .C., o estabelecimento do primeiro grau de Áries (o zero ainda não existia) para o equinócio de primavera e o começo do zodíaco. Certamente, o objetivo de Hiparco era facilitar o cálculo da posição dos astros e das estrelas no sistema equatorial. Contudo, isto não foi levado imediatamente em conta pelos astrólogos. Historicamente, os primeiros a adotarem a proposta de Hiparco foram Posidonius ( 80 a .C.) e seu discípulo Gemino ( 70 a .C.), mas segundo Manilius, século I d.C., até Theón de Alexandria, século IV d.C., o grau 8 continuou sendo adotado pelos astrólogos como início do zodíaco. 

Diz Manilius, no século I d.C., no livro III de seu Astronomicon: “Um grau deve ser marcado nos signos tropicais, que movem o mundo e alteram as estações. Alguns colocam este poder no grau 8, outros preferem o grau 10 e há um escritor que colocou a mudança das estações no primeiro grau. “ Sem dúvida, o escritor ao qual Manilius se refere é Hiparco. No século II d.C. – segundo afirma o historiador Bouché Leclercq do século XIX – Ptolomeu adotou o zodíaco Tropical de Hiparco e rompeu com as origens, separando definitivamente o zodíaco dos signos e das constelações. 

Diz Ptolomeu: “Aqueles que não considerarem os equinócios e solstícios no princípio dos signos vão se equivocar no que se refere à sua natureza, que depende das distâncias dos pontos cardinais.” Contudo, Ptolomeu também não teve grande impacto em sua época e foi somente a partir do século IV que passou a ser adotado pelos últimos astrólogos clássicos. Foi desta maneira que posteriormente seu texto chegou aos árabes e, através deles, retornou à Europa. E é deste modo que o zodíaco Tropical foi se difundindo como modelo ocidental. Em sua constituição intelectual, o zodíaco Tropical preservou nos signos os nomes das constelações próximas à faixa zodiacal que eles ocupavam na ocasião da fixação de seu começo; não obstante, os signos nunca foram perfeitamente superpostos às constelações, já que estas têm dimensões muito variadas.

Astrologia e a descoberta da Precessão

O calendário da babilônia utilizava o primeiro crescente da Lua depois do equinócio de primavera para assinalar o começo do primeiro mês, Nisan, e das festividades, mas eles não se preocupavam com a posição exata dos equinócios e solstícios e, por isso, não descobriram a precessão. Já para os gregos, os equinócios e solstícios eram de suma importância porque determinavam os pontos fundamentais da esfera celeste, que eram necessários para efetuar todos os cálculos. Os gregos Metón e Eucatemón ( 420 a .C.) realizaram observações exatas destes pontos. A princípio, Eudoxo ( 366 a .C.) situou o equinócio de primavera a 15 graus de Áries. 

A posição correta seria a 6 graus de Áries, mas Eudoxo se deu conta e corrigiu seu erro situando o equinócio a 8 graus, que era o fixado pelos babilônios, porém eles não se preocupavam com a exatidão deste ponto. Contudo, os 8 graus foram populares durante muito tempo. Vettius Valens, do século I d.C., confessa que acrescentou 8 graus às tábuas do Sol e da Lua. Contudo, a descoberta e o cálculo da variação da precessão são méritos do grego Hiparco de Nicea ( 190 a 120 a .C.). 

Conhecido como o pai da Astronomia, Hiparco se ocupou tanto da compilação das posições babilônicas dos astros como da geometria grega e estabeleceu o primeiro catálogo de estrelas historicamente reconhecido. Ao comparar as posições de suas observações com as de seus predecessores, Arystilli e Timochares ( 293 a . C.), Hiparco verificou que havia uma diferença de 2 graus (especialmente em relação à estrela Spica, que se encontrava no equinócio de outono). Esta verificação o levou à suposição de que o ponto vernal se movia e estabeleceu uma variação de 1 grau para 100 anos. Sem dúvida, considerando que a variação correta é de 1 grau para 72 anos, Hiparco chegou muito perto do valor preciso.

Astrologia: Formação das Constelações em Quartetos

Gurshtein diz que as observações contínuas da correlação entre a altitude do Sol no horizonte e a duração dos dias e das noites, ou a observação dos pontos do nascer e ocaso do Sol, podem ter levado à identificação de quatro grupos especiais de estrelas nos pontos dos equinócios e solstícios. Através do tempo, em função da precessão, esses quatro grupos mudam, mas sempre conectados com o movimento do Sol nos equinócios e solstícios.

Segundo as investigações, em 1995, de Alexander Gurshtein, do Instituto de História das Ciências e Tecnologia da Academia Russa, o processo mais remoto de formação das primeiras constelações do zodíaco se iniciou em torno de 5.600 a .C., na época do desenvolvimento das bases da civilização urbana. Na verdade, a formação das constelações foi um processo dinâmico que evoluiu durante milhões de anos. Gurshtein recorda que, apesar de algumas tábuas cuneiformes da Mesopotâmia indicarem que o Sol e outros planetas se movem no caminho da Lua através das constelações, as orientações dos megalitos em relação aos solstícios, como por exemplo, em Stonehenge, de grande importância nas culturas antigas, indicariam que originalmente as constelações marcavam o caminho do Sol.

Gurshtein afirma que as constelações do zodíaco foram surgindo em quartetos, designados pela constelação no equinócio vernal. O primeiro quarteto tinha Gêmeos neste equinócio e era complementado por Virgem, Sagitário e Peixes. Gurshtein afirma que a grande antiguidade das constelações do primeiro quarteto se encontra nos primeiros textos cuneiformes de observações. Outro investigador das constelações, Richard Allen, assinala que o processo de formação das primeiras constelações zodiacais só ocorreu em torno de 4.000 a .C., na Acádia, quando Touro estava no equinócio vernal. Neste tempo, a suprema divindade era o Touro do deus Anu. Leão estava na culminação superior, Escorpião no outro equinócio e Aquário na culminação inferior. O Touro, símbolo da fertilidade masculina, representava a primavera.

Para este respeitável investigador, inicialmente os nomes dos grupos de estrelas não foram estabelecidos em função da visão de figuras que lhes fizessem recordar os heróis ou os animais, que muitos séculos mais tarde foram descritos por Eudoxo, Aratos, Eratosthenes e Hygino nos “catasterismos” ou mitos das constelações. Mas o investigador russo recorda que Gêmeos é um símbolo proeminente em muitas culturas antigas, nas quais eram considerados como filhos do deus Sol. Por sua vez, a Virgem celestial estava conectada com a deusa-mãe, uma mulher grávida e um símbolo de fertilidade.

Planetas na astrologia

 

O Sol

O Sol mostra-nos o verdadeiro fundo de uma pessoa, o ser interior, o que é de importância fundamental. Também nos mostra a vitalidade em geral, e a sua capacidade de afirmação. Descreve em geral a sua maneira de ser que dá côr a tudo o resto.
Signo equivalente: Leão

A Lua

A Lua representa os nossos sentimentos e emoções, a receptividade, imaginação e a forma básica de sentir de uma pessoa. Também tem um efeito no sentido do ritmo, do tempo e da ocasião, influencia a nossa capacidade de adaptação à mudança, bem como a nossa mobilidade e versatilidade.
Signo equivalente: Caranguejo

Mercúrio

O Mercúrio representa o sentido da razão (senso comum), aquele que é racional. Representa a palavra dita e escrita, a ordenação, o peso e a avaliação, o processo de aprendizagem e as aptidões. 
Signos equivalentes: Gémeos e Virgem

Vénus

Vénus dá-nos o sentido da beleza, a alegria do prazer, o sentido de estética, o amor pela harmonia, a sociabilidade, o sentido de prazer nas relações e o erotismo.
Signos equivalentes: Balança e Touro

Marte

Marte representa a energia e vitalidade de uma pessoa, a sua coragem, a determinação, a liberdade do impulso espontâneo. Também descreve a prontidão para as acções, a forma com que cada um parte para elas e ainda a simples agressividade.
Signo equivalente: Carneiro

Júpiter

A procura do significado e do objectivo de vida do indivíduo, o optimismo, a esperança e o sentido de justiça, são representados por Júpiter. Também o são a fé, a filosofia básica de vida, a luta pelo desenvolvimento pessoal e o desejo de expansão.
Signo equivalente: Sagitário

Saturno

Saturno mostra-nos como vivemos a "realidade" quando encontramos resistência e descobrimos as nossas limitações. Representa a consciência e as convicções morais, bem como as leis e as regras que escolhemos obedecer. Também nos mostra o nosso poder de resistência e de concentração, traz-nos qualidades como a seriedade, a cautela e a reserva.
Signo equivalente: Capricórnios

Urano

Urano é a intuição, transmite o impulso da inspiração e das ideias brilhantes. Uma abertura para tudo quanto é novo, desconhecido e invulgar. Um certo espírito de contradição está também associado a este planeta. É conhecido na astrologia como tal.
Signo equivalente: Aquário

Neptuno

Este planeta dá-nos a supra-sensibilidade, abre as portas para as experiências místicas e para o transcendental. A este nível é difícil compreender onde a percepção se transforma em engano, ilusão e falsas aparências. Neptuno está associado com tudo isto, com drogas e com todos os tipos de pseudo-realidades. 
Signo equivalente: Peixes

Plutão

Plutão mostra como nós lidamos com o poder, pessoal e alheio, seja esse poder exercido por outrem ou por nós próprios. Mostra como enfrentamos o demoníaco e o mágico, os nossos poderes regenerativos, a nossa capacidade de mudar radicalmente e de renascimento: os ciclos da morte e renascimento.
Signo equivalente: Escorpião
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