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sábado, 21 de agosto de 2021

Poder de magia Vodu





Quando pensamos em vodu, sempre nos vem à mente bonecos sendo espetados por agulhas. Este conceito pode ser visto até mesmo em um recente comercial de TV, onde uma garota faz uma magia contra um rapaz lançando mão de uma prática vodu. Contudo, esse grupo religioso misterioso envolve muito mais que isso. Nos Estados Unidos, por exemplo, o vodu é praticado há mais de cem anos nos Estados de Louisiana e Mississipi. No Haiti, quase toda a população se envolve com o vodu – o país tem o voduísmo como religião oficial. Já no Brasil, o seu exercício foi veiculado com grande sincretismo, pois se misturou ao catolicismo nordestino e aos cultos afros. 

 O pesquisador Josh Macdowell atribui a busca pelo oculto à curiosidade humana, que conduz o homem ao esforço pelo conhecimento das coisas secretas, aquelas que parecem extrapolar os cinco sentidos. De fato, desde épocas remotas, o homem tem perseguido desvendar o oculto. Segundo comenta a psicóloga e professora universitária Any Lílian, “a busca permanente pelo oculto, em geral, é o que todos fazemos ao tentar alargar nossos conhecimentos, o que pode ser saudável, pois muito do conhecimento filosófico e científico construído pela humanidade se originou de ‘mistérios’ tidos como ocultos no passado, mas que estão desvendados no presente”. Entretanto, o que temos diante de nós aqui é uma manifestação religiosa rigorosamente ocultista envolvendo elementos que, para muitos, não passariam de lendas religiosas de filmes de terror. Serpentes, fetiches, zumbis, cemitérios e outros itens dão conta de atrair a atenção dos pesquisadores ao “mundo vodu”. 

O que pretendemos nesta matéria não é promover o voduísmo, mas reportar seus mistérios e crenças exóticas, esclarecendo e informando nossos leitores. O termo vodum ou vodu, como chamamos, teve sua origem no Oeste da África, num reino chamado Daomé, atualmente conhecido como Benin.Com a escravidão no século 19, os nativos de Daomé foram capturados e levados para que fossem trocados por armas e alimentos por mercadores europeus, o que os levou a se estabelecer em muitas partes das Índias Ocidentais e no Haiti. 

Como na época a igreja católica demorou a constituir um clero que pudesse batalhar pela religião cristã no Haiti, esta ausência prolongada deu aos escravos a oportunidade de combinarem a sua religião, o vodu, com o catolicismo, formando um denso sincretismo (mistura) religioso. Diz-se que 95% dos haitianos são católicos e 100%, adeptos do vodu. Tanto é assim que, às vezes, é difícil determinar onde acaba o catolicismo e começa o voduísmo. O presidente haitiano, Jean Bertrand Aristides, ex-padre católico, declarou, em abril de 2003, o vodu como religião oficial do país. Com essa posição do governo, os casamentos realizados no vodu passaram a ser aceitos e considerados oficiais, tendo valor religioso, como ocorre com as demais religiões ao redor do mundo. Contudo, apesar da proeminência voduísta no país, existe também um trabalho missionário cristão que tem incomodado o sossego desse grupo. 

 O fundador da Missão Evangélica do Norte do Haiti, Jean Berthony, promove anualmente uma campanha evangelística no país, o que tem gerado muitos resultados. Numa dessas ocasiões, as autoridades locais proibiram o seu trabalho, declarando que a cruzada evangelística do pastor Berthony teria sido a responsável por expulsar todos os espíritos vodus do país durante um tempo. Mas a importância do vodu no Haiti ultrapassa o âmbito religioso. O turismo haitiano tem explorado o voduísmo com afinco. Até a ministra do turismo, Martine Deverson, disse: “Hoje em dia existe uma consciência maior do patrimônio cultural do Haiti, e o vodu, apesar de freqüentemente ser confundido com magia negra, pode ser fator de atração para os visitantes”. Maio é o período do ano mais ativo para os adeptos do vodu, pois é quando se intensifica o ritual e magias em busca da “felicidade”. 

 Como em muitas religiões, o vodu também possui um templo. Mas o que caracteriza o santuário é uma coluna chamada poteau-mitan. Localizada no centro do templo, essa coluna é considerada sagrada pelos seguidores e é em sua volta que as cerimônias de comunicação com as divindades são realizadas. Ao redor da poteau encontram-se desenhos decorativos chamados vevers. São representações heliográficas de diversas entidades adoradas no vodu. Aliás, entidades é que não faltam no vodu, que possui um grande panteão. Os nomes das divindades se alteram, dependendo da região onde o ritual é praticado, mas a maioria dos adeptos dessa prática considera que o panteão veio do Oeste africano. 

 As entidades desses panteões, por muitas vezes, são consideradas pelos adeptos como espíritos de pessoas que já morreram, homens que tiveram importância dentro da comunidade religiosa, príncipes ou sacerdotes. Esses espíritos levam o nome de loas, e podem ser classificados em entidades de dois grupos: Rada:: entidades transmitidas por Daomé. Petros : entidades que, ao longo do tempo, infiltraram-se na prática religiosa vodu. Segundo a crença vodu, as manifestações dos grupos petros e rada têm personalidades e sensibilidades definidas e procuram sempre seguir uma família específica de adeptos. Outras divindades são públicas, manifestando-se em qualquer pessoa. 

Hungans e mambos. xistem algumas informações que apontam o voduísmo como uma religião matriarcal, na qual a mambo é conhecida também como rainha, porém, é o hungan que preside o hunfort, o santuário religioso. O sacerdote vodu possui várias posições: atua como curandeiro, adivinho e exorcista. Nas comunidades em que se observa a falta do sacerdote a mulher toma a frente, sendo considerada a maior autoridade religiosa. A maioria das religiões possui líderes que conduzem seus cultos e rituais. No vodu isso também existe, eles são conhecidos por hungans. 

A mulher também tem a sua participação, porém, a terminologia a ela conferida é mambo. Geralmente, as cerimônias são realizadas no período noturno. Fazem parte do ritual: bebidas de rum, frutas e jarros de barros. As bebidas e comidas são erguidas e oferecidas aos loas, para invocá-los. No intuito de alegrar essas entidades, os voduístas lhes oferecem também sacrifícios de aves, porcos, galinhas, bodes e afins. Após as oferendas com danças, os loas possuem os corpos de seus súditos. É interessante que nas possessões os indivíduos não possuem consciência daquilo que fazem e, conseqüentemente, não se lembram de nada após o término do ritual. 

 No vodu, mais ou menos como ocorre na Umbanda, as danças em volta da ponteau-mitan são de suma importância, pois servem para se obter a espiritualidade: as pessoas que envolvem com a dança são mais rapidamente possuídas. Para cada divindade existe um tipo de música, instrumento e ritmos específicos, segundo o gosto de cada loa, que exige que tudo seja purificado e consagrado para o ritual. Na Umbanda, os atabaques também são consagrados para fazer que os orixás de Aruanda e Orum se manifestem. 

 As serpentes também fazem parte de alguns cerimoniais. No ritual chamado mambo, o réptil é retirado de um cesto e posto bem próximo do rosto da sacerdotisa que, ao tocar no animal, recebe, supostamente, visão especial e poderes sobrenaturais. Segundo a crença vodu, os primeiros homens criados eram cegos e foi justamente a serpente que conferiu visão à espécie humana. Sem dúvida, o boneco vodu é o primeiro elemento que vem à mente dos leigos quando se fala em voduísmo. Tal objeto é empregado para invocar os poderes dos deuses do vodu e recebe o nome de fetiche, que significa feitiço. O fetiche é confeccionado por quem irá realizar o trabalho de magia e, enquanto é feito, a pessoa tem de mentalizar os objetivos que quer alcançar com o ritual e “transmitir” sua energia ao boneco. O fetiche deve ser feito com a semelhança anatômica de uma pessoa: cabeça, tronco e membros. Partes indispensáveis para a “eficácia” da magia são os órgãos genitais masculinos ou femininos. 

 O boneco precisa ser batizado com o nome da pessoa que irá representar e, geralmente, é feito de massa de modelar, nunca de pano ou outro material. Segundo as sacerdotisas, tais bonecos são feitos para realizar o bem, para se alcançar prosperidade e curas. O que pessoa precisa fazer é perfurá-los com espetos ou alfinetes. Mas na prática as intenções nem sempre são essas. Outro elemento do culto vodu é o zumbi. O cinema norte-americano popularizou esses “personagens” em seus filmes. Todavia, os seguidores do vodu dizem o seguinte: “Aquilo que o cinema mostra é totalmente diferente do que é feito na prática vodu. 

Os zumbis não são pessoas mortas, como divulga o cinema”. Na verdade, segundo os ensinos vodus, o processo para se chegar a ser um zumbi é feito por meio de ervas que contêm substâncias capazes de deixar a pessoa em um estado de “morto-vivo”. Esses compostos de ervas deixam o batimento cardíaco mais lento. As ervas utilizadas pelos sacerdotes têm a capacidade de dilatar as pupilas, fazendo a pessoa perder a sensibilidade à luz e deixando-a em um estado de transe, o que facilita o processo de ritual feito pelo sacerdote, uma vez que o candidato torna-se totalmente manipulável. 

 O pesquisador e antropólogo do museu botânico da universidade de Harvard, Estados Unidos, Wade Davis, que se envolveu com a sociedade secreta do Haiti, foi procurado há algum tempo por dois psiquiatras que acreditavam existir uma poderosa droga capaz de transformar uma pessoa em zumbi. Davis explicou o seguinte: “O ritual se dá por meio da magia negra [...] a vítima tem todo o indício de morte aparente, quase não respira, tem a pele fria, quase não tem pulsação e, mesmo assim, está viva”. Isto se deve ao fato de a pessoa ficar horas sem oxigenação no cérebro, o que reduz o seu nível de consciência. O curioso é que entre os componentes da fórmula utilizada pelos feiticeiros podem ser encontrados narcóticos, tetradotoxina, veneno neurotóxico e até veneno de rãs. 

O feitiço do zumbi Dentro do sistema de crenças vodus, o zumbi é um dos feitiços mais temidos. Muito mais do que a magia dos bonecos. O bokor, praticante de magias e feitiços, possuído por uma entidade chamada Baron Samedi, fornece as diretrizes para a pessoa que deseja praticar a magia. O “cliente” tem de ir ao cemitério, à meia-noite, e ali apresentar ofertas especiais às divindades. 

Dali, ele deve tomar um punhado de terra para cada pessoa que deseja matar (esta é considerada uma magia negra para a morte). Após pegar a terra, o praticante deve espalhá-la pelos lugares em que suas vítimas costumam passar. Depois, retira algumas pedras de um túmulo, as quais servirão como instrumentos para realizar o designo maligno. Quando o praticante joga a pedra na porta da casa da pessoa para qual a magia foi direcionada, a vítima começa a adoecer e a emagrecer, chegando à morte em um curto espaço de tempo. Mas, segundo a crença vodu, o feitiço pode ser desfeito. Se por acaso esta pessoa for diagnosticada a tempo de que recebeu o tal feitiço, ela deve procurar um hungan rapidamente para retirar-lhe a magia e expulsar os maus espíritos. 

 Biblicamente, sabemos que o crente não precisa se preocupar com feitiços de nenhuma espécie, por mais assustadores que sejam. A palavra de ordem para que o cristão não seja alvo destes e de outros dardos do diabo é temer a Deus: “O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra” (Sl 34.7). Em nossas vidas, a maldição sem causa não se cumpre (Pv 26.2). Apesar de tudo isso, existe uma certa militância por parte de alguns voduístas em insistir que a magia vodu trabalha para o bem. No vodu, a idéia de distinção entre a magia do bem e do mal é difundida com esmero, pois a sacerdotisa ou o sacerdote geralmente recusa-se a realizar magia negra que, segundo eles, se destinaria apenas aos bokors – oficiantes do ritual com fins maléficos. Assim, hungans e manbos realizam rituais para o “bem” e os bokors, para o mal. Analisando algumas manifestações afro-brasileiras, vemos que existe também uma grande preocupação em não macular sua prática religiosa, a fim de que seus conceitos e propósitos não sejam confundidos. Os umbandistas, por exemplo, se esforçam em pregar que sua religião desenvolve magias voltadas para o bem, enquanto que a Quimbanda, para o mal. 

 Todavia, ao verificarmos as práticas observadas pelos dois segmentos, constatamos que seus elementos ritualísticos são rigorosamente idênticos. Por exemplo, as oferendas com sacrifícios de animais e os toques dos tambores e danças são partes peculiares dos cultos afros. Semelhantemente, isso ocorre também no Candomblé, onde a prática de sacrifícios de animais é “exigida” pelas entidades por ocasião das possessões dos espíritos. Podem-se alterar os nomes, mas as castas espirituais são as mesmas: orixás africanos e santos católicos dividem os mesmos altares. Se no vodu o lado da “esquerda” existe, no Brasil temos a Quimbanda. Tal como no voduísmo, nos cultos afro-brasileiros também são feitos “trabalhos” em cemitérios e oferendas em cachoeiras, encruzilhadas, etc. Aliás, muitas iniciações da Quimbanda são feitas em cemitérios. Enquanto no vodu confeccionam-se fetiches batizados com o nome da pessoa que se almeja atingir, nos cultos afro-brasileiros costuram-se as bocas dos sapos com o nome da pessoa dentro. 

O vodu pede um período de preparo para os iniciados, no Candomblé o iniciado deve se preparar por alguns meses. Os pais e mães-de-santo possuem os mesmos atributos dos hungans e das mambos. A prática vodu é feitiçaria sem maquilagem. A Bíblia identifica tais práticas como cultos demoníacos. A história relata que a igreja primitiva teve de ser submetida a constantes advertências por parte dos apóstolos porque os cristãos daquele tempo eram seduzidos a buscar nos feitiços e magias a “felicidade”. Hoje em dia, é isso o que constatamos entre aqueles que não têm suas vidas regidas pela Palavra de Deus.

 A Bíblia é expressa em apresentar sua oposição aos sacrifícios dos cultos afro-brasileiros ou voduístas: “Que digo pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam é a demônios que a sacrificam e não a Deus...” (1Co 10.19,20). 

 Os haitianos praticantes do vodu acreditam que o homem possui duas almas: Gros bon ange: cuja tradução é: “grande anjo bom”. Essa alma, segundo acreditam os haitianos, tem a capacidade de sair do corpo enquanto a pessoa dorme. E, se não retornar, a pessoa morre. Petit bon ange: traduzido quer dizer “pequeno anjo bom”. Essa alma, segundo crêem, proteger e guiar o adepto. 

Quando a pessoa morre, ela permanece por alguns dias guardando o corpo. Somente após um período de nove dias, contando a partir do sepultamento, é realizado um ritual para afastá-la. Como a reencarnação faz parte da crença vodu, seus praticantes acreditam que a petit bon ange se transforma em algum objeto ou animal, geralmente uma grande serpente. Após a transformação, se aos rituais de sacrifícios e cerimônias, sob a responsabilidade dos parentes, forem negligenciados, a vingança da petit bon ange se volta contra eles. 
12/2/2011


 Carlinhos Lima - Pesquisas Leia mais sobre Umbanda Astrológica aqui


domingo, 18 de julho de 2021

Magia sexual e o ponto de pressão




Na magia sexual, o movimento, a troca de energia e o contato entre os praticantes é muito importante e nesse processo uma das coisas mais importantes é o controle da ejaculação! A ejaculação provoca no homem um desgaste que muitas vezes prejudica o clímax da mulher. O tantra ensina a controlar a ejaculação para canalizar a energia vital ao êxtase. Para isso, existe uma técnica que consiste em exercer uma firme pressão com os dedos sobre um ponto do períneo, situado entre o ânus e o escroto. Esta pressão consegue evitar que o sêmen saia da próstata. Diga-lhe para usar toda sua concentração e prestar atenção à respiração, que deve diminuir... Aproveite para aumentar a sua excitação. Peça a ele que a estimule ou faça isso por conta própria. Talvez demore para ele prender a segurar, mas a paciência é uma virtude, tanto do buscador, quanto do mago experiente.

Esse recurso está inserido no mesmo processo de frear e controlar os impulsos do corpo. Um recurso herdado de velhas tradições indianas reside em frear o ritmo, seja qual for a posição escolhida, para poder se olhar profundamente nos olhos. É difícil consegui-lo, pois depois de realizada, a penetração parece impossível de se parar. Mas é possível sim, e muito excitante. A melhor postura para fazer isso é a que deixa os amantes cara a cara. Imóveis, a mulher e o homem se olham profundamente durante alguns segundos, nos quais o tempo parece parar, para voltar à atividade sexual com mais entusiasmo e excitação do que nunca.

O sistema se dá com o controle da energia sexual para a elevação da kundalini, você verá que a procura por mais prazer no ato é a chave central. Só que isto é bem diferente da busca por mais prazeres iguais e consecutivos. Trata-se, antes, de buscar por mais prazer numa intensidade maior. Neste ponto, o Livro da Lei de Aleister Crowley é preciso: A sabedoria diz: sê forte! Então poderás suportar mais gozo. Não sejas animal; refina teu arrebatamento!.

Assim temos a mensagem direta: treina seu corpo para conseguir absorver mais prazer e isso acontece através das energias. Elevar a kundalini requer um constante e fanático desejo por mais. Um desejo tão forte e obsessivo que deve superar o condicionamento animal e mecânico de findar o ato com um orgasmo final. Desejando loucamente sempre mais, você consegue desviar a energia para centros mais sutis de prazer e obter delícias outras.

Por exemplo, o tantra diz que devemos aceitar tanto a natureza animal como o caráter divino da sexualidade humana: "O homem monta na mulher como se fosse um touro". Relaxem e percam-se nos labirintos do mundo selvagem e varie as posições. Enquanto ele a penetra por trás, você pode deitar, subir a pélvis com uma almofada ou ficar de quatro. Quando um casal se conhece melhor sexualmente, pode brincar e aproveitar a variedade e, quanto mais solta você se sentir, melhores serão os seus orgasmos.

Obviamente, atingir índices mais elevados de prazer significa fornecer, mesmo que de forma indireta, maior quantidade de volúpia à sua parceira(o). Como disse antes, o praticante inteligente vai saber usar isso a seu favor sem se emaranhar em preocupações sobre a habilidade no ato. Isto permitirá novas conquistas e sucessos amorosos. Sabiamente, o real praticante vê sempre a possibilidade de mais e a cada novo intercurso busca uma nova habilidade e um novo avanço.

O mago sexual é quase como um esportista e assim como um bom praticante, só será pleno e forte se tiver os méritos necessários. Esses méritos se revelam através da capacidade de autocontrole, prudência e harmonia no uso do próprio poder, afinal de contas estamos falando de duas coisas perigosas, magia e sexo! Assim o verdadeiro mago capacitado possui um treinamento regular e armazena sua capacidade para a exacerbação total no dia de um grande evento. E para se tornar um bom esportista é preciso treinar muito. Ou seja, um bom mago sexual é alguém que trepa ou se masturba com intensa regularidade, mas, dentro de um cronograma, sem excessos que possam prejudicá-lo. Enfim a pratica é muito importante, mas, a forma como se pratica é mais importante ainda!

Segundo o tantra, só graças à mulher o homem pode conhecer os sagrados mistérios sexuais. As secreções sexuais femininas são o néctar, o manjar dos deuses... Quando uma mulher chega ao orgasmo, crê-se que a sua saliva possui propriedades que harmonizam a energia polar masculina e feminina, o yin-yang. Nesse momento ela deve, beija-lo profundamente para compartilhar com ele o seu doce néctar, entregue-lhe a sua saliva delicadamente, deixando que caia em sua boca, enchendo-o de prazer e energia. Por considerar sagradas as secreções da mulher, o tantra procura posturas que favoreçam sua satisfação mais plena. Esta é uma delas. Estando a mulher de costas para ele, o homem deve penetrar suavemente enquanto acaricia seus seios e beija seu pescoço. O pênis do homem deve absorver as suas secreções, que são "os sucos do amor". Isto também pode ser feito por meio do sexo oral.

Portanto, se quer se envolver com a magia sexual, vá transar em especial, com alguém que esteja disposto a se doar a busca do poder e do prazer, porque se houver desentendimento, imposição ou luta tudo perderá a força! Organize surubas, orgias e conclaves sexuais, somente com pessoas de boas vibrações, que queiram se elevar e não apenas fazer abusos. Faça propostas, convença pessoas, leve-as pra cama, liberte-as. E, em meio a tudo isso, abdique de pequenos prazeres e pequenas mortes para fazer contato com o sublime, ver a face do prazer e conhecer a verdadeira morte iluminadora onde o vazio pode ser preenchido com a ideia fértil, a real magia.

Essa sugestão é para aqueles buscadores que estão dispostos a se jogarem numa longa busca por caminhos mais profundos e sem compromissos. Mas, para quem que quer evoluir com sublime elevação um unico parceiro é suficiente. E em especial parceiros que amam de verdade, sem o clima de adultério e sim de desejo gostoso terá muito mais chances de encontrar a verdadeiro e poderosa magia sexual.

A transa com uma mulher que seja seu grande amor e que corresponda esse amor terá um alcance muito maior no mundo da magia. A estimulação do clitóris é, para a maioria das mulheres, a porta de entrada ao prazer do orgasmo. As posições que favorecem seu acesso direto são as melhores para chegar ao clímax, seja por sua própria estimulação ou pela de seu parceiro. O ponto G também é um grande aliado na hora do seu gozo: sentada sobre o homem, que a mulher incline-se levemente para trás movendo a pélvis; isto provoca a pressão do pênis no botãozinho erógeno descoberto por Grafenberg, levando-a um orgasmo inesquecível.

O mago que se propôe a usar a energia sexual deve trabalhar na habilidade de concentração sobre uma certa imagem firmando-a claramente em sua tela mental. O objetivo é criar uma dicotomia entre a atividade corporal e a da psique. Enquanto exerce o ato sexual, qualquer que seja a forma escolhida a imagem deve ser claramente fixada na tela mental sem qualquer interrupção. Visualização do intento sendo registrado no objeto.

É possível, e até mesmo comum, um mago gerar uma forma de pensamento usando esse tipo de magia sexual. O uso daquilo que for gerado depende da intenção do seu cerador, assim sendo tanto pode ser uma forma auxiliadora, quando uma prejudicial. Assim ele pode gerar uma forma cujo objetivo é sugar energia de alguém, desse modo pode ser um íncubo ou um súcubo, depende do que a pessoa alvo possa sentir. No caso citado no parágrafo anterior não há o objeto a ser impregnado, não há o fetiche, o processo ocorre em nível de “matéria astral”. Isso equivale à geração de um obsessor destinado a prejudicar alguém. Mas, também pode ser direcionado a levar tesão, vontade de está perto e até proteção. Mas, tudo isso é um grau muito avançado secreto que também requer dons especiais de uma boa mediunidade, que acima de tudo precisa ser trabalhada intensamente. Numa outra aplicação desse tipo de atividade mágica em vez do mago negro criar uma forma de pensamento destinada a espoliar alguém, ele visualiza a si mesmo e assim vai até à pessoa visada e então agir de muitas maneiras, sendo um tanto comum especialmente usufruir do prazer sexual. Nesse caso a pessoa atingida pode ter um sonho erótico. Eu tenho uma cliente que tem esse dom e que chega a ter orgasmos intensos em encontros telepáticos, os quais também são sentidos pelo parceiro, tão consciente (acordado) quanto inconsciente (dormindo). Mas, esse é um grande segredo e como afirmei antes, tem haver com dom também. E pouca gente acredita nessa forma de encontro energético.

O mago pode criar um elemental artificial ou criatura que pode ser mandada realizar certas tarefas. Os limites desta técnica são encontrados no fato de que a criatura deve ser programada para se dissolver ao completar a tarefa e não se manter como um familiar contínuo. A única exceção aqui é onde o mago está completamente confiante em sua habilidade mágica para manter a criação sob total controle. Houve muitos casos na história do ocultismo onde um elemental artificial, criado e sustentado por meios sexuais, atingiu um grau de independência de seu criador devido à negligência ou excesso de confiança e então drenava a energia de seu criador e até mesmo atrapalhava seu trabalho oculto e vida diária, por isso nunca podemos esquecer que magia é sempre muito perigoso e só deve ser usada, após a outorga do conhecimento elevado.

O voduísmo faz muito uso disso. Uma técnica para a criação de um elementar é baseada no uso de um boneco. Neste caso o boneco é usado como uma representação da pessoa visada (dá ênfase à forma e não propriamente ao nome), o boneco é usado como forma. Mas esse tipo de magina pode envolver também o nome, por isso muitos magos negros necessitam do nome da pessoa alvo, nome que ele apaga dessa maneira. Eis por que razão toda pessoa deve ter um segundo nome, nome místico, o qual deve ser mantido guarda em total sigilo para evitar que venha a ser usado nesse tipo de magia. Tendo o segundo nome se alguma forma de magia for feita usando o nome, apagando o registro, não tem grande problema porque nesse campo o que vale é o nome místico. Na verdade depende-se muito de conhecimento, aplicação, potencial energético, auxílios de guias espirituais e boa mediunidade!
0/9/2012





Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Os segredos do Vodú

O Vodu prazo (Vodun ou Vudun em Benin e Togo); também Vodon, Vodu, Voodoo, ou outras ortografias foneticamente equivalentes. No Haiti, Vudu (uma palavra Ewe, também usado na República Dominicana) é por alguns indivíduos aplicados aos ramos de uma tradição ancestral Oeste Africano religiosa, ou de espíritos ou divindades individuais dentro dessa tradição. 

É importante notar que a palavra Voodoo é o uso mais comum e conhecido na cultura americana e popular, e é visto como um pejorativo pelas comunidades afro-diáspora praticantes. No entanto, as diferentes grafias deste termo pode ser explicada como se segue: A palavra Voodoo é usada para descrever a tradição afro-creole de Nova Orleans, Vodou é usado para descrever a Tradição Vodou haitiano, enquanto Vudon e Vodun e Vodoun são usados ​​para descrever as deidades homenageados na Jeje brasileiro (Ewe) nação de Candomblé como bem como Oeste Africano Vodoun, e na diáspora Africano. Voodoo Hoodoo ou também referir-se Africano-Americano espiritualidade popular dos EUA sudeste, com raízes no Oeste Africano tradicional ou "folk" espiritualidade. Quando a palavra Vodou / Vodoun é capitalizado, que denota a religião correta. 

Quando a palavra é usada em small caps, que denota espiritualidade popular, ou as divindades reais homenageados em cada respectiva tradição. Suas raízes são variados e incluem a Fon, Mina, Kabye, Ewe, e iorubá povos da África Ocidental, do oeste para o leste da Nigéria Gana. Em Benin, Vodun é a religião nacional, seguido por cerca de 80 por cento da população, ou cerca de 4,5 milhões de pessoas. [Carece de fontes?] A palavra Vodun (Vodoun Vudu) é a palavra Fon-Ewe para espírito. Vodu no Haiti é altamente influenciada pelas tradições Central Africano. 

O ritos Kongo, também conhecido no norte do Haiti como Lemba (originalmente praticada entre os Bakongo) e é tão generalizada como os elementos do Oeste Africano. A religião Vodu foi reprimida durante a escravidão e Reconstrução nos Estados Unidos, mas manteve a maioria dos seus elementos do Oeste Africano. Até recentemente, muitos acham que a mistura de tais tradições com o catolicismo ocorreu no Novo Mundo. Há evidências significativas de que o modelo de sincretismo tal, pode ser encontrada nas práticas religiosas do Império do Kongo. 

A tradição Fon em Cuba é conhecida como La Regla Arará. Origens africanas Vodun / Vodoun é um nome atribuído a um Oeste Africano sistema ancestral de culto religioso e ritual práticas, onde divindades específicas nascem e honrado, juntamente com a veneração dos antepassados ​​antigos e recentes que antes serviam as divindades tutelares mesmos. Este sistema de adoração é generalizada em uma infinidade de grupos africanos na África Ocidental e por toda a África 43. Eles são, indiscutivelmente, alguns dos mais antigos sistemas religiosos anteriores a tempos históricos. A área cultural da Fon, Gun, Mina e os povos Ewe compartilhar comuns concepções metafísicas em torno de um princípio cosmológico dupla divina: Nana Buluku, o Deus-Criador, o Deus Ator-(s) ou Vodun (s), filhas e filhos de do Criador twin crianças Mawu (deusa da Lua) e Lisa (deus do sol). 

O Deus-Criador é o princípio cosmogônico, que não brincam com o mundano eo Vodun (s) é o Deus Ator-(s) que realmente governar em questões terrenas. O Panteão dos Voduns, embora não completa, é bastante grande e complexo. Em uma versão, há sete filhos diretos de Mawu e interétnicas e relacionados a fenômenos naturais ou indivíduos históricos ou míticos, e dezenas de Voduns étnicos, defensores de um determinado clã ou tribo. Oeste Africano Vodu, assim como todas as religiões indígenas africanas, tem sua ênfase principal sobre os antepassados, com cada família dos espíritos que têm o seu próprio sacerdote especializado e priestesshood que muitas vezes hereditária. Em muitos clãs africanos, as divindades podem incluir Mami Wata, que são Deus (Desse) s das águas; Legba, que em alguns clãs é viril e jovem, em contraste com a forma do homem velho que ele leva no Haiti e em muitas partes do Togo; Gu, a decisão de ferro e ourivesaria; Sakpata, que governa doenças, e muitos outros espíritos distintos em sua própria maneira para a África Ocidental. Colonialismo europeu, seguido por regimes totalitários na África Ocidental, tentou suprimir Vodun, bem como outras formas de religião. 

No entanto, porque as divindades vudus nascem a cada clã Africano grupo, e seu clero é fundamental para manter a ordem moral, social e política ea fundação ancestral de seus moradores, era quase impossível de erradicar a tradição. Hoje na África Ocidental, a religião Vodu é estimada para ser praticado por mais de 30 milhões de pessoas. Novas tradições do Mundo Vodu haitiano Vodu haitiano praticado por menos de 1 por cento dos Africano-Americanos é o mais conhecido e escrito New World religião Vodu. A maior parte deste artigo irá cobrir Vodu haitiano. Embora mantendo o fato de que outras formas de Oeste Africano Vodoun, ou seja, Wata Mami, Tchamba Mama é a religião ancestral dos africanos escravizados nos Estados Unidos é agora re-emergente. 

No Haiti Voodu ou Gine SEVIS ou "Serviço Africano" no Haiti, uma forma crioulizado do Vodu, Vodu haitiano também tem fortes elementos do Bakongo da África Central e os ibos e iorubás da Nigéria, embora muitos povos diferentes ou nações da África têm representação na liturgia da Gine SEVIS. Entre essas outras nações são o Taíno e índios Arawak, venerada como a população indígena (e, portanto, uma forma de ancestrais) da ilha hoje conhecida como Hispaniola. Uma porção grande e significativo de Vodu haitiano, na maioria das vezes negligenciado pelos estudiosos, especialmente aqueles que falam Inglês, até recentemente, é o componente do Kongo. 

Toda a área do Norte do Haiti é especialmente influenciado pela prática do Kongo. No Norte, é mais freqüentemente chamado Rito Kongo ou Lemba, Lemba do culto da área de Loango e Mayombe. No sul, a influência do Kongo é chamado de Petro. Muitas loas ou lwas (também um termo kikongo) são de origem Kongo como Basimbi, Lemba, etc [carece de fontes?] Formas de crioulo haitiano Vodou existem no Haiti, República Dominicana, partes de Cuba, os Estados Unidos e em outros lugares que os imigrantes haitianos dispersos ao longo dos anos. No entanto, é importante notar que a religião Vodu existia nos Estados Unidos, tendo sido trazida pelos africanos ocidentais escravizados na América, especificamente a partir do Ewe, Fon, Mina, E Kabaye, e grupos de Nago. 

Algumas de suas formas mais duradouras ainda existem nas Ilhas Gullah. Há um ressurgimento dessas tradições Vodoun nos Estados Unidos, que mantém os mesmos elementos linealritual e cosmológicas como é praticada na África Ocidental. [Carece de fontes?] Estas e outras Africano-diaspóricos religiões como o Lukumi ou Regla de Ocha (também conhecido como Santeria), em Cuba, Candomblé e Umbanda no Brasil, todas as religiões que evoluíram entre descendentes de africanos transplantados nas Américas. Crenças Vodu haitiano acredita-se, de acordo com a tradição generalizada Africano, que há um Deus que é o criador de tudo, conhecido como Bondyè (do francês "bon Dieu" ou "Bom Deus"). 

Bondyè distingue-se do Deus dos brancos em um discurso dramático pelo houngan Boukman em Bwa Kayiman, mas é considerado frequentemente o mesmo Deus de outras religiões, como o cristianismo eo islamismo. Bondyè está distante de his / her / criação sua, porém, e por isso são os espíritos ou os mistérios, santos ou anjos que o voduísta vira para pedir ajuda, bem como para os ancestrais. O voduísta adora a Deus, e serve aos espíritos, que são tratados com honra e respeito como membros mais velhos de uma casa pode ser. Não estão a ser dito vinte e uma nações ou "nanchons" de espíritos, por vezes também chamado lwa-yo. 

Algumas das nações mais importantes do PTN são o Rada (correspondem aos grupos Gbe-speaking étnicos nas repúblicas modernas de Benin, Nigéria e Togo), o Nago (sinônimo de etnias de língua iorubá na Nigéria, a República do Benim, e Togo), e os numerosos Centro-Oeste etnias africanas unidas sob o etnônimo Kongo. Os espíritos vêm também nas famílias que compartilham de um sobrenome, como Ogou, ou Ezili, ou Azaka ou Ghede. Por exemplo, Ezili é uma família, Ezili Dantor e Ezili Freda são dois espíritos individuais nessa família. 

A família Ogou são soldados, o Ezili governa as esferas femininas da vida, o Azaka governa a agricultura, o Ghede governa a esfera da morte e da fertilidade. No Vodu dominicano, há também uma família de Água Doce ou águas doces, que abrange todos os espíritos indígenas. Existem literalmente centenas de loa. Bem conhecido indivíduo lwa incluem Danbala Wedo, Papa Legba Atibon e Agwe Tawoyo. No Vodu haitiano os espíritos são divididos de acordo com sua natureza em basicamente duas categorias, sejam elas quentes ou frios. 

Os espíritos frios entram sob a categoria Rada, e os espíritos quentes entram sob a categoria Petro. Espíritos de Rada são familiares e agradável, enquanto espíritos Petro são mais combativo e inquieto. Ambos podem ser perigosos se irritados ou virados, e apesar das afirmações em contrário, nem é bom ou mal em relação ao outro. Todo mundo é dizer-se que os espíritos, e cada pessoa é considerada como tendo um relacionamento especial com um espírito particular, que é dito possuir sua cabeça, no entanto cada pessoa pode ter lwa, e aquele que possui sua cabeça, ou o tet conheceu, pode ou não ser o espírito mais ativo na vida de uma pessoa com os haitianos. 

Ao servir os espíritos, o voduísta busca conseguir a harmonia com seu / sua própria natureza individual eo mundo em torno dele, manifestado como fonte de poder pessoal em lidar com a vida. Parte desta harmonia é preservar o relacionamento social dentro do contexto da família e da comunidade. Uma casa Vodou ou a sociedade é organizada pela metáfora de uma família extensa, e inicia são os filhos de seus iniciadores, com o sentido da hierarquia e da obrigação mútua que implica. A maioria dos voduístas não são iniciados, referido como sendo Bosal, não é um requisito para ser um iniciado a fim de servir os próprios espíritos. 

Há um clero no Vodu haitiano, cuja responsabilidade é preservar os rituais e as canções e manter o relacionamento entre os espíritos ea comunidade como um todo (embora isto é responsabilidade de toda a comunidade também). Eles são encarregados de conduzir o culto a todos os espíritos de sua linhagem. Os sacerdotes são chamados de houngans e sacerdotisas como Manbos. Abaixo dos houngans e manbos são hounsis, que são iniciados, que atuam como assistentes durante cerimônias e que são dedicados a seus próprios mistérios pessoais. Ninguém serve a qualquer lwa mas apenas os que tenham acordo com o próprio destino ou natureza. 

Os espíritos que uma pessoa pode ser revelado em uma cerimônia, em uma leitura, ou em um sonho. No entanto, todos os vodu também servir os espíritos de seus próprios antepassados ​​de sangue, e este aspecto importante da prática do Vodu é frequentemente encobertos ou minimizada em importância pelos comentadores que não compreendem o significado dela. O culto do antepassado é de fato a base da religião Vodu, e lwa como Agasou (um antigo rei do Daomé) por exemplo, estão em ancestrais fato de que se diz ter sido elevados à divindade. Posse No Vodu haitiano é descrito como deus apreensão de um cavalo (o ser humano) que é montado, por vezes até a exaustão ou morte.

 Liturgia e prática Depois de um dia ou dois de preparação a criação de altares, ritualmente preparar e cozinhar aves e outros alimentos, etc, um ritual de Vodu haitiano começa com uma série de orações e de cantigas católicas em francês, então uma litania em Kreyòl e Africano langaj que passa por todos os santos Europeu e Africano e LWA honrados pela casa, e, em seguida, uma série de versos para todos os espíritos principais da casa. Isso é chamado de Gine Priyè ou a Oração Africano. Após mais canções introdutórias, começando com saudar o espírito dos tambores nomeado Hounto, as músicas para todos os espíritos individuais são entoadas, começando com a família de Legba com todos os espíritos de Rada, então há uma ruptura ea parte Petro do serviço começa , que termina com as músicas para a família Gede. 

Como as músicas são cantadas espíritos virão visitar os presentes através da possessão dos indivíduos, falando e agindo por meio deles. Cada espírito é saudado e cumprimentado pelos noviços presentes e dará consultas, conselhos e curas àqueles que solicitarem por sua ajuda. Muitas horas mais tarde nas primeiras horas da manhã, a última música é cantada, os hóspedes saem, e todos os hounsis gastas e houngans e manbos pode ir dormir. No nível do indivíduo família, um voduísta ou sèvitè / serviteur pode ter uma ou mais tabelas estabelecidas por seus antepassados ​​eo espírito ou espíritos que servem com retratos ou estátuas dos espíritos, perfumes, alimentos e outras coisas favorecidos por seus espíritos . 

O conjunto mais básico é apenas uma vela branca, um copo de água, e, talvez, flores. No dia um espírito particular, acende uma vela e diz que um Pai Nosso e Ave Maria, sauda Papa Legba e pede-lhe para abrir a porta, e então uma saudação e fala ao espírito particular como um membro da família mais velho. Antepassados ​​são contactadas directamente, sem o mediador de Legba, uma vez que estão a ser dito no sangue. Mitos e equívocos Relações públicas-sábio, Vodu veio ser associado na mente popular com os fenômenos como zumbis e bonecas vodus. Embora não haja evidência da criação de zumbis, é um fenômeno menor dentro da cultura rural do Haiti e não uma parte da religião Vodu em si. Tais coisas caem sob os auspícios da bokor ou feiticeiro em vez de o sacerdote do Lwa Gine. A prática de furar com agulhas em bonecos de vodu tem história na cura de ensinamentos como a identificação de pontos de pressão. 

Como se tornou conhecido como um método de amaldiçoar um indivíduo por alguns seguidores do que veio a ser chamado de New Orleans Voodoo, que é uma variante local do hoodoo, é um mistério. Alguns especulam que era uma das muitas formas de auto-defesa por incutir medo nos proprietários de escravos. Esta prática não é exclusivo de Nova Orleans Voodoo, no entanto, e tem base tanto na Europa-com base em dispositivos mágicos como o cone eo nkisi ou bocio da África Ocidental e Central. Eles estão em objetos de poder de fato, o que no Haiti seria conhecido como pwen, ao invés de substitutos mágicos para um alvo pretendido de feitiçaria seja para benção ou para maldição. Bonecos vodu Esses não são uma característica da religião haitiana, embora as bonecas destinados a turistas possam ser encontradas no Mercado de Ferro, em Port au Prince. 

A prática tornou-se estreitamente associada com as religiões vudus na mente do público, através do veículo de filmes de terror. Há uma prática no Haiti de pregar bonecos de petróleo bruto com um sapato descartados em árvores perto do cemitério de agir como mensageiros para o outro mundo, que é muito diferente em função da forma como bonecos são retratados como sendo usado por seguidores do vodu em meios populares e imaginação, ou seja. para fins de magia simpática para com outra pessoa. Outro uso de bonecos, na prática Vodu autêntico é a incorporação de bebês boneca de plástico em altares e objetos usados ​​para representar ou honrar os espíritos, ou em pwen, que recorda o uso da citada bocio e nkisi figuras em África. 

Um artista haitiano particularmente conhecido por suas inusitadas construções sagradas, usando peças da boneca é Pierrot Barra de Port au Prince. Apesar Vodu é frequentemente associada com o Satanismo, Satanás é meramente uma crença de Abraão e não foi incorporada na tradição vodu. Quando Mississippi Delta folksongs misturar referências ao vodu e Satanás, que está sendo expresso é a dor social, como o racismo, que é expressa em termos cristãos e culpa o diabo. Aqueles que praticam o vodu não adorar ou invocar as bênçãos de um demônio.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Poder de magia Vodu


Quando pensamos em vodu, sempre nos vem à mente bonecos sendo espetados por agulhas. Este conceito pode ser visto até mesmo em um recente comercial de TV, onde uma garota faz uma magia contra um rapaz lançando mão de uma prática vodu. Contudo, esse grupo religioso misterioso envolve muito mais que isso.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o vodu é praticado há mais de cem anos nos Estados de Louisiana e Mississipi. No Haiti, quase toda a população se envolve com o vodu – o país tem o voduísmo como religião oficial. Já no Brasil, o seu exercício foi veiculado com grande sincretismo, pois se misturou ao catolicismo nordestino e aos cultos afros. O pesquisador Josh Macdowell atribui a busca pelo oculto à curiosidade humana, que conduz o homem ao esforço pelo conhecimento das coisas secretas, aquelas que parecem extrapolar os cinco sentidos.

De fato, desde épocas remotas, o homem tem perseguido desvendar o oculto. Segundo comenta a psicóloga e professora universitária Any Lílian, “a busca permanente pelo oculto, em geral, é o que todos fazemos ao tentar alargar nossos conhecimentos, o que pode ser saudável, pois muito do conhecimento filosófico e científico construído pela humanidade se originou de ‘mistérios’ tidos como ocultos no passado, mas que estão desvendados no presente”. Entretanto, o que temos diante de nós aqui é uma manifestação religiosa rigorosamente ocultista envolvendo elementos que, para muitos, não passariam de lendas religiosas de filmes de terror. Serpentes, fetiches, zumbis, cemitérios e outros itens dão conta de atrair a atenção dos pesquisadores ao “mundo vodu”. O que pretendemos nesta matéria não é promover o voduísmo, mas reportar seus mistérios e crenças exóticas, esclarecendo e informando nossos leitores.

O termo vodum ou vodu, como chamamos, teve sua origem no Oeste da África, num reino chamado Daomé, atualmente conhecido como Benin.Com a escravidão no século 19, os nativos de Daomé foram capturados e levados para que fossem trocados por armas e alimentos por mercadores europeus, o que os levou a se estabelecer em muitas partes das Índias Ocidentais e no Haiti. Como na época a igreja católica demorou a constituir um clero que pudesse batalhar pela religião cristã no Haiti, esta ausência prolongada deu aos escravos a oportunidade de combinarem a sua religião, o vodu, com o catolicismo, formando um denso sincretismo (mistura) religioso.

Diz-se que 95% dos haitianos são católicos e 100%, adeptos do vodu. Tanto é assim que, às vezes, é difícil determinar onde acaba o catolicismo e começa o voduísmo. O presidente haitiano, Jean Bertrand Aristides, ex-padre católico, declarou, em abril de 2003, o vodu como religião oficial do país. Com essa posição do governo, os casamentos realizados no vodu passaram a ser aceitos e considerados oficiais, tendo valor religioso, como ocorre com as demais religiões ao redor do mundo. Contudo, apesar da proeminência voduísta no país, existe também um trabalho missionário cristão que tem incomodado o sossego desse grupo.

O fundador da Missão Evangélica do Norte do Haiti, Jean Berthony, promove anualmente uma campanha evangelística no país, o que tem gerado muitos resultados. Numa dessas ocasiões, as autoridades locais proibiram o seu trabalho, declarando que a cruzada evangelística do pastor Berthony teria sido a responsável por expulsar todos os espíritos vodus do país durante um tempo. Mas a importância do vodu no Haiti ultrapassa o âmbito religioso. O turismo haitiano tem explorado o voduísmo com afinco.

Até a ministra do turismo, Martine Deverson, disse: “Hoje em dia existe uma consciência maior do patrimônio cultural do Haiti, e o vodu, apesar de freqüentemente ser confundido com magia negra, pode ser fator de atração para os visitantes”. Maio é o período do ano mais ativo para os adeptos do vodu, pois é quando se intensifica o ritual e magias em busca da “felicidade”.

Como em muitas religiões, o vodu também possui um templo. Mas o que caracteriza o santuário é uma coluna chamada poteau-mitan. Localizada no centro do templo, essa coluna é considerada sagrada pelos seguidores e é em sua volta que as cerimônias de comunicação com as divindades são realizadas. Ao redor da poteau encontram-se desenhos decorativos chamados vevers. São representações heliográficas de diversas entidades adoradas no vodu. Aliás, entidades é que não faltam no vodu, que possui um grande panteão. Os nomes das divindades se alteram, dependendo da região onde o ritual é praticado, mas a maioria dos adeptos dessa prática considera que o panteão veio do Oeste africano.

As entidades desses panteões, por muitas vezes, são consideradas pelos adeptos como espíritos de pessoas que já morreram, homens que tiveram importância dentro da comunidade religiosa, príncipes ou sacerdotes. Esses espíritos levam o nome de loas, e podem ser classificados em entidades de dois grupos: Rada:: entidades transmitidas por Daomé. Petros : entidades que, ao longo do tempo, infiltraram-se na prática religiosa vodu. Segundo a crença vodu, as manifestações dos grupos petros e rada têm personalidades e sensibilidades definidas e procuram sempre seguir uma família específica de adeptos.

Outras divindades são públicas, manifestando-se em qualquer pessoa. Hungans e mambos. xistem algumas informações que apontam o voduísmo como uma religião matriarcal, na qual a mambo é conhecida também como rainha, porém, é o hungan que preside o hunfort, o santuário religioso. O sacerdote vodu possui várias posições: atua como curandeiro, adivinho e exorcista. Nas comunidades em que se observa a falta do sacerdote a mulher toma a frente, sendo considerada a maior autoridade religiosa.

A maioria das religiões possui líderes que conduzem seus cultos e rituais. No vodu isso também existe, eles são conhecidos por hungans. A mulher também tem a sua participação, porém, a terminologia a ela conferida é mambo. Geralmente, as cerimônias são realizadas no período noturno. Fazem parte do ritual: bebidas de rum, frutas e jarros de barros. As bebidas e comidas são erguidas e oferecidas aos loas, para invocá-los. No intuito de alegrar essas entidades, os voduístas lhes oferecem também sacrifícios de aves, porcos, galinhas, bodes e afins. Após as oferendas com danças, os loas possuem os corpos de seus súditos.

É interessante que nas possessões os indivíduos não possuem consciência daquilo que fazem e, conseqüentemente, não se lembram de nada após o término do ritual. No vodu, mais ou menos como ocorre na Umbanda, as danças em volta da ponteau-mitan são de suma importância, pois servem para se obter a espiritualidade: as pessoas que envolvem com a dança são mais rapidamente possuídas. Para cada divindade existe um tipo de música, instrumento e ritmos específicos, segundo o gosto de cada loa, que exige que tudo seja purificado e consagrado para o ritual.

Na Umbanda, os atabaques também são consagrados para fazer que os orixás de Aruanda e Orum se manifestem. As serpentes também fazem parte de alguns cerimoniais. No ritual chamado mambo, o réptil é retirado de um cesto e posto bem próximo do rosto da sacerdotisa que, ao tocar no animal, recebe, supostamente, visão especial e poderes sobrenaturais. Segundo a crença vodu, os primeiros homens criados eram cegos e foi justamente a serpente que conferiu visão à espécie humana. Sem dúvida, o boneco vodu é o primeiro elemento que vem à mente dos leigos quando se fala em voduísmo. Tal objeto é empregado para invocar os poderes dos deuses do vodu e recebe o nome de fetiche, que significa feitiço. O fetiche é confeccionado por quem irá realizar o trabalho de magia e, enquanto é feito, a pessoa tem de mentalizar os objetivos que quer alcançar com o ritual e “transmitir” sua energia ao boneco. O fetiche deve ser feito com a semelhança anatômica de uma pessoa: cabeça, tronco e membros. Partes indispensáveis para a “eficácia” da magia são os órgãos genitais masculinos ou femininos.

O boneco precisa ser batizado com o nome da pessoa que irá representar e, geralmente, é feito de massa de modelar, nunca de pano ou outro material. Segundo as sacerdotisas, tais bonecos são feitos para realizar o bem, para se alcançar prosperidade e curas. O que pessoa precisa fazer é perfurá-los com espetos ou alfinetes. Mas na prática as intenções nem sempre são essas. Outro elemento do culto vodu é o zumbi. O cinema norte-americano popularizou esses “personagens” em seus filmes. Todavia, os seguidores do vodu dizem o seguinte: “Aquilo que o cinema mostra é totalmente diferente do que é feito na prática vodu. Os zumbis não são pessoas mortas, como divulga o cinema”. Na verdade, segundo os ensinos vodus, o processo para se chegar a ser um zumbi é feito por meio de ervas que contêm substâncias capazes de deixar a pessoa em um estado de “morto-vivo”.

Esses compostos de ervas deixam o batimento cardíaco mais lento. As ervas utilizadas pelos sacerdotes têm a capacidade de dilatar as pupilas, fazendo a pessoa perder a sensibilidade à luz e deixando-a em um estado de transe, o que facilita o processo de ritual feito pelo sacerdote, uma vez que o candidato torna-se totalmente manipulável. O pesquisador e antropólogo do museu botânico da universidade de Harvard, Estados Unidos, Wade Davis, que se envolveu com a sociedade secreta do Haiti, foi procurado há algum tempo por dois psiquiatras que acreditavam existir uma poderosa droga capaz de transformar uma pessoa em zumbi.

Davis explicou o seguinte: “O ritual se dá por meio da magia negra [...] a vítima tem todo o indício de morte aparente, quase não respira, tem a pele fria, quase não tem pulsação e, mesmo assim, está viva”. Isto se deve ao fato de a pessoa ficar horas sem oxigenação no cérebro, o que reduz o seu nível de consciência. O curioso é que entre os componentes da fórmula utilizada pelos feiticeiros podem ser encontrados narcóticos, tetradotoxina, veneno neurotóxico e até veneno de rãs. O feitiço do zumbi Dentro do sistema de crenças vodus, o zumbi é um dos feitiços mais temidos. Muito mais do que a magia dos bonecos. O bokor, praticante de magias e feitiços, possuído por uma entidade chamada Baron Samedi, fornece as diretrizes para a pessoa que deseja praticar a magia.

O “cliente” tem de ir ao cemitério, à meia-noite, e ali apresentar ofertas especiais às divindades. Dali, ele deve tomar um punhado de terra para cada pessoa que deseja matar (esta é considerada uma magia negra para a morte). Após pegar a terra, o praticante deve espalhá-la pelos lugares em que suas vítimas costumam passar. Depois, retira algumas pedras de um túmulo, as quais servirão como instrumentos para realizar o designo maligno. Quando o praticante joga a pedra na porta da casa da pessoa para qual a magia foi direcionada, a vítima começa a adoecer e a emagrecer, chegando à morte em um curto espaço de tempo. Mas, segundo a crença vodu, o feitiço pode ser desfeito. Se por acaso esta pessoa for diagnosticada a tempo de que recebeu o tal feitiço, ela deve procurar um hungan rapidamente para retirar-lhe a magia e expulsar os maus espíritos. Biblicamente, sabemos que o crente não precisa se preocupar com feitiços de nenhuma espécie, por mais assustadores que sejam.

A palavra de ordem para que o cristão não seja alvo destes e de outros dardos do diabo é temer a Deus: “O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra” (Sl 34.7). Em nossas vidas, a maldição sem causa não se cumpre (Pv 26.2). Apesar de tudo isso, existe uma certa militância por parte de alguns voduístas em insistir que a magia vodu trabalha para o bem. No vodu, a idéia de distinção entre a magia do bem e do mal é difundida com esmero, pois a sacerdotisa ou o sacerdote geralmente recusa-se a realizar magia negra que, segundo eles, se destinaria apenas aos bokors – oficiantes do ritual com fins maléficos. Assim, hungans e manbos realizam rituais para o “bem” e os bokors, para o mal. Analisando algumas manifestações afro-brasileiras, vemos que existe também uma grande preocupação em não macular sua prática religiosa, a fim de que seus conceitos e propósitos não sejam confundidos. Os umbandistas, por exemplo, se esforçam em pregar que sua religião desenvolve magias voltadas para o bem, enquanto que a Quimbanda, para o mal.

Todavia, ao verificarmos as práticas observadas pelos dois segmentos, constatamos que seus elementos ritualísticos são rigorosamente idênticos. Por exemplo, as oferendas com sacrifícios de animais e os toques dos tambores e danças são partes peculiares dos cultos afros. Semelhantemente, isso ocorre também no Candomblé, onde a prática de sacrifícios de animais é “exigida” pelas entidades por ocasião das possessões dos espíritos. Podem-se alterar os nomes, mas as castas espirituais são as mesmas: orixás africanos e santos católicos dividem os mesmos altares. Se no vodu o lado da “esquerda” existe, no Brasil temos a Quimbanda.

Tal como no voduísmo, nos cultos afro-brasileiros também são feitos “trabalhos” em cemitérios e oferendas em cachoeiras, encruzilhadas, etc. Aliás, muitas iniciações da Quimbanda são feitas em cemitérios. Enquanto no vodu confeccionam-se fetiches batizados com o nome da pessoa que se almeja atingir, nos cultos afro-brasileiros costuram-se as bocas dos sapos com o nome da pessoa dentro. O vodu pede um período de preparo para os iniciados, no Candomblé o iniciado deve se preparar por alguns meses.

Os pais e mães-de-santo possuem os mesmos atributos dos hungans e das mambos. A prática vodu é feitiçaria sem maquilagem. A Bíblia identifica tais práticas como cultos demoníacos. A história relata que a igreja primitiva teve de ser submetida a constantes advertências por parte dos apóstolos porque os cristãos daquele tempo eram seduzidos a buscar nos feitiços e magias a “felicidade”. Hoje em dia, é isso o que constatamos entre aqueles que não têm suas vidas regidas pela Palavra de Deus. A Bíblia é expressa em apresentar sua oposição aos sacrifícios dos cultos afro-brasileiros ou voduístas: “Que digo pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor? Antes, digo que as coisas que eles sacrificam é a demônios que a sacrificam e não a Deus...” (1Co 10.19,20). Os haitianos praticantes do vodu acreditam que o homem possui duas almas: Gros bon ange: cuja tradução é: “grande anjo bom”. Essa alma, segundo acreditam os haitianos, tem a capacidade de sair do corpo enquanto a pessoa dorme. E, se não retornar, a pessoa morre.

Petit bon ange: traduzido quer dizer “pequeno anjo bom”. Essa alma, segundo crêem, proteger e guiar o adepto. Quando a pessoa morre, ela permanece por alguns dias guardando o corpo. Somente após um período de nove dias, contando a partir do sepultamento, é realizado um ritual para afastá-la. Como a reencarnação faz parte da crença vodu, seus praticantes acreditam que a petit bon ange se transforma em algum objeto ou animal, geralmente uma grande serpente. Após a transformação, se aos rituais de sacrifícios e cerimônias, sob a responsabilidade dos parentes, forem negligenciados, a vingança da petit bon ange se volta contra eles.

Carlinhos Lima - Pesquisas

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