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quinta-feira, 24 de maio de 2012

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Religião e fé: O mito da Criação

Cada Odù aponta uma direção, um ponto de partida e seu término, alterando e influenciando dia após dia a conduta de tudo que possui vida. Os 16 odus principais correspondem aos pontos de adoração do Universo, que são os pontos cardeais, colaterais e sub-colaterais. Itan Dídá Àiyé (história da criação do mundo) Ofun Meji criou o Universo.

Após os primeiros momentos da formação do cosmos Ofun Meji deu início à geração de seus filhos (os demais odus). O primogênito foi Oyeku Meji, pois no princípio só havia trevas. Em seguida criou Ejiogbe (segundo alguns relatos ambos nasceram no mesmo dia). Após conceber Oyeku Meji, Ofun Meji entrega-lhe seu cetro real para que com o mesmo abrisse o PORTAL DA LUZ. Tão logo o mesmo fosse aberto surgiria a luz e a mesma se dispersaria pelo Universo, iluminando-o em todas as direções. Ofun Meji recomendou a Oyeku Meji abstinência ao emu.

Certo dia Oyeku Meji ao retornar de suas ocupações dispersou-se de seu irmão e embriagou-se com emu, desobedecendo as determinações do pai. Ejiogbe sentiu falta do irmão e retornou pelo caminho percorrido, encontrando-o embriagado e adormecido. Por mais que tentasse não conseguiu acordá-lo.
Em face disso Ejiogbe recolheu o cetro real e retornou sozinho ao Orun, onde Ofun Meji os aguardava. Tão logo chegou o pai perguntou:

"Onde está teu irmão, o guardião do cetro que conduzes?" "Ele bebeu emu em excesso e adormeceu. Tentei acordá-lo em vão. Como era hora de retornar, resolvi eu mesmo trazer o cetro real."

"Tu não bebeste?"

"Não! Sabes que não desobedeço às tuas ordens, meu pai." "Sendo assim confiarei a ti a guarda do cetro real. Tu substituirás teu irmão a partir deste instante."

Ao se recuperar da embriaguez e sentir a falta do cetro real, Oyeku Meji retornou ao Orun totalmente desnorteado. Ao cruzar os umbrais do orun foi interpelado por seu pai:

"Por que me desobedeceste, meu filho?"

"Não resisti ao desejo veemente do emu, e o pior é que não sei onde deixei o vosso cetro, e nem onde está meu irmão."

"Felizmente ambos não estão perdidos. Teu irmão recolheu o cetro real e o trouxe de volta para mim. Devido ao teu procedimento, de hoje em diante estarás subordinado a teu irmão mais novo."

A partir daí é que Ejiogbe passou a ocupar o primeiro lugar por ordem de chegada ao Aiye.

Oyeku Meji resignou-se a seguir fielmente Ejiogbe, o qual, piedoso suplicou ao pai:

"Oyeku Meji é meu irmão mais velho, e face a sua fraqueza e desobediência tornou-se meu servo, o que me entristece. Seria possível dar a ele a guarda das noites e das trevas, uma vez que confiaste a mim os dias e a luz?"

Com pena, Ofun Meji confiou a Oyeku Meji a vigília da noite, das trevas, do sono e da insônia, enfim a guarda de tudo que ocorre à noite, seja na terra, no ar ou nas águas.

Mais uma vez Ofun Meji chamou Ejiogbe a sua presença e o encarregou de disseminar a luz aos mais longínquos recantos do Universo, criando assim as estrelas. Deu-lhe como auxiliar Èsù (por isso Exu percorre os quatro cantos do mundo com seu ogó).

As determinações foram cumpridas, ficando do alto do céu o sol a reinar sobre os dias e a lua sobre as noites, e as estrela a brilhar nas madrugadas.

***Texto adaptado por Ifatolá Lokení.

sábado, 19 de maio de 2012

O poder das oferendas


Dentro do culto aos Orixás, o mais importante são as oferendas aos Orixás, que têm por finalidade manter o equilíbrio das relações entre eles e os seres humanos. É através das consultas ao Oráculo de Ifá, que as pessoas, mesmo as não iniciadas, são informadas a respeito das exigências de seus Orixás e principalmente de Exú, relativas às oferendas que desejam receber.

Nem sempre estas exigências são estabelecidas pela relação anteriormente explicada entre o ser humano e seu Orixá de cabeça, muitas das vezes, é um outro Orixá quem se oferece para solucionar um determinado problema ou alguma dificuldade que está sendo vivenciada e, em troca, exige algum tipo de sacrifício em seu louvor.

Algumas vezes, pessoas atormentadas pelos mais diversos tipos de dificuldades, recorrem aos préstimos de algum Orixá, oferecendo algum tipo de sacrifício como penhor de sua confiança e de sua fé, da mesma forma que os católicos recorrem aos seus santos, implorando graças e fazendo promessas que, invariavelmente, são pagas somente após a obtenção da graça solicitada.

Os sacrifícios oferecidos aos Orixás, são genericamente denominados “ebós” que se dividem em “ejenbale” (sacrifícios com derramamento de sangue) e “adimús” (sacrifícios incruentos).

Os ebós ejenbale, dividem-se em diversos tipos, exigindo sempre o derramamento de sangue de algum tipo de animal que pode ser uma ave, um quadrúpede ou até mesmo um simples caramujo. Dentre os mais conhecidos, destacamos:

Ebó ejé: Oferenda votiva que tem por finalidade obter determinado favorecimento ou graça de uma Divindade. Ebó etutu: Sacrifício de apaziguamento. Este tipo de sacrifício é geralmente determinado pelo Oráculo e tem por finalidade acalmar a ira ou o descontentamento de uma entidade qualquer.

Ebó a ye ipin ohun: Sacrifício substitutivo. Tem por finalidade substituir a morte de alguém pela oferenda determinada pelo Oráculo, no Brasil, este sacrifício é vulgarmente conhecido como “ebó de troca”.

Ebó ba mi d’iya: Sacrifício que visa atenuar uma punição de morte imposta à uma pessoa por um Orixá ou por um espírito maligno. Neste caso, como no anterior, um carneiro é sacrificado em substituição ao ser humano. Ebó Ogunkojà: Sacrifício preventivo que pode ser público ou individual. Tem por finalidade evitar qualquer tipo de acontecimento nefasto que ameace a pessoa (individual) ou até mesmo uma cidade ou aldeia (público).

Ebó a d’ibode: Trata-se de um sacrifício propiciatório e preventivo. Este sacrifício é oferecido na fundação de uma casa, aldeia ou cidade e tem por finalidade acalmar os espíritos da terra no local da fundação. Antigamente, este ebó exigia o sacrifício de seres humanos que hoje em dia, foram substituídos por diversos animais. Como podemos observar, o sacrifício de seres humanos era exigido nos primórdios do culto o que, sem dúvida, seria hoje considerado um absurdo, além de configurar-se, seja em qual for a circunstância, em homicídio, selvageria e falta de respeito ao ser humano.

Da mesma forma, o derramamento do sangue de animais, só deve ocorrer em situações de extrema necessidade e em casos em que não possam ser substituídos por outras oferendas pois, se os Orixás, acostumados que eram a receberem sacrifícios humanos, concordaram na substituição dos mesmos pelos sacrifícios de animais, é fácil deduzir-se que estes podem também dar lugar a sacrifícios de minerais, vegetais e objetos de seu agrado.

Adentramos uma nova era em que todas as formas de vida adquirem sua valorização máxima e a vida dos animais, da mesma forma que a dos seres humanos, há que ser respeitada e preservada ao extremo. É chegada a hora de darmos um basta ao inútil derramamento de sangue que, ao invés de apaziguar os nossos deuses, só conseguem despertar a sua ira, tornando-os intolerantes e cada dia mais distantes de nós.

É necessário que se desperte nos adeptos do Candomblé a consciência do respeito devido a todas as formas de vida animal, cujo sacrifício só pode ser efetivado em casos excepcionalíssimos e quando todos os demais recursos hajam sido esgotados.

É num itan de Ifá, do Odu Odi Meji, que encontramos a fundamentação para as afirmações anteriormente feitas: Odi Meji disse: “Metolõfi, por avareza, não quis sacrificar um boi de malhas brancas e a morte veio buscá-lo.”

Quando Ifá estava ainda no ventre de sua mãe, pediu que seu pai pegasse um boi malhado de branco e oferecesse em sacrifício, a fim de evitar que dentro de três anos, uma guerra viesse dizimar o seu reino. Seu pai negligenciou o sacrifício e no dia do nascimento de Ifá, seu pai morreu e sua mãe foi capturada como escrava.

Três anos depois, a guerra arrasou o país e Ifá mandou que Ajinoto, a parteira, o encerrasse dentro de uma cabaça, de forma que ninguém o pudesse ver. A parteira foi encarregada também, de avisá-lo logo que alguém passasse por perto, para que ele revelasse ao passante, a causa de seus sofrimentos e os remédios e sacrifícios que resolveriam todos os seus problemas.

Tudo ocorreu da forma como Ifá planejara e o homem que passou naquele local, não hesitou em levar para sua casa, a cabaça onde Ifá havia sido encerrado.

Para deslumbramento de todos, Ifá, de dentro da cabaça, dava conselhos, receitava medicamentos e resolvia os mais difíceis problemas. Um dia Ifá ordenou que alguém se dirigisse ao mercado onde, pelo preço de quarenta e um caurís, deveria comprar sua mãe que estava sendo vendida junto com outras escravas. “A primeira mulher que for oferecida deve ser comprada, pois esta é minha mãe.”

Naquela época Ifá costumava aceitar sacrifícios humanos no festival de Fanuwiwa.

Quando a escrava adquirida no mercado foi trazida, Ifá ordenou que lhe fosse entregue uma certa quantidade de milho, para que pilasse e transformasse em farinha destinada à preparação o amiwo.

Enquanto pilava o milho, a mulher ouvia os fiéis invocando Ifá:

“Orunmilá! Akefoye! Agbo wi dudu hu do fe to!” (Orunmilá! Akefoye! Se teu nome é Ifá, jamais esquecerás de mim!).

Reconhecendo em Ifá o seu próprio filho, a pobre mulher pôs-se a cantar, em voz alta, a saudação que ouvia:

“Orunmilá! Akefoye! Agbo wi dudu hu do fe to!”

As pessoas contaram a Ifá sobre a mulher que cantava aquela saudação enquanto pilava o milho e Ifá ordenou que ela largasse aquele trabalho e que, no dia seguinte pela manhã, chamasse por ele junto com seus fiéis, para que pudesse mostrar a todos de que forma deveria ser corretamente alimentado. Ordenou ainda, que fosse preparado um akpakpo e dois panos brancos de cabeça denominados kpokun abuta, proibindo a todos de olharem para aqueles objetos.

Como Ifá vivera, até então, fechado dentro de sua cabaça, jamais havia sido visto por ninguém. Quando todos se afastaram Ifá saiu de sua cabaça coberto por um grande chapéu, vestindo um avental de pérolas e calçando sandálias, indo sentar-se no alto de um tripé de onde gritou:  “Olhem bem, sou eu, Ifá! Ifá que ninguém nunca viu… A mulher que mandei comprar no mercado de escravos deve ser trazida até aqui!”

A mulher foi trazida à sua presença e Ifá mostrou-a a todo mundo dizendo: “Olhem bem, esta é minha mãe! Quando eu estava no seu ventre determinei que meu pai deveria sacrificar um boi malhado de branco, para evitar malefícios que já estavam previstos. Mas meu pai não atendeu minha orientação e todo o mal acabou por se concretizar. Tanto tempo se passou e eu comprei esta escrava para ser sacrificada em minha honra. Entretanto não a sacrificarei! Não poderia trair minha própria mãe, mesmo que ela me tenha traído.”

Dito isto ordenou que cortassem os longos cabelos de sua mãe, que envolvessem sua cabeça com um belo torso branco e que a instalassem sobre a almofada akpakpo. Depois pediu um boi e um cabrito para serem sacrificados. Com a farinha moída por sua mãe mandou preparar um amiwo para ela, que não poderia ser comido em sua presença.

Desta forma, assentada sobre um akpakpo, transformou-se ela em Nã, mãe de um rei. Aos jovens que prepararam as carnes do boi e do cabrito, assim como o amiwo, ordenou que fosse dado uma parte de cada coisa, para que comessem depois da cerimônia. 1

A velha disse então a seu filho, que sentia-se muito envergonhada, pois não merecia tantas honrarias e que naquele dia iria encontrar-se em Ló (local para onde vão os espíritos dos mortos), com seu finado esposo. “A partir de hoje, quando fizerem uma cerimônia em minha honra, digam: Nã kuagba! (Nã seja bem vinda!), e virei receber as oferendas.” – Disse a mulher.

Nã disse ainda, que faria o Sol tornar-se mais brando ou mais quente, comandando-o de cima de seu akpakpo.  A partir de então, realiza-se sempre o ritual de Xe Nã (dar comida à Nã), quando terminam os festivais Fanuwiwa. 2
Este Itan de Ifá fundamenta a possibilidade de substituição do sacrifício de um ser humano pelo de animais, o que nos leva a concluir a possibilidade da substituição do sacrifício destes por outros tipos de oferendas, partindo da premissa de que o ritual é criado pelo homem e não pelos deuses.

Isto posto, passemos ao assunto que é, na verdade, o principal objetivo do presente trabalho, a apresentação de uma vasta relação de oferendas incruentas aos Orixás e a outras entidades cultuadas no candomblé. O assunto será tratado de forma direta, através de um receituário contendo os ingredientes, o procedimento e o objetivo de cada trabalho, assim como à qual entidade deve ser oferecido.

1 – Depois das cerimônias de Nã, aqueles que preparam os alimentos a ela oferecidos, recebem uma pequena parte destes alimentos, parte esta que recebe o nome de kle ou kele e que só pode ser consumida depois que o Vodun for servido. (Este rito acompanha as cerimônias às divindades nagô sob o nome Atowo e às divindades fon sob o nome de Nudide).


2 – Itan coletado por Bernard Maupoil na região onde hoje fica a atual República do Benin e publicado em sua magnífica obra sobre o sistema oracular de Ifá, ”LA GEOMANCIE À L’ANCIENNE CÔTE DES ESCLAVES”

Os Tupi-Guarani e a Terra das Palmeiras

Também as lendas de nossos povos indígenas, os quais seriam modernamente conhecidos como Tupi-Guarani e que com mais certeza sobreviveram aos gigantescos cataclismos por terem ficado na parte mais antiga e estável do planeta, nos relatam sua luta pela sobrevivência em meio a tais cataclismos.
        À época de sua "descoberta" pelos europeus, embora já distantes da primitiva pureza de suas tradições, os Tupi-Guarani ainda sabiam-se de uma origem tão antiga que denominavam a sua mítica terra de origem ancestral pelo nome de Pindorama, porque este nome referenciava-se à uma lenda tão antiga que envolvia a idéia de um Dilúvio Universal que havia alcançado a "Terra das Palmeiras", que é o que significa "Pindorama" .
        Assim sendo, permanecendo na mítica Terra das Palmeiras de seus ancestrais e daí irradiando-se e vivendo por milênios em integração harmônica com a natureza, foram os povos Tupi-Guarani os que melhor retiveram a "centelha espiritual" da primeira raça humana.
        Viajantes e estudiosos da época do descobrimento e colonização inicial do Brasil, como De Bry, Hans Staden e Padre Simão de Vasconcellos espantaram-se com a constatação da religiosidade dos antigos Tupi.  Suas observações e estudos demonstram que a concepção religiosa, mística e teogônica destes povos era de uma grande elevação e estrutura moral que somente poderiam ser alcançadas por uma raça de antiquíssima maturação espiritual.  Assim, muito antes das tradições religiosas Africanas Banto e Sudanêsa se encontrarem no Brasil, aqui já existia a tradição religiosa autóctone dos Povos Indígenas Tupi-Guarani, os primeiros habitantes desta terra que eles denominavam pelo nome ancestral "Pindorama".
      Estes conhecimentos eram transmitidos pela tradição oral de seus Payés e chamava-se Tuyabaé-Cuaá, a "Sabedoria dos Doze Velhos Payés" a qual demonstra a sua ancestralidade com a saga do índio Tamandaré salvando-se, com sua família, de um Dilúvio no topo de uma gigantesca palmeira - a Pindó -, que flutuou sobre as águas que encobriam a "Terra das Palmeiras".

A oferta do carneiro sagrado ao senhor! Ofertas de animais como na verdadeira Umbanda

Muçulmanos de todo o mundo celebram uma festa tradicional chamada Aid Adhar ou festa do sacrifício do cordeiro, em comemoração do Profeta Abraão. A Aid el Kebir Adhar ou Aid el coincide com a peregrinação anual a Meca, onde este ano houve um número recorde de peregrinos. Setenta dias depois do Aid el Fitr do Ramadã, em que os muçulmanos comemoram o sacrifício do profeta Maomé pelo jejum, apresentamos o dia de عيد الأضحى (Aid el Adha), ou seja, a celebração do sacrifício. A Aid el Adha é comumente conhecido como Aid El Kebir eo grande celebração, uma festa que comemora o momento em que Abraão foi sacrificar seu filho para o pedido de Deus, até que Deus enviou um anjo para detê-lo e dizer a sacrificar em um carneiro em seu lugar. É nestes dias em que os muçulmanos ao redor do mundo ecoam estes fatos, sacrificando em suas casas (ou em matadouros) de uma ovelha, vaca, búfalo ou, os animais ruminantes ou seja, em geral. No ano Adha é na segunda-feira e domingo muitos muçulmanos escolheu rápido (ou que tinham vindo a fazer há cerca de 9 dias), embora este é o jejum voluntário.
A qualquer momento durante estes dias, não só no dia do Adha, pode ser encontrado nas ruas de grupos muçulmanos nos países de pessoas assistindo a morte de um desses animais e sua dissolução posterior em três partes: eles estão seguindo as práticas permitidas degolla no Islã (ou halal).
Embora às vezes pode variar, geralmente o animal deve ser atordoado, então faz uma incisão na parte de trás, cortando a veia jugular e artéria carótida. Este produto sangramento. Deve ser deixado coluna intacta. Este link Halal Instituto detalhado melhor o sacrifício de animais com diferentes perspectivas.
Na tradição muçulmana é que algumas famílias de ruminantes degollen em suas casas ou na rua, enchendo-a com rios de sangue que cruzam as ruas mais populares. Durante estes dias as comemorações continuam. Na noite antes do Aid el Adha ninguém dorme, aguardando o momento em que o muezim chamar a primeira oração do dia (cerca de 5 ou 6 da manhã) e depois prosseguir para a realização do sacrifício.
Na Espanha, porém, " apelou para a responsabilidade da população muçulmana na Espanha, que mais de um milhão de pessoas para chegar a seus matadouros autorizados e açougueiros abatidos em estabelecimentos não autorizados ou em casa para garantir a segurança do animal e da saúde dos consumidores . " Estima-se que na Espanha alguns 385.000 animais abatidos durante a ponte da Constituição.
Enquanto isso, em Meca, destino de peregrinação anual sagrado para os muçulmanos, alcançaram números recordes. Embora seja difícil estimar com precisão, diz-se que pode ser cerca de 3 milhões de peregrinos de mais de 100 países que foram confinados ao Monte Arafat , nos arredores de Meca, uma montanha onde o profeta Muhammad deu seu último sermão há 14 séculos atrás.

Como vemos, a tradição abrâmica, continua viva, é sagrada para muitos povos a oferta a Deus e aos deuses, mas, no Brasil por causa de infiltrações espiritas-cristãs, distorceram tudo e passaram a bagunçar e criticar as oferendas de animais da Umbanda! 

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