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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Astrofísica: Astrônomos revelam 2º visitante interestelar no nosso Sistema Solar (FOTO)


Astrônomos confirmam que misterioso viajante interestelar é, na verdade, um cometa do espaço profundo que está viajando através do nosso Sistema Solar.

Recentemente, um cometa interestelar foi descoberto viajando pelo nosso Sistema Solar, graças ao astrônomo amador ucraniano, Gennady Borisov, segundo o tabloide Daily Mail.
A descoberta chamou atenção do Minor Planet Center (MPC), que, por sua vez, nomeou o corpo celeste provisoriamente de C/2019 Q4 (Borisov).

© FOTO/ OBSERVATÓRIO GEMINI/ NSF / AURA
Cometa 2I/Borisov
Agora, o cometa ganhou um nome oficial e passou a ser chamado de 2I/Borisov pela União Astronômica Internacional (UAI).
Segundo a UAI, o 2I é devido ao fato de o cometa ser oficialmente o segundo objeto interestelar a ser descoberto em nosso Sistema Solar. Já o Borisov, obviamente faz referência ao seu descobridor.
No dia 7 de dezembro o 2I/Borisov deve estar se aproximando do Sol e deverá se tornar mais brilhante na região sul do céu entre dezembro e janeiro, para depois, deixar o nosso Sistema Solar para sempre.
Apesar de milhões de cometas terem sido descobertos, nenhum deles tinha uma órbita tão hiperbólica quanto o 2I/Borisov.

CC0 / PIXABAY
Cometa (imagem ilustrativa)
O cometa surgiu apenas dois anos depois do primeiro objeto interestelar ser encontrado, o que anima os astrônomos que planejam investigar e estudar o objeto detalhadamente.
Estimar o tamanho de um cometa não é uma tarefa muito fácil, já que eles estão envoltos pelo coma, que é uma grande nuvem de gás, que provoca sua aparência característica.
Contudo, devido ao brilho, o 2I/Borisov aparenta ter aproximadamente alguns quilômetros de diâmetro.
Os pesquisadores se prepararam para analisar o intrigante visitante, com coleta do máximo de informações a seu respeito.

Maior enigma da física moderna teria tomado rumo da resolução


"Troika de Higgs" estaria por trás do desaparecimento da antimatéria. A descoberta deixa cientistas mais próximos de solucionar o mistério da formação do Universo.

Três diferentes bósons de Higgs, conhecidos como a "troika de Higgs", seriam responsáveis pelo desaparecimento da antimatéria no Universo. Cientistas do Laboratório Nacional de Brookhaven de Nova York e do Departamento de Física e Astronomia da Universidade do Kansas desenvolveram uma teoria que poderia explicar o desaparecimento da antimatéria no Universo.
Em artigo publicado na revista digital arXiv, os pesquisadores propõem uma teoria para solucionar o problema da assimetria da matéria, conhecida como "assimetria de bárions". O fenômeno se refere à disparidade entre a quantidade de matéria e antimatéria existente no Universo.
De acordo com os cientistas, a disparidade de aproximadamente um milhão de partículas de matéria para cada partícula de antimatéria observada no Universo poderia ser explicada pela influência dos bósons de Higgs, descobertos com o auxílio do acelerador de partículas Grande Colisor de Hádrons, em 2012.

COPPE/DIVULGAÇÃO
Interior do túnel do Atlas, o maior detector de partículas do mundo localizado na fronteira entre Suíça e França
A teoria proposta sugere que as partículas conhecidas como a "troika de Higgs", aliadas à alta quantidade de energia que caracterizava o Universo nos seus primórdios, teriam levado a matéria a chocar com a antimatéria logo após o Big Bang. Esse fenômeno seria a causa da assimetria de bárions.
Embora os integrantes da "troika de Higgs" ainda não tenham sido observados, sua hipotética influência no desaparecimento da antimatéria coloca os cientistas mais próximos da solução de um dos maiores mistérios da física moderna: a formação do Universo.

Astrofísica: Simulação da NASA demonstra força gravitacional de buraco negro



Após revelar a primeira fotografia de um buraco negro, a NASA decide compartilhar uma simulação para demonstrar a força gravitacional do fenômeno.

Apesar de a imagem ser algo marcante, a fotografia não permite ter ideia do que realmente ocorre em um buraco negro, e é por isso que a NASA resolveu criar uma simulação, onde é possível visualizar o fenômeno.
Visualize a mind-bending black hole 😱

The gravity of a black hole is so intense, it distorts its surroundings like a carnival mirror. Simulations help us see what Einstein meant when he said gravity warps the fabric of space & time. Get sucked in: https://go.nasa.gov/2lMiqJz 

3.650 pessoas estão falando sobre isso
​Visualize um alucinante buraco negro. A gravidade de um buraco negro é tão forte que distorce seus arredores. As simulações nos ajudam a compreender o que Einstein quis dizer quando afirmou que a gravidade distorce o tecido do espaço e do tempo.
simulação foi criada pelo Centro de Voo Espacial Goddard da NASA através de um software e procura demonstrar a força gravitacional do buraco negro, onde nem mesmo a luz pode escapar.
"Simulações e vídeos nos ajudam a visualizar o que Einstein queria dizer quando afirmou que a gravidade distorce o tecido do espaço e do tempo", afirmou Jeremy Schnittman, que gerou as imagens e a simulação.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Mistério à meia-noite: enigmático pulso magnético é descoberto em Marte


Geofísico robótico da NASA descobriu que o campo magnético do Planeta Vermelho, às vezes, começa a pulsar de maneira misteriosa à meia-noite.

Além disso, o módulo de pouso InSight da NASA reúne informações para ajudar os cientistas a entenderem melhor cada detalhe e a evolução do planeta, como medir a temperatura da crosta superior, registrar os sons de terremotos extraterrestres e medir a força e a direção do campo magnético de Marte.
Através dessas informações, pesquisadores descobriram um conjunto incomum de dados, encontrando uma série de pulsos magnéticos que ocorrem todos os dias por volta da meia-noite em Marte, segundo o tabloide Express.
O magnetômetro da missão InSight forneceu aos cientistas a melhor visão que já havia tido do campo magnético da crosta. Esse campo magnético próximo ao robô era aproximadamente 20 vezes mais forte do que o previsto em medições orbitais passadas.

© NASA. CENTRO DE VOOS ESPACIAIS GODDARD DA NASA
Enorme campo magnético ao redor da Terra
A descoberta foi apresentada em um documento no Congresso Europeu de Ciências Planetárias e na reunião da Sociedade Astronômica Americana em Genebra, na Suíça.
O fato mais curioso da descoberta é que as oscilações ocorrem à meia-noite do horário local, como se respondessem às demandas de um temporizador noturno invisível.
A fonte dos pulsos ainda é desconhecida, por isso, os pesquisadores pretendem investigar se eles ocorrem no subsolo ou na superfície.
"A forte magnetização que foi observada nas rochas da superfície indica que é possível aprender muito sobre a dinâmica da crosta dos magnetômetros transportados nas sondas", afirmam os pesquisadores.
Além disso, eles acreditam que essa magnetização poderia revolucionar a compreensão da localização da crosta terrestre da mesma maneira que os estudos magnéticos dos oceanos da Terra revolucionaram a compreensão da tectônica terrestre.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Raro asteroide metálico teria tido erupção de ferro, aponta estudo


Apesar de parecer cena de filme de ficção científica, um novo estudo mostra que a erupção de ferro pode ser algo real.

Pesquisadores da Universidade de Purdue, EUA, analisaram o asteroide metálico Psyche, sugerindo que a rocha espacial pode ter emitido ferro durante sua formação, segundo o Mirror.
Aparentemente, o asteroide é composto em grande parte de ferro e níquel, entretanto, ele é significativamente menos denso do que deveria ser, tornando-se um grande mistério para os pesquisadores, que procuram entender sua formação.
Imagem artística da sonda para missão Psyche da NASA
© FOTO/ NASA/JPL-CALTECH/UNIVERSIDADE DO ESTADO DO ARIZONA/SPACE SYSTEMS LORAL/PETER RUBIN
Imagem artística da sonda para missão Psyche da NASA
Acredita-se que os asteroides ricos em metais foram formados através da colisão de pequenos planetas, que soltaram grande parte do material exterior deixando para trás os núcleos metálicos internos, que posteriormente arrefeceram e solidificaram.
estudo sugere que durante o processo de resfriamento uma quantidade residual de ferro fundido derretido, níquel e enxofre teriam fluído para a superfície através de fissuras.
"Nos referimos a estes processos coletivamente como 'ferrovulcanismo'", afirmou o Dr. Brandon C. Johnson, um dos autores do estudo.
"Nossos cálculos sugerem que as erupções ferrovulcânicas possam ser possíveis em corpos pequenos, ricos em metais, especialmente com misturas ricas em enxofre e com mantos mais finos do que 35 quilômetros ou corpos com o manto localmente mais fino devido a grandes crateras de impacto", explicou o autor com relação à profundidade das fissuras.
Por sua vez, a NASA revelou planos de visitar o Psyche na tentativa de aprender mais sobre o misterioso asteroide metálico.
A missão Psyche deve ser lançada em agosto de 2022, com a nave espacial chegando apenas em 2026.
“O objetivo da missão é, entre outras coisas, determinar se o Psyche realmente é o núcleo de um objeto do tamanho de um planeta”, explicou a NASA.

Rover chinês manda mais FOTOS do gel misterioso achado no lado oculto da Lua


Yutu-2, o rover lunar da missão chinesa Chang'e-4, chamou a atenção no mês passado com a descoberta de um gel misterioso enquanto passava perto de uma pequena cratera no lado oculto da Lua.

A edição científica chinesa Our Space, que anunciou os resultados em 17 de agosto, usou o termo "gelatinosa" para especificar a substância misteriosa encontrada na Lua, informou Space.com. A classificação despertou grande interesse e especulação entre pesquisadores.
Com novas fotos da substância gelatinosa no lado oculto na Lua, a agência chinesa detalhou como a equipe do Yutu-2 abordou cuidadosamente a cratera para analisar o gel, apesar dos riscos.
Uma das imagens mostra duas das seis rodas do rover e o conteúdo de uma cratera de aproximadamente dois metros de diâmetro.

© FOTO / CNSA/CLEP
Rover da China detecta substância estranha no lado oculto da Lua
A área verde e retangular e o círculo vermelho dentro da cratera são suspeitos de estar relacionados com o campo de visão do Espectrômetro Visível e Infravermelho (OVIRS, na sigla em inglês), ao invés do gel em si, de acordo com pesquisadores.

Primeiros dados

Depois de obter os primeiros dados do espectrômetro, que foram coletados na cratera em julho, a equipe do Yutu-2 considerou os dados insatisfatórios devido às sombras, então os membros da equipe tentaram uma segunda abordagem e medição durante o dia lunar em agosto.
De acordo com a Our Space, foi feita uma detecção satisfatória, mas os resultados não foram divulgados. O cientista lunar Clive Neal, da Universidade de Notre Dame, afirmou ao Space.com que, embora a imagem não seja grande, ela ainda pode dar pistas da natureza da substância.
Segundo Neal, o material destacado no centro da cratera assemelha-se a vidro derretido encontrado durante a missão Apollo 17, em 1972.

© FOTO / CNSA
Cratera, de onde foi tirada a amostra 70019 e onde está o módulo lunar Apollo 17
A amostra 70019 foi recolhida pelo astronauta Harrison Schmitt, um geólogo treinado, de uma cratera fresca de 3 metros de diâmetro, semelhante à abordada pelo Yutu-2.

Impactos de alta velocidade

Neal descreve 70019 como sendo de partículas escuras e de fragmentos quebrados de minerais consolidados, ou seja, vidro preto e brilhante.
"Acho que temos aqui uma referência do que Yutu-2 viu", afirmou Neal. Vidro derretido na Lua poderia ter sido resultado de impacto de meteoros com o nosso satélite natural. 
Dan Moriarty, pós-doutorando da NASA do Centro de Voo Espacial Goddard de Greenbelt, afirmou ser difícil fazer uma avaliação definitiva da composição química da substância, destacando que o material parece um pouco mais brilhante do que materiais circundantes, embora o brilho real seja difícil de confirmar a partir de fotografias.

© FOTO / CNSA/CLEP
Rover chinês detecta gel incomum no lado oculto da Lua
"Chang'e-4 desembarcou em uma cratera cheia de basalto, que é tipicamente escura", disse Moriarty. "Materiais cristalizados são tipicamente luminosos, podendo ser um potencial candidato. Vai ser muito interessante conferir o que o espectrômetro vê, ainda mais se surgirem imagens de alta resolução", observa Moriarty.
Chinês explora lado da Lua nunca antes explorado
No dia 8 de dezembro, a China lançou com sucesso a sonda da missão Chang'e-4, no foguete Longa Marcha 3B, e se tornou o primeiro país da história a conseguir realizar um pouso bem-sucedido no lado oculto da Lua.
Chang'e-4 e Yutu-2 estão realizando medições e coletando rochas que poderiam revelar novos detalhes sobre esta área inexplorada do nosso satélite natural.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Espaço: Sonda Juno tira FOTOS espetaculares de eclipse em Júpiter


Sonda Juno da NASA captou uma imagem de eclipse solar parcial em Júpiter enquanto fazia sua 22ª passagem perto do planeta enorme com um estilo sensacional.

Io, a lua mais próxima das quatro luas de Júpiter, deixou uma sombra surpreendentemente nítida na superfície do gigante gasoso captada nas fotos espetaculares. As imagens foram divulgadas pelo engenheiro da NASA, Kevin Gill, que compartilhou a imagem da sonda na sua página no Twitter.

244 pessoas estão falando sobre isso
Júpiter e a sombra de Io
NASA encoraja o público para processar as imagens obtidas pela sonda, e os esforços de Gill são o último resultado interessante divulgado.
A sombra de Io sobre Júpiter aparece tão nítida porque é muito maior e está muito mais perto de Júpiter do que a nossa Lua está em relação à Terra. Aparenta ser aproximadamente 4 vezes maior que o Sol desde a perspectiva de Júpiter.
A lua precisa de 1,77 dias para orbitar o planeta gigante, enquanto Juno faz uma passagem perto do gigante em cada 53 dias.
Gill também compartilhou uma vista espetacular de 360 graus horizonte a horizonte de Júpiter, feita pelas poderosas câmeras da sonda da NASA e graças à sua imensa habilidade no processamento de imagem.

domingo, 15 de setembro de 2019

Atividade vulcânica poderia estar por trás da variação atmosférica em lua de Júpiter


Novo estudo aponta que as variações no campo magnético de uma das luas de Júpiter não estariam relacionadas com a suposta presença de um oceano de magma no seu interior.

Novos estudos indicam que a presença de magma não é necessária para que esse fenômeno ocorra. Embora também não excluam a sua existência, a chave para as mudanças da sua atmosfera estaria na atividade vulcânica.
A pesquisadora Aljona Blocker, da Universidade de Colônia, na Alemanha, explicou que, ao analisar uma "atmosfera mais espessa com assimetrias", descobriu que "não é necessário um campo magnético de um oceano de magma" para explicar as variações, segundo o portal Space.
lua Io (uma das quatro grandes luas de Júpiter) está incluída na magnetosfera de Júpiter, a maior do Sistema Solar, onde as atmosferas e campos magnéticos dessa lua vulcânica podem interagir com a estrutura maior.
"A Io não teria nenhum campo magnético se fosse retirada da magnetosfera de Júpiter e colocada em um espaço vazio", afirmou Blocker.

© AP PHOTO / NASA VIA AP
Imagem artística mostra nave espacial Juno da NASA voando perto de Júpiter, 19 de outubro de 2016
Além disso, a lua apresenta mais de 150 estruturas vulcânicas conhecidas, tendo sido observadas colunas de poeira e gás em 16 pontos vulcânicos que chegaram a uma altitude de aproximadamente 400 quilômetros, criando uma atmosfera irregular e rica em enxofre.
Após diversas observações, os especialistas afirmaram que a presença de um oceano de magma sob a superfície da lua não explica as variações atmosféricas. Blocker ressalta no entanto que serão necessários outros estudos para confirmar a teoria.
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