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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Descobertas: As misteriosas estruturas de pedra encontradas com Google Earth na Arábia Saudita



Arqueólogos usaram imagens de satélites para encontrar as pedras; segundo eles, as estruturas podem ter entre 2.000 e 9.000 anos e ainda não se sabe para que elas serviam


Cerca de 400 misteriosas estruturas de pedras foram descobertas no deserto na Arábia Saudita por meio de imagens de satélite do Google Earth. Arqueólogos dizem que elas podem ter entre 2.000 e 9.000 anos. As estruturas são artificiais e tudo indica que foram construídas por tribos nômades - elas são parecidas a outras do tipo no Oriente Médio. Foram encontradas por meio no centro-oeste do país, em uma região chamada Harrat Khaybar. As pedras foram apelidadas de "portas", porque, vistas horizontalmente, elas têm a aparência de uma cerca com postes colocados em cada um dos lados, conectados por uma barra - o que parece indicar uma espécie de ponto de acesso. Além da idade incerta, não se sabe exatamente qual seria a função das estruturas. "No deserto da Arábia Saudita existe um tesouro arqueológico imenso que necessita ser mapeado e identificado", explicou ao jornal The New York Times, David Kennedy, arqueólogo da Universidade Ocidental da Austrália Ocidental e principal autor de um estudo sobre o local. A pesquisa será publicada na próxima edição da revista Arabian Archaeology and Epigraphy. "Do solo não é possível observá-las muito bem, mas de um satélite elas se destacam maravilhosamente", diz Kennedy. Ele acredita que as estruturas podem ser as mais antigas em campo aberto no mundo. Paisagem sombria As pedras estão em um sombrio campo de lava, com água e vegetação escassas. Não obstante, Kennedy diz que, antigamente, essa região tinha clima e vegetações diferentes. Ela também era mais habitada do que atualmente. Muitas das portas encontradas estão nas encostas de uma cúpula vulcânica que já teve lava. Porém, algumas das portas têm restos de lava basáltica, ou seja, um material anterior a erupções. As paredes dessas formações, que têm forma retangular, são baixas. A menor "porta" se estende por cerca de 13 metros, enquanto as maiores chegam a ter o comprimento de um campo de futebol. Função desconhecida -  Outros tipos de estruturas já foram encontrados no deserto da Arábia Saudita. A mais conhecida é uma em formado de pipa (ou de um cometa), que inclui uma espécie de cauda. Arqueólogos acreditam que ela servia para caçar animais. Especula-se que essa "cauda" era usada para guiar os animais. Embora a função das "portas", agora descobertas por satélite, seja desconhecida, Kennedy descartou que eles haviam sido usadas como moradias, cemitérios ou armadilhas de caça.


Foto: NASA
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Astrofísica: Japão descobre caverna gigante na Lua

O túnel ajudaria a proteger astronautas de grandes variações climáticas da Lua e radiações prejudiciais - Foto: Nasa / Divulgação

Túnel quilométrico em área vulcânica pode abrigar base de proteção para astronautas, segundo agência espacial japonesa.



Cientistas da agência espacial do Japão descobriram uma enorme caverna na Lua, que poderia futuramente abrigar uma base para astronautas se protegerem de radiação e bruscas alterações de temperaturas. Dados retirados da sonda espacial de órbita lunar Selene confirmaram a existência de uma caverna de aproximadamente 50 quilômetros de comprimento e 100 metros de largura. Cientistas acreditam que a cavidade se originou por uma atividade vulcânica ocorrida há cerca de 3,5 bilhões de anos. A descoberta foi publicada nesta quinta-feira (19/10) na revista científica americana Geophysical Research Letters. "Nós tínhamos conhecimento sobre esses locais que se acreditava serem tubos de lava, mas sua existência não estava confirmada até então", diz Junichi Haruyama, pesquisador da Agência de Exploração Aeroespacial do Japão. O túnel subterrâneo, localizado sob uma área vulcânica chamada Marius Hills, ajudaria a proteger astronautas de grandes variações climáticas e radiações prejudiciais a que estariam expostos na superfície da Lua, segundo o especialista. "Na verdade, ainda não vimos o interior da caverna. Há grandes esperanças de que sua exploração oferecerá mais detalhes", concluiu Haruyama. O anúncio da descoberta ocorre após a revelação de um plano espacial ambicioso feita em junho pelo Japão, que pretende colocar um astronauta na Lua por volta de 2030. Foi a primeira vez que a agência espacial japonesa divulgou como objetivo enviar um astronauta para além da Estação Espacial Internacional (ISS). A estratégia é primeiramente se juntar a uma missão liderada pela Nasa em 2025 para construir uma estação espacial na órbita da Lua, como parte de um esforço de longo prazo americano para chegar a Marte. Os EUA também anunciaram o comprometimento de enviar astronautas à Lua. "Queremos colocar novamente astronautas americanos na Lua, não apenas para deixar pegadas e bandeiras, mas para construir as bases que precisamos para enviar americanos a Marte e além", disse o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, no início do mês. China e Índia também estão desenvolvendo seus programas espaciais. Em novembro, a nave espacial Shenzhou-11 da China retornará à Terra trazendo dois astronautas da missão orbital mais longa já realizada pelo país. Pequim também revelou ilustrações de uma sonda e um veículo exploratório que pretende enviar a Marte até o fim da década. A Nasa e outras agências espaciais globais seguem trabalhando no projeto de enviar astronautas ao Planeta Vermelho até o fim da década de 2030.

A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

sábado, 4 de novembro de 2017

Meio ambiente: Futuro do clima depende da emissão de gases, diz relatório

Aquecimento global: (Kacper Pempel/Reuters)

"Não há nenhuma explicação alternativa convincente para o aquecimento global do último século", diz o estudo americano


Washington – O ritmo acelerado das mudanças climáticas globais é quase certamente impulsionado por atividades humanas, de acordo com um relatório do governo dos Estados Unidos, que contradiz afirmações do presidente norte-americano, Donald Trump, e de membros do seu governo. “Não há nenhuma explicação alternativa convincente para o aquecimento global do último século que seja baseada na mesma extensão de evidências observadas”, diz o estudo de um grupo de mais de 50 cientistas do governo norte-americano, divulgado na sexta-feira. O relatório, exigido pelo Congresso a cada quatro anos, foi escrito por cientistas de órgãos do governo como a Agência de Proteção Ambiental e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica. Temperaturas futuras serão determinadas intensamente pela quantidade de dióxido de carbono emitido para a atmosfera, segundo o relatório. A média global do nível do mar deve crescer “ao menos diversos centímetros nos próximos 15 anos” por conta do aumento de temperaturas, de acordo com o relatório. Trump chamou repetidamente mudanças climáticas de um embuste e em junho anunciou que iria retirar os Estados Unidos de um pacto global para combatê-las –chamando o acordo de muito custoso à economia norte-americana. O chefe da Agência de Proteção Ambiental, Scott Pruitt, também expressou dúvidas sobre as causas das mudanças climáticas, em dado ponto dizendo não acreditar que dióxido de carbono de atividades humanas seja o principal impulsionador. O porta-voz da Casa Branca Raj Shah disse: “O governo apoia análises científicas rigorosas e debate e encoraja comentários públicos sobre esboços de documentos sendo divulgados hoje.” Autoridades da Agência de Proteção Ambiental não responderam imediatamente pedidos de comentários. (fonte: Exame)

Meteorito: Bendegó, o terceiro maior do Brasil

(Wikimedia Commons)


Encontrado em 1784 no sertão baiano, o meteorito de Bendegó é o segundo maior já registrado no país. O corpo rochoso pesa pouco mais de 5 toneladas e foi descoberto no município de Monte Santo, Bahia. Recebeu este nome por ter sido encontrado próximo do riacho Bendegó.

domingo, 29 de outubro de 2017

O título de maior meteorito já encontrado no Brasil

(Akira1988/Encyclopedia of Meteorites)

Meteorito Santa Catharina


O título de maior meteorito já encontrado no Brasil vai para o Santa Catharina. Descoberto na região de São Francisco do Sul (Santa Catarina) em 1875, o corpo rochoso pesa 7 toneladas e não teve sua queda documentada. 

Mistérios: 'Porta do inferno': a gigantesca cratera que continua crescendo e revela como a Terra era há 200 mil anos

Localizada na floresta boreal da Sibéria, enorme cratera cresce, em média, 10 metros por ano e serve de alerta contra o desmatamento e o aquecimento global                 



 Um buraco de 1 quilômetro de extensão e 85 metros de profundidade não para de crescer em uma remota região da Rússia e é chamado de "porta para o inferno" por pessoas que vivem na região, que preferem evitá-lo.
Mas cientistas asseguram que se trata de uma cratera única, um registro detalhado de 200 mil anos de história da Terra.
Batagaika, a gigantesca cratera, emerge de forma dramática na floresta boreal da Sibéria à medida que o permafrost - tipo de solo que está sempre congelado - derrete como efeito do aquecimento global. 
A cratera tem crescido na média de 10 metros por ano. Mas em anos mais quentes, esse aumento chegou a 30 metros, conforme indicou estudo do Instituto Alfred Wegener em Potsdam, na Alemanha. A instituição vem monitorando o buraco há uma década.




Camadas expostas com o degelo do permafrost indicam como eram clima, fauna e flora há 200 mil anos                 



 

A cratera representa uma rara oportunidade de observar, ao mesmo tempo, o passado, o presente e o futuro.
As camadas de sedimento expostas revelam como era o clima na região há 200 mil anos. Resquícios de árvores, pólen e animais indicam que, no passado, a área foi uma densa floresta.
Esse registro geológico pode ajudar a compreender como será, no futuro, a adaptação da região ao aquecimento global. E, ao mesmo tempo, o crescimento acelerado da cratera é um indicador imediato do impacto cada vez maior das mudanças climáticas no degelo do permafrost.

Desmatamento

A cratera apareceu na década de 60, de acordo com Julian Murton, professor da Universidade de Sussex, na Inglaterra.
O rápido desmatamento na região deixou o terreno sem a proteção das sombras das árvores nos meses de verão. Assim, os raios de sol aqueceram o solo e aceleraram o processo de degelo, uma vez que era a vegetação que mantinha o solo resfriado.
"Esta combinação de menos sombra e transpiração levou a um aquecimento da superfície", explica Murton em entrevista à BBC.
Com o derretimento do permafrost, é possível que venham a surgir mais crateras como também lagos e bacias hidrográficas.
Para o professor, "à medida que o gelo derrete em novas profundidades, podemos ver o surgimento de paisagens novas".



 

Reconstituição histórica

Cientistas ainda trabalham na análise de sedimentos e tentam decifrar a cronologia exata da cratera.
"Queremos saber se as mudanças climáticas durante a última Era do Gelo esteve caracterizada por uma grande variabilidade, com períodos intercalados de aquecimento e esfriamento", diz Murton



Ao emergir, cratera revelou siknais de densa floresta que existiu no local há centenas de milhares de anos               

Isso é importante porque a história climática de grande parte da Sibéria ainda pode ser considerada um mistério. Ao reconstruir alterações ambientais do passado, cientistas esperam conseguir prever mudanças similares no futuro.
Há 125 mil anos, por exemplo, houve um período interglacial, com temperaturas vários graus acima das registradas atualmente.
"Entender como era o ecossistema pode nos ajudar a entender como a região se adaptará ao atual aquecimento do clima", afirma o professor Julian Murton.

'O aquecimento acelera o aquecimento'

A cratera Batagaika pode oferecer lições cruciais, em especial sobre os mecanismos que aceleram o aquecimento em áreas de permafrost.
À medida que o degelo avança, mais e mais carbono é exposto a micróbios. Estes micro-organismos consomem carbono e produzem dióxido de carbono e metano - gases causadores do efeito estufa

A taxa de crescimento da cratera é um indicador direto do crescente impacto das alterações climáticas no permafrost                 


O metano é capaz de acumular 72 vezes mais calor que o dióxido de carbono num período de 20 anos.
Além disso, os gases liberados pelos micróbios na atmosfera aceleram ainda mais o aquecimento.
"É o que chamamos de 'feedback positivo'", explica Frank Gunther, do Instituto Alfred Wegener. "O aquecimento acelera o aquecimento e, no futuro, poderemos ver mais estruturas como a cratera de Batagaika", completa o pesquisador.
Segundo o pesquisador, não há nenhuma obra de engenharia que possa conter o desenvolvimento dessas crateras. 

À medida que o permafrost degela, gases como dióxido de carbono e metano são liberados e aceleram o aquecimento global                 
Fonte/BBC

Meditação e espiritualidade: 4 lições vitais de sabedoria e sobre a vida que só o mar pode nos ensinar



Qual dessas 4 lições é mais importante para você? Por quê? Compartilhe conosco!

De pé na areia da praia olhando para as correntes oceânicas selvagens se movendo em minha direção, eu vi a vida — sempre em mudança, agressiva, persistente e silenciosa.
Assim como o oceano, a vida é calma às vezes.
Mas também pode ser selvagem e implacável quando quer entregar seus ensinamentos.
A qualidade das lições muda ao longo do tempo. Seu conteúdo depende das habilidades e objetivos de quem está aprendendo.
Mas uma coisa permanece a mesma: as regras por trás do processo de aprendizagem.
Aqui estão 4 lições vitais da vida que o oceano nos ensina:

1 – Movimento

“Nenhum homem pode pisar no mesmo rio duas vezes porque não é o mesmo rio e não é o mesmo homem” – Heráclito
A natureza constante da mudança se mostra mais profundamente no mar. Quando olhamos para o oceano, o que vemos é uma massa de correntes de água movendo-se para frente e para trás a diferentes velocidades.
Às vezes, as ondas cobrem uma porção maior da praia e outras vezes elas suavizam e movem-se calmamente para a parte mais profunda do oceano.
A vida, como o oceano, não para de se mover.
Ela manterá sua generosidade disponível para todos nós, mas precisamos reconhecer essa generosidade para nos beneficiarmos disso.
Temos que olhar para as correntes, antecipar o tipo de presente que iremos receber e nos preparar para recebê-los no momento da chegada.

2 – Agressividade

Uma das mais vitais lições que o mar nos ensina é a agressividade. Uma grande parte da vida é definida pelas adversidades.
Há momentos em que nos sentimos como se o oceano da vida estivesse nos jogando para trás. Às vezes, nos devora e outras vezes nem nos leva.
Quando isso acontece, precisamos manter a fé em nosso mentor — a própria vida.
É apenas uma desordem em nossa realidade para nos mostrar elementos mais cruciais em nossas vidas. A vida quer apenas que alinhemos nossa visão com a dela.
Às vezes, simplesmente quer que deixemos nossas crenças. E outras vezes quer que comecemos de novo.
A coragem que temos que reunir para encarar o oceano com todos os seus terrores e crueldade é imensa. Mas a força que conseguimos para enfrentar as fortes correntes vale a pena, pois nos fortalece.

3 – Persistência

O que a vida quer de nós quando parece irritada e implacável?
É claro que não quer que devolvamos com mais agressão, pois isso só levará a um sentimento de desamparo. Ela também não quer que cedamos, pois não é nossa inimiga.
A vida quer que lutemos da maneira que ela nos ensinou a lutar nos tempos mais calmos — com firmeza, compromisso e perseverança.
Nós temos que manter o controle sobre o poder que a vida nos deixou em algum momento.
No momento em que perdemos o controle, mesmo que ainda nos sentíssemos gratos por acordar cedo, começamos a caminhar para o fracasso.
A ação mais difícil da vida é manter nossa postura em tempos difíceis. Somente o processo de recuperar nossas forças durante esses momentos pode superar todas as dificuldades.
O mesmo acontece com o mar. Quando a água está com raiva, precisamos manter nosso chão.
Quanto mais areia perdemos debaixo de nossos pés, mais vulneráveis ficamos às ondas que retornam.

4 – Silêncio

O silêncio é mais uma lição de vida que o mar nos ensina. Mesmo as maiores lições da vida são ensinadas e aprendidas em silêncio.
Na maioria das vezes, se não estamos em silêncio, não estamos prestando atenção e, finalmente, não estamos aprendendo.
Sob as camadas de gritos frenéticos, reivindicações alegres e votos triunfantes, a vida nada mais é do que silêncio vibrante.
Aqueles que se aproximam desse silêncio chegam a uma melhor compreensão sobre o que a vida reserva para eles.
Reclamar, zombar, ameaçar e discutir apenas nos afasta dos silenciosos chamados da vida.
Se diariamente fizermos uma pausa para refletir sobre quem somos, veremos a figura silenciosa da vida nos esperando com os braços abertos.


(Via Awebic)

O poder das trevas: Por que 3 da manhã é a “hora do diabo”?



Filmes de terror e programas de TV sobre fenômenos paranormais sempre falam sobre a “hora do diabo”, que, dependendo da fonte, pode variar entre o período das três às quatro horas da manhã ou entre a meia-noite e as três da manhã. A opinião unânime é que o diabo seria mais poderoso durante  a escuridão da madrugada.
Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas nos dizem que Jesus morreu durante a “nona hora”. No cálculo moderno, seria às 3 da tarde. Satanás, então, virou o simbolismo em sua cabeça, tomando para si o horário das três da madrugada , em zombaria direta de Deus. Outra razão para essa escolha é o fato de ser no meio da noite; o sol ainda vai demorar algumas horas para nascer.
As Escrituras também se referem à noite e à escuridão como um período de pecado. Este conceito é perfeitamente resumido no Evangelho de João: “Ora, este é o julgamento: a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, pois as suas obras eram más. Porquanto todo aquele que faz o mal odeia a luz e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas” (João 3, 19029).
Além disso, Jesus foi traído por Judas durante a noite e Pedro negou Jesus antes do “galo cantar”. Acredita-se também que o “julgamento” de Jesus no Sinédrio ocorreu durante a “hora do diabo”.
Há ainda que se considerar o aspecto biológico da noite, já que  o ponto da sonolência noturna mais profunda no ciclo de sono-vigília de um adulto normal ocorre às três da manhã. Despertar ou ser despertado à essa hora pode desestabilizar nossos ritmos circadianos e nos fazer sentir depressivos ou ansiosos.

Por isso, muita gente costuma fazer algumas orações quando acordam às três da manhã. Mas lembre-se: não importa a hora do dia, Deus é sempre mais poderoso do que Satanás e continua sendo a “luz do mundo”, que romperá qualquer escuridão .

Fé e enigmas: O “milagre do sol” da Virgem de Fátima se repetiu em 2017?



Confira as fotos e o vídeo do fenômeno ocorrido em outubro de 2017


Em 13 de outubro, a Igreja recordou os cem anos do “milagre do sol”, esse prodígio que aconteceu diante da multidão reunida em Fátima (Portugal), onde o astro rei “tremeu” em uma espécie de “dança” depois da última aparição da Virgem e que, segundo os bispos da Nigéria, teria se repetido na última sexta-feira, na cidade africana de Benin.


“A história se repetiu na cidade de Benim, na Nigéria, durante o Congresso Nacional Mariano. Como aconteceu há 100 anos em Fátima, Portugal, ocorreu novamente em 13 de outubro de 2017. Que grande milagre da nossa Mãe Maria, Nossa Senhora de Fátima!”, afirmou a Conferência dos Bispos Católicos da Nigéria na sua página do Facebook.



As palavras dos Bispos foram publicadas com quatro fotos. Em uma delas, apareceu o sol um grande brilho e, nas outras, os fiéis estão olhando para o céu, a maioria deles com braços erguidos.

Do mesmo modo, várias pessoas compartilharam vídeos no YouTube mostrando o que poderia ter sido uma repetição do “milagre do sol”.

Via ACIdigital

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Nordeste é privilegiado para contemplar chuva de estrelas cadentes neste fim de semana



Quem acredita que estrelas cadentes realizam pedidos terá oportunidade de pedir muita coisa entre esta sexta-feira (20) e a próxima terça (24). Cerca de 35 meteoros por hora poderão ser contemplados céu do Nordeste nesses dias. Segundo cientistas, o auge da chuva acontecerá na madrugada de domingo (22), cerca de 45 minutos antes do amanhecer, quando a maior quantidade de meteoros Oriônidas cruzarão o céu. As outras regiões do país também poderão avistar o fenômeno, porém, com uma quantidade menor de meteoros. De acordo com astrônomos, o ideal é olhar para o céu por pelo menos uma hora e a melhor posição para contemplar o fenômeno é deitado.

domingo, 15 de outubro de 2017

Religião: Arqueólogos encontram menção a Alá em artefatos vikings

Tecido de manto mortuário viking com inscrições que faziam referência ao deus Alá e ao líder religioso Ali (Annika Larsson/Uppsala Universitet/Divulgação)

O nome do deus muçulmano, assim como o do líder religioso Ali, estava escrito em uma caligrafia árabe antiga e foi encontrada em vestimentas funerárias


O que os arqueólogos pensavam se tratar de padrões típicos da era Viking agora ganha um novo significado. Pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, anunciaram na última semana que menções ao deus muçulmano Alá e ao líder religioso Ali foram encontradas gravadas em artefatos vikings que datam os séculos IX e X. Os nomes dos personagens aparecem escritos em pedaços de seda de trajes de enterro encontrados em barcos funerários, bem como em outras mantas mortuárias achadas na região sueca de Birka, perto do rio Mälardalen. As investigações podem trazer novas informações sobre a influência do islã em civilizações antigas da Escandinávia. “Um detalhe empolgante é que a palavra ‘Alá’ é retratada em uma imagem espelhada”, diz a arqueóloga Annika Larsson, pesquisadora especializada em arqueologia têxtil na Universidade de Uppsala. “É um pensamento surpreendente que esses tecidos, assim como as vestimentas, foram fabricados a oeste do coração muçulmano. Talvez essa fosse uma tentativa de escrever orações para que pudessem ser lidas da esquerda para a direita, mas com os caracteres árabes que deveriam ter.”

Os pesquisadores descobriram as inscrições enquanto trabalhavam para recriar padrões têxteis encontrados em vestimentas que seriam expostas um uma exibição do Museu de Enköping, na cidade sueca de Enköping. Segundo a equipe, os tecidos continham escritos em caligrafia cúfica (tipo de escritura mais antiga do idioma árabe) invocando Alá e Ali. Outros registros escritos com a mesma caligrafia já haviam sido encontrados em mosaicos, monumentos funerários e mausoléus da Era Viking. “Presumivelmente, as vestimentas funerárias da Era Viking foram influenciadas pelo islamismo e a ideia de uma vida eterna no paraíso após a morte”, diz Larsson. Em uma pesquisa anterior, Annika havia revelado a ocorrência generalizada de seda oriental nas sepulturas vikings da Escandinávia. Ao analisar os materiais, ela e sua equipe descobriram que esses materiais vinham principalmente antiga da Ásia persa e da Ásia central, onde o islã já era dominante. Por isso, a pesquisadora afirma que análises de DNA estão sendo conduzidas nos restos encontrados dentro das tumbas, para confirmar a origem geográfica das pessoas enterradas. Apesar dos túmulos datarem uma época em que vikings habitaram a região, não é possível descartar a possibilidade de que os mortos eram de origem muçulmana. “No Alcorão, está escrito que os habitantes do paraíso usarão roupas de seda, que juntamente com as inscrições podem explicar a ocorrência generalizada de seda nas sepulturas da Era Viking”, diz Annika Larsson. “As descobertas são igualmente prevalentes nos túmulos masculinos e femininos.”
Fonte: Veja

Astrofísica: Teste de defesa durante passagem de asteroide foi bem-sucedido

Terra Asteroide (Reprodução/Divulgação)

A rocha, que passou a 44.000 quilômetros da Terra, sem oferecer risco, foi usada para exercitar o plano de troca de informações entre telescópios e radares


Um pequeno asteroide muito brilhante passou a apenas 44.000 quilômetros da Terra nesta quinta-feira (perto, em termos cósmicos) e, embora não representasse nenhum perigo, permitiu aos cientistas se prepararem para o dia em que um destes objetos significar uma ameaça real. Pesquisadores da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) aproveitaram a oportunidade para testar um exercício de defesa planetária durante a passagem da rocha. “Considero que o exercício foi um grande sucesso”, declarou Detlef Koschny, co-diretor do setor de Objetos próximos da Terra (Near-Earth Objects, ou NEOs, em inglês) da ESA. “Agimos como se fosse um objeto ‘crítico’ e nos exercitamos no plano de troca de informações, utilizando telescópios e sistemas de radar. Estávamos bem preparados e a maioria das observações e comunicados funcionaram como previsto.”

Batizado de 2012 TC4, o asteroide se deslocou entre a Terra e a Lua a uma distância mínima relativamente pequena, mas bem distante do raio de 36.000 quilômetros a partir da superfície terrestre em que os satélites geoestacionários de telecomunicações se encontram. A passagem do asteroide “não era preocupante, mas aproveitaremos para treinar”, disse Koschny. O exercício foi coordenado pela Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, junto com a Nasa, a ESA e vários observatórios do mundo. Tratou-se de um “objeto muito pequeno, menor do que o previsto, medindo entre 10 e 12 metros”, segundo os pesquisadores. O asteroide 2012 TC4 “é muito brilhante e reflete cerca de 40% de sua luz”, indicou Koschny, acrescentando que ele gira em torno de si mesmo em doze minutos, “o que é muito rápido”. Segundo o cientista, a passagem de asteroides perto da Terra “é bastante frequente”, mas poucos passam a uma distância preocupante – e os que passam raramente apresentam um tamanho ameaçador. A Nasa calcula que a probabilidade de um asteroide potencialmente perigoso atingir o nosso planeta nos próximos 100 anos é de apenas 0,01%. Porém, a agência espacial americana admite que, caso uma rocha gigante venha em direção à Terra sem ser identificada com antecedência, os cientistas não seriam capazes de impedir a colisão catastrófica com a tecnologia disponível atualmente. Por isso, os pesquisadores vêm trabalhando para aprimorar seu sistema de detecção de objetos espaciais e desenvolver técnicas capazes de evitar as ameaças.

Furacão - Vários observatórios no mundo puderam acompanhar simultaneamente o asteroide 2012 TC4 nos últimos dias e até mesmo alguns amadores conseguiram fazer imagens, de acordo com o cientista. Contudo, alguns telescópios tiveram dificuldades. Foi o caso do de Arecibo em Porto Rico, que parou de funcionar após a passagem recente de furacões na região. “Mas por sorte, um outro radar americano pode ser utilizado nas últimas noites”, explicou Detlef Koschny. “Exatamente por isso fizemos esse exercício: para não sermos surpreendidos por esse tipo de coisa.” Se o asteroide 2012 TC4 viesse a se chocar contra a Terra, não seria necessário, a princípio, evacuar a população, mas simplesmente “advertir as pessoas de que se afastassem das janelas”, afirma Koschny. (Com AFP)
Fonte: Veja

Cultura e sexualidade: Por que as estátuas gregas e romanas têm pênis pequeno?

Estátua Grupo de Laocoonte, também chamada de Laocoonte e seus filhos (iStockphoto/Getty Images)

Ao retratar estrangeiros, escravos ou sátiros, os artistas desenhavam órgãos grandes, só que eles não eram exemplos a serem admirados


As esculturas de homens da Grécia e da Roma Antigas são dotadas de pênis pequenos, algo que muita gente evita comentar por educação ou por vergonha. Em parte, isso acontece porque seus membros foram esculpidos para parecer que estão moles, e não em posição sexual. Quem usou esse argumento foi a historiadora da arte Ellen Oredsson no seu blog How to talk about art history. “Se alguém compara com o tamanho da maioria dos pênis moles, (os dos gregos) não são na verdade tão significativamente menores quanto os da vida real”, escreveu ela ao responder a uma pergunta de um leitor. Outro motivo é cultural. Os gregos valorizavam os pênis de tamanho menor. Quando pintavam um grego inteligente e admirado, eles o retratavam com um pênis pequeno. Assim, queriam dizer que prezavam o intelecto e as divagações filosóficas. Pênis grandes eram considerados feios e grosseiros, coisa de bárbaro. Ao moldar no mármore aqueles que não se encaixavam nessa categoria, a atitude era oposta. “Os artistas gregos mostravam o seu desprezo pelos estrangeiros e pelos escravos pintando-os com órgãos grandes”, escreveu David M Friedman no seu livro A Mind of its own: a cultural history of the penis (Penguim). Além disso, quando faziam um sátiro, um ser mitológico pequeno, festeiro e com patas de cabra, os artistas o faziam com o pênis grande e ereto. “A conclusão mais razoável é a de que se um pênis grande vem com uma face horrível e o pênis pequeno com um rosto bonito, então o pequeno é que era admirado“, escreveu o historiador Kenneth Dover no seu livro Greek Homossexuality (Bloomsbury Academic), lançado inicialmente em 1978. Ao longo dos séculos, embora os gostos fossem mudando, o padrão de beleza permaneceu o mesmo. Os romanos, que vieram depois dos gregos, valorizavam o membro avantajado a ponto de alguns generais serem promovidos por causa do tamanho de seus órgãos. Contudo, essa admiração não foi refletida nas estátuas, que continuaram na tradição grega. Quando os pintores e escultores renascentistas, a partir do século XIV, passaram a se espelhar no período antigo, eles seguiram a tradição. A estátua de Laocoonte e seus filhos, que ilustra esse blog, é do século 1 a.C. e foi desenterrada em Roma em 1506. Hoje está no museu do Vaticano. Há até uma réplica no parque do Ibirapuera, em São Paulo. Fica perto do lago. O italiano Michelangelo Buonarroti foi um dos que foram acompanhar a retirada das peças. Ele se impressionou tanto que depois fez duas esculturas retratando escravos, inspiradas no que viu. Ambas estão atualmente no Louvre, em Paris. O membro de Laoconte tem dimensões diminutas. Os dos dois escravos estão escondidos pelas túnicas. Mas a obra de Michelangelo cujo tamanho de pênis mais causa alvoroço é a estátua de Davi, que fica em Florença e foi concluída por Michelangelo em 1504, dois anos antes da descoberta do Laocoonte em Roma. Para o historiador inglês Martin Gayford, autor da biografia Miguel Ángel: una vida épica (Taurus), a falta de proporção foi intencional e também pode ser observada no tamanho de sua cabeça (a de cima), que foi superdimensionada. “No que se refere ao conjunto, sem dúvida, é qualquer coisa menos proporcional. Pelo contrário. Davi é um monstro: a soma de suas partes não constitui uma figura humana real; tem o corpo e o desenvolvimento muscular de um adulto, mas em vários aspectos, sua compleição é a de um menino“, escreveu Gayford. Para o crítico, “o fato de que passemos por alto (ou simplesmente não vejamos) essa desproporção é um tributo da força da arte de Michelangelo”.

Davi, de Michelangelo, em Florença, na Itália (Reprodução)

Outra resposta para o Davi veio em 2005, quando dois italianos de Florença, o pintor Pietro Antonio Bernabei e o médico Massimo Gulisano, publicaram um estudo dizendo que o tamanho menor é que Michelangelo queria passar a tensão de Davi, que estaria se preparando para lançar uma pedra contra o gigante Golias, mais forte que ele. O medo, segundo os autores, pode ser constatado pelos músculos de sua perna direita e nos seus olhos bem abertos. Para quem não se contentou com nenhuma das justificativas para o tamanho do pênis de Davi vale notar que a temperatura de Roma durante o inverno pode chegar a 3 graus Celsius. O herói bíblico, portanto, poderia ter sido vítima de um vento gelado. Ou será que não?

Fonte: blog/duvidas-universais/Veja

domingo, 8 de outubro de 2017

15 signos do zodíaco que dariam os melhores casais

Há certas coisas que ajudam você a entender alguém – sua comida favorita, seus filmes favoritos, como foi a sua infância … mas saber sua compatibilidade astrológica é muito mais profundo do que qualquer uma dessas coisas. Na verdade, é possível descobrir quem é sua alma gêmea apenas namorando alguém que nasceu em um determinado mês e, em última análise, pode ajudá-lo a encontrar essa pessoa que você estava esperando.
 

1. Libra e Leão 
Ambos signos complementam um ao outro, e são comunicativos. Ambos adoram encontros sociais e adoram o romance e vivenciado um ao outro como amantes. Ambos sentem-se livres para se expressar – Leão exige atenção, e Libra adorará massagear constantemente esse ego.



2. Áries e Aquário
Nunca há um momento de tédio com estes dois! Esse relacionamento é muito emocionante e aventureiro – eles se amam, mas também adoram sua liberdade. Estes dois podem ser um casal altamente criativo, e muitas vezes estão enraizados na admiração mútua.


3. Aries e Câncer 
Áries é ousado e ferozmente independente – com certeza bastante centrado. Um Câncer será atraído por essa energia e aproveitará o desafio, além de trazer o melhor do Aries. Uma pessoa de Áries pode realmente ensinar um Câncer como se tornar independente.


4. Peixes e Áries
Estes dois podem ser muito bons um para o outro – ambos são românticos que podem compartilhar um amor profundo e duradouro, o que encoraja uns aos outros a ser o melhor possível. Peixes será sensível, e sua confiabilidade os levará longe no relacionamento. Aries é um líder com muita iniciativa, e ele perseguirá Peixes sem hesitação. Eles também assumirão o papel de protetores.


5. Touro e Câncer
Esses signos têm uma compreensão mútua um com o outro. A pessoa de câncer é leal e afetuosa, e mostrará um forte apoio emocional. Tanto Touro como Câncer valorizam a família e a família, a estabilidade, ser cuidados e ficar em casa mais do que socializar. Vocês também são provavelmente dois viciados em comida! Cozinhar e Netflix é a chave para o amor, afinal.


6. Touro e Capricórnio
Estes dois têm amor e respeito um pelo outro, com uma compreensão quase telepática. A pessoa de Touro irá admirar a ética de trabalho, forte ambição e natureza divertida de seus parceiros, enquanto o Capricórnio agradecerá a natureza sensível do companheiro. Felizmente, esses signos práticos estão na mesma página na maioria das coisas.



7. Sagitário e Áries
O Sagitário é um mestre da aventura, e eles certamente gostam de sua liberdade. Eles têm uma política de drama zero e seguem sempre seus corações. Um Áries também gosta de socializar e é amante da aventura, então esses dois irão girar em torno das festas e nunca se aborrecerão. Eles também não são instigadores de conflitos – esse relacionamento é cheio de alegria e não tem espaço para o drama!


8. Câncer e Peixes
Ambos signos de água – estes dois têm uma conexão espiritual natural. O Peixes irá facilmente garantir a harmonia, e esses signos são altamente intuitivos um sobre o outro. Ambos são profundamente sentimentais e ternos, com foco em cuidar e não ferir o outro. E uma vez que a necessidade nº 1 do relacionamento é cuidar… provavelmente eles vão durar!


9. Leão e Sagitário
Ambos signos são otimistas e generosos – além de gostarem de fazer festa! Ambos são um pouco impulsivos, mas quem não quer alguém um pouco mais sério em seu relacionamento? Pessoas de Leão podem ser um pouco teimosas, e seu Sagitário irá ajudá-los a encontrar soluções que eles podem deixar passar. O Sagitário adorará o quão confiante o Leão é e apreciará a falta de ciúme dele.


10. Virgem e Capricórnio
O Virgem é pensativo e silencioso – vulnerável, mas eles tentam ocultar essa característica. Eles são difíceis de ler, mas é como desbloquear um código – uma vez que você está dentro, você está para sempre. O Capricórnio tirará o Virgem da sua concha – eles não tem medo dessa natureza misteriosa e guardada. Uma vez que Virgem se abre, o Capricórnio será magnetizado ainda mais.


11. Leão e Gêmeos
Esta dupla vivaz ama tanto uma aventura! O Leão valoriza a lealdade e é um parceiro forte, enquanto Gêmeos é gentil e se concentra em fazer o outro se sentir amado. Eles apreciam pessoalmente a cabeça dura do Leão e acham interessante.


12. Aquário e Gêmeos
Esses dois signos de ar se darão muito bem na vida, através dos altos e baixos. Pessoas de Gêmeos adoram ideias, e o Aquário criativo está cheio delas! Ambos esses signos gozam de sua independência, então eles entendem as necessidades uns dos outros, e ninguém será pegajoso. Gêmeos manterá as coisas frescas e Aquário manterá-las estável.


13. Escorpião e Leão
Essa pode ser uma espécie de relação intensa – o Escorpião pode ser desafiador e ciumento, com uma língua afiada. Mas o Leão se alimentará dessa paixão e amará a luxúria do outro. Ambos são muito leais, mas também muito determinados, então, se eles conseguirem perdão, os fogos de artifício neste relacionamento serão mais explosivos que um filme de Nicholas Sparks.


14. Gêmeos e Libra
Esses dois signos de ar têm uma relação intelectual e sexualmente voraz. O relacionamento se manterá fresco e rápido com esses signos, que são energéticos e sociais. Ambos apreciam a beleza (para a Libra, na arte e para os Gêmeos, nas idéias). O Libra, que premia a harmonia acima de tudo, não facilitará o amor de Gêmeos em brigar, criando tranquilidade.


15. Câncer e Peixes
Ambos são signos de água – o que os torna compatíveis. Peixes prospera em ligações humanas, e quando se relacionam com alguém de Câncer, que é intuitivo e cuidador, seu próprio vínculo torna-se inquebrável. Em ambos os seus mundos, o coração governa tudo, então eles podem se entender do fundo do coração.


quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Astrofísica: Ondas gravitacionais são detectadas com precisão sem precedentes

Ilustração de buracos negros (LIGO/Caltech/MIT/Sonoma State (Aurore Simonnet)/Divulgação)

Cientistas internacionais confirmaram, pela quarta vez, a existência de deformações no espaço-tempo causadas pela colisão entre dois buracos negros


Albert Einstein estava certo quando formulou sua Teoria da Relatividade Geral: ondas gravitacionais existem e foram confirmadas pela quarta vez – agora, com a maior precisão já alcançada. Essas ondas são pequenas deformações no espaço-tempo (que os físicos descrevem metaforicamente como o tecido do universo) provocadas por grandes eventos cósmicos. O anúncio da detecção foi feito nesta quarta-feira por uma equipe internacional de cientistas, que utilizou três detectores (as descobertas anteriores contavam apenas com dois) para verificar a colisão entre dois buracos negros, apontando com exatidão a fonte das ondas. A descoberta também marca a primeira vez que os cientistas conseguiram medir a polarização das ondas gravitacionais ou a forma como distorcem o espaço-espaço em três dimensões. “À medida que aumentamos o número de observatórios na rede internacional de ondas gravitacionais, não só melhoramos a localização da fonte, mas também recuperamos informações de polarização melhoradas que fornecem melhores informações sobre a orientação dos objetos em órbita, além de permitir novos testes da teoria de Einstein”, afirma Fred Raab, diretor de operações do Laser Interferometer Gravitational-Wave Observatory (LIGO, na sigla em inglês), em comunicado. Os dois detectores do observatório, ambos nos Estados Unidos, foram responsáveis pela primeira detecção de ondas gravitacionais, em maio de 2016. Agora, para obter maior precisão, os cientistas também utilizaram o Virgo, um enorme detector localizado na Itália.

A colisão, que foi detectada em 14 de agosto em uma galáxia a 1,8 bilhão de anos-luz da Via Láctea, ocorreu entre dois buracos negros com massas iguais a aproximadamente 31 e 25 vezes a massa do Sol. O buraco negro resultante desse encontro possui 53 vezes a massa do Sol, estimam os pesquisadores. Teoria da Relatividade Geral - Quando Einstein formulou a Teoria da Relatividade Geral, em 1915, ele reescreveu as regras do Universo que haviam sido ditadas por Newton, dois séculos antes. Para o cientista alemão, matéria e energia distorcem a geometria do cosmo, da mesma forma que uma pessoa pesada faz um colchão ceder quando se deita sobre ele. A deformação provocada no colchão seria como os efeitos da gravidade. Distúrbios no cosmos fariam o espaço-tempo, esse fluido tecido que compõe todo o cosmos, esticar ou enrugar, da mesma forma que o tecido do colchão ondula quando a pessoa se move durante o sono – seriam essas as ondas gravitacionais. Rumores anteriores ao anúncio da descoberta sugeriam que os cientistas estavam prestes a anunciar a detecção da fusão entre estrelas de nêutrons, corpos celestes supermassivos e com gravidade muito alta. Elas podem surgir no final do ciclo de vida de uma estrela supermassiva, quando ela colapsa e espreme prótons e elétrons contra neutrinos e nêutrons, expulsando os neutrinos e formando um núcleo extremamente compacto. Se esse núcleo for superior a três massas estelares, ele forma um buraco negro. Como os buracos negros absorvem a luz, não é possível observá-los diretamente. A ciência inferiu sua existência com base na reação do espaço ao seu redor. As estrelas de nêutron, por outro lado, são altamente energéticas e emitem imensas quantidades de luz – o que, em teoria, significa que seria possível obter evidências óticas de uma fonte de ondas gravitacionais e ver como elas se propagam pelo universo. O problema é que as estrelas de nêutron são muito menores do que as colisões entre buracos negros detectadas pelos interferômetros terrestres, o que as torna muito mais difíceis de ser identificadas.

Ciência: Rocha de 4 bilhões de anos pode ser sinal mais antigo de vida na Terra

Ilustração da Nasa mostra a passagem de um asteroide próximo da Terra (NASA/Divulgação/Divulgação)

Carbono presente nas rochas de uma região do Canadá sugere que os primeiros seres vivos surgiram no nosso planeta 200 milhões de anos antes do esperado


A vida pode ter surgido na Terra há quase 4 bilhões de anos, indica um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Nature. A descoberta, que foi baseada na análise do carbono presente em rochas da região de Labrador, no Canadá, sugere que os primeiros seres vivos podem ter aparecido cerca de 200 milhões de anos antes do esperado. A afirmação, no entanto, está passando pela análise de outros cientistas – mas, se os resultados se confirmarem, isso significaria que os primeiros organismos surgiram durante um dos períodos mais violentos da história da Terra, conhecido como “Bombardeio Tardio”. Até 3,8 bilhões de anos atrás, o planeta era recorrentemente atingido por gigantescos asteroides e cometas, que eram como “sobras” da formação do sistema solar. Por isso, cientistas acreditavam que durante essa fase seria muito improvável que qualquer tipo de vida tenha aparecido, principalmente porque as evidências de seres vivos mais antigas até então datavam justamente o fim desse período. “Mas agora [temos evidências de] 4 bilhões de anos. A vida começou na Terra durante um bombardeio pesado de meteoritos, o que é surpreendente”, diz o líder do estudo, Yuji Sano, pesquisador na Universidade de Tóquio, no Japão, em entrevista ao The Guardian. Além disso, cientistas, de uma forma geral, acreditam que o oceano se formou há 4,3 bilhões de anos – o que significa que, se o estudo recém-publicado estiver correto, ele deixa uma janela pequena, em termos geológicos, para o surgimento da vida.

No entanto, a principal crítica às afirmações feitas pela equipe é que ela está baseada unicamente na descoberta de que alguns pedaços de grafite (uma outra forma do carbono) presentes nas rochas possuem os mesmos índices de isótopos (variações) de carbono que são vistos em organismos vivos. Seres vivos costumam apresentar uma maior concentração da versão “leve” desse elemento, chamada carbono-12, em vez da versão mais pesada, conhecida como carbono-13. Quando eles morrem, a matéria orgânica torna-se lodo e pode, eventualmente, formar rochas, preservando esses isótopos de carbono. Mas, no caso do grafite, é possível que ele se forme independentemente da existência de organismos vivos no local ou não, como por meio da ação glacial de processos geoquímicos ou do impacto de meteoritos no solo. Por isso, grande parte da comunidade científica ainda não está convencida de que essas rochas, necessariamente, podem abrigar restos dos nossos ancestrais. Outra crítica é que talvez as rochas não sejam tão antigas quanto afirmam os estudiosos. A datação do grafite na região foi baseada na medida de minúsculas partículas de um mineral chamado zircão. Mas, segundo alguns pesquisadores, Sano e sua equipe se basearam na idade da concentração zircão mais antiga que encontraram, que estava a quilômetros de distância do local de onde vieram muitas das amostras de grafite usadas no estudo. Porém, de acordo com Sano, testes similares poderiam ser usados ​​para identificar os tipos de micróbios que ficaram presos no grafite ou até encontrar evidências de vida em outros planetas. “Se tivermos uma amostra adequada, como um novo meteorito marciano, podemos discutir a vida em Marte”, disse ele.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Sim, nós temos muito mais que apenas os cinco sentidos conhecidos.


9 sentidos do corpo humano que você provavelmente não conhecia


Abaixo, nove sentidos e receptores extras que você provavelmente nem sabia que tinha: Quimiorreceptores: Estão relacionados à detecção de hormônios e fármacos. Também regulam o vômito. Receptores de estiramento: Localizados nos órgãos primários, são os responsáveis por identificar a dilatação dos vasos sanguíneos. Estão relacionados a alguns tipos de dor de cabeça. Equilíbrio postural: Esse sentido, localizado dentro dos ouvidos, é o responsável por manter o equilíbrio e realizar as mudanças necessárias para que o corpo fique em pé durante o movimento. Nocicepção: É responsável pela percepção da dor. São três tipos de receptores: somáticos (ossos e articulações), cutâneos (pele) e viscerais (órgãos internos). Sensores de tensão: Estão localizados nos músculos e permitem que o cérebro regule a força da tensão muscular. Propriocepção: Esse mapa de receptores sensíveis permite que o corpo conheça a localização espacial de todas as suas partes. Som: Esse sentido detecta as vibrações sonoras localizadas em diferentes meios, como o ar e a água. Termocepção: É responsável tanto por detectar a temperatura do ambiente externo como de regular a temperatura do próprio corpo. Comichão: Independente do tato, é o sentido que capta e envia ao cérebro a sensação de prurido. Fonte: Super Curioso Imagem: Shutterstock

Magia astrológica: Além da conexão cósmica, livro incentiva o consumo de algumas ervas psicoativas "favoráveis à clarividência".

  "favoráveis à clarividência".
Magia astrológica: Além da conexão cósmica, livro incentiva o consumo de algumas ervas psicoativas "favoráveis à clarividência". 

Picatrix: o livro mais antigo de astrologia e magia


No século XIII, o rei de Leão e Castela, Afonso X (conhecido também como Afonso, o Sábio) mandou traduzir para o castelhano e para o latim um misterioso grimório de magia oriundo do Oriente Médio, conhecido como Picatrix. A tradução em latim ganhou uma popularidade notável na Europa entre os séculos XV e XVIII. O manual, cuja autoria é atribuída ao ocultista e sábio árabe Maslama al-Majriti, reúne vários conhecimentos de astrologia, magia talismânica e numerologia. Em suas páginas, é possível encontrar também um compêndio de fórmulas mágicas, nas quais são utilizados ingredientes poderosos como o ópio, o haxixe e outras plantas psicoativas, cujo consumo induziria a estados alterados e favoráveis à clarividência. No livro, são detalhados vários feitiços que utilizam a força dos planetas. Além disso, o Picatrix explica como entrar em contato com espíritos poderosos e fazer uso de seus poderes. Para tal, recomenda o uso de sangue, saliva, urina, cera de ouvido e outras excreções do corpo humano.

Fonte: Super Curioso Imagem: Shutterstock

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Arqueólogos acreditam ter descoberto uma deusa até então desconhecida em inscrições de um templo etrusco de 2.500 anos em Poggio Cola, na Itália.



Segundo os pesquisadores, as inscrições traduzidas recentemente fazem referência a uma divindade chamada Uni, que os cientistas acreditam ser uma das mais importantes da mitologia etrusca e a responsável pela fertilidade. A menção foi encontrada em uma pedra de 225 quilos e é parte de um texto sagrado, que segundo os arqueólogos, é possivelmente um dos mais antigos da cultura etrusca. O líder das pesquisas, Gregory Warren, descreveu a peça "como uma das descobertas etruscas mais importantes da últimas décadas". Com 120 caracteres diferentes, a inscrição ajudou os pesquisadores a aprenderem um pouco mais sobre a língua e a gramática etrusca. Além dos escritos, também já foram encontrados no santuário de Poggio Colla, localizado perto de Florença, artefatos como um fragmento de cerâmica que retratava a mais antiga cena de nascimento na Europa, o que reforça a ideia dos cientistas de que Uni era a deusa da fertilidade. Os etruscos ocuparam o norte da Itália entre 400 e 800 a.C. e fundaram cidades importantes, que mais tarde tornaram-se grandes centros do Império Romano. Mas, por conta de poucas descobertas e da dificuldade de acesso à escrita etrusca, pouco se sabe sobre o estilo de vida e as crenças deste povo. Fonte: IFL Science Imagem: Mugello Valley Project

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Mistério: “Carta do Diabo” escrita por freira possuída é lida após 300 anos e revelações chocam cientistas


 Carta do Século 17 escrita por Freira possuída pelo demônio finalmente traduzida


Escrita a exatos 341 anos, uma carta deixada por uma freira supostamente possuída pelo demônio foi recentemente decifrada por pesquisadores italianos. A religiosa, rebatizada como Maria Crocifissa della Concezione após trocar o nome Isabella Tomasi, fazia parte do mosteiro de Palma di Mantechiaro, localizado na Sicília, em 1676, quando alegou ter recebido a presença do Diabo. Ela contou ter acordado coberta de tinta com a carta a sua frente. Ela teria então sido possuída e obrigada a escrever as palavras.

Foto reprodução
Desde então, estudiosos do país vêm tentando decifrar a enigmática mensagem deixada pela freira, que contêm, dentre símbolos do alfabeto grego, caracteres árabes.
O que a carta diz
A mensagem foi um mistério para os cientistas durante muitos séculos. A carta foi escrita em uma mistura de alfabetos e os pesquisadores introduziram no software “o grego antigo, árabe, alfabeto rúnico e latim para decifrá-la”, lê-se no jornal La Stampa.
“Nós ouvimos falar de ‘software’ que deveria ser usado por serviços de inteligência para decifrar códigos”, diz Daniele Abate, líder da equipe de Ludum responsável pela pesquisa. O conteúdo da carta foi introduzido no software, explicaram os cientistas.
A carta descreve Deus, Jesus e o Espírito Santo como “pesos mortos”. “Deus pensa que pode libertar os mortais”, diz a carta escrita pelo “diabo”, que termina com “Deus foi inventado pelo homem” e que “esse sistema não funciona para ninguém”.
“Talvez agora o rio Estige exista”, escreveu a freira ditada pelo diabo, referindo-se ao rio Estige que, de acordo com a mitologia grega, separa a Terra do mundo dos mortos, Hades.
Mas quem escreveu a carta?
A carta foi escrita por Isabella Tomasi, nascida em 1645 e renomeada como irmã Maria Crocifissa della Concezione após sua entrada no convento siciliano de Palma di Montechiaro.
De acordo com a história, em uma manhã de 1676, a freira despertou com o rosto cheio de tinta e com a carta escrita em frente a ela. Ela disse às suas irmãs que foi o diabo que lhe mandou escrever a carta.

Chocados com as revelações, alguns dos cientistas advertiram que a mensagem incongruente não está completa, já outros mais incrédulos, acreditam que a freira “sofria de esquizofrenia”, podendo ter sido ela mesma quem escreveu a carta, sem a “ajuda” do diabo.
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