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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Você viu isso? Fátima Bernardes fala sobre casamento: 'Amor e sexo são determinantes'

Apresentadora do "Jornal Nacional", Fátima Bernardes está na revista "Claudia" de maio. Na entrevista, a jornalista falou sobre seu casamento com William Bonner, com quem está há 21 anos. “Amor e sexo são determinantes. E aí vem o resto: compartilhar sonhos, projetos e ideais de futuro”, diz.
Preocupada com a aparência, Fátima assume ter um pouco de medo do futuro e admite que coloca botox ao redor dos olhos. "Acredito realmente que a gente melhora com os anos. Por outro lado, acho difícil me acostumar com as mudanças físicas que a idade começa a trazer. Mas a guerra contra o tempo é uma guerra perdida. Prefiro direcionar minha energia para ganhar brigas boas. No dia em que fizer plástica, não será para ficar com cara de quem tem 30 anos, mas para ganhar um ar mais descansado".
Nana Moraes/ CLAUDIA/Divulgação

Fátima Bernardes na revista 'Claudia'

Fonte Ego

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

ORIXÀS: Exu e Ogum - abrindo caminhos e quebrando demandas

ORIXÀS: que abrem caminhos e batem de frente


  abrindo caminhos e quebrando demandas
ORIXÀS: Exu e Ogum - abrindo caminhos e quebrando demandas

EXU: Exu é o primeiro orixá a ser louvado no candomblé, porque representa o principio do movimento. Uma vez acionado é preciso controlá-lo, como se sabe com respeito a qualquer movimento. Como a fome é um dos motivos que levam o homem a se mover em direção a um objetivo, Exu come demais. E por comerem as plantações, é que as formigas são tidas como sendo de Exu e a terra dos formigueiros também. Ele é compreendido na África como um deus do movimento (nada a ver com o diabo cristão, embora o sincretismo o associe assim, no Brasil), que come tudo que pode, e que é "quente". Exu mora nas encruzilhadas (a idéia é "o que é, mas não é", sempre. Uma encruzilhada a princípio não é caminho algum e ao mesmo todos eles, certo?). Mas ao contrario de todos os pesquisadores eu tenho certeza que Exu sabe muito bem o que é e o que tem a fazer. Os pés de qualquer animal também são de Exu, segundo os africanos. E Exu é controvertido, porque tem um gênio travesso (Em Cuba, por causa disso ele é o Menino Jesus) e faz o que lhe pedem. O que eu considero um equivoco ridículo. Não tem noção de bem e de mal e se movimenta apontando o pênis pro lugar onde quer ir. Não existe lugar, no passado, presente ou futuro a que Exu não possa ir. Existe um oriki (verso sagrado) que diz, inclusive, que "Exu mata ontem um passarinho com pedra que atirou hoje para o amanha."

Exu também é associado à sexualidade, a segunda fome humana. O dia da semana: segunda-feira (o primeiro dia na semana ioruba, que tem 4 dias, também). Existem infinitos avatares de Exu, e mitos muito bonitos também. Um deles, conta que "Exu, filho primogênito de Iemanjá com Orunmilá, o deus da adivinhação e irmão de Ogum, Xangô e Oxossi, era voraz e insaciável. Conseguiu comer todos os animais da aldeia em que vivia. Depois disso, passou a comer as árvores, os pastos, tudo que via até chegar ao mar. Orunmilá previu então que Exu não pararia e acabaria comendo os homens, e tudo que visse pela frente, chegando mesmo a comer o céu. Ordenou então a Ogum que contivesse o irmão Exu a qualquer custo. Para conseguir isto, Ogum foi obrigado a matar Exu, a fim de preservar a terra criada e os seres humanos. Mas mesmo depois da morte de Exu, a natureza, os pastos, as árvores, os rios, tudo permaneceu ressecada e sem vida, doente, morrendo. Um babalaô (representante de Orunmilá na terra) alertou Orunmilá de que o espírito de Exu sentia fome e desejava ser saciado, ameaçando provocar a discórdia entre os povos como vingança pelo que Orunmilá e Ogum haviam feito. Orunmilá determinou então que em toda e qualquer oferenda que fosse feita pelos homens a um orixá, houvesse uma parte em homenagem a Exu, e que esta parte seria anterior a qualquer outra, para que se mantivesse sempre satisfeito e assim possibilitasse a concórdia".
• Cor: preto e azul escuro entre os iorubas, preto e vermelho entre os angolas (A cor preta se relaciona ao fato de que para que a luz chegue a algum lugar o movimento já precisa ter sido acionado, ou seja Exu deve ser antes do movimento da luz)

Dia da semana na Umbanda-Astrológica: terça-feira junto com Ogum e não segunda-feira.
• Elemento: fogo e ar.
• Símbolo: ogó (um pênis de madeira, com búzios pendurados simbolizando o sêmen)
• Numero 1
• Comida: farofa
• Saudação: Laroiê, Exu!

OGUM: O orixá Ogum é um dos mais amados na cultura ioruba. Em primeiro lugar porque ele foi o primeiro ferreiro. Como foi ele, também, quem descobriu a fundição e inventou todas as ferramentas que existem. Portanto é o patrono da tecnologia e da própria cultura, pois sem as ferramentas nada mais poderia ser inventado até mesmo plantar em grandes extensões seria extremamente difícil. Tendo inventado as ferramentas, com a foice ele abriu os primeiros caminhos para o resto do mundo, o que dá a ele o poder de abri-los ou fecha-los. Com a faca ele fez o primeiro sacrifício ritual, por isso sempre se louva Ogum durante estes sacrifícios e sua invenção da faca. Com o ancinho ele arou terras e plantou, com a tesoura cortou peles e inventou os abrigos. Com o machado cortou árvores para construir abrigos, com o martelo pode unir com pregos que inventou os troncos. Com a cunha pode levantar grandes pesos e assim aconteceu de Ogum, com a espada que forjou guerrear e conquistar territórios para seu povo. Ele, no entanto, não quis ser rei, pois preferia os desafios ao poder. Continuou lutando e inventando para sempre. Hoje em dia diz-se que os computadores são de Ogum e de Ogum são também todos os analistas de sistemas. Ogum só cometeu um erro nos mitos, quando seu pai mandou que fizesse uma tarefa e ele pelo caminho embebedou-se com vinho de palmeira e acabou não realizando o que devia. A partir daí nunca bebeu, mas diz-se que os filhos de Ogum adoram vinho branco e devem tomar muito cuidado com bebidas. A guerra é de Ogum, cujo nome significa exatamente guerra. Como Ogum nunca se cansa de lutar, costuma-se chamar por sua ajuda em situações em que é extremamente difícil continuar lutando ou quando o inimigo é extremamente forte. Não se deve invocar Ogum à toa, pois seu gênio é extremamente violento e diz um oriki que ele mata o injusto e o justo, o ladrão e o dono da casa roubada (porque permitiu que acontecesse), portanto não se deve brincar com este orixá, que não perdoa.

Ogum vive sozinho; é um solteirão convicto. Teve muitas mulheres, mas não vive com nenhuma, e criou um filho adotivo abandonado nas mãos dele por Iansã, a deusa dos ventos e raios. Que por sua vez o havia adotado de Oxum, a deusa do amor e da riqueza Um dos mitos sobre ele diz que Ogum, é filho de Iemanjá com Odudua. Desde criança já era destemido, impetuoso, arrojado e viril, tendo se tornado sempre mais e mais um brilhante guerreiro e conquistado, para seu pai, muitos reinos, não havendo, por esta razão, um só caminho que Ogum não tenha percorrido. Nos intervalos entre as guerras e as conquistas, Ogum criou os metais, a forja e as ferramentas que facilitaram a vida dos homens no mundo. Ele forjou a primeira faca, a primeira ponta de lança, a primeira espada, a primeira tesoura. Um irmão dedicado, diz o mito que Ogum tinha por Oxossi uma afeição muito especial, defendendo-o várias vezes de seus inimigos e passando mesmo a morar fora de casa com Oxossi, quando este foi expulso de casa por Iemanjá. Diz ainda o mito que foi Ogum quem ensinou Oxossi a defender-se, a caçar e a abrir seus próprios caminhos nas matas onde reina. Ogum teve muitas mulheres, a principal delas Iansã, guerreira como ele. Tendo sido roubada por Xangô, que é seu irmão por parte de mãe, Ogum passou a viver sozinho, para a guerra e a metalurgia.
• Dia: terça-feira
• Número: 7
• Cor: azul cobalto (ou azul ferreiro, como chamam alguns) e o vermelho. Mas num nível esotérico mais elevado o laranja. A cor exata é o azul da chama do fogo para os Oguns das águas.
• Símbolo: espada
• Comida: feijoada
• Saudação: Ogun Iê!
Apresentei aqui lendas e mitos. Mas quero alertar que elas são muito importantes para analisarmos os aspectos arquétipais dos orixás, mas que há muito mais coisas que formam e podem traduzir esses segredos. Cabe a cada um buscar a verdade, ou a sua verdade o que mais lhes favoreça e que lhes sejam compreensíveis.
Eu publiquei um artigo que falava da feminilidade presente em Ogum, mas também presente nos demais orixás. No entanto recebi algumas criticas. Mas volto a afirmar que Ogum e os outros orixás masculinos, não podem ser vistos apenas como possuidores de uma única personificação. Pois se assim for feito além de serem criadas muitas barreiras no conhecimento haverá muitas limitações nas ações de cada orixá. Digo isso por que os orixás agem tanto no principio feminino, quanto no feminino. E que não temos apenas guerreiros homens, mas também mulheres ao longo de toda história da raça humana.

O binário existe em todas as formas e em todas as formas de energia ou magia vai haver a dualidade. No entanto admito que cada orixá tenha um raio mais especifico em certas áreas do que em outras. Como por exemplo, notamos que ação de Ogum sempre esteve presente na área da segurança e exércitos, ações heróicas e mitos sobre guerreiros... Também que Oxossi tem mais ligação com as matas, a natureza, a agricultura etc., mas que também sabemos que todas as Linhas se integram e se harmonizam. E isso só é possível, quando o orixá trabalha em sincronia com os demais orixás. Ou seja temos um orixá menor trabalhando diretamente para linhas especificas. E assim pode-se perceber que todos os orixás dominam os quatro elementos e suas variações. 

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Carlinhos Lima – Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.

Psicologia: Como nasce o mal

Contrariando estudos clássicos, pesquisa mostra que pessoas que cometem atos cruéis a mando de autoridades não o fazem por obediência cega, mas por acreditarem estar fazendo a coisa certa

Guilherme Rosa
Adolf Hitler é saudado pelos seus ajudantes em 1932
Adolf Hitler é saudado pelos seus ajudantes em 1932: entusiasmo, e não apatia (Getty Images)
Grande parte da compreensão sobre como pessoas normais se comportam em ditaduras vem de estudos realizados nos anos 1960 e 1970. A Segunda Guerra Mundial ainda estava viva na lembrança e cientistas de todo o mundo tentavam explicar os horrores vistos na Alemanha nazista, onde cidadãos comuns — até mesmo exemplares — cometeram atos de extrema crueldade a mando do governo. Pesquisas clássicas lideradas pelos psicólogos americanos Stanley Milgram e Philip Zimbardo mostraram que o mais pacato dos seres humanos poderia cometer atos terríveis se assim lhe fosse ordenado pelas autoridades, pois teríamos uma tendência inata à obediência e à submissão.
CONHEÇA A PESQUISA

Título original: Contesting the "Nature" Of Conformity: What Milgram and Zimbardo's Studies Really Show

Onde foi divulgada: revista PLOS Biology

Quem fez: Alexander Haslam e Stephen Reicher

Instituição: Escola de Psicologia da Universidade de Queensland, na Austrália

Resultado: Os pesquisadores questionaram o resultado de dois estudos anteriores, realizados pelos psicólogos Stanley Milgram e Philip Zimbardo nas décadas de 1960 e 1970. Eles diziam que a obediência aos desmandos de autoridades mostrava que os seres humanos normais tendiam a se conformar com a tirania. A nova tese diz que essa obediência se deve ao fato de a pessoa se identificar com a autoridade e acreditar estar fazendo a coisa certa.
Um novo artigo publicado na edição desta semana da revista PLOS Biology revisita as conclusões desses estudos e afirma que as pessoas que agiram daquela maneira não eram apenas motivadas pela obediência cega, mas também demonstravam entusiasmo ao realizar atrocidades. Pessoas capazes de cometer atos cruéis não são penas receptoras passivas de ordens; elas também se identificam com autoridades abusivas, e acreditam estar fazendo a coisa certa mesmo quando são violentas.
Essa discussão começou no início da década de 1960, logo após o julgamento de Adolf Eichmann, um burocrata nazista que ajudou a elaborar os planos de extermínio de judeus. Eichmann, que conseguiu se esconder durante dez anos na Argentina, estava sendo julgado por ter ajudado a transportar milhões de pessoas para os campos de concentração. No entanto, o que espantou os pesquisadores da época é que ele parecia ser um sujeito normal, que apenas cumpria ordens de autoridades — mesmo que essas ordens implicassem no genocídio. No livro Eichmann em Jerusalém, a filósofa alemã Hannah Arendt cunhou a expressão "banalidade do mal" para explicar por que grandes crimes da humanidade não foram cometidos por monstros, mas por gente comum que aceita ordens superiores. Nos anos seguintes, a tese de origem a um grande número de pesquisas sobre o assunto.
Autoritarismo de laboratório — Em 1963, Stanley Milgram conduziu um experimento para comprovar a ideia de que pessoas comuns obedeciam de modo cego às ordens das autoridades. Pesquisador da Universidade Yale, ele convocou 40 voluntários para participar do estudo, mas avisou apenas que iriam fazer parte de um teste de memória. Todos foram designados para a posição de "professor" e instados a ajudar um segundo voluntário, que seria o "aluno", a memorizar uma série de palavras. A cada palavra errada, deveriam aplicar um choque elétrico no aluno. Os choques começavam leves, com apenas 15 volts, mas cresciam a cada resposta errada até atingir o valor de 450 volts, que pode ser mortal para um ser humano.
O que os voluntários não sabiam é que o homem respondendo às perguntas era um ator, e os choques não eram reais. Milgram não estava interessado na memória, mas em quão longe os voluntários iriam ao aplicar os choques elétricos. E eles foram longe: todos os participantes deram choques de até 300 V. Desses, 65% não pararam de aplicar os choques até atingir os 450 volts – mesmo com os atores fingindo extremo sofrimento. Segundo o psicólogo, o experimento mostra que pessoas normais estariam dispostas até a matar um completo estranho simplesmente por terem recebido a ordem de uma autoridade.
Já o estudo realizado por Philip Zimbardo na Universidade de Stanford, em 1971, buscou analisar como as pessoas estão dispostas a assumir papéis abusivos se esses lhes forem designados por autoridades. Zimbardo escolheu 24 voluntários, e os separou de modo aleatório em dois grupos: guardas ou prisioneiros. Eles foram colocados dentro de uma falsa prisão construída no Departamento de Psicologia da universidade, e os guardas instruídos a agir do modo que fosse necessário para manter o controle.
Seu objetivo era observar a interação entre os dois grupos, e ver como se comportariam sem uma autoridade por perto. Os resultados foram chocantes. Os guardas começaram a agir de modo tão abusivo e violento que o estudo precisou ser interrompido depois de apenas seis dias. Zimbardo concluiu que os voluntários assumiram um comportamento autoritário porque se adequaram de modo automático ao papel que lhes foi designado, mesmo sem receber ordens específicas para isso. Segundo o psiquiatra, a brutalidade era apenas uma consequência da representação do papel de guarda e da pressão do resto do grupo.
Tanto o estudo de Milgram quanto o de Zimbardo se tornaram referências na área.  Falavam sobre a natureza humana e a submisso do homem à autoridade — e ambos deram origem a filmes, documentários e livros diversos.

Videoteca básica

A Experiência
Capa do filme "A Experiência"Baseado no estudo de Philip Zimbardo, o filme conta a história de 20 voluntários recrutados para um experimento que simularia duas semanas de prisão. A metade dos voluntários é designado o papel de guarda e a outra metade o papel de prisioneiro. Com o passar do tempo, os primeiros começam a exercer o poder de forma abusiva e a maltratar o outro grupo. Ao contrário de experiência de Zimbardo, no entanto, o cientista responsável não interrompe a pesquisa, com resultados violentos e macabros.

Direção: OLIVER HIRSCHBIEGEL
Fé na autoridade — No entanto, o novo artigo escrito por Alex Haslam, psicólogo da Universidade de Queensland, na Austrália, publicado na PLOS Biology, questiona o resultado de ambos os trabalhos e nega o fato de a obediência à tirania resultar da submissão cega às regras e aos papéis estipulados. Haslam afirma que esses seguidores não são passivos, mas criativso, e suas ações brotam do fato de eles se identificarem com as autoridades e acreditarem em suas premissas. "Pessoas decentes participam de atos horríveis não porque se tornam funcionários negligentes que não sabem o que estão fazendo, mas porque eles começam a acreditar — normalmente sob a influência de uma autoridade — que estão fazendo a coisa certa", diz o pesquisador.
A tese de Haslam foi formulada a partir de um experimento que ele conduziu em parceria com a rede de televisão inglesa BBC em 2002. Ele replicou o experimento da prisão feito por Zimbardo, mas garantiu que não houvesse nenhuma interferência por parte dos pesquisadores e os guardas não soubessem, a princípio, como deviam agir.
Dessa vez, os voluntários demoraram muito mais tempo para assumir seus papéis. Os prisioneiros foram os primeiros a se identificar como um grupo, e encontraram um modo de resistir à autoridade dos guardas, criando um sistema mais igualitário na prisão. Segundo Haslam, isso mostra que as pessoas não se submetem automaticamente aos papéis que lhes são incumbidos, e que elas podem resistir a esses papéis quando não gostam das consequências.
Com o passar do tempo, no entanto, uma parte dos guardas e dos prisioneiros passou a acreditar que a situação estava fugindo do controle e conspirou para criar uma nova hierarquia na prisão. No final, o experimento desencadeou o mesmo tipo de abusos que o realizado nos anos 1970 por Zimbardo. Mas, segundo Haslam, isso não aconteceu porque os voluntários aceitavam cegamente o papel de guarda. Ao contrário, foi só quando os indivíduos passaram a acreditar no novo papel, e a se entusiasmar com as ações, que a nova ordem autoritária se impôs.
Para o psicólogo, o estudo de 2002 demonstrou que aqueles que obedecem à autoridade não o fazem de modo cego, mas de modo ativo. O fazem por escolha e não necessidade e, por isso deveriam ser vistos como seguidores engajados, e não conformistas cegos. Ao analisar o estudo de Stanley Milgram, Haslam diz que os voluntários só aceitaram aplicar os choques porque acreditavam e se identificavam com os objetivos científicos do pesquisador.
Sob esse ponto de vista, Adolf Eichmann, o burocrata nazista, tinha total conhecimento das consequências de seus atos. "Esses burocratas sabiam muito bem o que faziam, mas acreditavam que isso era a coisa certa. Matar pessoas inocentes é difícil, e requer um grande nível de convencimento. Era a fé no regime nazista que lhes permitia fazer isso", diz Haslam em entrevista ao site de VEJA. Para o psicólogo, o alemão não era apenas um funcionário obediente e passivo, mas um participante ativo no massacre de judeus. A corte que julgava Eichmann concordou com essa visão: ele foi considerado culpado de uma série de crimes, incluindo crimes contra a humanidade, e enforcado em 1962 em Israel.

Alex Haslam

"Se as pessoas apenas seguissem ordens, as tiranias não chegariam a lugar nenhum. Esses regimes contam também com o entusiasmo e fé de seus seguidores"

Alex Haslam
Professor de Psicologia Social e Organizacional na Universidade de Queensland, na Austrália

Seu artigo questiona o resultado dos experimentos de Stanley Milgram e Philip Zimbardo. Quais seriam os erros na pesquisa de Milgram? Eu discordo da ideia de que as pessoas aplicando os choques estão simplesmente seguindo ordens. Na verdade, elas estão trabalhando duro, confrontando uma situação muito desconfortável, para tentar fazer a coisa certa e ajudar no avanço da ciência. Eles acreditam nisso. Não são zumbis ou autômatos, mas pessoas que acreditam estar participando de uma tarefa significativa. Quando alguns pensadores falam sobre o mal, eles se referem a uma espécie de ladeira escorregadia, pela qual as pessoas deslizam por inércia, sem pensar no que estão fazendo. Não é esse o caso. Os participantes estavam lutando duro – aplicar choques em seres humanos não é uma atividade facilmente digerível – para ir até o fim da experiência.
Essa conclusão pode ser usada para analisar o comportamento de pessoas que vivem sob tiranias? É claro. Muitos historiadores vêm tentando entender o comportamento dos burocratas no regime nazista. Não é o caso de dizer que eles só obedeciam a ordens. Esses burocratas sabiam muito bem o que faziam, e acreditavam que era o certo. Matar pessoas inocentes é difícil, e requer um grande nível de convencimento. Era a fé no regime nazista que lhes permitia fazer isso.
Em 2002, o senhor realizou um experimento muito semelhante ao de Zimbardo, mas chegou a conclusões diferentes. Por que isso aconteceu? Na verdade, nossos experimentos atingiram resultados muito semelhantes. No entanto, ficou muito claro para mim que esse resultado não foi atingido simplesmente porque os guardas se conformaram ao seu papel. Em nossa prisão, o sistema original falhou porque uma parte dos guardas não se identificou com o papel. A cadeia viveu uma espécie de hiato, no qual nada funcionava. Foi aí que um grupo de prisioneiros e guardas se juntou e decidiu que precisavam de um regime mais autoritário. Foi só quando eles passaram a acreditar que essa era a solução para seus problemas que estabeleceram o novo regime. As pessoas não entram naturalmente nesse tipo de situação e começam a brutalizar os outros. Elas só fazem isso quando acreditam que essa é a coisa certa para se atingir um objetivo. Isso pode ser visto em grande parte das tiranias.
Em que tipo de situação isso acontece? As pessoas não são tirânicas porque isso lhes é  ordenado. Elas têm de se identificar com a causa. Por exemplo, ninguém estava ouvindo o que Hitler tinha a dizer no começo dos anos 1930. Foi só anos depois, quando os alemães começaram a acreditar que o nazismo tiraria a Alemanha de uma situação difícil, que alguns deles – os mais comprometidos com a ideologia – se tornaram capazes de agir como agiram.
Então os indivíduos que seguem as ordens são ideologicamente comprometidos como a tirania? É isso. Quando procuramos o que dá energia e dinamismo para a tirania, não vamos encontrar pessoas que seguem ordens cegamente. As organizações autoritárias só se sustentam porque alguns indivíduos se identificam com elas, acreditam em seus pressupostos e trabalham duro para atingir seus objetivos. Se as pessoas apenas seguissem ordens, esses regimes não chegariam a lugar nenhum.

Fonte/http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/

PARA COMBATER TENTAÇÕES MALIGNAS


Se você é uma pessoa boa, segue a risca todos os seus deveres, faz sempre suas orações, mas não está conseguindo se defender, pois você está sendo atormentado por alguma tentação maligna, é hora de agir mais agressivamente contra isso, antes que seja tarde demais.

Tenha sempre em casa um pouco de água benta e, sempre que for sair para rua, faça o sinal da cruz e jogue um pouco dessa água na porta da frente de sua casa. Quando voltar, faça o mesmo.

Aos domingos, ao se levantar, molhe um algodão com água benta, faça o sinal da cruz na testa com ele, depois atire-o por uma janela, do lado em que nasce o sol.

Sexualidade: Astrologia a mulher e fértilidade


No mapa de uma mulher, além do período fértil da mulher, que acontece entre as menstruações, existe um outro período, que pode ser identificado de acordo com o mapa astrológico de cada uma, em que a fertilidade também fica muito evidenciada. Nota-se que nos casos de mulheres com dificuldades em engravidar, quando a concepção era feita nestes dias em que astrologicamente a fertilidade fica em evidência, os casos de sucesso na gravidez podem chegar a 98%, enquando pelos métodos tradicionais a porcentagem será muito inferior.

Claro que além dos fatores que proporcionam fertilidade numa mulher, como o signo solar, lunar, Ascendente e a posição da Lua, não basta. Na verdade há necessidade de observar-ser todas as configurações, como o peso dos elementos, a posição de Vênus, de Marte e os aspectos entre planetas. Como tambem as casas de sexo, V e VIII.

No entanto em algumas pessoas, o metodo desenvolvido por grandes astrológos estudiosos da fertilidade das mulheres via zodiaco, pode identificar sim dias de alta fertilidade! Além disso, foi observado que havia uma forma de identificação de bebês meninos ou meninas, também de acordo com o mapa astrológico da mãe.

Assim, é possível fazer uma análise do mapa astrológico da mulher, verificando as possibilidade de uma gravidez em sua vida e naquele momento de sua vida. Verificando-se a possibilidade, é possível fazer uma tabela de fertilidade, orientando sobre qual dia de cada mês a possibilidade de concepção é maior e, ainda, a tendência sobre o sexo do bebê. A pesquisa astrologia revela que os dias férteis de cada mulher estão de acordo com seu mapa natal. Um método que pode ajudar uma mulher a evitar períodos no mês em que poderia correr o risco de uma gravidez problemática.

De modo simplificado, o metodo consiste em calcular a distancia entre o sol e a lua natal, tendo esses dados em mãos, identifica-se por meio das efemérides, a distancia entre o sol e lua em transito naquele mês que corresponde a mesma distancia do sol e lua natal. Anota esses dias, e depois identificamos o ângulo entre o transito do sol e da lua que reproduz a distancia do sol e da lua antiscio do mapa natal, que seriam outros dias astrologicamente férteis.

Há também identificou outros dias férteis cada mês quando o angulo entre sol e lua em transito reproduz a mesma distancia do sol natal e do ponto oposto a lua natal antiscio, ou seja a lua contra-ansticio. E assim os estudiosos do tema dizem que identificando esses 3 períodos, discarta a lista de momentos críticos , de grande dificuldades na gravidez, como a incidência de abortos.




Se você quiser saber o antiscio de qualquer planeta, você deve primeiramente observar na primeira tabela qual o signo antiscio desse planeta, por ex: lua em touro, o antiscio é leão,o contra- antiscio seria aquário. Para encontrar o antiscio em grau:Por ex: Lua 20º10” de touro, já sabemos que o antiscio cai no sigo de leão, para achar o grau exato, temo que subtrair os graus do planeta de 30º00, então sobra 10º,50” e o antiscio de 20º10” da lua em touro, será= 10º50”de Leão, sendo o contra- antiscio o signo oposto , no caso sendo : 10º50” de aquário.

Há tambem uma diferença entre mulheres no que se refere a fertilidade, no tocante aos seus orixás. As mulheres adeptas dos cultos afrobrasileiros, pensam que por serem filhas de Oxum, todas serão férteis, assim como tambem se forem filhas de Iemanjá ou sendo de um elemento de àgua! Mas, na verdade envolve muito mais coisas do que se imagina. Na verdade é preciso vêr qual é seu orixá da fertilidade, do sexo e do amor. Nem sempre o orixá de cabeça rege essas areas na nossa vida. Assim como vemos a fertilidade de um signo cair em outro através da configuração, com os orixás tambem temos que verificar toda uma hierarquia.

Pela Europa toda, nos milênios anteriores ao cristianismo, predominava a religião da Lua. Eram rotineiros os rituais, cerimônias e festas da Lua Cheia. Algumas Luas Cheias eram consideradas particularmente poderosas e sagradas; talvez esses assim chamados primitivos estivessem sintonizados com as flutuações da energia e do poder da Lua. A festa da Lua Cheia pode ter constituído um canal de vazão seguro e possivelmente até saudável para as emoções que se acumulam durante o ciclo mensal e que tendem a precisar de uma descarga por volta da Lua Cheia. O Halloween (Dia das Bruxas) e a Páscoa são, na verdade, remanescentes das celebrações dessa era de que os padres da Igreja, astutamente, se apropriaram.

Antes de o cristianismo ter-se tornado a religião dominante na civilização ocidental, havia muitos deuses. Entre os mais comumente adorados estavam as deusas da Lua, chamadas por muitos nomes, inclusive Diana, Ártemis e Hécate. As pessoas recorriam a elas para garantir a fertilidade, os partos sem problemas, as boas colheitas e o sucesso nas caçadas. Naqueles dias a taxa de mortalidade infantil e morte por parto eram altas, de modo que os seus templos eram populares. Nenhuma mulher que desejasse filhos e quisesse sobreviver à gravidez faria pouco caso de Diana.

A velha palavra anglo-saxônica, wicca, significa simplesmente conhecimento e incorporava o conhecimento de quando plantar, caçar e pescar e de como curar usando plantas, ervas e outros meios naturais. Até hoje os bons fazendeiros sabem observar a lua para as épocas de plantio e colheita. Como os antigos, eles constatam que as sementes brotam muito melhor logo depois da Lua Nova, principalmente da Lua Nova em Touro que cai no fim de abril ou começo de maio. Da mesma forma, os pescadores dedicados compram calendários da Lua que indicam as melhores épocas para pescar.

Os antigos rezavam a Diana, a deusa da fertilidade, para que o parto corresse bem, algo que, naqueles dias, não era uma certeza. Muitos povos diferentes por todo o mundo partilhavam a crença de que a Lua também tinha o seu ciclo menstrual. Mesmo os que não adoravam a Lua diziam que ela tinha seu período quando estava escura. Muitas tribos diferentes, ignorantes dos fatos da vida, acreditavam que as mulheres eram fertilizadas pela Lua Cheia. Já se observou que as mulheres que vivem juntas tendem a ajustar seus ciclos menstruais um ao outro. Os biólogos opinam que a explicação é algum tipo de percepção olfativa subliminar dos hormônios liberados. Imagine a vida num acampamento ou numa tribo onde a maioria das mulheres ovule ao mesmo tempo, estando na época mais reativa do ponto de vista sexual, enquanto lá em cima a Lua está cheia e as emoções atingem o auge. A ligação entre a Lua e a fertilidade seria forte nessa visão do mundo bem como a ligação com os nascimentos, já que nove meses lunares depois, também na Lua Cheia, as crianças nasceriam.

Muita fertilidade a toda, muito prazer e boas gestações repletas de saúde!

Carlinhos Lima - Astrologo

Riqueza: Ser especial


Afinal, qual a graça de ter muito dinheiro? Quanto mais coisas se tem, mais se quer ter e os desejos e anseios vão mudando --e aumentando-- a cada dia, só que a coisa não é assim tão simples. Bom mesmo é possuir coisas exclusivas, a que só nós temos acesso; se todo mundo fosse rico, a vida seria um tédio.
Um homem que começa do nada, por exemplo: no início de sua vida, ter um apartamento era uma ambição quase impossível de alcançar; mas, agora, cheio de sucesso, se você falar que está pensando em comprar um com menos de 800 metros quadrados, piscina, sauna e churrasqueira, ele vai olhar para você com o maior desprezo --isso se olhar.
Vai longe o tempo do primeiro fusquinha comprado com o maior sacrifício; agora, se não for um importado, com televisão, bar e computador, não interessa --e só tem graça se for o único a ter o brinquedinho. Somos todos verdadeiras crianças, e só queremos ser únicos, especiais e raros; simples, não?
Queremos todas as brincadeirinhas eletrônicas, que acabaram de ser lançadas, mas qual a graça, se até o vizinho tiver as mesmas? O problema é: como se diferenciar do resto da humanidade, se todos têm acesso a absolutamente tudo, pagando módicas prestações mensais?
As viagens, por exemplo: já se foi o tempo em que ir a Paris era só para alguns; hoje, ninguém quer ouvir o relato da subida do Nilo, do passeio de balão pelo deserto ou ver as fotos da viagem --e se for o vídeo, pior ainda-- de quem foi às muralhas da China. Ir a Nova York ver os musicais da Broadway já teve sua graça, mas, por R$ 50 mensais, o porteiro do prédio também pode ir, então qual a graça? Enfrentar 12 horas de avião para chegar a Paris, entrar nas perfumarias que dão 40% de desconto, com vendedoras falando português e onde você só encontra brasileiros --não é melhor ficar por aqui mesmo?
Viajar ficou banal e a pergunta é: o que se pode fazer de diferente, original, para deslumbrar os amigos e mostrar que se é um ser raro, com imaginação e criatividade, diferente do resto da humanidade?
Até outro dia causava um certo frisson ter um jatinho para viagens mais longas e um helicóptero para chegar a Petrópolis ou Angra sem passar pelo desconforto dos congestionamentos.
Mas hoje esses pequenos objetos de desejo ficaram tão banais que só podem deslumbrar uma menina modesta que ainda não passou dos 18. A não ser, talvez, que o interior do jatinho seja feito de couro de cobra --talvez.
É claro que ficar rico deve ser muito bom, mas algumas coisas os ricos perdem quando chegam lá. Maracanã nunca mais, Carnaval também não, e ver os fogos do dia 31 na praia de Copacabana, nem pensar. Se todos têm acesso a esses prazeres, eles passam a não ter mais graça.
Seguindo esse raciocínio, subir o Champs Elysées numa linda tarde de primavera, junto a milhares de turistas tendo as mesmas visões de beleza, é de uma banalidade insuportável. Não importa estar no lugar mais bonito do mundo; o que interessa é saber que só poucos, como você, podem desfrutar do mesmo encantamento.
Quando se chega a esse ponto, a vida fica difícil. Ir para o Caribe não dá, porque as praias estão infestadas de turistas --assim como Nova York, Londres e Paris; e como no Nordeste só tem alemães e japoneses, chega-se à conclusão de que o mundo está ficando pequeno.
Para os muito exigentes, passa a existir uma única solução: trancar-se em casa com um livro, uma enorme caixa de chocolates --sem medo de engordar--, o ar-condicionado ligado, a televisão desligada, e sozinha.
E quer saber? Se o livro for mesmo bom, não tem nada melhor na vida.
Quase nada, digamos.
Danuza Leão
Danuza Leão, jornalista e escritora, aborda temas ligados às relações entre pais e filhos, homens e mulheres, crianças, adolescentes, além de outros assuntos do dia-a-dia. Publicou seu primeiro livro em 1992. Escreve aos domingos na versão impressa do caderno "Cotidiano".
Fonte/http://www1.folha.uol.com.br/colunas/danuzaleao/

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Adultério: Um Amor Clandestino

Amor clandestino, um dia você poderá ter um, se já não o teve. Você solteiro e o outro casado, ou você casado e o outro solteiro, ou ambos casados. E ainda solteiros num romance proibido, pelas circunstancias. Não é um amor como os outros. Amor clandestino é amor bandido, fora dos padrões.

Requer encontros secretos, sussurros ao telefone, algumas datas impossíveis de serem compartilhadas e muita saudade. Ou seja: é nitroglicerina pura! Nenhum desgaste do cotidiano, nada de sogra, cunhada e, melhor ainda, nada de filhos! É só os dois e aquelas horas contadinhas no relógio, impedindo que o casal perca tempo com qualquer outra coisa que não seja prazer. No entanto, as pessoas sofrem por causa destes amores. Mesmo tudo parecendo festa! Isso porque, amor clandestino, pra começar, é superestimado.

Ele tem a cara dos contos-de-fada, dos filmes que passam no cinema, das cenas de novela. Vivenciamos uma idealização: o par perfeito, que vive entre quatro paredes e que ignora o que acontece do lado da porta da rua pra fora. Já que se vêem pouco, as palavras de amor transbordam, e como ao menos um dos dois é comprometido, o jogo da sedução é ininterrupto. O sexo é a estrela da casa, por causa dele a relação nasceu e se mantém. Não é um amor como os outros, e isso é tão bom que acaba se tornando um problema.

Pessoas que tem enfase na casa 12 em algum momento da sua vida se envolverá profundamente nesses casos e terá problemas com ele. Terminar uma relação assim é acordar de um sonho. E persistir numa relação assim é um pesadelo. O amor precisa ser ventilado, sair pra rua, respirar ar puro. O amor precisa de duas pessoas em igualdade de condições. Acreditar que basta uma cabana é ilusão: o amor precisa ser testemunhado. Mas, enquanto não enche o saco, e maravilhoso, pois Venus se exalta na casa 12. Amores clandestinos são tentadores para as pessoas vaidosas, que precisam certificar-se do seu poder de fogo, que necessitam conquistar e serem conquistadas.


Quase todo mundo tem esta vaidade! Umas sufocam, outras topam a parada. Principalmente pessoas que tem enfase no horoscopo da busca do prazer ou forte influencia de Marte, Plutão e Venus bem impulsionados por Urano e muito fogo no mapa. Uns saem da experiência revitalizados, outros atolam. É muito difícil medir o verdadeiro amor diante de uma relação tão cheia de significados, com tantas armadilhas no caminho, com todo o ilusionismo que a sustenta. O que parece amor pode ser apenas uma fantasia levada às últimas conseqüências. E o que parece apenas uma fantasia levada às últimas conseqüências pode ser mesmo amor. Falta parâmetros para medir este amor intramuros.

O Certo é que cada um vive, aceita e curte de sua maneira, tudo dependerá da harmonia entre os amantes, porque sem harmonia poderá ser bom pra um e outro não, ou ruim para ambos. Mas, se tiver harmonia e a combinação for plena, tudo se tornará em satisfação e prazer. Mas, esses que terminam harmonicamente bem, pode crer, que são muito poucos. Os escorpianos e taurinos tem muita coragem pra investir nesse tipo de amor, mas, quando da errado são os que mais sofrem. Já os aquarianos e geminianos, já gostam de testar pra ver, mas, sempre com intuito de tirar onda com o parceiro, só buscando mostrar que tem poder de experimentar o novo e que seu charme é irresistivel.

Os que adentram ja buscando apego são os signos de agua, e buscando dominar o outro os nativos do signos de fogo. Já os de signos de terra, ficam esperando receiosos o momento certo de atacar e nem sempre atacam. É o céu e o inferno de quem se atreve. E quem se atreve em experimentar, pode adentrar os portões do amor secreto, sabendo que pode ganhar ou perder.

Carlinhos Lima - Astrologo

Exú, orixás, protetores e cura de muitos males pelo Guardião dos Caminhos


No ritual cujo objetivo maior é o de evitar a morte prematura, as doenças de todos os matizes, louva-se o Orixá Omulu – Obaluaiyê – Shapanan, fazendo a conexão Exu – Obaluaiyê, por intermédio do enredo toque-dança, cujo tema é a neutralização dos aspectos maléficos (doenças, pestes) buscando a louvação e a conexão com os bons aspectos de Omulu-Obaluaiyê, que estende-se a todos os benefícios de seus pós de encantamento e cura, fazendo nesse instante a ligação com Exu. Os pós dispensados dos atós de Omulu (cabaças com pós mágicos) se assimilam com os apôs (sacos) de pós mágicos e de encantos de Exu (Realização do Axé). Celebrando nossos ancestrais por intermédio de Exu pudemos reafirmar e reatualizar ou mesmo mudar o caminho (do qual ele é Senhor), do destino, neutralizando a morte prematura, a doença, a miséria em todos os níveis, as desigualdades e preconceitos vários.Realmente Exu é o vencedor da era das trevas, poderoso Guardião do Destino, de um destino alvissareiro e de felicidades a todos nós.

E a entidade sobrenatural Exu, sua valência de ancestralidade primeva, comunicação, transmissão e ação transportadora do Axé, essa força-mágica sagrada que impulsiona nossas vidas para o desenvolvimento como ser humano espiritualizado, consolidando nossa identidade no respeito incondicional à vida, à igualdade entre todos nós! Também todos os Exus em seus vários aspectos, que culminou com a ida a rua, como forma de liberdade, de cidadania religiosa quebrando com os preconceitos e firmando nossos anseios de igualdade e liberdade não somente religiosa, mas social, cultural, política e econômica.

Os Odu-Ifá – vaticínios do oráculo, as respostas signos do destino, afirmou-se nos Odu Oturopon (12º) e Oyeku Meji que o Babalawo estava desacoroçoado, pois não tinha mulher (esposa), dinheiro e muito menos filho. Reclamou, reivindicou a Orunmilá, e esse não lhe respondia. Quando respondeu disse-lhe que seria melhor pedir a Exu. E assim remetido a Exu, o Babalawo ouviu de Exu: - Orunmilá não vê com simpatia ou importância seus pedidos. O que posso lhe aconselhar é que você deve pedir a Ori, pois ele lhe estenderá e lhe satisfará as carências. Aviso-lhe que se ele não fizer ninguém o fará. É sobre esse fundamento é muito importante, pois tem haver com a relação Ori-Orunmilá / Ifá.

E sabemos que a força da Umbanda é Africana, pois cultua os Orixás (Divindades Africanas) e também Indígena, pois cultua o Caboclo-Ancestral brasileiro, dito também o Orixá do Brasil. A “Umbanda Branca”, legítima Escola Umbandista, na forma está vinculada, pelo menos na aparência, ao Espiritismo e Catolicismo (sincretismo). Na essência, na sua doutrina interna é Africana (Orixás) e Indígena (Pajelança) ao mesmo tempo. O “Castiço” (catiço) – o Caboclo – é tido em muitas Religiões Afro-Brasileiras como o Orixá do Brasil.

Após o “retorno” do Caboclo aos “espaços sagrados” (“Aruanda”) deixando suas “ordens de direitos”, seu comando Espiritual às demais entidades que virão cumprir o ciclo iniciado, prepara-se a invocação de Exu – Senhor das Encruzilhadas, dos Caminhos, Porteiro Sagrado entre várias dimensões. Nada terá sentido ou existência se não tiver Exu. Ele é, representa e conduz o Axé, princípio e poder de realizar e fazer crescer, desenvolver todas as coisas, sendo pois, justo, principalmente na Umbanda Traçada, Omolokô e outras mais, ser o primeiro a ser invocado, antes do próprio Orixá, o mesmo acontecendo com as oferendas. Exu é o primeiro a “comer”, pelos motivos aludidos. Com a invocação e chegada dos Caboclos em “terra”, que são entidades espirituais de muito poder espiritual e curativo, tem início o ritual, onde dispensam suas bênçãos a todos os presentes ou ausentes mas que estão sob os influxos de sua poderosa corrente.

“Doenças Espirituais” Mediunidade desajustada, “encostos”, “quebrantos”, “mal olhados”, perseguição de Eguns, de Arajés, Magia Negra – atuação no campo espiritual bloqueando a espiritualidade e o desempenho na vida social e emotiva-sexual; problemas mentais vários; problemas acompanhados de depressão , ansiedades, manias, distimias e principalmente, o medo, entre outros tantos. Com Exu no reino, atendendo e encaminhando as pessoas, Ele mesmo, como o primeiro a vir, pode invocar os Orixás (segundo a ordem do Xirê) que trarão suas bênçãos e sua proteção. Após suas bênçãos e transmissão de axé desincorporam de seus “cavalos de santo” na camarinha, completando seus ciclos de vibrações que veiculam axé, iwa e abá.

Lembremos que Oduduwá cria a Terra – Aiyê - (continente-matéria) e Oxalá cria todas as criaturas do Orun, cujos duplos serão manifestados na Terra (Orun – planos sobrenaturais e Aiyê – planos naturais). As águas e o ar movendo-se, uma parte deles transformam-se em lama, que Olorun insuflou no montículo de lama (rochedo vermelho – laterita) seu hálito, dando-lhe a vida (a existência individualizada – Exu) . Reiteraramos que ambos Oxalá - Oduduwá são os genitores espirituais do Universo e da Criação, concessão dada a Eles por Olodumare, representando respectivamente o Poder Masculino (Oxalá) e o Poder feminino (Oduduwá).

Os Orixás da Criação e da Sabedoria, o par Orixalá – Oduá ou Oduduwá, representam a Existência genérica – o Princípio indutor da Criação. Exu por sua vez, o terceiro elemento – a terceira cabaça – IGBA KETÁ é o elemento procriado, a existência diferenciada, individualizada. No futuro, em outros momentos, desdobraremos os sentidos metafísicos, ontológicos de Iwá – Existência, Axé – realização e Abá – sentido, direção, enfim a mesma Triunidade Cósmica – o Tríplice Caminho – patrimônio de todas as tradições, que traduzimos, “decodificamos” para as Tradições das Religiões Afro-brasileiras.

Exu é o indutor da autodeterminação, da quebra de interdições sociais, que limitam a liberdade, por isso dá aos homens acesso aos meios mágicos – religiosos de melhorar sua sorte. Os mitos de Orunmilá Ifá afirmam que Exu persuadiu a Lua e o Sol a trocarem seus domínios, mudando assim a ordem das coisas, contrário pois, como se percebe, à manutenção do status quo. Nessa análise estabelece a distinção entre dois princípios: o apolíneo e o dionisíaco – a partir respectivamente de Apolo (deus da razão, da clareza, da ordem) e Dionísio (deus da aventura, da música, da desordem).

Infelizmente essas discussões complementares da realidade foram segregadas na época de Sócrates, que ao optar pelo culto à razão, minou a seiva, a semente criadora da filosofia na dimensão dionisíaca (Cotrin, 1988). Talvez Nietzsche esteja certo e tenha a resposta às dúvidas que suscitamos. Sim, na sua obra crítica à tradição da filosofia ocidental a partir de Sócrates, ele a acusa de ter negado a intuição criadora da filosofia anterior, a pré-socrática.

Exu em seus aspectos cósmicos, sociais e individuais, pode-se entender porque de Exu ser demonizado e, infelizmente, ser mal interpretado por dentro de alguns setores, se bem que isolados das religiões do Orixá. Nos Orixirixi (contos imemoriais dos Itanifás) de Exu encontraremos o tributo de Exu – Igba Ketá, isto é a terceira cabaça, o terceiro criado, pois os primeiros foram Oxalá e Odudwá. O mesmo fundamento, ou seja, as várias qualidades de Exu, demonstra a ligação direta do mesmo com Orunmilá Ifá, com o destino individual (Bará), igualmente com o conceito de Exu ser Enu Gbarijó (Boca Coletiva), manifestando a vontade de todos os Orixás.

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Reveja: Nasa divulga imagens em 3D do Sol

A nova visão do Sol pode revelar conexões que não eram examinadas com tanta atenção pelos cientistas. Foto: Nasa/Divulgação
A nova visão do Sol pode revelar conexões que não eram examinadas com tanta atenção pelos cientistas
Foto: Nasa/Divulgação

A Nasa, a agência espacial americana, divulgou no domingo as primeiras imagens em 3D do Sol, feitas por dois satélites lançados em 2006. Os dois satélites fazem parte do projeto Observatório de Relações Terrestres-Solares (Stereo, na sigla em inglês) e, desde seu lançamento, seguem trajetórias diferentes. Um deles à frente da Terra em sua trajetória, o outro mais atrás.

No domingo, a Nasa informou que os dois satélites finalmente alcançaram posições em lados opostos do Sol, o que deixou o astro exatamente entre eles. Os dois satélites agora transmitem imagens da frente e da parte de trás do Sol.

"Pela primeira vez podemos observar a atividade solar em toda a sua glória 3D", afirmou Angelos Vourtidas, integrante da equipe científica do projeto Stereo no Laboratório de Pesquisa Naval em Washington.

"Este é um grande momento na física solar. Stereo revelou o Sol como ele realmente é - uma esfera de plasma quente entrelaçada de forma intrincada por campos magnéticos", acrescentou Vourtidas. A Nasa divulgou um filme mostrando as imagens durante o Super Bowl - a final do campeonato de futebol americano - no domingo.

Detalhe
Cada uma das duas sondas do projeto Stereo fotografa metade do Sol e transmite as imagens para a Terra. Os pesquisadores combinam as duas imagens para criar uma esfera.

No entanto, as imagens transmitidas pelos satélites não são apenas fotos comuns. Os telescópios do projeto Stereo estão sintonizados para captar quatro comprimentos de onda de radiação ultravioleta extrema, selecionados para rastrear aspectos importantes da atividade solar como erupções, tsunamis e filamentos magnéticos.

"Com dados como estes, podemos voar em volta do Sol e ver o que está acontecendo além do horizonte, sem sair de nossas mesas", disse a astrofísica do programa Stereo Lika Guhathakurta. "Espero grandes avanços na física teórica solar e previsão do tempo no espaço."

O projeto Stereo já está sendo usado para melhorar estas "previsões do tempo espaciais" fornecidas a empresas aéreas, companhias de energia elétrica, operadores de satélites e outros clientes.

Mas, os benefícios destas previsões não são limitados à Terra. "Com este belo modelo global podemos rastrear tempestades solares que se encaminhem para outros planetas também. Isto é importante para missões da Nasa para Mercúrio, Marte, asteroides...", acrescentou Guhathakurta.

Conexões
A nova visão do Sol pode revelar conexões que não eram examinadas com tanta atenção pelos cientistas. Por exemplo: pesquisadores já suspeitavam que a atividade solar podia ser "global", com erupções em lados opostos do Sol sendo desencadeadas e se alimentando uma da outra.

Agora, eles poderão estudar este fenômeno. Para o professor Richard Harrison, do Laboratório Rutherford Appleton, na Grã-Bretanha, um dos cientistas que participa do projeto, uma visão de todo o Sol será a chave para compreender o que gera os processos complexos na estrela.

"Você realmente vê estas regiões separadas por grandes distâncias na atmosfera solar, que são conectadas magneticamente, mostrando atividade ao mesmo tempo ou causando atividade em outro lugar", explicou o cientista à BBC.

Lembra disso? Atriz de 'Anos Incríveis' usa matemática para ficar em forma

A atriz Danica McKellar deu à luz Draco há sete meses. Foto: Getty Images
A atriz Danica McKellar deu à luz Draco há sete meses
Foto: Getty Images
Sete meses se passaram desde que Danica McKellar deu à luz seu primeiro filho, Draco, e a Winnie Cooper de Anos Incríveis já está em boa forma. As informações são do Daily Mail.
Durante um festival de livros, em Los Angesles, McKellar revelou como conseguiu ficar magra. "Eu não tenho tempo de comer. Estou muito ocupada com a matemática ou com Draco", contou.
"É uma diversão estar constantemente pensando em maneiras melhores de ensinas as pessoas. Minha fome acaba sendo por isso, por novas maneiras de traduzir a beleza disso tudo", disse a ex-atriz, que virou professora de matemática.

Espiritualidade: As drogas na vida do ser humano



As Droga na vida do Ser-Humano.
As drogas sempre estiveram presentes na historia da humanidade. Há indícios do uso de plantas alucinógenas em vários cultos pagãos, como no xamânismo, pratica que tem entre 10 e 15 mil anos e busca, através do transe, viajar ao mundo dos espíritos e de seus ancestrais. O álcool, por sua vez, era originalmente extraído dos sucos de frutas fermentadas, já existindo referencia ao seu uso a partir do período neolítico, cerca de 10.000 a 8.000 a.C.


O culto a Dionísio, deus do vinho entre os gregos, esteve presente em diversas culturas e lendas indo-européias, nas quais assimilou divindades locais e assumiu diferentes nomes.


Ao que tudo indica, a relação de dependência e vicio entre homem e plantas teve origem na descoberta, por parte de nossos ancestrais, de que a auto-administracao de certas espécies poderiam diminuir a dor, curar doenças, possibilitar maior energia, aguçar atividades cognitivas e proporcionar mais sensibilidade. E, a partir do momento em que o homem começou a dominar a tecnologicamente a vida, passou a produzir drogas cada vez mais potentes e escravizantes, como pôde experimentar o século 19 através da espantosa variedade de drogas e estimulantes obtidos com a exploração de novas terras.


São exemplos disso o ópio, o tabaco, que foi disseminado em todas as classes sociais, e o álcool destilado, que passou a ser produzido e utilizado em quantidades cada vez maiores. Foi, porem, no século 20 que se fez, realmente, sentir o impacto da disseminação do uso das drogas.


De acordo com os efeitos psicoativos buscados pelo homem, as drogas podem se dividir em pelo menos três grupos:


1. Drogas Mágicas – Capazes de proporcionar formas especiais de embriagues, caracterizadas por estados de onirismo e êxtase, acarretando novas experiências dos órgãos dos sentidos e do corpo, alucinações e desrealização, viagens fora do tempo e espaço com extinção da realidade cotidiana. Estão aqui incluídos: o LSD, ou acido lisérgico sintetizado em 1938.


Inicialmente foi utilizado no campo experimental psiquiátrico. De fácil fabricação e custo moderado, foi muito utilizado na década de 60 por conta de seus grandes efeitos em pequenas doses e por um culto quase místico de alguns grupos. Causou muita polemica a musica Lucy in the Sky With Diamohnds, dos Beatles, uma vez que suas iniciais sugeriam droga.


A Cannabis sativa, os derivados do cânhamo-indio, cujas folhas, talos e resina secretada são utilizados de varias maneiras na preparação de tabaco, fumado na forma de cigarros, conhecidos como baseados. Aos pregadores das folhas e flores se da o nome, no Brasil, de maconha (a marijuana de mexicanos e americanos); os preparados à base de resina são denominados haxixe.
Essas drogas causam transtornos vegetativos, neurológicos, sensações de euforia e felicidade, excitação, perda da noção de tempo e espaço, alucinações e maior sensibilidade dos órgãos dos sentidos.


2. Drogas psicoestimulantes – Proporcionam um diminuição da fadiga, um acréscimo de energia e de atividade, uma excitação eufórica. São elas as anfetaminas, os derivados de coca, etc.
2. Drogas diminuidoras de estados de tensão e de sofrimento – Ocasionam sossego ou um grau de euforia variável. Incluem-se aqui a morfina, o ópio e seus sucessores sintéticos (como a heroína), os hipnóticos barbitúricos e não barbituricos, os analgésicos, os tranqüilizantes e o álcool.


Há um quarto grupo, que tem efeitos secundários ao agir sobre o psiquismo: determinados remédios para a tosse, certos medicamentos contra enjôo, antiasmáticos, antiestaminicos, antiparkisonianos e alguns produtos industriais, como solventes, acetona, cola, etc.


A produção de drogas, porem não para por aí, pois o desenvolvimento da tecnologia na síntese de moléculas orgânicas complexas e a compreensão da mecânica molecular dos genes vem contribuindo muito pra projetar novas drogas, tais como os anabolizantes, tão populares entre os adolescentes e alguns atletas, e o Ecstasy, cujo aumento do consumo vem se mostrando assustador em vários paises, chegando mesmo, segundo a ONU, a superar o da cocaína. Não é preciso dizer que, alem de sérios problemas à saúde – irreversíveis mesmo após a pessoa abster-se de seu uso – Ecstasy também pode ser letal.


Apesar de muitos não admitirem as drogas tem sua origem nos ritos mágicos, religiosos e cerimoniais. Sendo que as drogas potentes como a cocaína, foram desenvolvidas nos laboratórios dos Alquimistas Negros ou Magos Negros, os quais eram conhecedores da Baixa Magia Negra. Qualquer demonologista com um alto grau de sensibilidade mediúnica perceberá que a cocaína tem a mesma vibração de um demônio. E da mesma forma provoca os mesmos sintomas vistos em um endemôniado.


Esses tais magos chamados Nirmanakayas Negros os quais se intensificou nos últimos decênios as ações nefastas, e os quais agem nos bastidores psicossociais de duvidosos agrupamentos aos quais, verdade se diga, gostaria muito de arrancar boa, mas ingênua gente em risco iminente de perder para sempre o seu quinhão evolutivo (“o tesouro do Céu”, diria Jesus) até agora duramente conquistado no imenso rosário das vidas sucessivas, e ter de recomeçar tudo desde o início numa próxima Cadeia ou Manvantara, o que implica um sofrimento indescritível por perda do Espírito e da Alma, ficando a Mónada vazia e abandonada no abismo gélido do Pralaya precoce ou antecipado, por ter perdido os veículos de manifestação que a vivência intensa e impenitente no Mal levou à perdição.


Este é o Avitchi ou Inferno dantesco, ardente na consciência corroída pelo remorso do mal feito, gélido como espaço último do Universo ou “8.ª Dimensão”, “Cone da Lua” ou, mais vulgarmente, “Astral inferior”.

Os ditos “barretes vermelhos” são os distintivos dos Rakshasas ou magos negros, os seguidores da “Via Sinistra” (Smaritta, em sânscrito), mas também são referência oculta à energia vermelha Tamas, a força material de que estão impregnados como opositora à energia espiritual Satva que é amarela, esta a cor dos barretes dos Gelung-Pa, liderados por GELUNG da Linha KUT-HUMPA cujo Choan ou Líder Supremo é KOOT HOOMI, logo sendo os Adeptos da Vida Direita (Diritta, em sânscrito) como Senhores da Boa Magia Divina, logo, TEÚRGICA.

Como já apliquei o termo, e para melhor definição posterior de quanto aqui tenho a dizer, desde já explicarei o termo Nirmanakaya. Este define a Veste Física e os conseqüentes poderes físicos dum Adepto Perfeito (inclusive o de poder prolongar a vida física além do normal), seja vocacionado para o Bem ou para o Mal. Quando é para o Bem ele será então um Adepto Branco, e quando para o Mal se assume um Adepto Negro. Em ambos a disciplina é a mesma, só as intenções é que divergem... Não pensar no Mal é realmente não o alimentar psicomentalmente. Mas isso não contraria a sua existência organizada e propósito sinistro. Então há que esclarecer para se saber por que assim é...Tendo sempre em mente que o Mago Branco PROPÕE enquanto o Mago Negro IMPÕE.

Todos esses magos negros, alguns hoje encarnados e fazendo parte da política, da medicina e de outros setores importantes, se manifestam por multivariadas formas humanas e sociais, todas elas avessas à Evolução Verdadeira, ou seja, querendo impor psicossocialmente a Anarquia à Sinarquia, a Discórdia à Concórdia Universal dos Povos.

Ela patenteia-se por todo o Globo e em todas as latitudes sociais (econômicas, políticas, militares, culturais, religiosas, etc.). Servindo-se duma lógica profunda que, verdade se diga, nunca foi nem será sinônima de VERDADE em qualquer preposição filosófica, os Rakshasas e seus representantes na Terra, estes conscientes ou não dessa representação, não deixam de ser, afinal, o instrumento oculto e inconsciente do cumprimento implacável da LEI KÁRMICA na Humanidade e no Globo, não deixando eles mesmos de serem os primeiros a sentir o vergel da JUSTIÇA DIVINA. A isso Jesus se referia quando afirmava:


“O escândalo é necessário, mas ai por quem ele vier”... Tenho ainda, em abono da Verdade e da Igreja Universal de Melkitsedek,ou seja da Mui Nobre, Augusta e Soberana ORDEM DO SANTO GRAAL, a afirmar que os charlatões e seus associados mesmo eles não deixam de ser, sem o saber ou sequer sonhar, o véu que esconde os verdadeiros Adeptos Independentes, porque, como dizia o Venerável Mestre JHS, “detrás da mentira está a verdade”. Sobre isso dizia ainda o Mestre Koot Hoomi, em 15 de Outubro de 1880:

«Certamente que a segurança dos verdadeiros Ocultistas repousa sobre o cepticismo do público; os charlatões e os prestigiadores são as defesas naturais dos “Adeptos”. A segurança pública fica assegurada ao mantermos secretas armas terríveis que, doutro modo, poderiam ser utilizadas contra ela e que, como já dissemos, tornar-se-iam mortais nas mãos dos maus e egoístas. »

O MAGO NEGRO, encarnado ou desencarnado, poderá ser uma entidade com um grande intelecto, mas SEM AMOR algum; poderá possuir grande determinação, mas SEM RESPEITO pelo seu próximo, não olhando a meios para alcançar os seus fins; poderá ter as melhores BOAS INTENÇÕES APARENTES, mas interiormente corrói-o a cobiça, a inveja, a avareza, o despotismo...; ajuda em INTERESSE PRÓPRIO, sem deixar de cobrar em dobro... Enfim, vive do ódio (que como o Amor é os únicos sentimentos que imortalizam e fazem um Nirmanakaya) e DESPREZA A COMPAIXÃO.

A Face da Terra possui o seu Duplo Astral que se prolonga até ao espaço balizado pela LUA, e ele é o palco da acção oculta dos magos negros, sempre encontrando pela frente a oposição tenaz dos Mestres Reais e dos seus insignes Discípulos, afinal os únicos e consagrados “Guardiões da Luz Sagrada”.

As drogas tiveram origem nos meios religiosos antigos como formas de buscar o sagrado o tão admirado Religare. E é por isso que através da religião muitos encontram formas de se livrar das drogas, pois passam a perceber que tudo não passe de simples fraqueza mental e espiritual e o motivo é ter deixado o espírito e mente vazio dando lugar aos demônios dos desejos.


Para crescer, ou seja, para evoluir de sua condição psicológica de submissão e dependência para uma condição de auto-responsabilidade, o adolescente em especial, que são hoje as maiores vitimas, precisam também aceitar a morte (da criança que ele é) e a ressurreição (do adulto que virá a ser). No entanto, herdeiros de um mundo tecnológico, esvaziado dos valores do espírito, em prol dos áridos valores materiais, nossos adolescentes não tem a estrutura necessária para auxiliá-los nessa passagem. Nesse sentido, estão irremediavelmente nas mãos do spiritum – o mais depravador dos venenos, como afirmou Jung.


O mito medieval de Artur e os Cavaleiros da Távola Redonda nos mostra que, para curar o rei e a terra de seu reino voltar a ser fértil, era preciso que se encontrasse o Santo Graal – essa era a missão dada aos cavaleiros. Quem acabou encontrando o cálice foi Parsifal, talvez o menos preparado na arte da guerra e do domínio, mas entre todos, o mais puro de coração. Para ter sucesso nessa tarefa, porem, ele precisou se livrar de antigos valores e se transformar psicologicamente.


Foi esse o caminho que Jung propôs ao sr. Rowland quando lhe sugeriu que somente uma autentica conversão poderia resgata-lo de sua compulsividade. Para se fazer a verdadeira conversão aos valores do espírito, é necessário que nosso ego entre em colapso, se perceba impotente, reconheça sua fragilidade e se coloque a serviço do poder superior – força que realmente rege a vida de todos os homens.


São por se acharem potentes, fortes e indestrutíveis que jovens de classe média adentram no mundo das drogas. Pois se acham privilegiados, especiais e inatingíveis.Netuno o plneta que rege as drogas entra neste ano em Peixes, como já estamos acostumados a vêr, desafiando a psique humana.

O Planeta Netuno coloca os sonhos e desejos da alma a prova. Lançando uma forte neblina que precisa ser dissipada, mas, certamente, os fracos, podem morrer sufocados na fumaça dos desejos, mas, não conseguirão achar uma saida. Isso indica que mentores espirituais enviados pela Hierarquia Superior pra auxiliar no combate as hostes de Satanás terão em especial nesse um cuidado redobrado com as questões das drogas, do trafico e dos disturbios da mente. Muitos médiuns nascerão neste ano e bons médiuns terão sua força dobrada pra poderem lutar contra os Magos Negros.

A psicologia será auxiliada e muitos ficarão livres das drogas se buscarem a Deus e a espiritualidade. Mas, é preciso muita firmeza, coragem e resistencia pra se conseguir esse feito. Com a entrada de Netuno em seu signo de Domicílio agora em abril, haverá uma amplificação da droga sobre os viciados, podendo até surgir um novo tipo, mais maligno e mais destrutivo. A cocaina é a essência de Satanás em pó, o seu criador, certamente foi inspirado pelas hostes malignas para envenenar e contaminar muitas almas que dela fariam uso. Ele usou o conhecimento da arvore da ciência, a mesma citada no livro do Gênesis e que só provoca mortes.

Busquemos o amor, a vida e a luz espiritual.

Carlinhos Lima – Astrólogo, Tarólogo e Pesquisador.

O alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea em 21 de dezembro de 2012


O alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea em 21 de dezembro de 2012 que vai, de fato, acontecer, poderá parecer inédito, porque acontece uma vez a cada 26 mil anos, mas, para o planeta Terra, que tem 4,5 bilhões de anos, já aconteceu pelo menos 173 mil vezes. A Via Láctea descreve como um todo um movimento de rotação (apesar de os seus componentes não se deslocarem à mesma velocidade) e está inserida no chamado Grupo Local de galáxias, que é constituído por cerca de trinta galáxias; as principais são a Via Láctea e a Andrômeda (estas duas galáxias espirais gigantes orbitam um centro de massa comum).

A Via Láctea é classificada como sendo uma galáxia espiral e os seus braços estão em movimento rotatório em torno do núcleo, à semelhança de um grande cata-vento. É no braço menor de Órion que está localizado o nosso sistema solar. Ela possui apenas dois braços estelares principais e não quatro como se pensava: o braço Perseus e o braço Centaurus. Os demais braços foram reclassificados como braços menores ou ramificações. Esses dois braços principais contem uma enorme concentração de estrelas jovens e brilhantes.

A Via Láctea é a galáxia onde está localizado o nosso Sistema Solar. É uma estrutura em espiral constituída por cerca de duzentos bilhões de estrelas e divide-se em seis partes: núcleo, bolbo central, disco, braços espirais, componente esférico e halo. O núcleo tem a forma de uma esfera achatada e é uma fonte de intensa radiação eletromagnética, provavelmente devido à existência de um buraco negro no seu centro.

O alinhamento galáctico em questão é o alinhamento do Sol no Solstício de Inverno de 2012 com o centro da Via Láctea, no Equador galáctico (linha análoga ao Equador terrestre, que divide a nossa galáxia em duas partes). Um alinhamento com estas características apenas acontece uma vez a cada 26 000 anos e coincide com o fim do calendário de Conta Longa dos maias. O disco é a parte mais visível da galáxia e é nesta estrutura que repousam os braços da Via Láctea. As estrelas do disco têm um movimento de translação em volta do núcleo, todas as estrelas que observamos no céu noturno estão localizadas no disco galáctico.

A Via Láctea descreve como um todo um movimento de rotação (apesar de os seus componentes não se deslocarem à mesma velocidade) e está inserida no chamado Grupo Local de galáxias, que é constituído por cerca de trinta galáxias; as principais são a Via Láctea e a Andrômeda (estas duas galáxias espirais gigantes orbitam um centro de massa comum). No interior do centro galáctico existe uma nebulosa região escura de pó e nuvens, semelhante a um corredor escuro, conhecido atualmente por Dark Rift e conhecido pelos maias por Xibalba Be ou Caminho Escuro.

Em termos de mitologia maia, a Via Láctea representa a Grande Mãe Cósmica, a partir da qual toda a vida nasceu e o seu centro representa o útero cósmico. O Sol – e com ele o sistema solar - efetua uma rotação completa em torno do núcleo a cada 200 milhões de anos, à velocidade de 225 Km/s, estando localizado a cerca de 27 mil anos-luz do centro galáctico. Relativamente ao alinhamento há quem defenda que, mais precisamente, o Sol no Solstício de Inverno de 2012 atingirá um determinado ponto no fundo do Dark Rift e parecerá nascer do mesmo, do “Canal de Nascimento Galáctico”. É como se o Sol nascesse de novo do útero cósmico. Para alguns, a constelação de Cygnus é importante neste alinhamento: esta encontra-se localizada no topo do Dark Rift, podendo significar o local do nascimento cósmico.

Este alinhamento galáctico pode ser antes descrito como um alinhamento do Sol com o Dark Rift e 2012 indica o ano em que estes estarão alinhados, em conjunto com o fim do ciclo atual de Precessão. John Major Jenkins promoveu a ideia deste alinhamento cósmico, considerando que este é determinado pela Precessão dos Equinócios. Este movimento altera a posição dos Equinócios e Solstícios em um grau a cada 72,2 anos; a posição destes move-se 360 graus em 26 000 anos, o que significa que se movem 0,01 graus por ano. Por isso este alinhamento ocorre aproximadamente durante 36 anos, entre 1980 e 2016 - Zona de Alinhamento Galáctico.

Diz-nos que um novo Sol nasce, que um novo ano madruga, que um novo ciclo galáctico começa, que há uma transformação da Terra. O centro galáctico é grande, o Sol também é grande e os movimentos são lentos, um alinhamento entre o Sol e o centro da Via Láctea decorre durante muitos anos e o alinhamento entre o Sol e o Equador galáctico ocorre durante 36 anos.

De acordo com cálculos astronômicos recentes, o meridiano do Solstício coincidiu mais precisamente com o Equador galáctico em 21 de Dezembro de 1997. Deste modo, a ideia do alinhamento do Sol com o Dark Rift parece fazer mais sentido. Em várias culturas ancestrais, o Solstício de Inverno era comemorado: o menor dia do ano, a partir do qual a duração dos dias começa a crescer, simbolizava o início da vitória da luz sobre a escuridão. O Solstício de Inverno de 2012 parece ser uma data com significado especial na cosmologia maia, talvez relacionada com a Precessão dos Equinócios em relação a outros corpos celestes. Esta data pode ser um indicador de uma fase no período de transição entre eras – o processo de nascimento da nova era e o início do novo ciclo de precessão.

A humanidade não tem sido só cruel com a Natureza, mas também cruel consigo mesma na sua inconsciência até os dias atuais. É de pasmar a violência com que os seres humanos se tratam entre si, quando divergem em seus interesses e crenças ou quando simplesmente só pensam em ganhar, sem se interessar quem ou o que está perdendo. A história da Humanidade é cheia de guerras, chacinas e aniquilamentos, a vida cotidiana da maioria das pessoas sofre diversos tipos de violência. Na atualidade, torna-se prioritário a necessidade do desenvolvimento e reconhecimento do jeito feminino de ser, como melhor forma de encarar os desafios e as questões emergentes que nos castigam na atualidade. E é uma coincidência cósmica ou fato já predeterminado que a Lua como regente astrológico dos temas femininos, do lado sentimental, da mulher e da sensibilidade da alma, seja a regente do ano 2012, que mesmo que não seja prenuncio de nenhum fim ou transformação radical, é um ano que já vai de qualquer forma ficar pra história. E como buscador que sempre fui eu aprendi que tudo que grafa sua marca no tempo tem algum principio importante e pertence a alguma coisa grandiosa. Assim um ano que gerou tanta falação, filme, histórias e livros, certamente, alguma coisa, mesmo que não venha a ser percebida no nível consciente, vai revelar pra toda humanidade e o planeta.

Os fenômenos que estão acontecendo no Universo, estão criando uma pressão energética suficiente para promover transformações positivas na expansão da consciência, mas se insistir no que sabe que é negativo a este movimento, não conseguirá lidar com a energia e entrará no desespero e no baixo astral. Habitualmente os trabalhos espirituais lidam com hierarquias e incluem relacionamentos com outros humanos. A hierarquia e os relacionamentos mexem com conflitos de personalidade, como a programação de personalidade na infância e os diversos traumas de criação. Cada um tem que descobrir imediatamente seu grupo espiritual, assim como o jeito de trabalhar sua emoção.

Ao mesmo tempo em que as forças da Natureza se manifestam a favor da vida, em momentos de fúria, ela destrói tudo e homenageia a Morte. A Humanidade, na sua multiplicação e luta egoísta e desesperada pela sobrevivência, violentou todos os ecossistemas do planeta e o caos que isto gerou é tão grande, que é difícil imaginar uma solução, a não ser, se vinda de um Plano Superior. Agora, com Netuno em Peixes esta rede será ativada na sua intensidade máxima. Todos ficaremos apaixonados uns pelos outros, o amor reinará em todos os relacionamentos.

A cada dia se fundem ciência, espiritualidade e arte. A linguagem da arte está por ser consagrada como a língua oficial. Desenvolva seus talentos artísticos, acorde e durma na celebração e na adoração ainda que esteja diante da sua Sombra. O que se pode afirmar, é que as condições ambientais criadas pelo impacto da espécie humana estão provocando mudanças hostis a vida em geral, especialmente a própria vida humana. Mas nunca nada, que o próprio Ser Terra não pudesse mudar se fosse a sua vontade. O projeto humano no planeta Terra é comandado, evidentemente para mim, por uma inteligência superior, que deve ter controle total da situação geral. A entrada de Plutão em Capricórnio vai revelar o grau do impacto que a espécie humana está provocando na Terra, nos seus ambientes e sistemas, prejudicial para a vida em geral. Cabe a nós encontramos em conjunto solução para estes desafios.

O grau de consciência individual e social atual, em geral, é menor que o solicitado pela complexidade dos desafios que vivermos, e assim cometemos muitos erros e faltas que se refletem nos impactos negativos que provocamos em nós mesmos e no ambiente. O ser humano criado e educado na carência e na falta pode se tornar em verdadeiros monstros devastadores. Assim, nossos espíritos iluminados tem que conseguir assimilar a situação alcançada pela família e a sociedade onde nasce, e movidos pela força e luz da alma, irmos vencendo os desafios que correspondem a nosso carma individual, familiar e social.

Muitos astrológos de revistas vivem pregando porai que a Era de Aquario é uma era de "liberdade" de um novo arranjo social onde o homem vai se confraternizar melhor, mas a simbologia oculta de Aquário não é bem assim. Na verdade essa vibração cosmica tende mesmo a agrupar as pessoas e a sociedade forma novos objetivos no mundo, no entanto com o arranjo dos demais planetas exteriores e o lado sombrio desse signo, não tenho duvida que muitas entidades falsas, manipuladas por líderes mentirosos, como por exemplo, religiões sensacionalistas, demagogas que usam o nome de grandes mestres pra manipular serão num numero muito maior que os movimentos verdadeiros!

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarólogo e Pesquisador.

A CASA DE ORUNMILA-IFA


Ifá é um Sistema de Oráculo Sagrado originário da milenar cultura africana Iorubá e é parte integrante da religião naturalista que nos foi legada pelos descendentes dos povos africanos sudaneses escravizados no Brasil. Enretanto, com o passar de mais de um século de sua chegada, miscigenou-se com anteriores conhecimentos espirituais Bantos e Angolenses aqui já aclimatados a mais de dois séculos, esta simbiose vindo a constituir-se em um dos Três Pilares Místicos sobre os quais ergueu-se a Umbanda do Brasil, à ela legando, dentre outros, dois elementos principais: o conceito dos Orixás e o Jogo dos Búzios. Mas, foi só tardiamente, quando passadas as fases da escravização e colonizacão, que os estudiosos do esoterismo das religiões africanas reformuladas no Brasil deram-se conta de que, subjacente às graciosas e/ou confusas lendas dos escravos africanos, existiam uma Teogonia, uma Mística e uma Liturgia de grande alcance espiritual, cultural e social que haviam sustentado a fé dos descendentes daqueles povos, mesmo na tragédia da escravidão.

Você viu isso? Nasa registra erupção solar de 1 milhão de km, você lembra disso?

Observatório observatório Solar Dinâmico da Nasa registrou a ação em detalhes. Foto: Nasa/Divulgação
Observatório observatório Solar Dinâmico da Nasa registrou a erupção em detalhes
Foto: Nasa/Divulgação
A Nasa - a agência espacial americana - divulgou nesta terça que um filamento solar que estava "serpenteando" em volta do Sol entrou em erupção. O observatório Solar Dinâmico da Nasa registrou a ação em detalhes com luz ultravioleta. O filamento possui quase 1 milhão de km de comprimento (a circunferência da Terra, no equador, é 40.075 km) e sua proeminência estava visível há duas semanas antes de começar a sair do campo de visão. Filamentos são nuvens de gases suspensas acima do Sol por forças magnéticas e são de movimentação instável.

Vida na Terra pode ter surgido de vírus ET "zumbi"

A vida na Terra pode ter surgido a partir do espaço. Mais especificamente de um vírus que, mesmo morto, possuía condições para conseguir o surgimento de um novo tipo de vida. As informações são do site Wired. Cientistas especulam que a vida na terra surgiu do espaço - pensamento chamado de panspermia - desde o século XIX, quando Lord Kelvin sugeriu que micróbios poderiam ter vindo à Terra em um cometa ou meteoro. Outros já sugeriram que os organismos poderiam ter atravessado a galáxia em grãos de poeira, que viajariam entre sistemas planetários por meio da radiação das estrelas. Mas muitos astrobiólogos dizem que os micróbios morreriam nessa "viagem", o que anularia o pensamento. Mas cientistas do Instituto de Astrofísica Herzberg, no Canadá, dizem que, na verdade, isso não anula. Mesmo mortos, as informações que carregavam poderiam permitir o surgimento da vida, por meio dos restos carbonizados, ideia chamada por necropanspermia. Os pensamentos criaram discussão entre cientistas, com defesa para ambos os lados - uma parte defende a ideia da morte anulando as possibilidades de surgimento da vida, uma parte defendendo que é, sim, possível. Vírus e bactérias carregam um número gigante de informações em seu DNA. Essas informações, mesmo com a morte do vírus, poderiam dar sequencia à vida.

Comentario: Eu tenho minha fé num Deus Criador. Creio que ele nos criou como somos, sem essa babozeira de evolução!

Reveja: A 10 trilhões de °C, LHC pode ter criado novo estado da matéria

Imagem gerada em computador reproduz a colisão de átomos de chumbo. Foto: Cern/Divulgação Imagem gerada em computador reproduz a colisão de átomos de chumbo
No último dia 7, o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), maior acelerador de partículas do mundo, começou a colidir átomos pesados (de chumbo), em vez da usual colisão entre prótons, o que causou a produção de "mini big bangs". Por causa desses fenômenos, o colisor está alcançando a temperatura de 10 trilhões de °C, marca recorde em um experimento científico. "A importância deste novo fato é que espera-se com essa temperatura a criação de um novo estado da matéria, o chamado plasma de quarks e glúons", diz o brasileiro Gilvan Augusto Alves, doutor em física e colaborador do projeto do LHC.
Essa comprovação, afirma Alves, é importante para verificar se a teoria das interações fortes - a cromodinâmica quântica - descreve de forma adequada as interações que mantém as partículas unidas no núcleo do átomo.
O que é a teoria da cromodinâmica quântica?
Desde que se observou que os prótons e nêutrons são compostos de quarks, ficou claro que a mesma força que mantém o núcleo atômico unido, chamada de força nuclear forte, também é responsável por manter os quarks unidos no interior de prótons e nêutrons. "A teoria da cromodinâmica quântica explica como acontecem as interações entre quarks, e consequentemente, toda a matéria nuclear."
Na opinião de Gilvan Alves, essa teoria é importante não só pelo fato de descrever as forças que formam prótons, nêutrons e toda a matéria nuclear, mas também por explicar como se produzem todos os outros tipos de quarks, como o quark top, e até mesmo como deve ser a produção do Bóson de Higgs, um dos principais objetivos dos experimentos do LHC.
Conclusões só depois de 2012
Essa foi a primeira vez que esse tipo de colisão de núcleos foi feita no LHC, e o processo deve durar até 6 de dezembro. Alves explica que a comunidade científica não espera um resultado conclusivo agora, pois o projeto possui outros objetivos mais imediatos. "Acontece que a prioridade do LHC é descobrir o bóson de Higgs e outros fenômenos que não estejam previstos pela teoria (da cromodinâmica quântica), então as colisões de núcleos pesados tem que esperar, pois até 2012 o LHC vai operar com prótons, que é o modo de operação onde se tem mais chance de produzir esses novos fenômenos", diz o pesquisador.
"Na verdade essa confirmação leva um certo tempo, pois são necessárias várias colisões com as mesmas características para que se tenha certeza que o estado foi produzido, e nem todas as colisões produzem o plasma de quarks e glúons. Além disso, espera-se que todos os experimentos (os detectores Alice, CMS e Atlas, que fazem os registros das colisões) confirmem esse estado e isso também não é imediato", falou.
Ele define esta fase como uma espécie de teste, que verificou se o acelerador funciona bem com a colisão de núcleos. "São necessários vários meses de colisões para que se tenham dados suficientes para uma resposta conclusiva, e isso só deve acontecer depois de 2012", revelou.
O acelerador de partículas vai continuar colidindo núcleos de chumbo para estudar em detalhes esse tipo de fenômeno até o dia 6 de dezembro. Depois disso, haverá uma pausa para manutenção e, em fevereiro de 2011, retomará as colisões de prótons a 7 teraelétron-volts (TeV) - energia 3,5 vezes superior a qualquer outro acelerador de partículas, mas bem abaixo dos 14 TeV que os pesquisadores pretendem atingir em 2013 -, que devem continuar até o final de 2011.
Como o LHC não derrete?
Mesmo atingindo tal temperatura, o equipamento não derrete devido à colisão dos núcleos de chumbo ocorrer no vácuo do acelerador. Quando as partículas resultantes da colisão atingem os detectores, que estão fora do vácuo, a temperatura já é baixa o suficiente para não causar problemas ao equipamento, embora ainda cause algum tipo de dano pela radiação intensa, o que segundo Gilvan Alves, "é aceitável".

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Reveja que gostosa! Adriana vai à praia no Rio sozinha! Ex-BBB aproveitou o sábado de sol nas areias da Barra da Tijuca.

Marcos Ferreira/Photo Rio News

Sozinha, Adriana aproveitou o dia de sol na praia, neste sábado, 26. A ex-BBB, que ainda não se encontrou com seu affair do programa Rodrigão, exibiu seu corpão nas areias da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Ela também brincou com a atriz mirim Klara Castanho e suas amiguinhas.

Adriana

Marcos Ferreira/Photo Rio News

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