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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Estrelas, Constelações e o Zodiaco


Cada cultura foi imaginando e criando constelações próprias, diferentes das constelações das outras culturas. Apenas no séc XX é que se decidiu criar uma lista oficial de constelações. Em 1922, a União Astronômica Internacional decidiu estabelecer 88 constelações que passaram a cobrir a totalidade do céu, e ainda hoje essa lista é utilizada internacionalmente. 

Ao olharmos para o céu cheio de estrelas podemos imaginar figuras, e isso foi sendo feito ao longo do tempo por várias culturas. Mas foi longo o caminho que conduziu até a atual lista oficial. Podemos falar do contributo de Cláudio Ptolomeu (83–161 d.C. aproximadamente), ao incluir 48 constelações na sua grande obra, Sintaxe, mais conhecida por Almagesto. Parte do catálogo de Ptolomeu foi baseado no de Hiparco, elaborado quatro séculos antes de Cristo. Foi Hiparco quem introduziu o conceito de grandeza, associado ao brilho (e não às dimensões) das estrelas. 

Chamamos de signo as constelações zodiacais por onde o Sol transitava em 134 a.C., quando o grande astrônomo grego Hiparco, inspirado em um sistema de origem babilônica, dividiu essa região do céu em 12 partes iguais, de 30 graus cada. Chamamos de constelação as constelações zodiacais por onde o Sol transita atualmente, de acordo com a União Astronômica Internacional. 

O signo e a constelação de mesmo nome diferem, principalmente, devido à precessão dos equinócios que faz com que o eixo de rotação terrestre gire em um período de cerca de 26.000 anos. As constelações são grupos de estrelas que do ponto de vista de um observador na Terra parecem próximas, ainda que na realidade possam estar muito longe uma das outras. As estrelas que fazem parte dessa constelação não têm necessariamente que estar ligadas entre elas. 

Cada constelação é uma invenção humana, concebida para facilitar o reconhecimento do céu. Por exemplo, quando é dito que o planeta Júpiter está numa determinada constelação, saberemos para onde olhar para ver o planeta. Ele chamou as estrelas mais luminosas de "primeira grandeza", assim prosseguindo até as menos brilhantes, no limite da visibilidade humana, chamadas por Hiparco de estrelas de "sexta grandeza". 

Este astrônomo não inventou nenhuma destas constelações, mas ao incluí-las na sua obra deu um grande contributo para a sua divulgação. Seguem-se os nomes latinos dessas 48 constelações e entre parêntesis o nome em português: 

Andromeda (Andrômeda) Aquarius (Aquário) Aquila (Águia) Ara (Altar) Argo Navis (Navio) Áries (Carneiro) Auriga (Cocheiro) Botes (Boieiro) Câncer (Carangueijo) Canis Major (Cão Maior) Canis Minor (Cão Menor) Capricornus (Capricórnio) Cassiopeia (Cassiopeia) Centaurus (Centauro) Cepheus (Cefeu) Cetus (Baleia) Corona Australis (Coroa Austral) Corona Borealis (Coroa Boreal) Corvus (Corvo) Crater (Taça) Cygnus (Cisne) Delphinus (Delfim (Golfinho)) Draco (Dragão) Equuleus (Potro) Eridanus (Erídano) Gemini (Gêmeos) Hercules (Hércules) Hydra (Hidra) Leo (Leão) Lepus (Lebre) Libra (Balança) Lupus (Lobo) Lyra (Lira) Ophiuchus (Ofiúco) Orion (Orionte) Pegasus (Pégaso) Perseus (Perseu) Pisces (Peixes) Piscis Austrinus (Peixe Austral) Sagitta (Seta) Sagitarius (Sagitário) Scorpius (Escorpião) Serpens (Serpente) Taurus (Touro) Triangulum (Triângulo) Ursa Major (Ursa Maior) Ursa Minor (Ursa Menor) Virgo (Virgem)

Por volta de 1551, o cartógrafo holandês Gerardus Mercator (1512-1594) introduziu a constelação de Coma Berenices (Cabeleira de Berenice). Esta constelação passou a ser muito mais conhecida depois de ter aparecido no catálogo de estrelas do astrônomo dinamarquês Tycho Brahe, em 1602.

Entre 1596 e 1603, mais 12 constelações foram introduzidas por dois navegadores holandeses, Pieter Dirkszoon Keyser e Frederick de Houtman. Estas constelações só se tornaram célebres depois de aparecerem no atlas de estrelas Uranometria do astrônomo e advogado alemão Johann Bayer, em 1603. Os nomes destas constelações são: Apus (Ave do Paraíso), Chamaeleon (Camaleão), Dorado (Dourado), Grus (Grou), Hydrus (Hidra Macho), Indus (Índio), Musca (Mosca), Pavo (Pavão), Phoenix (Fénix), Triangulum Australe (Triângulo Austral), Tucana (Tucano) e Volans (Peixe Voador).

Não se conhece quem introduziu a constelação Crux (Cruzeiro do Sul), porém a primeira referência a esta constelação surge num documento escrito pelo físico Mestre João, da comitiva de Pedro Álvares Cabral, para D. Manuel I, rei de Portugal, em Abril de 1500. O teólogo e cartógrafo holandês Petrus Plancius (1552-1622) introduziu 3 constelações: Camelopardalis (Girafa), Columba (Pomba) e Monoceros (Unicórnio).

O astrônomo polaco Johannes Hevelius (1611-1687), introduziu 7 constelações: Canes Venaciti (Cães de Caça), Lacerta (Lagarto), Leo Minor (Leão Menor), Lynx (Lince), Scutum (Escudo), Sextans (Sextante) e Vulpecula (Raposa). Em 1754, o astrónomo francês Nicolas Louis de Lacaille, introduziu 14 constelações: Antlia (Máquina Pneumática), Caelum (Cinzel (ou Buril)), Circinus (Compasso), Fornax (Fornalha), Horologium (Relógio), Mensa (Mesa), Microscopium (Microscópio), Norma (Régua), Octans (Octante), Pictor (Pintor), Pyxis (Bússola), Reticulum (Retículo), Sculptor (Escultor) e Telescopium (Telescópio).

Para além destas 14 constelações, este astrônomo dividiu a antiga constelação Argo Navis (Navio) em 3 outras constelações: Carina (Quilha), Puppis (Popa) e Vela (Vela), acrescentando ainda a já mencionada Pyxis (Bússola). Durante alguns séculos, principalmente nos séculos XVII e XVIII, os mapas do céu eram desenhados com figuras muito trabalhadas e pormenorizadas. Estas preocupações estéticas muitas vezes impediam uma clara leitura dos mapas dificultando a identificação das constelações no céu.

Em 1851 apareceu um mapa do céu feito pelo astrônomo e cosmógrafo francês Charles Dien (1809-1870), onde as estrelas mais brilhantes de cada constelação estavam ligadas por traços, substituindo as figuras e tornando a leitura do mapa mais clara. Essa forma de apresentar as constelações subsiste até hoje, ainda que os mapas atuais possam ter traços ligando de forma diferente as estrelas que compõem as constelações. Não existe uma uniformização nesse aspecto e até existem muitos mapas que prescindem totalmente desses traços.

Praticamente todos os povos da Terra deram nomes e inventaram histórias sobre as estrelas. Às vezes essas lendas falavam sobre grupos de estrelas que recordavam algo familiar. Pessoas de diferentes lugares, que viveram em diferentes épocas, muitas vezes escolhiam um mesmo grupo de estrelas para contar uma história, sua própria história.

Assim surgiram as constelações. Mais que um mero depositório de lendas, as figuras no céu ajudavam os povos antigos em suas atividades agrícolas e náuticas. As constelações mais antigas que se tem notícia foram criadas pelos babilônicos, povos que habitavam a Mesopotâmia, região entre os rios Tigre e Eufrates (hoje Iraque). Havia dois sistemas, o zodiacal, relacionado à agricultura, e o equatorial, ligado à navegação. Para determinar o início das estações (e a melhor época do ano para o plantio e a colheita) eram utilizadas as constelações do sistema zodiacal.

Os nomes das constelações eram associados à mitologia de cada civilização. Era um modo eficiente de transmitir as descrições do céu de geração em geração – mas também uma série de superstições usadas para explicar tudo àquilo que não se conseguia entender racionalmente. A PALAVRA ZODÍACO VEM DO GREGO zodion, animal, e kyklos, círculo. Nos primeiros zodíacos havia apenas dez constelações: Touro, Gêmeos, Leão, Virgem, Escorpião, Sagitário, Capricórnio, Aquário, Peixes e Áries. Depois foram introduzidos Câncer e Balança, fazendo o zodíaco ter um número de partes igual ao numero de meses do ano.

Foi assim que surgiu a idolatria dos astros. A Lua, dona da noite, o Sol, senhor do dia, e até algumas estrelas que teimavam em surgir no céu no tempo das secas ou enchentes passaram a ser apontadas como causadores destas. E se os astros mudavam o tempo também mudavam a vida do Homem. Assim a astrologia, que inicialmente visava prever o início das estações para fins agrícolas, ganhou status de poder divinatório.

Um método que procura associar a posição de certos astros com o destino e a conduta moral dos seres humanos. Despida de seu caráter metafísico, mais tarde ela daria origem a ciência Astronomia. DO NOSSO PONTO DE VISTA, fixo na Terra, o Sol transita por um certo grupo de constelações ao longo de um ano (na verdade é a Terra quem muda sua posição em relação ao Sol).

Originalmente, um signo é a constelação ocupada pelo Sol numa certa época do ano. Se você nasceu quando o Sol estava em Câncer, o signo correspondente é Câncer. Mas o céu astrológico não corresponde ao céu real. Cada signo ocupa exatos 30 graus ao longo da eclíptica (pois 30 vezes 12 é 360, uma volta completa). Porém, as constelações não têm o mesmo tamanho. Por isso os períodos em que o Sol permanece em cada uma não são iguais. Pelo contrário, variam bastante conforme mostra o quadro abaixo. O céu astrológico também ignora a precessão dos equinócios.

A precessão dos equinócios é um dos três movimentos básicos da Terra (os outros dois são a rotação e a translação). Esse movimento é equivalente ao bamboleio de um pião. Enquanto gira em torno de seu próprio eixo a cada 24 horas nosso planeta faz mesmo, só que demora 26 mil ano para completar uma volta. A precessão dos equinócios antecipa (precede) o início da primavera (equinócio) e muda a data da entrada do Sol em cada signo. Quando os babilônios observavam o céu o equinócio da primavera (chamado ponto vernal) estava na constelação de Touro. Mas a partir do ano 2150 a.C ele foi para Áries. Hoje está em Peixes, e ali permanecerá até quase o ano 2600, quando então entrará em Aquário.

O zodíaco na verdade representa uma faixa que se estende por oito graus acima e abaixo da eclíptica. A eclíptica, conforme já mencionado, é a trajetória aparente que o Sol faz no céu durante um ano, contra o fundo de estrelas distantes. O zodíaco é uma faixa centrada na eclíptica onde a maior parte dos planetas do Sistema Solar podem ser observados ao longo de um ano. Todo o céu está dividido em 88 constelações. E dentro da faixa zodiacal podemos ver não doze ou treze, mas nada menos que vinte e quatro constelações diferentes.

As constelações mais antigas surgiram entre os povos da Mesopotâmia, há quatro mil anos. Tudo indica que eram utilizadas como orientação nas atividades agrícolas e náuticas. Pertence a Claudio Ptolomeu (127-145 d.C.) um dos mais importantes catálogos estelares, o Almagesto, uma fabulosa obra composta por 13 volumes e onde estão relacionadas 1022 estrelas de 48 constelações, sendo 12 zodiacais, 21 ao Norte e 15 ao Sul, inclusive as quatro estrelas principais do Cruzeiro do Sul, na época pertencentes à constelação do Centauro.

No caso do brilho das estrelas, isto significa que para se ter a mesma sensação provocada pelo brilho de uma estrela de primeira grandeza seriam necessárias 2,5 estrelas de segunda grandeza ou 2,5 × 2,5 = 2,5² estrelas de terceira grandeza ou ainda 2,5³ estrelas de quarta e assim por diante. Esta é a semente do conceito moderno de magnitude. Ptolomeu adotava o mesmo sistema, usando o termo magnitude em vez de grandeza. Bem mais tarde, no século XIX, descobriu-se que os sentidos humanos respondem aos estímulos de modo não linear.

O astrônomo dinamarquês Tycho Brahe (1546-1601) catalogou Cabeleira de Berenice, uma constelação citada por Eratóstenes, no século III a.C. Um ano depois, o astrônomo holandês Johannes Bayer (1572-1625) relacionou 60 constelações, incluindo as circumpolares Sul, em sua obra Uranometria. Bayer ainda estabeleceu que as estrelas de cada constelação seriam designadas por letras do alfabeto grego: Alfa (a) para a mais brilhante, Beta (b) para a segunda mais brilhante e assim por diante. Nem sempre esse conceito se aplica. A época das Grandes Navegações deu início a um conhecimento mais amplo das partes do céu ao Sul, onde viviam os povos que criaram as constelações mais antigas.

Mais tarde, em 1690, o astrônomo amador Johannes Höwelcke (1611-1687), conhecido pelo nome latino Hevelius, nomeou mais nove constelações na obra Sete Cartas Celestes. Em 1697 o arquiteto do rei Luís XV, Augustin Royer, desmembrou a Crux Australis da constelação do Centauro e a partir daí surgiu nas cartas celestes, oficialmente, a constelação do Cruzeiro do Sul. Bartschius, em 1624, nomeou a constelação da Pomba.

Quem mais influiu na criação de novas constelações foi, sem dúvida, o abade francês Nicolas-Louis Lacaille (1713-1762). Em 1751 ele viajou até o Cabo da Boa Esperança, no sul da África, onde permaneceu por alguns anos para estudar o firmamento austral. Como resultado, introduziu 14 novas constelações, homenageando as ciências e algumas obras do gênio humano. Lacaille também dividiu Argos, o navio, em quatro constelações menores, pois seu tamanho a tornava pouco útil como referência. Fixavam-se assim, as 88 constelações conhecidas pela cultura ocidental.

O modo como “juntamos os pontos” e enxergamos uma imagem familiar no céu varia muito para cada civilização, para cada cultura. Assim, é natural que hoje não consigamos compreender certos desenhos representados nas constelações. Grande parte delas remonta a mais de quatro mil; legadas pelos gregos em sua rica mitologia. Na constelação do Touro, por exemplo, há um aglomerado estelar que recebeu uma denominação especial: para os gregos eram as Plêiades, ou Atlântidas, as sete filhas de Atlas e Plêione, transformadas em pombas por Júpiter, que as colocou no céu.

Para algumas tribos indígenas no Brasil eram simplesmente um enxame de abelhas – e para outras uma bela índia de nome Ceiui. Outro asterismo muito significativo fica na constelação da Ursa Maior. The Big dipper (a Grande Concha), era conhecida como La Casserole (a caçarola) pelos franceses, mas na Inglaterra Medieval era um arado de madeira e para os habitantes do Norte da Europa, uma carruagem medieval.

O PROCESSO QUE RESULTOU NAS CONSTELAÇÕES ATUAIS levou séculos e muitas propostas nunca foram aceitas ou simplesmente caíram no desuso. Certa vez, o astrônomo inglês Edmond Halley (1656-1742) tentou bajular seu soberano, o rei Jorge II, nomeando uma constelação como o Roble de Jorge. Felizmente não deu certo. Mais tarde, outro conterrâneo de Halley, William Herschel, tentou fazer o mesmo ao descobrir o sétimo planeta. Para Herschel, Urano também deveria se chamar Jorge.

No século XVII, Augustin Royer chamou a constelação do Lagarto de Cetro e Mão da Justiça. Sua idéia ficou apenas em alguns registros da época. Em 1787, o alemão Johann Bode decidiu que o Lagarto deveria se chamar Glória de Frederico, em homenagem a Frederico II da Prússia. Mas entre Andrômeda e Cisne brilha até hoje a constelação do Lagarto.

AS CONSTELAÇÕES SÃO MERAMENTE UM EFEITO ILUSÓRIO. Na verdade as estrelas estão a diferentes distâncias e teriam sua "forma" completamente modificada se vistas por um observador longe da Terra. Outro aspecto relevante, é que as estrelas não estão fixas em suas posições. Cada estrela possui um movimento próprio, inclusive o Sol. O efeito combinado só é visível com o passar do tempo. Muito tempo. Abaixo à esquerda, as distâncias reais das estrelas do Cruzeiro do Sul com respeito ao Sol. À direita, o aspecto atual dessa constelação e como ela será daqui a dez mil anos.

Ao contemplar uma noite estrelada nossos olhos vagueiam diante de abismos imensos, profundidades colossais que simplesmente ignoramos. Para nós, as estrelas são pequenas luzes de brilhos diferentes ou, como pensavam os antigos hebreus, orifícios de tamanhos variados por onde se vislumbra uma luz celestial. Longe de ser uma concepção tola, ela advém da observação visual – mas felizmente não dispomos apenas dos olhos para investigar a natureza. Nossos olhos foram projetados para fornecer uma visão tridimensional do mundo que nos rodeia. Mas não somos capazes de perceber a profundidade além de uma certa distância. No firmamento, essa falta de percepção chega ao seu extremo e isso gera a falsa impressão de que a Lua, uma estrela ou uma nebulosa estão eqüidistantes de nós. Para os gregos, eles estavam todos numa imensa esfera que circundava a Terra: a esfera celeste.

APESAR DE INCORRETO (e difícil de perceber na prática!), o conceito da esfera celeste revelou-se um excelente sistema de referência centrado na Terra, no observador humano. Outra ação involuntária do ser humano é associar os grupos de estrelas mais brilhantes a figuras conhecidas, como num jogo de juntar os pontos. Esses desenhos imaginários são as constelações. Constelação, do latim constellatio, significa reunião de estrelas, um agrupamento arbitrário de estrelas que representa a silhueta de entes mitológicos, animais ou objetos.

Criar constelações é um processo muito particular. Para os chineses, por exemplo, existem mais de duzentas delas, pois é costume local utilizar poucas estrelas para compor um desenho. A maioria dos nomes das constelações ocidentais é de origem grega e a elas estão associadas belíssimas histórias daquela rica mitologia. Hoje, imersos nas luzes artificiais das cidades e longe do poder criativo dos povos antigos, é difícil imaginar que Orion, por exemplo, seja a figura de um caçador. É sempre mais fácil associar figuras mais familiares, é o caso do Sagitário, que lembra mais um bule que um ser metade homem, metade cavalo.

PARA MINIMIZAR OS INEVITÁVEIS REARRANJOS ESTELARES e facilitar o estudo do céu, os astrônomos concordaram em fixar o número das constelações em 88, porém modificando o seu conceito. Para a Astronomia moderna, constelação é simplesmente uma área da esfera celeste. Assim, tudo o que observamos no céu, seja a olho nu ou com poderosos telescópios, está sempre “dentro” de uma determinada constelação.
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